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Tipos de ordem: stop loss, stop gain, stop móvel, stop de compra (com exemplos práticos!)

Os stops provavelmente são as mais importantes ferramentas para o gerenciamento de riscos na Bolsa de Valores.

Sem eles, você teria que ficar acompanhando o tempo todo a variação de preços. Diariamente, a cada minuto do pregão, para verificar se o seu preço alvo foi atingido ou se o preço da ação que determinaria um prejuízo está no limite daquilo que é seguro e, assim, fazer a venda no momento exato, ou a compra, no caso de você ter se posicionado na venda.

Basicamente, os stops disparam uma ordem de venda ou compra automaticamente tão logo determinado valor seja atingido por determinado ativo. Para usá-los basta programá-los no momento do início da operação, diretamente no home broker.

Eles também são úteis no sentido de impedir que o investidor seja movido pelas emoções, como a ganância ou o medo, mantendo-se assim, firme na estratégia previamente traçada: um stop gain realiza a venda, mesmo que a ganância diga que é possível permanecer mais na posição para ganhar um pouco mais e um stop loss vai fazer com que a venda aconteça mesmo que a esperança diga que não tem como o ativo cair ainda mais, que ele vai recuperar seu preço.

Vamos conhecer alguns tipos de stop, como eles funcionam e como eles se encaixam em sua estratégia.

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O que é stop loss e quando utilizar

O stop loss é o stop que você posiciona ao entrar na operação para evitar prejuízos caso ela dê errado. Digamos, num exemplo hipotético, que você comprou uma ação a R$ 50 e, de acordo com sua estratégia de gerenciamento de risco, pode perder até 2% nessa operação. Então, posicionará seu stop loss em R$ 49. Assim, enquanto você cuida de sua vida, pode ficar tranquilo que, se a ação cair para R$ 48 durante o dia, antes disso, no R$ 49, elas já terão sido vendidas automaticamente, evitando uma perda superior ao seu limite (neste caso de 2%).

Claro que esse ponto de stop loss não é calculado aleatoriamente, tão pouco apenas baseado no quanto você pode perder de acordo com sua estratégia de risco.

Através do estudo da Análise Técnica, você deve posicionar o stop num provável ponto de reversão de suporte ou resistência de preço, conforme o caso. Se for um stop muito longo, talvez não seja uma boa ideia investir: digamos que, segundo a análise, o ponto de stop é em R$ 48, no exemplo acima, e não R$ 49, é provável que eu não deva investir, pois aí, mesmo com o stop bem posicionado, sua perda seria de 4%. Trata-se do que se chama de um stop longo.

À medida que a operação evolui positivamente, no entanto, o investidor pode reposicionar esse stop em patamares mais acima apontados pela Análise Técnica, reduzindo ainda mais a possibilidade de perdas. Isto é: se a ação que você comprou a R$ 50 agora está a R$ 52, talvez seja possível, caso a Análise Técnica indique isso, mover o stop loss um pouco mais para cima, talvez para R$ 51. Assim, mesmo que depois de chegar a R$ 52 a ação voltar para R$ 51, ela será vendida automaticamente e você garantiu 2% de lucro na operação.

Para ativar o stop loss, você preenche no home broker dois campos: o valor de disparo e o valor de preço mínimo.

No nosso exemplo, o valor de disparo poderia ser R$ 49 e o valor de preço mínimo algo como R$ 48,90. Assim, ao atingir R$ 49 as ações serão vendidas automaticamente a um preço mínimo de R$ 48,90.

O que é stop gain e quando utilizar

O stop gain segue o mesmo raciocínio do stop loss, mas para garantir um lucro, de acordo com sua estratégia, traçada pela Análise Técnica ou outro tipo de análise.

Você comprou a ação a R$ 50. Sua estratégia diz que ela chegará ao máximo a R$ 52 e a partir daí tenderá a mudar de tendência, caindo. Você posiciona seu stop em R$ 52 a um preço mínimo de R$ 49,80, por exemplo, garantindo o lucro nesse determinado preço alvo.

Claro que a ação pode continuar a subir, mas na Bolsa de Valores há um ditado que diz que só é lucro aquilo que está no bolso. Para ganhar um pouco mais caso as ações continuem a subir, uma das estratégias é fazer a realização parcial do lucro, posicionando o stop para apenas uma parte da posição, mas isso é assunto para outro artigo.

O que é stop móvel e quando utilizar

Acima, falamos de posicionar o stop mais acima no caso de o ativo subir durante a operação. Assim, o stop loss ficaria cada vez mais alto, maximizando os ganhos. Nesse processo, você precisaria fazer isso manualmente. Com o stop móvel é possível fazer isso automaticamente. À medida que o ativo em que você investiu subir o stop também sobe.

Nesta modalidade de stop, você define o preço de disparo, o preço limite e também o início da função móvel e o ajuste dos preços. Por exemplo: disparo a R$ 49,50, preço limite de R$ 49,40, início da função móvel em R$ 50,10 e um ajuste de R$ 0,10.

Neste exemplo, caso o preço atual de, digamos R$ 50 caia a R$ 49,50, a ação será vendida a um preço limite de R$ 49,40. Caso a ação chegue a R$ 50,10, o disparo será ajustado para R$ 49,60 e o valor mínimo para R$ 49,50. Se a ação subir mais 10 centavos, o ajuste dos preços será novamente feito, automaticamente.

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O que é stop de compra e quando utilizar

O stop de compra, também conhecido como start, é usado para disparar automaticamente a compra de um determinado ativo. Talvez a denominação de stop de compra seja mais correta porque ela também serve para os casos de encerrar operações em que o investidor se encontre em uma posição de venda. Então é o mesmo raciocínio que o stop de perda, mas para cima. Se a ação ficar mais cara do que o preço pela qual você a vendeu, o stop de compra a recompra automaticamente antes que o prejuízo fique maior do que seja suportado por sua estratégia de gerenciamento de risco.

Assim, a ordem start é uma ordem de compra programada para ser enviada para a bolsa somente quando a cotação da ação a ser comprada atingir valor igual ou superior ao preço de disparo, chamado de “preço start”, que é programado pelo próprio investidor.

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