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Como operar day trade e swing trade.

Series de Posts: Day Trade e Swing Trade

Basicamente, o day trader observará os gráficos conhecidos como intraday. São gráficos formados pelos preços mais altos, mais baixos, de abertura e fechamento durante determinado período do pregão. Esses gráficos podem ser tão detalhados como o de minutos ou o de 15 minutos.

Por exemplo, no gráfico com periodicidade de um minuto, haverá o preço de abertura desse minuto (ao 0 segundo), o preço de fechamento (aos 59 segundos), o maior preço atingido durante esse minuto e o menor.

Ao longo de uma hora, o trader terá informações suficientes para saber qual a tendência de determinado ativo tenderá a se comportar nas horas seguintes e, assim, se vale a pena vender, comprar ou ficar de fora da operação.

Essa previsão é possível usando-se as médias móveis, por exemplo, estudo dos candles, Índice de Força Relativa (IFR), volume e outros indicadores obtidos através dos gráficos.

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Outra ferramenta importante são os suportes e resistências: eles são facilmente identificados nos gráficos em regiões de preços com maior dificuldade para serem ultrapassados para cima (resistências) e para baixo (suportes).

O mesmo é possível para o swing trader, porém, esse investidor usará períodos gráficos maiores, observando o gráfico dos 15 minutos para cima, mais possivelmente os gráficos de uma hora.

Uma boa estratégia é usar um indicador que mostre o início e o fim de um movimento em qualquer tempo gráfico, mantendo atenção, contudo, no rompimento de suportes e resistências.

Para o swing trade, algumas das ferramentas mais usadas são o estocástico, embora demonstre os movimentos com certo atraso, o Índice de Força Relativa (IFR) calibrado para 14 períodos, as Bandas de Bollinger calibradas para desvios de 2 e 13 períodos a fim de acompanhar as fugas dos preços em relação às bordas, as médias móveis calibradas para 13 períodos que costumam dar ótimos pontos de saída, no curto prazo. Para médio prazo, usar 60 períodos e para longo prazo usar 200 períodos.

Não há receita de bolo e para se usar cada um desses estudos é preciso saber o que cada um deles comunica e que atitudes tomar diante dessas informações.

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