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CDI? LCI? DPGE? Fundo Garantidor de Crédito? PGBL? Não sabe o que significa?

A Equipe Trader montou o mais completo glossário sobre renda fixa! Aproveite! Não perca tempo e fique por dentro de todos os termos do mercado!

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  • Abono Anual

    O abono anual é uma espécie de 14º salário, calculado com base no valor de um salário mínimo, pago anualmente aos trabalhadores.

    Contudo, somente os trabalhadores que se enquadrarem nas seguintes condições terão direito ao benefício: receberam a remuneração de até dois salários mínimos mensais, em média, durante o ano anterior; trabalharam no ano anterior pelo menos 30 dias com carteira registrada; sejam cadastrados no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos.

  • ACC – Adiantamento sobre Contratos de Câmbio

    Trata-se de uma forma de financiamento utilizada por empresas exportadoras, através da qual a empresa recebe antecipadamente recursos, que são utilizados no financiamento da sua produção.

    Assim, o banco concede à empresa exportadora uma antecipação dos reais equivalentes à quantia em moeda estrangeira que a empresa iria receber pelas suas vendas a prazo. Vale ressaltar que esta antecipação pode ser parcial ou total.

  • ACE – Adiantamento sobre Cambiais Entregues

    Mesmo conceito que o ACC (Adiantamento de Contrato de Câmbio), a única diferença é que a antecipação de capital ocorre quando a mercadoria já está pronta e embarcada, podendo ser solicitada em até 60 dias após o embarque.

  • Aceitação

    Ato de aprovação por parte da seguradora da proposta efetuada pelo segurado para a cobertura de seguro de um determinado risco, sendo que é com base nesta proposta que será emitida a apólice de seguro.

  • Aceitação

    Estágio inicial do processo de liquidação, por meio do qual a BM&FBOVESPA torna-se contraparte central para fins de liquidação de operações pelo saldo líquido multilateral.

  • Acidente Pessoal

    Uma das modalidades de seguro existentes no mercado, cujo evento gerador do sinistro é um evento involuntário causado por acidente externo, súbito e violento que leva o segurado a sofrer lesão física. Esta lesão, por si só, poderá causar a morte, invalidez permanente ou tornar necessário o recebimento de atendimento médico.

  • Acordo de Cooperação

    Forma de colaboração entre organizações que não implica na constituição de nova entidade e que pode incluir desde acordos técnicos e financeiros, até parcerias, sendo que esta última é considerada a forma mais evoluída de cooperação.

  • Acordo de Crédito Rotativo

    Linha de crédito na qual o banco mantém os recursos disponíveis para o tomador durante todo o período de duração do acordo. Contudo, como os recursos estão à disposição do tomador, independente de serem ou não usados, os bancos tendem a cobrar mais caro por estas linhas de crédito.

  • Acquirer

    Termo usado na indústria de cartão de crédito que denomina as empresas responsáveis pela filiação, gerenciamento e relacionamento com os estabelecimentos comerciais. No Brasil estão presentes a RedeCard, VisaNet e o Amex. Cada uma delas é responsável pelo relacionamento com os estabelecimentos que recebem cartões de bandeiras específicas, ou seja, cada bandeira tem apenas um acquirer. Por exemplo, a Redecard é responsável pelos estabelecimentos da maioria das bandeiras (Mastercard, Diners Club e RedeShop), enquanto a VisaNet e o Amex são responsáveis respectivamente pelos estabelecimentos que trabalham com os cartões das bandeiras Visa e American Express.

  • Adesão (contrato de seguro)

    A maior parte dos contratos de seguro é, na verdade, composta de contratos de adesão, pois seus termos e condições são elaborados pelo segurador e o segurado simplesmente adere ao contrato.

    Exatamente por isto, nos contratos em que existe ambigüidade é necessária a intervenção de um juiz. Os contratos de seguros de riscos comerciais, industriais e marítimos e de aeronaves não são mais chamados de contratos de adesão, pois é o próprio segurado que negocia os termos do contrato com a seguradora, o que não acontece com os chamados seguros de massa. Pela mesma razão, os contratos de re-seguro também não são considerados como sendo de adesão, pois ambas as partes pertencem à mesma indústria e, portanto, existe negociação de cláusulas.

  • Aditivo (seguros)

    Condição adicional incluída no contrato de seguro, além das já previstas anteriormente.

  • AGE de Consórcio

    A AGE, ou Assembléia Geral Extraordinária, é a reunião dos consorciados destinada à tomada de decisões sobre assuntos indicados no Contrato de Adesão e outros de interesse do Grupo.

  • Agência de Fomento

    Entidade que busca ajudar no desenvolvimento de empresas, através da oferta de linhas especiais de crédito, cujos recursos podem ser usados tanto no financiamento do capital de giro quanto dos investimentos destas empresas.

    As agências também contribuem para o desenvolvimento destas empresas, através da oferta de garantia, assessoria e consultoria financeira, do estímulo à produção regional e da assistência à implementação de projetos de desenvolvimento industrial. Sob supervisão do Banco Central, as agências integram o Sistema Financeiro Nacional.

  • Agente Financeiro

    Termo que designa a instituição financeira que pode representar, como garantidora, financiadora ou endossante, uma entidade pública. O agente financeiro pode ou não assumir a co-responsabilidade no que estiver participando. Os agentes financeiros podem, por exemplo, atuar como mandatários da entidade pública na cobrança e recebimento de empréstimos e financiamentos, sendo que para tanto é preciso prestar contas dos valores recebidos, como previsto nos contratos de financiamentos.

  • AGO de Constituição do Grupo

    A AGO, ou Assembléia Geral Ordinária de Constituição do Grupo, é a reunião de consorciados destinada à constituição formal do grupo.

  • Agravação de Risco

    Também conhecido na indústria de seguros, como hazard. Trata-se das circunstâncias que aumentam a probabilidade, a freqüência, ou magnitude, de que um sinistro ocorra. Estas circunstâncias independem da vontade do segurado e, por isto, levam à uma mudança na taxa ou nas condições oferecidas no seguro. Em geral as seguradoras trabalham com vários tipos de agravamentos, como por exemplo:

  • Agravação física

    Características tangíveis de risco de uma determinada exposição que aumentem as chances de ocorrer um sinistro.

  • Agravação moral

    Quando a seguradora acredita que o segurado tenha alguma razão para intencionalmente acarretar um sinistro;

  • Alienação Fiduciária

    Transferência ao credor da posse de um bem, como forma de garantia de pagamento de uma obrigação que lhe é devida. Assim que a dívida for quitada, o bem é transferido de volta ao seu antigo proprietário.

  • All-risks

    Tipo de cobertura de seguro de danos materiais, que inclui a cobertura de todos os prejuízos, com exceção dos riscos que tenham sido acarretados pelos riscos excluídos descritos na apólice.

  • Alocação

    Procedimento de indicação, pelos participantes de negociação pleno e pelos participantes de liquidação, do comitente, da conta ou do ativo, levando-se em consideração as características da operação.

  • Alocação da Carteira

    Termo usado para definir a forma com que os recursos de uma carteira de investimentos serão alocados entre as várias classes de ativos ou entre diferentes ativos. Por exemplo, podemos alocar uma carteira entre ativos de renda variável e renda fixa.

  • Ambiente de negociação

    Ambiente administrado pela BM&FBOVESPA ou para o qual ela venha a prestar serviços, eletrônicos ou não, onde as operações são realizadas.

  • Ambiente de registro

    Ambiente administrado pela BM&FBOVESPA ou para o qual ela venha a prestar serviços, eletrônico ou não, onde as operações não realizadas em ambiente de negociação são registradas.

  • Amortização

    Termo utilizado em financiamentos, que consiste na parcela da prestação paga periodicamente (em geral mensalmente) referente à redução do saldo devedor do financiamento. Através da amortização, o valor total da dívida cai, de forma que ao longo do financiamento as prestações tendem a diminuir, pois a parcela referente à amortização do saldo devedor diminui. No mercado brasileiro são utilizadas três metodologias distintas de amortização do saldo devedor dos financiamentos: o SAC (Sistema de Amortização Constante), a TP (Tabela price) e, mais recentemente, o SACRE (introduzido pela Caixa Econômica Federal).

  • Análise de empresas, em conotação com a teoria de EVA, ou valor econômico adicionado.

    Finalmente, pode ser usado em referência ao imposto existente em alguns países, dentre os quais os EUA, que incide sobre as vendas e circulação de mercadorias.

  • Análise de Risco

    Avaliação contínua e sistemática dos efeitos adversos, ou riscos, que podem atingir uma determinada empresa em um mercado competitivo.

  • Análise de Sensitividade

    Também conhecida como Análise de Sensibilidade, é a análise dos efeitos que a mudança de algumas variáveis podem ter sobre a projeção de resultado de uma empresa, de forma a medir o grau de variação destes resultados em relação às mudanças destas variáveis. Assim, uma empresa pode usar a análise de sensitividade para estimar, por exemplo, o impacto do maior/menor crescimento da economia no seu faturamento anual ou, por exemplo, o impacto da elevação da taxa de juros em seus ativos e passivos.

  • Análise de Viabilidade

    Avaliação das possibilidades de sucesso de um projeto, através de um exame cuidadoso das características e variáveis que possam afetar o sucesso deste projeto. A análise de viabilidade é usada para ajudar uma empresa no processo decisório, em geral referente à implementação ou não de um negócio/projeto.

  • Análise do Ponto de Equilíbrio

    Técnica que permite determinar o volume de vendas da empresa para a qual as receitas se igualam aos custos operacionais totais. O ponto de equilíbrio pode ser determinado tanto em termos de unidade de produto quanto em termos monetários.

  • Análise Marginal

    Através da análise marginal é possível comparar os custos incorridos com os benefícios obtidos de algumas estratégias financeiras, o que possibilita que a empresa analise melhor sua estratégia na tentativa de maximizar a sua lucratividade.

  • ANBID

    Sigla se refere à Associação Nacional de Bancos de Investimento, que representa as instituições financeiras que operam no mercado de capitais. Os associados são, basicamente, os bancos de investimento e os bancos múltiplos com carteira de investimento. Dentre as responsabilidades da Anbid está a coleta e consolidação de informações referentes à indústria de fundos de investimento. Além disto, a entidade é responsável pela determinação dos critérios de classificação dos fundos em categorias e subcategorias Em 21/10/2009, a ANBID integrou suas atividades às da ANDIMA passando ambas a constituir a ANBIMA – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados de Capitais..

  • Anuidade (ou taxa de anuidade)

    Valor cobrado anualmente pela administradora do cartão de crédito pelos serviços prestados. Muitas instituições já isentam deste pagamento seus melhores clientes.

  • Aplicação (mínima)

    Da mesma forma que na hora de resgatar os recursos aplicados em um determinado fundo de investimento, ou plano de previdência, o investidor precisa respeitar um valor preestabelecido, o mesmo conceito se aplica sempre que considerar novos investimentos. Em alguns casos os fundos diferenciam o valor mínimo da aplicação inicial do valor mínimo de novas aplicações. Desta forma, um fundo pode exigir, por exemplo, uma aplicação mínima de R$ 10 mil e, para novos aportes, o valor passa para R$ 1mil.

