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COMO ESCOLHER INVESTIMENTOS COM A INFLAÇÃO EM ALTA1 01C

Como escolher investimentos com a inflação em alta

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Esqueça a caderneta de poupança. Os melhores investimentos com a inflação em alta são aqueles que dão uma real proteção ao poder de compra do dinheiro, se possível com um mínimo de incidência de impostos e com um máximo de segurança, reduzindo os riscos.

Com essas características, podemos citar os Títulos do Tesouro – particularmente os NTNB e NTNB Principal, que paga uma taxa de juros somada à correção da inflação -, LCI, CDB e Fundos Imobiliários.

NTNB e NTNB Principal

Os títulos da categoria NTNB e NTNB Principal são papéis atrelados à inflação, ao IPCA. Além de, no seu vencimento, serem corrigidos de acordo com a inflação ao longo dos anos, recebem a remuneração de juros.

No entanto, nunca é demais lembrar que, para obter todo o potencial do título, o investidor deve carregar o investimento até o seu vencimento. Atualmente há títulos dessa modalidade com vencimento em 2019, 2024, 2035 e 2050. É para quem pode suportar o longo prazo.

Quanto à segurança, basta lembrar que se trata de um empréstimo para o governo. Se o governo que, a bem da verdade, é capaz de numa situação limite imprimir o dinheiro para pagar as suas dívidas, não for capaz de honrar seus compromissos, o mais provável é que todos os outros investimentos, inclusive a poupança, estejam em condições piores.

LCI e LCA

Em termos de vantagens tributárias as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) saem na frente. Esses dois investimentos são atrelados ao CDI (certificado de crédito interbancário) e, embora não paguem remunerações percentuais do CDI tão boas quanto o CDB, são isentos do imposto de renda.

As chances de um banco de menor porte deixar de honrar o pagamento desse investimento é maior, portanto vale a pena considerar ao fazer esse investimento em um banco dessa categoria pois até R$ 250 mil, os valores são garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito. Maiores riscos, menores taxas, mais ganhos. Investindo através de um grande banco, o risco é menor, mas as taxas são menores também. Portanto, menos ganhos. Em época de juros altos, também ficam mais atraentes.

CDB

O certificado de depósito bancário é outra oportunidade de investimento. Pode chegar a pagar 115% do CDI ou até mais em alguns casos. O único senão é que há imposto de renda incidente sobre os ganhos. Mais uma vez, o investidor deve ficar atento às taxas cobradas pela corretora ou banco, pois é aí que se fará a diferença no final do investimento. Da mesma maneira, no que diz respeito a riscos, o Fundo Garantidor de Crédito protege o capital até o valor de R$ 250 mil. Também são atraentes em épocas de juros altos.

Fundos Imobiliários

Os fundos imobiliários são vinculados ao pagamento de aluguéis. Os aluguéis, por sua vez, são ancorados através de índices da inflação, como IGP-M. Simples assim: o poder de compra do dinheiro investido acompanha a inflação. No entanto, é preciso estar atento. Alguns contratos de aluguel são reajustados ano a ano, mas ao cabo do terceiro ano o valor é reajustado para o que se considerar justo. Outros aluguéis são de longo prazo, caso de galpões industriais, por exemplo, sem a revisão dos valores. Cabe atenção, no momento de investir, para verificar a que tipo de contrato o fundo imobiliário está ligado.

Essa categoria de fundos pode ser muito vantajosa, mas há muita oscilação de fundo para fundo. É muito importante avaliar o mercado, o tipo de imóvel envolvido, a quantidade de locatários, a quantidade de imóveis, o mercado, as regiões e o máximo de detalhes possíveis para que não se embarque em uma furada.

Debêntures

Assim como os títulos públicos são empréstimos para o governo, debêntures são empréstimos para empresas. No entanto, dificilmente o governo dará o calote nesse empréstimo, os riscos são remotos. Coisa que não acontece com debêntures, sobretudo em tempos de crise. Se a taxa de remuneração for muito alta, cabe a desconfiança: o risco pode estar muito alto. A tendência é que a remuneração seja maior que a dos títulos, justamente para atrair os investidores, mas não deve ser tão mais alta. Desconfie.

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