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COMO DEFINIR O MELHOR INVESTIMENTO 01cc

Como definir o melhor investimento

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O melhor investimento sempre dependerá de três fatores: o perfil do investidor – mais conservador ou mais arrojado –, os cenários econômicos do país e do mundo e o objetivo do investimento, que tem ligação direta com o prazo do investimento.

Investidores mais arrojados tenderão a ter menos medo dos riscos assumidos na renda variável, com suas possibilidades de ganho e de perdas e uma volatilidade maior. Investidores mais conservadores tenderão a preferir a renda fixa, seja ela pré ou pós- fixada.

Um investimento mudará de perfil de acordo com o seu objetivo também: é óbvio que quem investe para, ao fim, comprar um carro se preocupa mais com a liquidez, com a disponibilidade de seu dinheiro, do que alguém que está investindo para se aposentar daqui a 30 anos com certo conforto.

Renda fixa pós-fixada

Já os cenários econômicos envolvem tantos fatores e tão complexos que não haveria espaço para analisá-los todos aqui.

Por exemplo, juros elevados, como os do Brasil, sugerem investimentos em renda fixa, que sistematicamente por conta dessa condição se consagram com bons rendimentos. A renda fixa pós-fixada costuma ser a mais segura, atrelada a algum índice forte de mercado como a Selic e o CDI.

Investimentos de renda fixa pós-fixada têm também uma boa liquidez, podendo ser sacada sem grandes perdas numa situação imprevista. Assim, convém ter nesse tipo de investimento entre três e seis vezes o valor de seus gastos mensais para se garantir em um cenário de grande volatilidade e imprevistos.

Fundos de renda fixa têm risco aumentado em cenários de crise

Fundos de renda fixa normalmente são baseados em empréstimos de setores que sofrem com os momentos de crise, como agronegócio, o setor imobiliário e o industrial.

Como a remuneração desses investimentos vêm do pagamento de juros de empréstimos feitos a estes setores e, em momentos de crise, empréstimos tendem a não ser honrados com a mesma frequência, temos então riscos maiores.

Os fundos DI, por exemplo, são títulos que acompanham o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), emitidos para captar recursos para atividades bancárias igualmente comparado ao CDB (pessoa física). O CDI (pessoa jurídica) representa a taxa de juros aplicada nos empréstimos entre os bancos. Os fundos DI, assim, são investidos em títulos pós-fixados para acompanhar a taxa de juros do mercado, refletindo o CDI.

Considere as garantias

O CDB (Certificado de Depósito Bancário), por exemplo, é um feito não a um desses setores da economia aos quais os bancos fazem empréstimo, mas ao próprio banco. A remuneração vem através dos juros pagos por depósito. Além de raramente um banco quebrar (embora isso aconteça vez ou outra) o seu investimento em CDB é garantido até o valor de R$ 250 mil pelo Fundo Garantidor de Crédito.

O CDB tem outras duas vantagens em relações a dois outros bons investimentos em renda fixa, o LCI e o LCA. Ele pode ser usado como garantia em operações da bolsa de valores, por outro lado não tem nenhum incentivo fiscal, diferentemente dos isentos LCI e LCA que, em um cenário em que o governo queira arrecadar mais, podem perder suas isenções. Com a isenção do imposto de renda, trata-se de um bom negócio. Mas se isso acabar pode ser problemático.

O CDB, por sua vez, paga uma porcentagem do CDI, podendo chegar a 125%, embora tenha imposto de renda, e costuma ter taxas líquidas melhores que o LCI e o LCA em alguns casos. É preciso analisar com cuidado o investimento, pois ao cabo de alguns anos poderá fazer muita diferença.

Títulos do tesouro

Talvez você ainda não tenha dinheiro o suficiente para investir em CDB ou outras opções. Em um momento de juros altos, uma boa pedida é investir em Títulos do Tesouro atrelados à Selic. Comprar Títulos do Tesouro é emprestar ao governo. Se o governo não honrar essas dívidas é sinal de que todos os outros investimentos do mercado tiveram problemas. Assim, trata-se do investimento mais seguro e também um dos mais rentáveis nessa modalidade com vantagens certas diante da poupança. A desvantagem é que, para ter os melhores resultados, é preciso deixar o dinheiro parado até o vencimento do título.

No entanto, diversos analistas estão prevendo que no futuro os juros do mercado devem cair. Uma boa opção, assim, é investir em Títulos do Tesouro atrelados à inflação, como o NTNB e o NTNB Principal. Ambos pagam a porcentagem da inflação do período até o vencimento mais uma taxa de juros previamente aceita na compra do título. Uma das vantagens é a certeza de proteger o poder de compra do dinheiro independentemente da inflação.

Pré-fixados

Um agravamento econômico externo, no entanto, pode forçar o Brasil a aumentar os juros com o objetivo de manter o dinheiro estrangeiro por aqui. Isso torna esse tipo de investimento mais atraente para quem gosta de correr riscos, ainda assim, em baixa porcentagem.

Grandes oportunidades na renda variável?

Entre abril de 2011 e final de 2015, dolarizada, a bolsa brasileira caiu mais de 70%. Nada impede de que caia mais, que fique claro, mas num cenário desses, oportunidades de cenários de reversão de tendência começam a surgir. Historicamente, vemos um grande número de pessoas e empresas investindo na bolsa quando a economia está bem, há dinheiro de sobra no mercado, altas históricas são atingidas. Justamente quando o mercado cai desastrosamente. Foi assim em 1929, nos EUA, foi assim em 2008 no Brasil.

O contrário também é verdadeiro. Quando há aversão aos riscos da bolsa e grande parte dos investidores estão com medo dela é quando as grandes altas estão para ocorrer.

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