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Entenda a profissão de Agente Autônomo de Investimentos

Você já pensou em trabalhar com investimentos? Não só investindo, mas ajudando muitas outras pessoas a escolher aplicações para seu dinheiro que garantirão mais qualidade de vida para si e para suas famílias?

Se você já pensou nisso, talvez queira se tornar um corretor de valores ou, em uma linguagem mais correta e clara, um agente autônomo de investimentos (AAI), um profissional que colabora diretamente com o crescimento econômico das pessoas, individualmente, e do país, como um todo.

Como um AAI, sua principal função será auxiliar seu cliente a ter mais lucro sobre suas economias. As suas principais atividades são a comercial e a educacional.

A sua remuneração vem de uma porcentagem da corretagem gerada pelos investidores que você assessora. Assim, ao se tornar um AAI integralmente, sua remuneração será 100% variável, dependendo totalmente da qualidade e da quantidade do trabalho que você desenvolve.

A renda média de um assessor com um ano de experiência é de aproximadamente R$ 8.000 por mês.

Mas muito cuidado: isto é uma estimativa.

Esse valor depende da sua eficiência. Enquanto alguns profissionais têm resultados financeiros ainda melhores que esses, outros simplesmente desistem.

Assista abaixo a uma sequencia de vídeos que explicam os detalhes dessa profissão.

 

O AAI é o profissional mais habilitado a ajudar a escolher os investimentos

O gerente de banco tem o papel de cuidar de sua conta corrente. Mas ele trabalha para o banco e presta contas para essa instituição que, por sua vez, lhe cobra resultados. Ele precisa vender os produtos dessa empresa. E, assim, só poderá oferecer o portfólio de investimentos desse banco, mesmo que as taxas administrativas sejam superiores e as remunerações sejam inferiores que opções de outras instituições.

Para você entender melhor, ele é como o responsável por uma quitanda: se você vai comprar maçãs e ele sabe que as maçãs dele não são assim tão boas, jamais vai oferecer as maçãs da quitanda vizinha que são superiores, pois precisa vender as dele.

O compromisso de um assessor de investimentos é diferente: é com o seu cliente e não com uma empresa específica. Ele não está atrelado aos produtos de uma instituição financeira e, assim, pode escolher, dentre toda uma infinidade de opções do mercado, apenas as aquelas que trarão bons resultados do investidor a quem assessora.

O assessor autônomo de investimentos, para usarmos a mesma metáfora, é o especialista que acompanha você e ajuda a escolher a melhor maçã na outra quitanda, pois ele sabe quais são as melhores e onde encontrá-las.

Diferença entre agente autônomo, gestor e analista

Um assessor também pode ser chamado de corretor de valores mobiliários, mas isso é muito parecido com corretor de seguros ou corretor de imóveis e pode confundir.

Para evitar confusão, adota-se atualmente a denominação “assessor” ou “agente de investimentos”.

Um AAI não pode fazer gestão do dinheiro dos clientes. Isso é proibido por lei.

Se o seu cliente quer alguém para decidir o que fazer com o dinheiro dele, você deve indicar um fundo de investimento que, aí sim, terá um profissional apto, um gestor de investimentos certificado.

Assim, o assessor é aquele que indica os melhores investimentos enquanto o gestor é o que faz a gestão de um determinado patrimônio.

O assessor, enquanto responsável por apontar as melhores opções de aplicações, também não pode recomendar a compra e venda de ativos. Esse papel é do analista de investimentos.

O importante é que fique claro que você só pode exercer uma dessas profissões: ou você é assessor autônomo de investimentos ou gestor de investimentos ou analista de investimentos.

Uma das principais vantagens do trabalho do assessor autônomo de investimento é a relação de confiança entre cliente e profissional. Se o cliente vai bem o assessor vai bem, estabelecendo-se um relacionamento de confiança e crescimento mútuo muito saudável.

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3 passos para se tornar um agente autônomo de investimento

1 – Estudar e passar na prova da Ancord

Para se tornar um agente de investimentos você precisa fazer uma prova aplicada pela Ancord, órgão que desde 2012 cuida, fiscaliza e certifica a profissão. O custo dessa prova é de R$ 420,00. Não é necessário ter o 2º grau completo nem é obrigatório fazer nenhum curso.