  • Apólice

    Termo usado na indústria de seguros, que denomina o documento mais importante na hora em que se contrata um seguro. Isto porque a emissão da apólice implica na aceitação da proposta e do contrato de seguro por parte da seguradora. Assim que receber a proposta, a seguradora tem 15 dias para emitir a apólice, que tem como objetivo exprimir de forma concisa e sucinta os principais tópicos cobertos pelo contrato

  • Aporte Inicial (ou aplicação inicial)

    O termo “aporte” é usado para definir a primeira contribuição feita quando o investidor adere a um plano de previdência. Já o termo “aplicação” é usado para se referir à primeira aplicação feita por um investidor em um fundo de investimento.

  • Aprendizado Organizacional

    Termo usado para definir o questionamento, avaliação e inovação das práticas de gestão e padrões de trabalho.

  • Arbitragem

    Termo usado no mercado financeiro para definir operações que buscam tirar proveito de variações na diferença de preços entre dois ativos ou entre dois mercados, ou das expectativas futuras de mudanças nessas diferenças sem haver risco de mercado da operação . Como exemplos, podemos citar a compra de um ativo à vista e a venda desse mesmo ativo a futuro ou operações envolvendo ações no mercado Brasileiro e seus respectivos ADRs negociados em bolsas Americanas, comprando-se o ativo no mercado onde o preço é menor e vendendo-se o ativo onde o preço é maior, obtendo-se assim, lucro.

  • Arbitramento sistemático de lingotes de ouro

    Procedimento para atestar o teor de pureza dos lingotes de ouro negociados nos mercados administrados pela BM&FBOVESPA.

  • ARPU

    Sigla que vem do inglês “Average Revenue Per User”. Em português significa receita média por usuário e é um termo muito utilizado para medir o desempenho de operadoras de telecomunicações.

  • Assembléia Geral Ordinária (AGO)

    Reunião de acionistas convocada obrigatoriamente pela diretoria de uma sociedade anônima para verificação dos resultados, leitura, discussão e votação dos relatórios de diretoria e eleição do conselho fiscal da diretoria. Deve ser realizada até quatro meses após o encerramento do exercício social.

  • Assembléia Geral Ordinária de Contemplação

    É a reunião mensal de consorciados destinada à contemplação, à prestação de informações sobre o grupo e à tomada de decisões previstas no Contrato de Adesão.

  • Asset Allocation

    Termo que vem do inglês e significa alocação de recursos. Muito usada com referência a escolha dos ativos financeiros (ex. ações, dólar, títulos de renda fixa, etc) que são usados na composição de uma carteira de investimentos. Em geral, quando se aplica em um fundo de investimento recomenda-se que o investidor analise com cuidado o prospecto para que saiba a forma com que o gestor está alocando os ativos do fundo, ou seja, para entender o asset allocation deste fundo.

  • Ativo Imobilizado

    Um dos componentes do balanço patrimonial das empresas. O ativo imobilizado é composto da soma dos bens tangíveis utilizados nas atividades operacionais da empresa e que não devem ser convertidos em dinheiro, ou consumidos no curso das atividades da empresa (ex. imóveis, maquinário, equipamento, terrenos etc.).

  • Ativo Permanente

    Um dos componentes do balanço patrimonial das empresas. O ativo permanente reflete a soma dos ativos imobilizados (imóveis, maquinário etc.) e dos investimentos de longo prazo (participações em empresas coligadas etc.) de uma empresa.

  • Ativo Rentável

    O conceito de Ativo Rentável é utilizado somente para instituições financeiras e reflete a soma de todos os ativos que geram um retorno financeiro para a instituição. O retorno total desses ativos está incluído na receita bruta de intermediação financeira da instituição.

  • Ativos Intangíveis

    Termo que define os ativos de uma empresa, que não têm representação física imediata. Fazem parte dos ativos intangíveis de uma empresa as patentes, franquias, nomes e marcas etc.

  • Atraso no pagamento

    Evento que acontece quando a fatura não é paga na data de vencimento, ou no 1º dia útil seguinte a este, quando o vencimento acontece em um sábado, domingo ou feriado. Neste tipo de situação, o portador do cartão deve pagar multas e encargos, sendo que em geral estes são cobrados na fatura seguinte. O pagamento inferior ao valor mínimo expresso na fatura também é considerado como atraso e, como tal, sujeito aos encargos previstos neste tipo de situação.

  • Aumento de Capital

    Termo usado para refletir mudanças na estrutura de capital de uma empresa, através da incorporação de novos recursos (ou reservas) ao capital da empresa. Uma empresa pode efetuar um aumento de capital através de aportes dos seus acionistas, que pode ocorrer na forma de emissão de novas ações no mercado, pela incorporação do capital de outras empresas, mediante bonificação (distribuição gratuita de novas ações aos acionistas) etc.

  • Auto-patrocínio

    Termo usado para designar o direito que o participante de um plano de previdência complementar possui de manter as contribuições a esse plano no momento em que cessar o vinculo profissional. Nesse caso o participante deve arcar não apenas com a sua parcela das contribuições, mas também com aquela que era efetuada pela empresa empregadora.

  • Autorização de acesso

    Autorização concedida mediante outorga da BM&FBOVESPA, por processo de aprovação por seu Conselho de Administração, para o participante com a intenção de atuar nos ambientes, sistemas e mercados administrados pela BM&FBOVESPA, de acordo com as regras de acesso estabelecidas em regulamento específico da BM&FBOVESPA.

  • Autorização de Faturamento

    Documento que autoriza ao fornecedor do bem ou conjunto de bens a emitir nota fiscal e entregar o bem ao consorciado com a responsabilidade de pagamento pela administradora.

  • Aval

    Trata-se de uma garantia dada por uma pessoa física (ou jurídica), que se responsabiliza pelo pagamento da dívida, caso o tomador do crédito não honre seu compromisso. Para tanto, é preciso que o avalista consiga comprovar que poderá honrar o compromisso através de patrimônio, inexistência de restrições cadastrais etc.

  • Averbação

    Termo usado com frequência nos contratos de seguros de transportes que denomina o documento usado pelo segurado para informar a seguradora sobre verbas e objetos usados para garantir apólices em aberto.

  • Averbadora

    Termo que é usado para denominar a pessoa jurídica (empresa) que contrata um plano de previdência privada que, no entanto, não participa do custeio do mesmo. Nos planos de previdência a empresa pode participar como patrocinadora, e efetuar contribuições ao plano dos seus funcionários, ou simplesmente como averbadora.

  • Aviso da intenção de entrega

    Meio pelo qual o comitente-vendedor de um derivativo que tenha sua liquidação por meio de entrega física manifesta, via participante de negociação pleno, sua intenção de proceder à entrega da mercadoria.

  • Aviso de entrega

    Meio pelo qual o comitente-vendedor, via participante de negociação pleno, manifesta sua decisão de proceder à entrega da mercadoria; consiste do envio da documentação requerida e do registro, no sistema de classificação e liquidação física da câmara, da decisão de entrega.

  • B2C

    Sigla em inglês que significa “Business to Consumer”, ou, em português, transação de empresa com consumidor. Este termo é usado para definir os negócios entre uma empresa e seus consumidores, que são conduzidos através da rede mundial de computadores (ou internet). Estes negócios podem incluir desde a oferta de serviços de pós-venda, de promoção, assim como propaganda aos clientes da empresa.

  • Balanço Patrimonial

    Demonstração financeira que detalha e quantifica os ativos, passivos e patrimônio de uma empresa. Em termos de unidades monetárias, o balanço mostra o que a empresa possui (ativos), o quanto deve (passivos), o quanto seus acionistas já investiram na empresa (capital) e o quanto ganhou ou perdeu desde sua abertura (reserva de resultados). O balanço apresenta estas informações em uma determinada data, como último dia de um trimestre, semestre ou ano.

  • Banco Central do Brasil (BACEN)

    O principal órgão executivo do sistema financeiro nacional. Foi criado em 1964, incorporando uma série de atividades até então exercidas pelo Banco do Brasil. O Bacen é o órgão responsável pela gestão do sistema financeiro, funcionando como o banqueiro do Governo. Dentre as suas principais funções estão: Compra e venda de títulos federais (sobretudo através de operações no open market), tanto com o objetivo de financiamento do Tesouro Nacional quanto de execução da política monetária; Recebimento de depósitos compulsórios e voluntários do sistema bancário, assim como realização de operações de redesconto e outros tipos de empréstimos às instituições financeiras; Autoriza o funcionamento, fiscaliza e aplica as penalidades previstas às instituições financeiras, de acordo com as normas determinadas pelo CMN (Conselho Monetário Nacional); É o depositário das reservas internacionais do país e o co-responsável (juntamente com o Tesouro Nacional) pela política de captações externas brasileiras; É responsável pela emissão de papel moeda e moeda metálica.

  • Banco Central Europeu

    O Banco Central Europeu (BCE) foi instituído em 30 de junho de 1998 e, desde 1o. de janeiro de 1999, tem por missão assegurar a execução da política monetária européia definida pelo Sistema Europeu de Bancos Centrais. Os órgãos de decisão do BCE (o Conselho do BCE e a Comissão Executiva) dirigem o Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC), que tem a seu cargo a gestão da massa monetária, a condução das operações cambiais, a detenção e a gestão das reservas cambiais oficiais dos Estados-membros e a promoção do bom funcionamento dos sistemas de pagamento.

  • Banco correspondente da BM&FBOVESPA

    Instituição financeira que mantém vínculo contratual com a BM&FBOVESPA para (i) manter conta no exterior em nome desta para a liquidação das operações de câmbio; (ii) realizar operações de compra e venda de moeda estrangeira; e (iii) prestar outros serviços de interesse da BM&FBOVESPA.

  • Banco Depositário

    É um banco responsável pelos serviços de transferência e agenciamento de ações de um programa de ADR´s. Esta função inclui a escolha de um custodiante para aceitar o depósito das ações, a emissão de certificados negociáveis que representam as ações, a manutenção do registro de acionistas de forma a refletir todas as transações, além da distribuição dos dividendos aos investidores que compraram os ADR´s.

  • Banco emissor de garantias

    Banco que emite, em favor de terceiros, ativos passíveis de aceitação pela câmara em garantia.

  • BBC – Bônus do Banco Central

    Título de curto prazo emitido pelo Banco Central, para fins de política monetária, exclusivamente sob forma escritural no Selic. A rentabilidade desses títulos pode ser pré ou pós-fixada e é definida pela taxa Selic.

  • Beige Book

    Os 12 Federal Reserve Banks (bancos centrais regionais dos EUA) compilam informações sobre a situação econômica nas suas áreas de atuação e divulgam esses dados no relatório denominado Beige Book (Livro Bege). A publicação não expressa a opinião do Federal Reserve sobre a economia do país, sendo apenas um indicativo da atividade econômica de cada região. Seus dados são usualmente considerados pelo Fomc (Federal Open Market Committee) na definição da taxa básica de juro norte-americana.

