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Ano novo, hábitos novos! É hora de começar a investir!

Você finalmente vai começar a cumprir a sua meta de ano novo: começar a investir mais seriamente, garantindo um futuro mais promissor! Mas  para isso, precisa ter o que investir. Para ter o que investir, precisa, em primeiro lugar, gastar menos do que ganha. A conta é simples: quanto menos gastar em relação ao que recebe por mês, mais sobrará e mais poderá aplicar.

Para conseguir esse feito que, com um pouco de disciplina, nem é tão difícil assim, você precisa evitar erros comuns no dia a dia. São erros que parecem bobos, mas uma porcentagem muito grande das pessoas os comete. Coisas como comprometer todo o salário antes mesmo de recebê-lo, fazer muitas compras parceladas, achar que o cheque especial é um recurso que pode ser usado.

E medidas simples de contenção podem ajudar e muito: pagar a vista para obter descontos, planejar quanto pode gastar por mês ou até mesmo por semana ou por dia, não gastar com coisas desnecessárias, ter prioridades e anotar tudo, tudo mesmo, aquilo que gasta.

  1. Não comprometer todo o salário antes mesmo de receber

Pra que isso não aconteça, é preciso que, antes de tudo você tenha resolvido suas dívidas. Se estiver com problemas no cartão de crédito e no cheque especial, faça de tudo para negociar essas pendências. Assim que isso estiver sob controle, este primeiro quesito será mais fácil de ser resolvido.

Comprometer o salário antes de receber é a receita para você nunca ter dinheiro para investir. Você sempre estará endividado. Na linguagem popular, estará vendendo o almoço para comprar o jantar. Isto é, usando dinheiro do futuro para pagar coisas do passado.

Como se sabe, o juro de dívidas sempre é maior que o juro do melhor investimento que você possa fazer. Portanto, qualquer esforço no sentido de aplicar algum recurso será em vão.

As contas devem ser pagas com o dinheiro que você de fato tem e não com o dinheiro que você terá amanhã ou depois de amanhã.

  1. Evitar compras parceladas

Não vamos dizer para você nunca parcelar uma compra. Mas evite. Se o fizer, esteja consciente de que o valor da parcela, no seu planejamento, será debitado de suas rendas mensais e, portanto, de seu orçamento até o mês em que elas forem pagas em sua totalidade.

Então, se você tem R$ 2 mil de orçamento para gastos mensais e a parcela for de 12 vezes de R$ 500, por um ano você não terá mais R$ 2 mil de orçamento e sim R$ 1500.

Outra forma de visualizar isso é considerar o custo total, no caso R$ 6 mil e debitar esse valor de seus ativos totais, caso os tenha, a fim de ter sempre uma visão realista do impacto que essa compra tem sobre as suas finanças.

O parcelamento é uma maneira de antecipar uma recompensa (o produto a ser comprado). Muito mais responsável é atrasar a recompensa. Você pode “parcelar” a compra consigo mesmo, guardando certo valor mensal até atingir o valor da compra a vista. Embora demore um pouco mais para você obter o objeto de consumo, o resultado é o mesmo. Além disso, o dinheiro ficará rendendo e, ao fim de alguns meses, quem sabe você possa até comprar um produto mais avançado ou de melhor qualidade, inclusive negociando o preço à vista.

  1. Não entrar no cheque especial

Deveria ser considerado crime de má fé chamar de “cheque especial” o “empréstimo automático com juros exorbitantes” que os bancos fazem aos clientes mais desprevenidos. Esse nome os faz acreditar que se trata de um recurso deles. Acredite, o cheque especial só é especial para o banco. Se você está entrando todo o mês nos domínios dessa praga financeira, e se a cada mês isso acontece mais cedo, está na hora de rever seus hábitos de consumo e suas contas. Entrar no cheque especial todos os meses não vai permitir que você consiga investir seu dinheiro com qualidade.

Se você tiver algum dinheiro na poupança ou outro investimento com liquidez, vale a pena transferir para sua conta corrente para acabar com a sangria. Mas atenção: feito isso, reveja seus gastos para nunca mais – eu disse, nunca mais – entrar no cheque especial. O banco não merece seu dinheiro.

  1. Pagar à vista para obter descontos

Atenção nesta parte, pois muitas lojas parecem oferecer descontos na compra à vista, mas os juros já estão embutidos nesse valor. Parcelar só leva a juros ainda maiores. No entanto, se há a possibilidade de fazer a compra à vista com um preço menor, mesmo nessas condições, já é uma pequena vantagem.

Lembre-se da dica de parcelar consigo mesmo, adiando a compra: você toma o valor da parcela que pagaria (caso fosse parcelar) e paga para você mesmo, depositando em algum investimento que permita o saque no final do período. Quando atingir o valor desejado, você saca o valor e paga à vista. Além de poder negociar um desconto, conforme o caso, ainda ficará com a remuneração do dinheiro que ficou investido.

Claro, isso depende de sua força de vontade, constância e determinação para guardar as parcelas, mesmo sem ter ninguém cobrando isso de você e mesmo sem ter em mãos o objeto que deseja.

  1. Quanto você pode gastar por mês

A resposta é óbvia. Você precisa gastar menos do que aquilo que recebe por mês. Quanto? A resposta varia, mas quanto menos, melhor, desde que não comprometa excessivamente sua qualidade de vida. Pelo menos 20% é o ideal.

Então, se você ganha R$ 5 mil por mês, precisa sobrar ao menos R$ 1 mil. Dá para viver muito bem com R$ 4 mil.

Faça uma lista de gastos fixos, como contas, transporte, aluguel e outros. O que restar, fica para gastos variáveis, como mercado, roupas, consumo, diversão e até mesmo supérfluos. Esse valor é o que você tem para gastar por mês. Faça as contas do quanto pode gastar por semana e por dia e faça o máximo para ficar dentro do previsto. Extravagâncias só são permitidas se você ficar abaixo da conta no dia ou na semana anterior.

  1. Não gastar com coisas desnecessárias

Já ficaram famosas as três perguntas: eu posso? eu preciso? é urgente?

Se você responder não para qualquer uma dessas perguntas você não deve comprar naquele momento seja lá o que for.

Mas cuidado. É muito fácil racionalizar de maneira a responder sim para todas elas. Seja honesto consigo mesmo se quiser que o seu eu futuro tenha uma vida financeira mais tranquila e feliz.

  1. Controle tudo o que você gasta

Para poder planejar é preciso ter uma verdadeira noção de como você gasta seu dinheiro. Não existe maneira de fazer isso de cabeça. É preciso anotar tudo. Hoje, os aplicativos facilitam (e muito) esse trabalho. Alguns deles fazem isso automaticamente, conectando-se com suas contas correntes, inclusive já categorizando o gasto automaticamente.

Confira nosso post sobre aplicativos de controle financeiro.

Assim, se em algum momento você precisar mudar de hábitos de consumo para gastar mais ou menos, saberá exatamente onde apertar o cinto.

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