2 – Retirar o certificado e pedir o credenciamento junto a CVM

Passando na prova de AAI, você automaticamente terá outro certificado chamado PQO (Programa de Qualificação Operacional), que funciona como um selo de qualidade, retirado junto à CVM.

3 – Ligue e marque uma reunião com a Equipe Trader

Com o certificado em mãos e seu nome na CVM, procure a Equipe Trader para uma reunião.  Você vai descobrir que pode, inclusive, trabalhar em casa ao mesmo tempo em que exerce outra profissão. O assessor afiliado da Equipe Trader pode ganhar até 35% das receitas geradas pelos clientes e sem o ônus do investimento inicial de abrir seu próprio negócio, que pode chegar à casa das dezenas de milhares de reais.

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Vantagens e desvantagens

Desvantagens

O Agente Autônomo não tem direito a receber férias, décimo terceiro, FGTS e seguro desemprego. Como o próprio nome da profissão diz, trata-se de um autônomo, cujos resultados dependem única e exclusivamente dele mesmo. Não há retorno garantido. Outra desvantagem são as taxas.

Vantagens

As vantagens são muitas: ter seu negócio próprio, fazer seu horário, possibilidade de remuneração infinita, entre muitas outras. Eu particularmente adoro esse trabalho. Você, sendo afiliado da Equipe Trader, poderá continuar desempenhando outra atividade que tenha retorno garantido e também ser, simultaneamente, um AAI.

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A taxa da Ancord e uma questão jurídica momentânea

Para quem quer ser agente autônomo a taxa trimestral para pessoa física é de R$ 566,58. Isto é: R$ 2.266,32 ao ano.  A taxa de pessoa física é obrigatória para exercer a atividade mesmo se tiver rendimento zero.

Até dias atrás, todas as atividades de exames de certificação, credenciamento e fiscalização de agentes autônomos feitas pela Ancord estavam suspensas. A 24ª Vara Federal de São Paulo, recentemente, havia deferido pedido de antecipação de tutela formulado pelo Ministério Público Federal, em Ação Civil Pública proposta contra a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Ancord, em que se questionava a legalidade da atuação das entidades credenciadoras dos agentes autônomos. A Ancord recorreu e agora a situação está normalizada.

Em sua opinião, vale a pena ser um AAI?

Com certeza. Eu vejo um enorme crescimento no numero de investidores no Brasil, ainda mais nesse momento na economia, em que as pessoas estão em dúvida sobre o que fazer. Estou no mercado como trader, ou seja, investidor, há 10 anos e como assessor há sete. Posso dizer que a profissão é muito estimulante e para quem gosta de enfrentar desafios é magnífica.

No Brasil, são pouco mais de 7 mil pessoas apenas, entre físicas e jurídicas, autorizadas a trabalhar como agente autônomo. Para uma população de 200 milhões de brasileiros a proporção é microscópica. Dessa população toda, somente 500 mil estão cadastrados como investidores na bolsa. Então há muito terreno para progredir.

Mas é claro que a decisão de ser ou não é muito. Alguns sentem medo só de pensar em serem autônomos. Há um nível de desistência bem grande nos primeiros 8 meses por diversos motivos: repasse insuficiente pra cobrir os custos até a não adaptação ou por não compreensão de como funciona realmente a profissão.

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Dicas finais

– O assessor não deve se preocupar com quanto vai ganhar e sim no que é melhor para o cliente e no quanto ele vai ganhar de dinheiro.

– Procure sempre se atualizar; não se apegue tanto em ter um currículo tão cheio de qualificações.

– Tenha foco no trabalho: não fique olhando o dia inteiro cotação no home broker. Tem corretores que passam o dia vendo os gráficos e comentando: “Nossa, Usiminas tá caindo 8%! Olha a Gerdau subindo 10%!” As operações devem ser feitas com estratégias. Não com altas e baixas e muito menos envolvendo emoções.

– Não seja um mero vendedor de investimentos. Conheça a realidade financeira, perfil do investidor e objetivos futuros do seu cliente.

– Jamais ofereça operações sem nexo, sem fundamento algum, sem relação risco ganho, fazendo termos e Long&Short a torto e direito em troca de corretagem.

– Se o cliente quebrar ou desistir, você também quebrará ou desistirá.

– Seu cliente é seu maior ativo.

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