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Vai viajar de férias? Aproveite nossas dicas de economia e volte das férias com as contas no azul

Ao viajar de férias, tudo o que você quer é relaxar e esquecer do mundo. Mas não dá para baixar a guarda quando o quesito é finanças. Viagens de férias não são um mundo de fantasia no qual podemos fazer o que quisermos com nosso dinheiro, imaginando que estamos numa realidade paralela com recursos infinitos e que a conta não será cobrada nos meses posteriores.

O segredo para não precisar se preocupar com nada durante esse período de descanso é: planejamento prévio.

Podemos dividir o comportamento necessário para uma viagem que será um sucesso do ponto de vista financeiro em três etapas: planejamento financeiro (você deve guardar dinheiro com essa finalidade antes), planejamento logístico (escolha dos melhores roteiros, passagens e hospedagens mais baratas) e planejamento de consumo (basicamente, quanto você vai gastar por dia e em quê).

Planejamento

Se você vai viajar de férias este mês, o ideal é que o planejamento tenha acontecido pelo menos seis meses antes. O ideal seria  12 meses (então você já pode começar a planejar as férias de 2017 agora!). Isso dá tempo para guardar dinheiro, investi-lo e, ainda, negociar bons pacotes com uma agência ou, mesmo, fazer o seu próprio. Para variar, quanto mais imediatista você for, mas difícil ter sucesso financeiro no que quer que seja. Adiar as recompensas sempre é melhor.

Se você quiser saber mais sobre planejamento de viagens e férias leia também  este artigo sobre passar um ano todo viajando.

Escolha das passagens

Comprar passagens aéreas com seis meses de antecedência garante os melhores preços. Não há desculpas hoje em dia com tantos sites de pesquisa de passagens. Faça simulações com diferentes datas e comprove: às vezes um dia de diferença pode significar centenas de reais economizados (que podem ser investidos para garantir mais conforto na viagem!). Também cadastre seu e-mail nos sites para ser avisado de ofertas relâmpago. (Dica: use o voopter.com.br, decolar.com e até o Google Flight!

Considere um cartão de crédito com programa de milhagens

Mas atenção para pagar a fatura integralmente todos os meses, pois o que você vai economizar em passagens aéreas pode ter um preço maior em juros e encargos. Bem maior. Só considere essa possibilidade se for uma pessoa controlada, organizada e já com uma vida financeira bem esquematizada. Além disso, veja se a anuidade do cartão compensa as milhas. Os cartões platinum e black oferecem mais milhas por dólar gasto, mas suas anuidades são maiores. Além disso, diversos programas de milhagem oferecem certas passagens internacionais por certo número de milhas tabeladas, mas, na hora de adquirir as passagens, alegam que os bilhetes por aquele valor “não estão disponíveis”. Pilantragem, mas, aparentemente, os programas de milhagem fazem isso a torto e a direito.

Você precisa ir mesmo para o exterior?

O Brasil é imenso e cheio de coisas interessantes. Claro, alguns destinos turísticos domésticos podem representar gastos ainda maiores que uma ida ao exterior, mas considere a possibilidade de descansar em algum recanto paradisíaco de nosso país. E – por que não? – considere a América do Sul: passagens mais baratas e, em alguns países, vantagem de câmbio. Por falar em câmbio, você pode fazer ótimos negócios com o dólar, já planejando sua viagem.

Nos seus destinos prefira as opções mais baratas.

A não ser que você esteja com grana sobrando, é de se supor que, ao viajar, você está esperando a experiência da vida em uma cidade, um estado ou mesmo um país que não é o seu. Verifique o quanto de conforto e luxo é necessário, realmente, para essa experiência. Afinal, você está indo para seu destino para conhecer um hotel e andar de carrões ou o quê? Ande de transporte público, prefira um hostel. Gaste menos e priorize a experiência de conhecer um mundo diferente do seu.

Airbnb e Couchsurfing.

Se você quer experiências diferenciadas de hospedagem, pode preferir ficar em uma casa ou apartamento, através do site Airbnb ou na casa de um nativo,  grátis, através do site couchsurfing. Há quem viaje a Europa toda só usando esses recursos.

Prefira a baixa temporada.

Melhores meses para viajar mais barato e sem tanto movimento em hotéis, hostels e aeroportos: março, abril, maio, setembro, outubro e novembro. Tanto domesticamente quanto internacionalmente.

Pacotes turísticos, melhor evitar.

Se você não se sente seguro para planejar sua própria viagem, mesmo com todos os recursos oferecidos pela web em termos de dicas e roteiros, pode preferir um pacote turístico. Mas você vai ficar engessado e provavelmente vai pagar mais por uma experiência menos rica. Uma ótima opção para traçar roteiros e descobrir lugares interessantes no seu destino é utilizar o tripadvisor.com, o Google (na busca ou no mapa) também pode indicar ótimos restaurantes e atrações que são frequentados pelos moradores locais.

Defina quanto você vai gastar por dia.

Depois de pagar as passagens e a hospedagem (ou separar o recurso que será usado para isso), defina quanto dinheiro restou para o período de viagem. Divida pelo número de dias e, pronto, você já sabe quanto poderá gastar por dia, incluindo alimentação, diversões e compras. Nunca exceda esse valor, a não ser que, em dias anteriores, você tiver gastado menos. Simples assim. E o mais importante: enquanto estiver guardando o recurso ou esperando a viagem chegar deixe esses recursos investidos!

Alimentação

Se você comer em restaurantes todos os dias, certamente será mais difícil economizar. Sempre prefira comer a partir de refeições que você mesmo prepara. Em hostels isso é mais fácil. Não se esqueça de procurar por restaurantes ‘locais’, aqueles que as pessoas que moram ali frequentam, além de ter preços mais razoáveis para o dia a dia, você estará experimentando a cultura local. Fuja de restaurantes famosos que são “feitos” para turistas, são mais caros, a culinária é ‘internacional’ e você não viverá a experiência de novos sabores!

Pouca bagagem

Só fique preparado para tudo se você estiver indo para o meio da natureza selvagem. Bagagens grandes só geram transtorno e custos. Se possível, leve só bagagem de mão. Se você precisar de algo extra, numa emergência, sempre tem a possibilidade de comprar (e pode ser mais barato que pagar excesso de bagagem na ida e na volta!). E, acredite, geralmente tudo o que você leva em sua bagagem porque “pode precisar”, você acaba não precisando.

Pagar em dinheiro no exterior é melhor

Cartão de crédito tem a incidência do IOF e, no fechamento da fatura, a incerteza do câmbio. Praticamente uma aposta. Você pode usar dinheiro em papel mesmo ou cartões pré-pagos fornecidos pelas casas especializadas.

Consulte o ranking do Banco Central na hora de comprar a moeda: https://www3.bcb.gov.br/rex/vet/index.asp

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