  • Benchmarking

    Termo que vem do inglês e define o processo usado para avaliar o desempenho de um ativo financeiro em relação ao desempenho de outros ativos financeiros identificados como sendo os de melhor desempenho no setor (ou categoria de investimento). Muito usado na análise do desempenho de fundos de investimentos, onde o retorno da carteira do fundo é comparado com o retorno do benchmark, ou índice de referência. No caso dos fundos de ações, por exemplo, o benchmark em geral é o Ibovespa, enquanto nos fundos DI e de renda fixa o índice de referência mais usado é o CDI. Também é usado para definir o processo de melhoria da gestão de uma empresa através da implementação de melhores práticas e da adaptação de processos com base na experiência própria ou na observação da atividade de empresas ou organizações concorrentes. O objetivo do benchmarking é o de efetuar uma análise comparativa dos procedimentos adotados pela empresa com aqueles adotados pelos seus concorrentes, na tentativa de melhorar o desempenho da empresa.

  • Beneficiário

    Termo utilizado na indústria de seguros e de previdência. No caso dos seguros, o beneficiário é a pessoa física ou jurídica que tem direito à indenização paga pela seguradora. Já no caso dos planos de previdência privada denomina a pessoa apontada na proposta de inscrição que irá receber pagamentos relativos a resgates ou benefícios, em caso de falecimento do titular do plano.

  • Benefício

    Termo que denomina o pagamento em dinheiro feito pela empresa de previdência ao participante ou aos seus beneficiários a partir da data de concessão do benefício, como determinado na proposta de adesão ao plano de previdência. Os chamados benefícios de risco são aqueles que ocorrem após a ocorrência de um fato gerador, que pode ser a invalidez ou morte do participante.

  • Benefício Proporcional Diferido (BPD)

    Tipo de regime em que o participante de um fundo de pensão pode permanecer no fundo mesmo que deixe de efetuar contribuições, nesse caso, ao se aposentar terá direito aos benefícios proporcionais ao tempo de contribuição. Ainda que nem todo participante possa ter direito ao BPD, já que é preciso comprovar que contribuiu por pelo menos três anos ao fundo de pensão, todos os planos de previdência complementar devem estar preparados para oferecer o benefício a quem tiver direito.

  • Bens pendentes de compra (administradora)

    Bens contemplados há mais de 30 (trinta) dias, contados a partir da data da assembléia, com documentação entregue e regularizada, no prazo regulamentar, por parte do consorciado e com a carta de crédito ainda não colocada à disposição do cliente por parte da admnistradora.

  • Bens pendentes de compra (Consorciado)

    Bens contemplados há mais de 30 (trinta) dias, contados a partir da data da assembléia, com a carta de crédito colocada à disposição do consorciado, encontrando-se os bens em fase de aquisição ou ainda em falta no mercado. Os bens não entregues devido às situações tratadas nos incisos I e II do item 45 da Portaria MF 190/89.

  • Beta

    Medida de risco diversificável de uma ação. O coeficiente beta pode ser visto como um índice do grau do retorno relativo de uma ação em relação ao retorno do mercado (Ibovespa). O beta do mercado é igual a 1 e todos os outros betas são calculados em relação a esse valor. Um beta positivo sugere que a ação move na mesma direção do mercado, enquanto um negativo sugere um movimento na direção oposta. Betas positivos são mais comuns que negativos. Uma ação com um beta igual a 2.0, reage duas vezes mais que o mercado, ou seja, experimenta uma mudança de 2% em seu retorno para cada mudança de 1% no retorno do mercado.

  • Bi-tributação

    Termo usado para definir situação em que dois impostos decretados por entidades distintas incidem sobre o mesmo bem ou fato gerador.

  • Bid

    Termo usado para determinar o preço de compra de um título no mercado. Assim, por exemplo, o termo “bid-offer” spread se refere à diferença entre o preço que as instituições financeiras cobram para comprar um determinado ativo dos investidores em relação ao preço que cobram para vender esse mesmo ativo a um investidor interessado. Por exemplo, se a cotação “bid”, ou de compra, do dólar é de R$ 3,30 e a cotação “offer”, ou de venda, é de R$ 3,60 o “bid-offer” spread é de R$ 0,30, que reflete o ganho da instituição ao comprar e vender um mesmo ativo financeiro.

  • BNDES

    Sigla que designa o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, que é o órgão governamental responsável pela implementação de políticas de investimento empresarial de longo prazo. Dentre as principais responsabilidades do BNDES estão: impulsionar o crescimento da economia, atuando como instituição de fomento; fortalecer o empresariado nacional; promover a diversificação e o crescimento das exportações; criar pólos de produção para diminuir possíveis desequilíbrios regionais. As atividades de fomento da instituição são conduzidas através de programas especiais como, por exemplo, o Finame, Finem e Finac.

  • BNH – Banco Nacional da Habitação

    Absorvido pela Caixa Econômica Federal, o BNH gerenciava recursos próprios do SFH, fundos e créditos vinculados, e tinha unidade monetária própria, a unidade padrão de capital (UPC).

  • BO – Boletim de Ocorrência

    Se você foi assaltado ou perdeu algum documento, é necessário dar queixa em qualquer delegacia para que seja registrada a ocorrência, e é exatamente através deste documento, mais conhecido como B.O., que você terá a comprovação do que realmente aconteceu no momento do assalto ou perda do documento.

  • Board of Governors

    Termo em inglês que denomina um grupo de sete membros, nomeados pelo Presidente da República dos EUA e aprovados pelo Senado, para um mandato de 14 anos. Os membros, em conjunto com presidentes de bancos centrais regionais, formam o FOMC (Federal Open Market Commitee), órgão responsável pela condução de política monetária e definição da taxa de juros nos EUA.

  • Bônus (Bond)

    Similares às notas promissórias, os bônus são obrigações de renda fixa que são emitidas por empresas, bancos ou governos. Um bônus é um certificado de dívida no qual o emissor se compromete a pagar um montante específico de juros em intervalos pré-determinados, durante um período de tempo, além de pagar também o montante da emissão, ou seja, o principal da dívida, na data de vencimento. Como o bônus é um instrumento de dívida, o comprador de um bônus é um credor da empresa, e não um acionista, como no caso do comprador de ações.

  • Bônus (em seguros)

    Termo usado na indústria de seguros que denomina o desconto a ser oferecido ao segurado na época da renovação do contrato de seguro, que é oferecido devido ao fato de que o segurado não entrou com pedido de indenização durante o período de vigência da apólice. Este direito é intransferível e em geral o desconto é progressivo, aumentando à medida que a apólice é renovada e não são feitos pedidos de indenização.

  • Bovespa Fix

    Mercado criado pela Bolsa de Valores de São Paulo para a negociação de títulos de dívida corporativa, ou seja, instrumentos de renda fixa brasileiros que não tenham sido emitidos pelo Governo. Assim, o Bovespa Fix funciona como um ambiente integrado para a negociação, liquidação e custódia de títulos de renda fixa privada. Dentre os principais instrumentos negociados, destaque para as debêntures e para as notas promissórias. Os negócios com títulos de renda fixa no Bovespa Fix são realizados por meio do SISBEX, sistema eletrônico que oferece uma série de facilidades apropriadas para esse mercado.

  • Brady Bonds

    São títulos de renda fixa que são emitidos por vários países emergentes, dentre os quais o Brasil, para substituir dívidas com pagamento em atraso ou não pagas. São denominados Brady Bonds em referência ao ex-secretário do Tesouro Americano, Nicholas Brady, que liderou os esforços de redução da dívida externa de países emergentes, sobretudo junto aos bancos privados. O mecanismo de substituição de títulos incluiu a recompra da dívida antiga com desconto pelo país devedor ou a troca do endividamento anterior por novos bônus garantidos parcialmente por títulos do Tesouro norte-americano. São contabilizados como parte da dívida externa.

  • C-Bond (Brazil Capitalization Bond)

    Principal título de dívida externa do País, o C-Bond foi emitido como parte da renegociação da dívida brasileira em 1994 (Plano Brady), com vencimento em 2014. A maior parte destes títulos foi trocada pelos A-Bonds, em operação realizada em 2005. O nome Capitalization Bond (ou Bônus de Capitalização) vem do fato de que parte dos juros, nos primeiros seis anos era capitalizada.

  • Cadastro

    Procedimento de admissão e registro de participantes cadastrados na BM&FBOVESPA.

  • Cadeia de responsabilidades

    Estrutura que define as relações de corresponsabilidade entre a BM&FBOVESPA e os participantes com relação a direitos e obrigações.

  • Caderneta de Poupança

    Uma das aplicações mais conhecidas no mercado brasileiro, a caderneta de poupança é o sinônimo de segurança para muitos investidores, pois conta com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Através dele o investidor que aplica na poupança tem garantia de recebimento dos valores aplicados, mesmo em caso de quebra do banco, até o limite de R$ 60 mil por CPF/CNPJ. Uma das maiores críticas com relação à poupança reside na sua baixa rentabilidade comparativa. Os depósitos de poupança são isentos da cobrança do imposto de renda para pessoa física, tendo remuneração composta pela TR (correção monetária) + 0,5% (juros) ao mês, com aniversário a cada 30 dias.

  • Caducidade

    Termo usado para determinar a perda de um direito devido ao fato de que não foi exercido em um determinado período de tempo determinado seja pela lei, ou pela vontade das partes envolvidas.

  • Call Center

    Termo que vem do inglês e denomina a central de atendimento aos clientes onde as chamadas são processadas ou recebidas. O call center tem como objetivo ajudar a promover o esforço de vendas, oferecer atendimento ao consumidor, suporte técnico e qualquer outra atividade administrativa especializada.

  • Câmara

    A BM&FBOVESPA na prestação, em caráter principal, dos serviços relacionados à aceitação, compensação, liquidação e administração de risco de operações, bem como outras atividades relacionadas.

  • Câmbio (ou taxa de câmbio)

    Define toda a operação em que existe troca de moeda nacional por moeda estrangeira, ou vice-versa. Ao viajar, um turista troca moeda nacional, por moeda estrangeira num banco. Ao retornar, se ainda sobrou moeda estrangeira, é possível trocá-la no banco por moeda nacional. No jornal é possível encontrar várias taxa de câmbio para uma mesma moeda. Em todos os casos existe sempre uma cotação de compra e outra de venda, a diferença entre as duas taxas é chamada spread que é o que determina o ganho da instituição financeira na operação. Isto porque a taxa de venda é aquela usada pelo banco para determinar a cotação pela qual irá vender dólares para os investidores, enquanto a taxa de compra é aquela que paga pelos dólares que os investidores lhe vendem. Como era de se esperar, a taxa de compra é menor que a taxa de venda, quanto maior esta diferença maior o spread e o ganho do banco.

  • Câmbio Flutuante

    Política cambial de um país em que a moeda local varia de acordo com a oferta e a procura de moeda conversível (normalmente dólar), sendo que essa procura pode flutuar de acordo com vários fatores dentre os quais a situação político-econômica do país, situação do mercado internacional etc.

