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PREVIDÊNCIA PRIVADA VALE A PENA SE VOCÊ FIZER (A SUA) SOZINHO VALE! APRENDA COMO!

PREVIDÊNCIA PRIVADA VALE A PENA? SE VOCÊ FIZER (A SUA) SOZINHO VALE! APRENDA COMO!

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Muitos fundos de previdência privada cobram altas taxas para manutenção e carregamento, e isso consome parte do seu rendimento. Sem falar da incidência do imposto de renda, independentemente de ser PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) ou VGBL (Plano Vida Gerador de Benefício Livre).  A vantagem fiscal do PGBL é apenas para quem faz a declaração completa de ajuste anual.

Se você for dedicado e organizado é muito melhor criar uma estratégia própria de investimentos em renda fixa, diversificando várias opções e até mesmo uma parcela em renda variável para construir o patrimônio que irá gerar os recebimentos após a aposentadoria.

Para você ter uma ideia, na ponta do lápis, muitas previdências privadas perdem até para a caderneta de poupança, que já não é grande coisa.

Diferentemente de outros investimentos, as previdências privadas não possuem a proteção do Fundo Garantidor de Crédito, que assegura até R$ 250 mil.

Se você precisar do dinheiro economizado antes, haverá uma taxa de saída, comprometendo totalmente a rentabilidade e o que você guardou durante um longo tempo.  Ou seja: você estará preso a esse investimento durante um longo período de tempo, como se seu dinheiro fosse refém da previdência privada.

Além disso, há um cálculo baseado em expectativa de vida que faz com que o segurado não usufrua totalmente do capital acumulado.

Afinal, qual a utilidade do PGBL e VGBL? Para alguns investidores, os planos PGBL e VGBL fazem sentido como estratégia de gestão sucessória do patrimônio. Gestão sucessória é o termo técnico para gerenciamento do dinheiro de geração pra geração. Estes tipo de fundos previdenciários não são usados para gerar grandes rentabilidades. Seu intuito é ser complemento em uma aposentadoria planejada, pois em caso de uma fatalidade do investidor, seus herdeiros podem imediatamente retirar o dinheiro. Uma renda fixa comum não oferece esta facilidade.

Quais são as melhores opções?

O ideal é que você diversifique seus investimentos.

Por se tratar de aposentadoria, logicamente você começa a visar aplicações mais seguras na renda fixa. Ainda assim, não deixe de investir uma pequena parte de seu capital na renda variável.

Um bom começo são os títulos públicos. Desde o lançamento do Tesouro Direto, ficou fácil para o investidor comum comprar esses papeis.

Existem títulos com as mais variadas características e referências para remuneração. Um dos mais indicados para quem visa a aposentadoria são os NTN-B e NTN-B principal.

Eles têm a correção do IPCA, que garante o poder de compra do dinheiro, mais uma porcentagem de remuneração em cerca de 6% ao ano.

Além disso, alguns NTN-B pagam juros semestralmente: uma ideia é ir comprando títulos que não pagam esses juros semestrais mas com um vencimento próximo do ano em que quer se aposentar. E, nessa data, quando receber o que acumulou, reinvestir em um título que pague semestralmente, mas com um vencimento mais próximo.

Se você comprar R$ 100 mil em títulos com vencimento em 2035, mesmo que não faça nenhum novo aporte (coisa que provavelmente fará), na data terá aproximadamente R$ 250 mil (não considerei a inflação no cálculo, então, possivelmente esse valor seria maior).

A desvantagem desse investimento, no entanto, é a falta de liquidez. Mas, se é para a aposentadoria, é esperado que você não mexa nele mesmo. Carregue o papel até o vencimento.

Outras opções

Claro, você deve diversificar, visando não só a rentabilidade, mas também alguma liquidez, pois há imprevistos e eventualmente você pode querer mudar parte de seu capital para uma aplicação mais rentável. Além disso, vale a pena colocar uma pequena parcela dele na renda variável sob um risco um pouco maior.

Atualmente, algumas das opções em renda fixa mais vantajosas nos aspectos rentabilidade, segurança, liquidez e isenção de imposto de renda são as LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito Agrícola). Observe que a rentabilidade, lastreada em uma porcentagem do CDI, é proporcional à liquidez (menos liquidez, mais rendimento), tempo de vencimento do papel (mais distante, mais rendimento) e tamanho da instituição emissora (bancos menores costumam oferecer taxas de remuneração mais vantajosas). E, se o banco emissor quebrar, o Fundo Garantidor de Crédito assegura o investimento até R$ 250 mil.

A desvantagem é que para investir em LCI ou LCA é preciso ter um capital a partir de aproximadamente R$ 30 mil, que é o mínimo inicial. Mas, bem, aposentadoria é um investimento de longo prazo: em poucos anos você vai acumular isso.

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