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Tenho dinheiro, mas não sei onde investir: o que fazer?

timeTEMPO DE LEITURA MENOS DE 10 MINUTOS

Você conseguiu guardar bastante dinheiro, mas não está contente com os juros da poupança e acha que pode fazer mais por suas economias? Está na hora de investir na bolsa de valores.

Mas e o medo de perder tudo? E como saber que ações comprar? Calma, é mais simples do que você pensa! Mesmo para quem está apenas começando.

A renda variável como se costuma chamar os investimentos na Bolsa de Valores, tem muito mais riscos do que a tranquilidade – nem sempre verdadeira e recompensadora – da renda fixa, mas é possível amenizá-los.

Por outro lado, investir todo o dinheiro que você juntou ao longo dos anos em um único lugar, num imóvel, por exemplo, pode não ser uma grande ideia, sobretudo num momento de instabilidade. Imóveis têm baixa liquidez e, para resgatar o investimento em um prazo menor, caso precise de dinheiro vivo na mão, pode ser necessário abrir mão dos ganhos ou até mesmo levar um belo prejuízo.

 

Nem todo o seu dinheiro deve ir para a bolsa de valores

Em primeiro lugar, você não deve colocar todas as suas economias na bolsa de valores. Uma boa parte dela continuará na renda fixa. Isso lhe dará segurança e estabilidade emocional para os altos e baixos que aprenderá a encarar com tranquilidade. Não se preocupe: toda boa corretora de valores oferece excelentes e seguras opções de renda fixa.

Outra dica importante aqui: não use dinheiro emocionalmente comprometido, aquele que você guardou para quitar o apartamento e que pretende colocar na bolsa para “inteirar” o valor em poucas semanas.

Não faça isso. Se fizer, na primeira queda de preço, você vai se apavorar, sacar tudo e estragar toda sua estratégia e aprendizado, com medo de perder um valor tão importante para sua vida. Vai ficar traumatizado e falando cobras e lagartos da bolsa de valores.

O conceito é estranho, mas é o seguinte: o dinheiro da bolsa é um dinheiro do qual você não precisa. Isso não quer dizer que você não deva cuidar bem dele.

 

Diversificação

Você já deve ter ouvido o ditado que ensina que “não devemos colocar os ovos numa cesta só”.

Se acontecer um acidente, você perde todos.

Então, o mesmo vale para a bolsa de valores.

Você não investe toda a parcela das economias que destinará à renda variável apenas em um ativo, por exemplo, as ações de uma única empresa.

A partir de agora você ouvirá falar muito do termo “carteira de ações”. A carteira de ações é um leque de ativos que você escolhe para diversificar seus investimentos. São papeis de diversas empresas e de diferentes setores.

Um exemplo simples: você compra ações de uma empresa do setor bancário, ações de uma empresa do setor de serviços, ações de uma do setor alimentício, de uma do setor de telecomunicações e outra do setor de energia. A economia não anda toda em uma direção: assim, quando um setor estiver mal, provavelmente os outros estarão bem e as dificuldades de um serão amenizadas pelos demais que estarão em melhor situação.

Mas como montar uma carteira de ações adequada? Se for fazer isso sozinho, precisará estudar análise fundamentalista e análise técnica a fim de escolher as melhores empresas de cada setor.

Porém, toda boa corretora possui analistas e agentes autônomos capazes de assessorá-lo nessa atividade.

Você já investe? Conheça a melhor solução, invista com quem entende!

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Fundos de investimento e clubes de investimento

Mas, ei, eu não tenho dinheiro suficiente para fazer uma carteira suficientemente diversificada.

Não se preocupe. Para quem, sozinho, não consegue fazer uma carteira bem diversificada com um número de ações de cada empresa que a justifique, existe a opção dos clubes de investimento ou dos fundos de investimento.

Embora as duas coisas na prática aconteçam de formas diferentes, a ideia é similar: um grupo de investidores se une, juntam seus capitais e, juntos, criam uma carteira de investimento bem variada, que pode incluir ações de diversas empresas, renda fixa e outros tipos de investimento.

 

Fundos de índice

Outra maneira de diversificar seu investimento sem precisar de tanto dinheiro são os fundos de índice também conhecidos como ETFs (Exchange Traded Funds).

Índices são carteiras teóricas que representam determinado setor da economia ou seguem determinado critério de formação, por exemplo, o índice de small caps, formado apenas por ações de baixo valor.

Pra replicar o desempenho de um índice, você precisaria comprar ações de algumas dezenas de empresas diferentes. Se, por exemplo, forem 60 ações, serão 60 taxas de corretagem, o que para um pequeno investidor pode ser fatal.

Isso sem falar no tempo que seria gasto para dar todas essas ordens de compra.

Além disso, nem todas essas ações terão a mesma liquidez e nem todas as ações podem ser operadas no fracionário (isto é, algumas delas só podem ser compradas em lotes, normalmente, de 100 ações, o que é inviável para o iniciante)

Assim, os fundos de índice reúnem a facilidade de negociação de uma ação e a diversidade de um fundo ou um clube de investimento, com diversificação, baixo custo, dividendos reinvestidos automaticamente. A diferença é que não é uma ação, mas uma cota. No entanto, essa cota é negociável como se fosse uma ação.

Alguns fundos de índice: BOVA11 (que replica o Índice Bovespa, carteira teórica formada pelas empresas responsáveis por cerca de 80% do volume de negócios da Bovespa), SMAL11 (que replica o índice formado por diversas ações de baixo valor), CSMO11 (que replica o índice das ações de empresa de consumo), ECOO11 (empresas de carbono eficiente) e muitos outros.

Qual desses fundos escolher? Você pode escolher um com ajuda de um analista indicado por sua corretora. Ou pode diversificar ainda mais escolhendo mais de um. Sempre conte com o apoio de um agente autônomo nas suas escolhas.

 

Nem só de ações vive a bolsa

Se a ideia é diversificar, você também não precisa investir só em ações, seja através da sua compra direta, através de clubes ou fundos de investimento ou de fundos de índice.

A bolsa de valores oferece muitas outras opções, desde os mais voláteis derivativos (como as chamadas opções) até os interessantes contratos e minicontratos de dólar que, sabendo-se como operar, podem trazer bons lucros ao longo do tempo.

Claro, você jamais deve operar um tipo de investimento sem antes ter estudado o suficiente sobre ele ou, então, sem a ajuda de um profissional abalizado.

 

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