  • Câmbio Paralelo

    Operação de conversão de Reais por uma moeda estrangeira no mercado paralelo. O termo dólar paralelo, por exemplo, é usado para definir a cotação de compra ou venda da moeda norte-americana fora dos canais de conversão autorizados pelo Banco Central. Em diversas ocasiões é executado através da troca física de moedas, contrastando com o dólar cabo, onde a transação é eletrônica. Todos os negócios realizados no mercado paralelo, bem como a posse de moeda estrangeira sem origem justificada, são ilegais e sujeitam o cidadão, ou a empresa, às penas da lei.

  • Capacity Utilization

    O Federal Reserve, que corresponde ao banco central dos Estados Unidos, divulga mensalmente relatório contendo informações sobre a capacidade industrial utilizada nos EUA. O índice, que mede a atividade das indústrias de transformação, mineração, energia elétrica e gás, é calculado como resultado do índice de produção dividido pelo índice de capacidade, que corresponde à produção máxima sustentável. Além de importante indicador do nível de atividade econômica, o índice é também usado para determinar a tendência da inflação. Isso porque, se uma indústria estiver operando em plena capacidade, no curto prazo seria difícil elevar a produção. Desse modo, se a demanda for maior do que a oferta, o produtor pode elevar suas margens de lucro, impulsionando a inflação.

  • Capital Garantido

    Define uma modalidade de fundo de investimento, que tem como objetivo proteger o investimento inicial no caso de uma variação negativa do Ibovespa. Se a rentabilidade do Ibovespa for positiva, então a rentabilidade do fundo também será, mas em menor proporção, enquanto se a rentabilidade do Ibovespa for negativa, o investidor tem assegurado que receberá a mesma quantia inicialmente investida no vencimento da aplicação.

  • Capital Intelectual

    Soma dos ativos de uma empresa, que representa o total do seu conhecimento e pode garantir uma vantagem competitiva. Fazem parte do capital intelectual de uma empresa: conhecimento, habilidade e experiência dos seus funcionários, patentes, tecnologias desenvolvidas internamente, bancos de dados/informações etc.

  • Capital Segurado

    Termo usado no mercado de seguros que define a importância em dinheiro fixada na apólice de seguros. Dessa maneira, o capital segurado de uma apólice equivale ao valor máximo estabelecido para o objeto do seguro. Esse montante pode ser fixo, nos casos em que a indenização é paga integralmente (ex.seguro de vida), ou proporcional nos casos em que é apurada com base nos prejuízos incorridos (ex. seguro de carros).

  • Captação

    (1) Termo que reflete uma das principais atividades das instituições financeiras. Quando você deposita um dinheiro em uma caderneta de poupança, abre uma conta corrente, ou simplesmente compra um CDB, estas quantias são consideradas como valores captados pelo banco em questão. (2) Também pode ser usado para determinar a emissão de títulos no mercado de capitais, através da qual tanto instituições financeiras, empresas e governos conseguem obter recursos para financiar suas atividades. Por exemplo, quando uma empresa brasileira emite um título de dívida no mercado externo, do tipo eurobond, diz-se que a empresa fez uma “captação” no mercado externo.

  • Captura

    Procedimento por meio do qual os sistemas da câmara recebem as operações realizadas por intermédio dos ambientes de negociação e registradas em ambientes de registro.

  • Carência (ou período de)

    (1) Termo usado para definir o período em que o participante/investidor não pode resgatar os recursos aplicados no seu plano ou fundo de investimento. (2) Termo usado nos seguros de vida e de saúde para determinar o período no qual a seguradora fica desobrigada de pagar indenizações ao segurado. A exceção fica por conta dos casos de morte acidental durante o período de carência, em que não sendo devida indenização, a seguradora deve restituir o valor dos prêmios pagos ao beneficiário indicado no seguro.

  • Carga Tributária

    Termo usado para determinar o quanto se cobra de impostos sobre os rendimentos de um determinado segmento da economia, ou da economia como um todo. Assim, quando se fala que a carga tributária de um determinado setor é elevada, isto significa que são cobrados muitos impostos sobre este setor; em geral se analisa a carga tributária de um país em relação ao seu PIB (Produto Interno Bruto).

  • Carnê-Leão

    O carnê-leão é um recolhimento mensal obrigatório de imposto de renda sobre rendimentos que você recebe de outra pessoa física (por exemplo gratificações) ou rendimentos que você tenha no exterior com o quais não mantenha nenhum tipo de vínculo empregatício. Você é o responsável pelo recolhimento que deve ser feito mensalmente por meio de ficha DARF. O pagamento do Carnê-Leão é devido quando o rendimento recebido, depois das deduções permitidas, for superior ao limite de isenção da Tabela Progressiva Mensal do Imposto de Renda (www.receita.fazenda.gov.br).

  • Carregamento (taxa de)

    Termo usado para determinar a taxa que é cobrada pelas entidades abertas de previdência privada sobre as contribuições feitas pelo investidor ao plano de previdência. Essas taxas variam de acordo com o tipo de plano e são determinadas pela própria empresa, com o intuito de repor despesas administrativas, de corretagem e de colocação do plano de seguro. No caso dos seguros de vida com opção de previdência a taxa de carregamento está limitada a 10%

  • Cartão Adicional

    Designação dada ao cartão vinculado a uma conta de um titular, que possui senha própria, mas que figura apenas como usuário, já que a responsabilidade contratual e jurídica pela utilização do cartão adicional é do titular.

  • Carteira

    Subconta de contas utilizadas na câmara e na central depositária da BM&FBOVESPA, com característica e finalidade específicas.

  • Carteira Administrada

    Termo usado para determinar um serviço mais personalizado oferecido para clientes de maior porte. Em geral, incluem investimentos em ações e renda fixa e também em mercados futuros. A composição dos investimentos é revista diariamente com o cliente, que deve estabelecer seus objetivos em termos de segurança, liquidez e retorno. Em geral os principais clientes deste tipo de serviço são os chamados clientes institucionais, como os fundos de pensão. Estes fundos levam desvantagem em relação aos fundos de investimento tradicionais, pois a CPMF é cobrada a cada transação. Exatamente por isto, a maioria das carteiras administradas hoje opera como fundos exclusivos com baixas taxas de administração, além de não terem de pagar CPMF por transação.

  • Carteira de Investimentos

    Muitas vezes usado apenas como “carteira” este termo descreve um grupo de investimentos que o investidor possui, ou que compõe o fundo de investimento. Uma carteira de investimentos pode ser composta de vários instrumentos financeiros (ex. ações, títulos de renda fixa etc.) No caso da indústria de fundos de investimentos, quando se usa o termo carteira se refere ao conjunto de aplicações financeiras nas quais o gestor aplica os recursos captados pelo fundo. É responsabilidade do gestor administrar esta carteira tentando sempre otimizar seu retorno para um dado risco aceito pelos investidores através da compra e venda de ativos financeiros.

  • Catálogo de mensagens do SPB

    Documento que estabelece e divulga as mensagens trafegadas na RSFN e utilizadas para a comunicação entre o BCB, a câmara, as instituições financeiras e outras entidades previamente autorizadas.

  • CBO – Classificação Brasileira de Ocupação

    O CBO é um sistema de classificação responsável pela codificação dos títulos e conteúdos dos cargos e ocupações do mercado de trabalho brasileiro.

  • CCF – Cadastro de Emitentes de Cheque sem Fundo

    O CCF é um cadastro mantido pelo Banco Central com dados dos emitentes de cheques sem fundos. Esse cadastro é operacionalizado pelo Banco do Brasil a fim de prestar informações às pessoas que tenham sido lesadas por golpes de cheques sem fundos ou roubados. No caso de conta conjunta serão incluídos no CCF os nomes e os respectivos CPFs de todos os titulares da conta conjunta. Existem duas formas para se verificar se o seu nome está incluído no CCF, são elas: comparecer a uma Central de Atendimento do Banco Central com um documento de identidade e informando o número de seu CPF; consultar seu banco, que procederá com a pesquisa de forma gratuita. O pedido de exclusão do CCF deverá ser feito diretamente à agência que efetuou a inclusão. Se esta agência pertencer a um banco em regime de liquidação extrajudicial, a exclusão deve ser solicitada à agência do Banco do Brasil mais próxima àquela. No caso da agência ter sido fechada, mas o banco ainda operar em outro local, deve-se procurar a sede deste banco e, assim, pagar a taxa e a tarifa correspondentes à exclusão.

  • CDB – Certificado de Depósito Bancário

    São títulos representativos de depósitos a prazos fixos emitidos por bancos comerciais, bancos de investimento e bancos de desenvolvimento. A taxa paga nos CDBs pode ser pré-fixada, pós-fixada ou flutuante, essa última atrelada a um percentual da variação de um índice.

  • CDC – Código de Defesa do Consumidor

    O CDC entrou em vigor no dia 11 de março de 1991 e serve para garantir os direitos dos consumidores frente à possibilidade de abusos praticados por empresas e instituições financeiras na prestação de seus serviços. O objetivo do CDC é proteger não somente os bens do consumidor, como também sua integridade física e moral. No primeiro caso estamos falando da proibição que o CDC impõe sobre as empresas de venderem produtos ou bens que causem danos na saúde física e moral do consumidor.

  • CDC – Crédito Direto ao Consumidor

    Termo usado para determinar os empréstimos para pessoa física que em geral são levantados para a compra de um bem específico. Exatamente por isto, como o próprio bem que está sendo financiado pode ser usado como garantia do empréstimo, esta é a modalidade de financiamento mais barata dentre as linhas de empréstimos a pessoa física.

  • CDI – Certificado de Depósito Interbancário

    Aplicação de prazo de um dia útil. O deposito interbancário é uma modalidade de investimento que os bancos usam para aplicar os seus recursos excedentes ou para captar dinheiro de outros bancos com o objetivo de melhorar sua posição de liquidez. O CDI é usado como benchmark para se comparar a rentabilidade de fundos de investimento que aplicam primordialmente em títulos de renda fixa, como os fundos DI e todas as subcategorias de fundos de renda fixa.

  • CDP – Certificado de Dívida Pública

    Título de responsabilidade do Tesouro Nacional emitido com a finalidade de se quitar a dívidas junto ao INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), que é emitido de forma escritural na Cetip e cuja rentabilidade é pós-fixada e indexada à variação da TR.

  • CEI – Cadastro Específico do INSS

    É o cadastramento para identificação do contribuinte junto ao Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS). Por contribuinte, são consideradas todas as pessoas físicas ou jurídicas equiparadas como empresas pela legislação previdenciária, a qual determina que todas devem, obrigatoriamente, efetuar esta matrícula. O cadastro é feito simultaneamente com a inscrição no CNPJ ou diretamente no INSS em até 30 dias a contar da data de início das atividades da empresa, quando esta não precisar se inscrever no CNPJ.

  • Central depositária

    Instituição ou departamento, nacional ou estrangeiro, que presta, em caráter principal, o serviço de depósito centralizado de ativos, nos termos da legislação vigente.

  • Certificação

    Procedimento de verificação e produção de atestado formal, efetuado por especialistas, relativo à presença de requisitos mínimos estabelecidos quanto às qualificações de pessoal, processos, procedimentos, ou itens, de acordo com necessidades específicas aplicáveis à empresa.

  • Certificado Individual

    Termo que denomina o documento emitido pelas seguradoras formalizando a aceitação, em plano coletivo, do proponente integrante do grupo segurado.

  • CETIP – Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos

    Criada em 1986, a CETIP é uma das maiores empresas de custódia e de liquidação financeira da América Latina e se constitui em um mercado de balcão organizado para registro e negociação de valores mobiliários de renda fixa. Dentre os títulos privados podemos citar as Debêntures, CDB, Letras de Câmbio e CDI. Estes títulos são mantidos escrituralmente no Cetip e são financiados com recursos disponíveis. Também são custodiados na Cetip os títulos estaduais e municipais que ficaram fora das regras de rolagem. Dentre os títulos públicos incluem-se TDAs, CFT e CDPs.

  • CFT – Certificado Financeiro do Tesouro

    Título de responsabilidade do Tesouro Nacional que é emitido sob forma escritural no Selic, sua rentabilidade é pós-fixada, com exceção da CTF-F, e assim como as NTNs possui várias séries cada qual com seu índice de atualização próprio (IGP-M, câmbio, TR, etc).

  • Chamada de Bônus

    Resgate de bônus pelo emitente, mediante pagamento antes do vencimento. Nesta operação, o emitente exerce o direito de comprar o papel junto ao investidor a um preço e uma data pré-determinados. Isso corresponde a dizer que ele possuía uma opção de compra, ou seja, uma call option. Este tipo de cláusula é relativamente comum em papéis da dívida externa privada brasileira, principalmente em Eurobônus emitidos por empresas do setor privado.

  • CND – Certidão Negativa de Débitos

    Documento que comprova se uma empresa está ou não em situação regular junto ao INSS. O CND pode ser adquirido nos guichês de atendimento da Previdência ou no endereço eletrônico do Ministério da Previdência (www.previdenciasocial.gov.br). Para obter o CND, basta apenas ter em mãos o número do CNPJ ou CEI.

  • CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica

    O CNPJ é um cadastro realizado e administrado pela Receita Federal, com o intuito de registrar as informações cadastrais de pessoas jurídicas. O CNPJ é equivalente ao CPF para pessoa física.

  • CNSP

    Sigla que denomina o Conselho Nacional de Seguros Privados, órgão normativo do Sistema Nacional de Seguros Privados.

  • Co-seguro

    Operação em que mais de uma seguradora participa em uma mesma apólice, de forma que os riscos da mesma são distribuídos proporcionalmente às cotas de co-seguro distribuídas. Isso porque cada seguradora é responsável por uma parte do total segurado, e o prêmio é dividido nesta mesma proporção.

  • Cobertura de Risco

    Termo usado na indústria de seguro se refere à garantia que o segurado possui de que receberá pagamento de indenização pela ocorrência de eventos aleatórios distintos da sobrevivência.

  • Cobertura por Sobrevivência

    Termo usado na indústria de seguros que se refere à garantia que o segurado tem de que irá receber o pagamento de indenização pela sobrevivência do segurado durante o período de diferimento contratado.

  • COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social

    Trata-se da contribuição devida pelas empresas de direito privado em geral, exceto as microempresas e as empresas de pequeno porte submetidas ao regime do Simples, pois neste caso a contribuição já está embutida na alíquota unificada do imposto. A partir de fevereiro de 2004 a alíquota da Cofins subiu de 3% para 7,6% sobre o faturamento mensal da empresa, independentemente da atividade exercida e da classificação contábil adotada para a escrituração destas receitas. Contudo, o aumento só é válido para as empresas tributadas pelo lucro real.

  • Colateral

    Ativos financeiros ou outro tipo de ativos dados como garantia por um devedor para dar garantia a um determinado empréstimo.

  • Colocação Privada

    Venda de ações, títulos de renda fixa ou outros ativos realizada diretamente junto a um investidor institucional como, por exemplo, uma seguradora. É também conhecido como emissão privada, ou pelo termo em inglês private placement

  • Comércio Eletrônico

    Termo que define a compra e venda de informações, produtos e serviços através da rede mundial de computadores (ou internet).

  • Comissão (seguros)

    Forma de pagamento usada pelas seguradoras para remunerar o trabalho dos corretores de seguros.

  • Comitente

    Pessoa física, jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo que participa como titular das operações realizadas por sua conta e ordem por intermédio de um participante e liquidadas por intermédio também de um participante e que utiliza os serviços de um agente de custódia para a custódia de seus ativos na central depositária da BM&FBOVESPA e de um participante Selic para a custódia de títulos públicos federais no SELIC.

  • Commercial Paper

    Termo em inglês que denomina uma categoria de títulos de dívida emitidos por empresas, no mercado local ou internacional, e cujos recursos são usados para financiar as atividades de curto prazo da empresa ou necessidades de capital de giro, como a compra de estoques, pagamento de fornecedores etc. O prazo mínimo destes títulos é de 30 dias e o máximo de 360 dias.

  • Compensação

    Procedimento de apuração da posição líquida (créditos menos débitos) de direitos e obrigações das contrapartes para a liquidação na câmara.

  • Compliance

    Conjunto de ações para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas ou as diretrizes estabelecidas para um negócio, bem como evitar quaisquer desvios.

  • Consorciado

    É a pessoa física ou jurídica que participa do grupo e assume a obrigação de contribuir para o alcance das finalidades do grupo.

  • Consorciado Ativo

    É o consorciado que não foi excluído do grupo.

  • Consorciado Contemplado

    É o consorciado que adquiriu o direito de utilizar seu crédito, mediante contemplação por sorteio ou lance.

  • Consorciado Excluído

    É o consorciado que deixa de participar do grupo, por desistência voluntária ou pelo não pagamento de suas obrigações financeiras, nos termos do Contrato de Adesão.

  • Consorciado não Contemplado

    É o consorciado que ainda não adquiriu o direito de utilizar seu crédito, pois não foi sorteado em Assembléia Geral Ordinária ou não teve lance vencedor.

  • Consórcio

    Trata-se de um sistema através do qual um grupo fechado de pessoas, físicas ou jurídicas, se une com o intuito de formar uma poupança que permita a compra de bens móveis duráveis, imóveis e serviço turístico, por meio de autofinanciamento.

  • Consórcio de Empresas

    Associação de pequenas empresas organizadas de forma contratual, que se unem para viabilizar soluções econômicas, sociais e investimentos planejados.

  • Consumer Credit

    O Federal Reserve, banco central dos EUA, divulga mensalmente o índice Consumer Credit, que mede o volume total de crédito concedido aos consumidores norte-americanos. Entretanto, esse índice não é muito acompanhado pelo mercado, pois os dados do índice são referentes ao mês retrasado.

  • Conta

    Forma de identificação dos ativos, das operações e das posições dos participantes junto à câmara e centrais depositárias de acordo com suas características e situações.

  • Conta Admincon

    Conta mantida na câmara utilizada para possibilitar a identificação de ofertas originárias de ordens administradas concorrentes.

  • Conta brokerage

    Conta mantida na câmara de titularidade do participante-destino utilizada para possibilitar o vínculo de repasse entre dois participantes (participante de negociação pleno e participantes de liquidação) sem a necessidade de identificar o beneficiário final no participante-origem.

  • Conta captura

    Conta transitória automaticamente criada pela BM&FBOVESPA de titularidade do participante de negociação pleno, utilizada para recebimento de operações que não tenham uma conta especificada no ambiente de negociação.

  • Conta CEL

    Conta especial de liquidação com característica de conta corrente mantida e administrada pelo Banco BM&FBOVESPA, de titularidade de um comitente, por meio da qual ocorre a liquidação financeira de suas obrigações diretamente com a câmara, de forma segregada dos fluxos financeiros do participante de negociação pleno e do membro de compensação responsáveis, sendo que esta conta é utilizada exclusivamente para a movimentação de recursos inerentes à referida liquidação e ao depósito de garantias em recursos financeiros em moeda nacional.

  • Conta de depósito

    Conta mantida em central depositária, individualizada ou não por comitente, para fins de guarda e controle da movimentação de ativos submetidos à atividades de depósito centralizado, bem como de guarda e movimentação de recursos financeiros e ativos depositados para assegurar a certeza da liquidação de operações (garantia).

  • Conta de Liquidação

    Conta mantida no BCB por instituição não bancária, utilizada pelo seu titular para efetuar ou receber os pagamentos referentes: (i) a sua autorização de acesso para liquidação na câmara, enquanto membro de compensação; (ii) ao processo de liquidação bruta, quando for o caso, enquanto participante de negociação pleno; e (iii) às suas atividades de custódia, enquanto agente de custódia e participante Selic.

  • Conta de liquidação da câmara

    Conta de titularidade da câmara, mantida no BCB, utilizada para efetuar a movimentação de recursos financeiros referente aos processos de liquidação da câmara e da central depositária da BM&FBOVESPA.

  • Conta de liquidação de ativos

    Conta de depósito específica, mantida pela câmara na central depositária da BM&FBOVESPA, no BCB (Selic), ou em outras centrais depositárias para efetuar a movimentação de ativos envolvidos no processo de liquidação.

  • Conta de patrimônio

    Conta mantida pela BM&FBOVESPA no BCB (Selic), destinada à recepção, à guarda e à movimentação de títulos públicos federais de sua propriedade.

  • Conta erro

    Conta mantida na câmara automaticamente criada pela BM&FBOVESPA que recebe operações não alocadas para comitentes.

  • Conta erro operacional

    Conta mantida na câmara utilizada para os participantes realocarem operações por motivo de erro operacional, exceto para as realocações oriundas de direct market acess – DMA e repassador de ordens, que são alocadas na conta erro.

  • Conta intermediária

    Conta mantida na câmara utilizada pelo participante de negociação pleno como conta de intermediação de operações, em nome de um intermediário, sendo necessária a distribuição posterior para as contas normais.

  • Conta Investimento

    A conta-investimento, introduzida no dia 1º de outubro de 2004, é uma nova modalidade de conta para aquelas pessoas que têm dinheiro aplicado, sendo que sua principal característica é isentar o investidor do pagamento da CPMF na movimentação de recursos entre contas de mesma titularidade. A conta tem a mesma titularidade da conta corrente do aplicador, sendo que para aqueles clientes que não possuem recursos aplicados, a conta-investimento será aberta tão logo ocorra a primeira aplicação. A implantação da conta-investimento obedecerá a um período de transição, que durará até 30 de setembro de 2006. Neste período de transição, tanto a primeira aplicação quanto a primeira renovação ainda estarão sujeitas à incidência da CPMF. A partir de 1º de outubro de 2006, por sua vez, ou seja, exatamente dois anos após a sua introdução, a conta-investimento passa a ter funcionamento pleno, com isenção total da CPMF.

  • Conta máster

    Conta mantida na câmara que agrupa contas registradas sob o mesmo participante de negociação pleno ou participantes de liquidação, de comitentes que possuem vínculo especifico entre si, como o de gestão comum ou o de representação pelo mesmo intermediário internacional que esteja autorizado a realizar tais atividades.

  • Conta normal

    Conta mantida na câmara, individualizada por comitente, para registro, controle de posição e liquidação de operações.

  • Conta Reservas Bancárias

    Conta mantida no BCB, por instituição bancária, utilizada pelo seu respectivo titular para efetuar ou receber os pagamentos referentes: (i) a sua autorização de acesso para liquidação na câmara, enquanto membro de compensação; (ii) a autorização de acesso para liquidação na câmara de terceiros não detentores de contas Reserva Bancária e contas de Liquidação; e (iii) às suas atividades de custódia, enquanto agente de custódia e participante Selic.

  • Conta restrição

    Conta mantida na câmara utilizada pelo participante de negociação pleno, pelo participante de liquidação e pelo membro de compensação que opere em mercado administrado pela BM&FBOVESPA em que haja a liquidação em ativos, para operacionalizar o mecanismo de falha de pagamento em algum nível de cadeia de liquidação.

  • Conta Selic

    Conta de depósito mantida pelo participante no BCB (Selic) para recepção, guarda e transferência de títulos públicos federais, inclusive as relacionadas a movimentações do processo de liquidação, ao depósito de garantias e à retirada de garantias e aos serviços prestados pela câmara.

  • Contemplação

    É a atribuição ao consorciado, através de sorteio ou lance, do direito de utilizar o crédito, observadas as disposições do Contrato de Adesão.

  • Contratação de câmbio

    Formalização de uma operação de câmbio, após sua aceitação pela câmara.

  • Contrato de Adesão

    É o instrumento que, firmado pelo consorciado e pela administradora, por meio da assinatura da Proposta de Adesão, cria vínculo jurídico obrigacional entre as partes e, desta forma, o consorciado formaliza seu ingresso em um grupo, estando nele expressas as condições de operação de consórcio, bem como, de forma clara e explícita, os direitos e deveres das partes contratantes.

  • Contrato de adesão

    Tipo de contrato que estabelece os termos e condições de uso dos cartões. É assim denominado porque os termos são estabelecidos pelo emissor do cartão, sendo que o consumidor não pode mudá-los. Assim, se discordar dos termos do contrato, o consumidor pode optar por não aderir a ele.

  • Contribuição

    Termo utilizado em planos de previdência privada, que define o valor aplicado no plano. As contribuições podem ser únicas, mensais ou esporádicas, é através delas que se financiam os benefícios que serão pagos no momento da aposentadoria. Nos PGBLs e planos tradicionais o valor das contribuições, desde que não exceda 12% da renda bruta anual do investidor, pode ser deduzido do imposto de renda a pagar, para isto é preciso optar pelo formulário completo de declaração de imposto de renda.

  • Controle analítico de saldos

    Registro e manutenção do saldo de ativos, efetuados de forma analítica, com a guarda da informação da data e do custo de aquisição do ativo.

  • Controle sintético de saldos

    Registro e manutenção do saldo de ativos, que consolidam a quantidade do ativo, independentemente da data e do custo de aquisição do ativo.

  • Cooperativa

    Empresa constituída por pessoas, geralmente com os mesmos interesses mercadológicos. O papel da cooperativa é o de substituir seus associados nas suas relações com o mercado, desempenhando, em benefício comum, determinada atividade econômica.

  • COPOM – Comitê de Política Monetária do Banco Central

    O COPOM foi instituído em 20 de junho de 1996 com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa básica de juros. O COPOM decide a meta da taxa SELIC, taxa básica da economia, que deve vigorar no período entre suas reuniões e, em alguns casos, o seu viés ou tendência. A taxa SELIC é a média ajustada dos financiamentos diários apurados no Sistema Especial de Liquidação de Custódia (SELIC) para títulos federais.

  • Core CPI

    O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga mensalmente o Core CPI (Consumer Price Index), ou núcleo do índice de preços ao consumidor, calculado com base numa cesta pré-definida de bens e serviços, com exceção dos custos relativos à alimentação e energia. Esse índice é bastante importante, pois é uma das principais referências para analisar o comportamento da inflação, visto que exclui possíveis distorções, em função de itens considerados mais voláteis.

  • Core PPI

    O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga mensalmente índice de preço no atacado aos produtores, desconsiderando os preços de energia e alimentos, considerados voláteis e que, muitas vezes, acabam distorcendo a análise do índice. Esse índice é considerado muito importante pelo mercado, pois mostra a situação da inflação na economia dos EUA.

  • Cota

    São parcelas iguais que dividem o valor do patrimônio líquido do Fundo de Investimento. O valor aplicado em um fundo de investimento é dividido por uma determinada quantidade de cotas que determina o valor da cota do fundo. As cotas do fundo de investimento equivalem à cotação da ação de uma Empresa em particular. O Valor de Mercado de um Fundo é calculado como o Valor de Mercado de uma Empresa, ou seja, multiplicando-se o número total de cotas por valor da cota na data em questão.

  • CPF – Cadastro de Pessoa Física

    O CPF, antigo CIC (Cartão de Identificação do Contribuinte), é um documento de identificação necessário para as pessoas físicas que estão sujeitas a várias situações do cotidiano, como abrir conta em banco, operar na bolsa de valores, obter registro em carteira profissional. Desta forma, o CPF é o seu principal documento de identificação depois do RG.

  • CPI

    O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga mensalmente o CPI (Consumer Price Index), ou índice de preços ao consumidor, calculado com base numa cesta pré-definida de bens e serviços. Esse índice é bastante importante, pois é uma das principais referências para analisar o comportamento da inflação.

  • Credenciadoras

    As credenciadoras (ou “aquirers”) são responsáveis pela filiação, gerenciamento e relacionamento com os estabelecimentos comerciais, no Brasil estão presentes a RedeCard, VisaNet e o Amex. Cada uma delas é responsável pelo relacionamento com os estabelecimentos que recebem cartões de bandeiras específicas, ou seja, cada bandeira tem apenas um “acquirer”. Assim, por exemplo, a VisaNet é responsável pelos estabelecimentos que trabalham com os cartões das bandeiras Visa.

  • Crédito (consórcio)

    É o valor correspondente ao preço do bem na data da Assembléia Geral Ordinária em que ocorre a contemplação, com os acréscimos previstos no Contrato de Adesão, colocado à disposição do consorciado contemplado para aquisição do bem ou conjunto de bens.

  • Crédito Duvidoso

    Termo em geral usado na análise de balanço patrimonial de instituições financeiras e empresas, que denota a soma das operações de crédito, ou recebíveis no caso das empresas, que se encontram em atraso.

  • Crédito Rotativo

    Em caso de não pagamento integral da fatura o saldo que não foi quitado será automaticamente financiado. A este financiamento se dá o nome de crédito rotativo, sendo que o valor do saldo é corrigido proporcionalmente até que ocorra o pagamento integral. Os juros cobrados no crédito rotativo são denominados juros rotativos e podem variar muito dependendo do perfil do titular do cartão e do banco emissor.

  • CRF – Certificado de Regularidade do FGTS

    Documento que comprova se a situação de uma empresa junto ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço é ou não regular. Pode ser obtido junto às agências da Caixa Econômica Federal (CEF) ou no endereço eletrônico da instituição (www.caixa.gov.br). Para obter o certificado é necessário apenas ter em mãos o número do CNPJ ou CEI (Cadastro Específico do INSS).

  • CRM

    Sigla que vem do inglês, referente ao termo “Customer Relationship Management”, que significa Gestão do Relacionamento com o Cliente. O conceito de CRM prevê a integração de todas as áreas de uma empresa, de forma a melhorar a administração da carteira de clientes, de modo a mantê-la mais fiel e lucrativa.

  • CSP – Contribuição Sindical Patronal

    Contribuição devida pelas empresas ao sindicato representativo de sua categoria. É calculada sobre o valor do capital social da empresa, de acordo com o tamanho do estabelecimento e o número de funcionários. A periodicidade desta contribuição é anual.

  • CTN – Certificado do Tesouro Nacional

    Título de responsabilidade do Tesouro Nacional que é emitido diretamente para mutuários do crédito agrícola e tem como intuito garantir o principal na renovação destas dívidas junto aos bancos. O título é emitido somente de forma escritural na Cetip e é indexado à variação do IGP-M.

  • Cupom

    Taxa determinada no momento da emissão de um título de renda fixa, pela qual um emissor se compromete a pagar juros em intervalos periódicos. As taxas podem ser fixas (10% ao ano, por exemplo) ou variáveis flutuantes (TR + 5%, por exemplo).O intervalo de pagamento também é determinado quando da emissão, sendo pagamento trimestral, semestral ou anual os mais usados. É importante notar a distinção entre cupom e rendimento, já que o cupom independe do preço de negociação do ativo, enquanto que o rendimento, ou yield, varia de forma inversa às alterações no preço do ativo.

  • Cupom Cambial

    Em poucas palavras, o cupom cambial pode ser definido como a taxa de juro em dólares no Brasil, sendo calculado com a diferença entre a taxa básica de juro interna (a Selic) e a desvalorização da taxa de câmbio, ou seja do real frente ao dólar. Por exemplo, para uma taxa básica de juro projetada de 16% ao ano e uma variação cambial de 7% ao ano, o cupom cambial é de 9%, refletindo exatamente o diferencial entre a taxa de juro efetiva e a variação cambial. O mercado trabalha com duas definições de cupom cambial: o “cupom sujo”, no caso da variação do dólar levar em conta a taxa de câmbio Ptax do dia anterior, ou “cupom limpo” que leva em conta a taxa de câmbio no mercado spot, ou à vista.

  • Cupom não fiscal

    É o documento entregue ao consorciado quando de sua contemplação, e onde está descrito o produto adquirido mediante pagamento via aviso de contemplação, bem como a constituição da garantia da alienação fiduciária do produto.

  • Current Yield

    O termo Current Yield pode ser traduzido como rendimento corrente de um título de renda fixa, ou seja, o rendimento não levando em consideração o prazo do título em questão. É calculado dividindo a taxa de juros do cupom pelo preço do título. Por exemplo, se um título está sendo vendido a um preço de 100,00 com um cupom de 10,00% ele oferece um current yield de 10,00%. Caso esse título estivesse cotado a 80,00 o seu current yield seria de 12,50%.

  • Custo de Aquisição (em Seguros)

    Despesas efetuadas pelo segurador ou ressegurador, que estão diretamente ligadas ao fechamento do negócio, ou seja, à realização da venda. A maior parte destas despesas é composta pelas comissões de corretagem pagas aos corretores de seguro.

  • Custódia

    Serviço de guarda de títulos e valores prestado aos investidores. Existem dois tipos de custódias: Fungível: neste tipo os valores retirados podem ser diferentes dos valores depositados, embora sejam da mesma espécie, qualidade e quantidade; Infungível: neste tipo de custódia os valores depositados são mantidos discriminadamente pelo depositante.

  • Custodiante global

    Instituição habilitada, no exterior, a administrar contas de custódia, própria ou de seus comitentes.

  • Custos emolumentos e taxas

    Definidos pela BM&FBOVESPA e a ela devidos em decorrência de suas atividades.

  • CVM – Comissão de Valores Mobiliários

    Autarquia federal vinculada ao Ministério da Fazenda, criada em 1976 para fiscalizar e disciplinar as operações ou valores mobiliários e demais assuntos inerentes ao mercado de títulos. Desta forma, a CVM disciplina o funcionamento do mercado de valores mobiliários e a atuação das partes envolvidas, como as companhias abertas, os intermediários financeiros e os investidores, além de outros cuja atividade gira em torno desse universo principal. Dentre as responsabilidades das CVM estão o registro de companhias abertas; credenciamento de auditores independentes e administradores de carteiras de valores mobiliários; organização, funcionamento e operações das bolsas de valores; administração de carteiras e a custódia de valores mobiliários; suspensão ou cancelamento de registros, credenciamentos ou autorizações.

  • D+0, +1, etc.

    Terminologia usada no mercado para definir data em que se realizou a operação e a data em que se realiza a liquidação e/ou conclusão da mesma operação. Por exemplo uma operação D+2 significa que a instituição financeira precisa de 2 dias para efetivar a operação.

  • D0, D1, etc

    Terminologia usada na indústria de fundos de investimento, que serve para definir o dia em que é feita a conversão das cotas em reais, ou vice-versa. Por exemplo, uma aplicação em D0 significa que a conversão ocorre no próprio dia da solicitação. Um resgate em D1 significa que a conversão das cotas em reais ocorre no dia útil seguinte ao da solicitação do resgate.

  • Dano

    Termo que denomina o prejuízo sofrido pelo segurado e indenizável de acordo com as condições previstas na apólice. As seguradoras trabalham com alguns tipos de danos, que são:

  • Dano corporal: tipo de dano caracterizado por lesões físicas causadas ao corpo da pessoa, sendo que não fazem parte desta definição os danos estéticos;

    Dano material:tipo de dano causado exclusivamente às propriedades materiais de um determinado segurado.

  • DARF – Documento de Arrecadação da Receita Federal

    O DARF é um documento que tem por finalidade recolher todos os impostos e contribuições recolhidos pela Secretaria da Receita Federal. Pode ser adquirido em qualquer papelaria ou através do site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br).

  • Data

    É a data do dia da negociação denominada em termo de dias úteis para a BM&FBOVESPA.

  • Data base Marketing

    Com base no banco de dados de clientes, produtos e serviços esta ferramenta de marketing permite a realização de pesquisas instantâneas sobre padrões do comportamento de compras, para orientar o desenvolvimento e a comercialização de produtos e serviços, além de possibilitar ações de Marketing Direto segmentado e personalizado.

  • Data de Concessão do Benefício

    Termo usado no setor de previdência que reflete a data em que o contratante do plano de previdência começará a receber seus benefícios. Esta data em geral está determinada nos contratos dos planos de previdência e não precisa coincidir com a data de aposentadoria da pessoa.

  • Data de Cotização

    É a data em que os recursos aplicados no fundo são convertidos em cotas, no caso de uma aplicação. No caso de resgate é a data em que as cotas do fundo são convertidas em reais.

  • Data de Ingresso

    Data que determina quando o participante entrou no plano e que é considerada a partir do pagamento da primeira contribuição.

  • Data de Inscrição

    Refere-se a data de registro pela Entidade Aberta de Previdência Privada da proposta de inscrição do interessado em participar do plano de previdência, que em geral coincide com a data em que se comprova o pagamento da primeira contribuição.

  • Data de Saída

    Data a partir do qual o participante começa a receber a aposentadoria referente ao plano de previdência que contratou.

  • Dedução de IR

    Desde 1996, a legislação do Imposto de Renda permite a dedução da base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoas Físicas de até 12% da renda líquida do participante de planos de previdência privada (no caso de PGBLs – Plano Gerador de Benefícios Livres). Quando do resgate dos recursos, antecipadamente ou ao final do plano, o contribuinte passa a recolher o IR de acordo com a tabela regressiva vigente na época.

  • Default

    Termo que vem do inglês e significa insolvência. Ver insolvência.

  • Déficit Comercial

    Termo que define quando o valor das importações de bens excede o valor das exportações de bens um determinado país.

  • Déficit Primário

    Termo que determina gastos do Governo que excedem o valor da sua arrecadação, sem incluir os gastos com pagamento de juros da dívida pública.

  • Déficit Público

    Termo que determina o quanto o Governo gasta acima do que arrecada em um determinado período de tempo. Neste caso são usados os valores nominais, ou seja, incluindo a variação da inflação no período. Em geral refere-se ao Governo Federal, mas pode ser usado para os governos estaduais.

  • Deflação

    Termo que reflete a queda do nível geral dos preços, ou seja, é o oposto de inflação.

  • Demonstrações Financeiras

    Termo que define uma série de relatórios que categorizam e quantificam as principais contas de uma empresa. Dentre as demonstrações financeiras mais utilizadas estão o balanço patrimonial, a demonstração de resultado, a demonstração das origens e aplicações de recursos, e as alterações do patrimônio líquido, além das notas explicativas que acompanham as demonstrações acima.

  • Dependente (previdência)

    E previdência denomina o cônjuge e/ou filhos do participante que, quando indicados por este, estejam cobertos pelo contrato de previdência. São as pessoas que também fazem parte da proposta, têm direito ao benefício mas não são responsáveis pela contratação do seguro.

  • Depositário de ouro

    Entidade cadastrada pela BM&FBOVESPA, responsável pelo recebimento, guarda e conservação dos lingotes de ouro custodiados na BM&FBOVESPA.

  • Depositário do agronegócio

    entidade cadastrada pela BM&FBOVESPA para prestar guarda e manutenção de mercadorias, bem como para atuação no processo de entrega física prevista nos contratos futuros do agronegócio.

  • Depósito de ativos

    Procedimento por meio do qual se formaliza a admissão e a entrada de ativos no serviço de depósito centralizado da central depositária, realizando-se seu registro na correspondente conta de depósito.

  • Depósito de garantias

    Procedimento de entrega de garantias, por participante, à câmara.

  • Depósitos

    Soma do dinheiro na forma de cheques ou “drafts” depositados em uma instituição financeira para crédito na conta de um determinado cliente. Em geral as instituições diferenciam entre depósitos a vista (que o cliente pode sacar quando quiser) e depósitos à prazo (que em geral requerem aviso prévio para serem sacados). As instituições brasileiras classificam depósitos em quatro categorias: à vista, de poupança, interfinanceiro e à prazo.

  • Depreciação

    Termo usado para definir um débito que tem como objetivo reduzir o valor contábil de um determinado ativo. Este lançamento busca representar contabilmente a perda de valor de algum ativo em decorrência do uso, da ação do tempo, da obsolescência tecnológica ou redução no preço de mercado. Por ser um lançamento contábil, a depreciação não tem efeito direto no caixa da empresa.

  • Derivativos

    São instrumentos financeiros cujas características estão vinculadas a outros títulos, ou ativos, que lhe servem de referência. Como exemplo, podem ser mencionados: opções sobre ações, contratos futuros sobre o dólar comercial, sobre o índice Bovespa ou sobre a taxa DI.

  • Deságio

    Termo que define a diferença entre o valor de mercado e o valor nominal de um título. Caso o valor de mercado ou valor pago seja menor que o valor nominal, a diferença é chamada deságio. Caso seja maior que o valor nominal, a diferença é chamada ágio.

  • Despesa de Capital

    Termo usado para definir os gastos incorridos por uma empresa na compra de um ativo (tangível ou não), sendo que os benefícios a serem obtidos com este ativo só são esperados para um período superior a um ano. Fazem parte desta categoria de despesas os gastos com ativos fixos, com pesquisa e desenvolvimento, e até mesmo, em alguns casos específicos, os gastos com propaganda.

  • Despesa Financeira Bruta

    Soma das despesas de juros referentes a todas as obrigações financeiras de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo. Entre as obrigações financeiras de uma empresa podemos citar juros de debêntures, de empréstimos etc.

  • Despesa Financeira Líquida

    Soma das despesas de juros referentes a todas as obrigações financeiras de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo, descontando-se deste montante qualquer receita de juros que a empresa venha a ter com suas aplicações financeiras.

  • Despesas Operacionais

    Soma de todas os custos e despesas incorridos pela empresa no curso de suas atividades. Entre as despesas operacionais mais comuns estão as despesas com pessoal, as despesas com vendas e as despesas administrativas. No Brasil, as despesas financeiras também estão incluídas entre as despesas operacionais, o que não ocorre na maioria dos demais países, onde elas estão abaixo da linha de resultado operacional.

  • Desvalorização

    Perda de valor por parte de uma moeda frente a outra. Por exemplo, quando falamos que o real desvalorizou em relação ao dólar norte-americano isto significa que o real perdeu valor em relação ao dólar, de forma que são necessários mais reais para se comprar um dólar.

  • Devedor operacional

    Participante que, por motivos de ordem operacional e quaisquer outros não vinculados à sua solvência, deixar de cumprir as suas obrigações, de forma integral ou parcial, no tempo, lugar e forma estabelecidos pela câmara, em razão de circunstâncias que, a critério da câmara, não afetam a possibilidade de adimplemento.

  • Diferença de Mensalidade

    As importâncias recebidas pela administradoras, a menor ou a maior, em relação ao preço do bem ou conjunto de bens referenciado no Contrato de Adesão vigente na data de realização da respectiva Assembléia Geral Ordinária.

  • Direct Response

    Forma de propaganda cujo objetivo é fazer o consumidor interagir com o marketing do anunciante. Através de campanhas interativas, com participação do público, é possível avaliar o sucesso ou fracasso da campanha publicitária.

  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte

    A DIRF é o documento necessário para gerar a declaração de pessoas jurídicas e físicas que pagaram ou creditaram rendimentos em que tenha havido retenção do imposto de renda na fonte durante o ano.

  • Disclaimer

    É uma ressalva ou um aviso legal que informa ao leitor de um documento as responsabilidades assumidas pelo autor do mesmo documento.

  • Discount Bond (1)

    O Discount Bond (Bônus com Desconto) foi emitido como parte da renegociação da dívida brasileira em 1994 (Plano Brady) e tem vencimento em 2024. O bônus foi emitido em troca de dívida antiga, com desconto de 35% sobre o valor de face (daí seu nome), tem amortização única ao final do trigésimo ano e paga coupons de Libor (London Interbank Offered Rate) de seis meses, mais 0,8125% ao ano. O Discount Bond tem garantia total de principal, com títulos do Tesouro norte americano servindo como colateral, e garantia parcial de juros.

  • Discount Bonds

    São títulos de renda fixa cujo preço está abaixo do valor de resgate. Deep discount bonds são títulos que estão sendo cotados com um desconto de mais de 20% do seu valor de face. Em geral, o preço destes títulos sobe mais rápido quando as taxas de juros caem e cai mais rápido quando as taxas de juros sobem. Um exemplo é o Discount Bond emitido como parte da renegociação da dívida brasileira em 1994 (Plano Brady) e tem vencimento em 2024.

  • Discount Rate

    É a taxa de redesconto norte-americana. Bancos com dificuldades financeiras podem tomar emprestado recursos de curto prazo com o FED, utilizando a Discount Rate. Esta taxa é geralmente mais baixa do que a Federal Funds Rate, mas os recursos não são disponíveis para bancos “saudáveis”.

  • Disponibilidades

    Conta de ativo no balanço patrimonial de uma empresa, que engloba a soma de todos os instrumentos e investimentos de liquidez quase imediata e risco mínimo que, por terem este perfil, podem ser considerados como papel moeda.

  • Dissolução

    Situação em que uma sociedade é extinta e que pode ocorrer de uma das formas abaixo: consenso unânime dos sócios ou, no caso de sociedade com prazo indeterminado, por deliberação da maioria absoluta dos sócios; vencimento do prazo de duração da companhia, com exceção dos casos em que os sócios optarem por prorrogar a mesma por tempo indeterminado; extinção, na forma da lei, de autorização para funcionar

  • Diversificação de Risco

    Terminologia utilizada quando o investidor (ou administrador do fundo de investimento) diversifica a forma como aplica os recursos de sua carteira de investimentos tendo como objetivo reduzir o risco da carteira como um todo.

  • Dívida de Curto Prazo

    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, títulos de curto prazo ou com vencimento próximo etc.) de uma empresa cujo prazo de duração é inferior a um ano. No balanço patrimonial da empresa estas obrigações devem estar incluídas no passivo circulante da empresa.

  • Dívida de Longo Prazo

    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, debêntures, etc.) de uma empresa cujo prazo de duração é superior a um ano. No balanço patrimonial da empresa, estas obrigações devem estar incluídas no passivo de longo prazo da empresa.

  • Dívida Líquida

    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, debêntures, títulos de renda fixa etc.) de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo. Deste montante devem ser deduzidas as disponibilidades da empresa, ou seja, a soma dos instrumentos que podem ser considerados como papel moeda.

  • Dívida Securitizada

    Título de responsabilidade do Tesouro Nacional emitido em decorrência da assunção e renegociação das dívidas da União ou por ela assumidos por força de lei. Estes títulos foram emitidos de forma escritural na Cetip e sua rentabilidade é pós-fixada possuindo várias séries cada qual com um índice de atualização próprio (IGP-DI, Dólar, TR)

  • Dívida Total

    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, debêntures, etc.) de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo.

  • Dividend Payout

    Termo que vem do inglês e significa taxa de distribuição de dividendo. Indicador de análise financeira que denomina a porcentagem do lucro líquido da empresa paga aos acionistas na forma de dividendos. Em geral, empresas em crescimento tendem a reinvestir grande parte do seu lucro líquido e, portanto, apresentam um índice mais baixo que empresas já estabelecidas.

  • Dividendo Cumulativo

    Dividendo que, caso não seja pago durante o exercício, é automaticamente acumulado para o período seguinte.

  • Dividendo Pro-rata

    Dividendo pago proporcionalmente ao período após a emissão das ações até o encerramento do exercício.

  • Dividendos

    Pagamento efetuado pela empresa aos seus acionistas através da distribuição de parte do lucro líquido da empresa, subdividido de acordo com as diferentes classes de ação. O montante, a ser pago em dinheiro e de forma proporcional à quantidade de ações possuídas, deve ser decidido pelo Conselho Administrativo da empresa e, em geral, é pago anualmente, semestralmente ou trimestralmente. Pela Lei das S.A., deverá ser distribuído um dividendo mínimo de 25% do lucro líquido apurado em cada exercício.

  • DOC – Documento de Ordem de Crédito

    Através da facilidade da transação financeira do DOC é possível efetuar transferências entre contas de bancos diferentes de um mesmo titular, ou não.

  • DPVAT

    Sigla para o seguro obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), criado pela Lei n° 6.194/74 com a finalidade de amparar as vítimas de acidentes de trânsito em todo o território nacional, não importando de quem seja a culpa dos acidentes.

  • Dupla Indenização

    Termo usado na indústria de seguros que denomina a cláusula adicional incluída nos seguros de vida que estipula o pagamento em dobro do capital ao segurado caso seu falecimento aconteça por acidente.

  • Duration

    Termo em inglês que denomina uma medida de risco na qual se analisa o impacto da variação dos juros em um determinado ativo, ou carteira de investimentos. A título de ilustração, um ativo cuja duration é 2 tem seu valor aumentado em 2% no caso de uma queda de 1% nos juros.

  • E-business

    Termo que vem do inglês e significa o uso da tecnologia web para negócios, de forma a melhorar a produtividade e aumentar a eficiência das empresas.

  • E-commerce

    Termo que vem do inglês e significa comércio eletrônico. Define a compra e venda de informações, produtos e serviços através da rede mundial de computadores (ou internet).

  • E-procurement

    Termo que vem do inglês e denomina a gestão eletrônica de suprimentos. Plataforma que integra clientes e fornecedores no B2B e B2C, através da internet e que possibilita a redução de custos e também a capacitação de fornecedores, inovações na linha de produtos ou oportunidades na área de marketing.

  • Eficiência

    Termo usado para determinar o rendimento individual dos componentes de um sistema, e que se refere à otimização dos recursos utilizados para a obtenção de resultados.

  • EI Bond (Eligible Interest Bond)

    O Eligible Interest Bond (Bônus de Juros Atrasados) foi utilizado na troca da dívida de responsabilidade do setor público em 1994 (Plano Brady) ao amparo do acordo da dívida externa. Envolve a troca ao par (sem desconto) pela parcela remanescente dos juros não pagos em 1991, 1992 e 1993 até a data de emissão dos novos títulos. Teve um prazo de carência até 1997, quando passou a pagar amortizações semestrais crescentes, e paga juros de Libor de seis meses mais 0,8125%, também semestralmente. O EI Bond não tem garantia de principal ou juros.

  • Elegibilidade

    Termo que denomina situação em que o participante de um determinado plano de previdência atende às exigências tanto para ingresso quanto para saída do plano.

  • Emenda

    Refere-se a uma proposição legislativa apresentada como acessória de uma outra, a principal, que pode ser um projeto de lei, uma proposta de emenda à constituição, um projeto de decreto etc. Em geral, as emendas alteram o mérito da matéria sobre a qual estão sendo apresentadas. As emendas de redação mudam apenas aspectos linguísticos

  • Emissão Direta

    Emissões de títulos públicos realizadas diretamente aos mais diversos agentes econômicos nos termos da Lei, que se destinam à securitização das dívidas da União, operações estruturadas, assunção e refinanciamento das dívidas de Estados, Municípios e empresas estatais.

  • Emissor

    Pessoa jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo, responsável pelas obrigações inerentes aos ativos por ele emitidos, bem como por seus lastros e garantias subjacentes.

  • Emolumento

    De forma genérica é o pagamento ou vantagem concedida a uma pessoa, além do que já recebe de maneira fixa pelo exercício de suas tarefas. (1) No mercado de ações refere-se à taxa paga à Bolsa de Valores por conta dos negócios de compra e venda serem realizados em suas instalações, e não inclui custos com liquidação e custódia das ações. (2) No mercado segurador refere-se às despesas adicionais cobradas do segurado pela companhia seguradora, o que inclui os impostos e encargos incidentes sobre o seguro.

  • Empresa Averbadora

    Termo usado para denominar as empresas que propõem a contratação de plano de previdência coletivo. A empresa não participa do custeio do plano, ou seja, não efetua contribuições e fica somente investida de poderes de representação exclusivos para a contratação da seguradora.

  • Empresa Constituidora (patrocinadora)

    Termo que denomina as empresas que propõe a contratação de planos coletivos de previdência e que participam total, ou parcialmente, do custeio das contribuições ao plano. A empresa fica investida de poderes de representação exclusivos para a contratação do seguro.

  • Empréstimo

    Operação de mútuo de ativos, por determinado prazo e com o pagamento de prêmio pelo tomador ao doador.

  • Encargos

    Multas, reembolsos e quaisquer outros valores devidos à BM&FBOVESPA, que não sejam custos.

  • Encargos Contratuais

    Termo genérico usado para designar os encargos cobrados pelo emissor, que incluem além do custo do financiamento, a remuneração de administração do financiamento e da garantia. Cobrados em geral na forma de um percentual sobre a dívida acumulada pelo crédito rotativo, estes encargos só são devidos a partir do dia seguinte ao do vencimento da fatura. Na fatura mensal, vêm discriminados os Encargos Contratuais do Período e os Encargos Máximos para o Próximo Período. Dessa forma, é possível o titular saber antecipadamente o percentual máximo que irá pagar, caso decida financiar suas compras.

  • Endividamento

    Ocorre quando a pessoa, ou empresa, pega emprestado o dinheiro que necessita. Neste caso, é importante ficar atento aos juros que serão cobrados por quem empresta e a capacidade de pagamento de quem está pegando o dinheiro emprestado. No caso de pessoas físicas, é recomendável que as parcelas dos empréstimos tomados nunca ultrapassem 25% da renda mensal familiar, para que as finanças não saiam do controle.

  • Endividamento de Longo Prazo

    Indicador usado em análise financeira, que serve para entender a estrutura de capital de uma empresa. O indicador é calculado como sendo a porcentagem do capital investido da empresa composta por fundos de longo prazo provenientes de terceiros. O capital investido em uma empresa é definido como a soma das suas obrigações de longo prazo com terceiros (dívida de longo prazo) e do capital investido pelos seus acionistas (patrimônio líquido).

  • Endividamento sobre Patrimônio

    Indicador usado em análise financeira, que expressa a relação entre o capital da empresa contribuído por terceiros e aquele contribuído por seus acionistas. Um indicador baixo significa que a empresa pode ter mais flexibilidade para levantar empréstimos com terceiros, e vice-versa. O endividamento sobre patrimônio de uma empresa é determinado como sendo o resultado da divisão da dívida líquida da empresa pelo seu patrimônio líquido.

  • Endividamento Total

    Indicador financeiro de estrutura de capital, que expressa a relação entre a dívida total da empresa em relação ao capital investido na empresa. O capital investido é definido como a soma da dívida de longo prazo e o patrimônio líquido da empresa.

  • Endomarketing

    Trabalho interno da empresa, que consiste em aplicar uma visão de marketing a todas as rotinas da organização. Modalidade de marketing voltada para todos os segmentos de público diretamente envolvidos com a empresa e que podem funcionar como mensageiros da imagem institucional. Através de ações de comunicação interna, o endomarketing busca reforçar positivamente a imagem da empresa junto a seus funcionários, fornecedores, prestadores de serviço, acionistas, revendedores, franqueados etc, gerando um clima propício ao melhor desempenho, qualidade e produtividade da empresa.

  • Endosso

    (1) Documento usado na indústria de seguros que modifica a apólice de seguro, também é usado quando ocorre alteração do contrato de seguro e pode ser conhecido pelo termo “aditivo”.(2) Transferência da propriedade de um título através de declaração por escrito, geralmente feita no verso, como acontece com os cheques.

  • Equity

    Termo que vem do inglês e denomina o Patrimônio Líquido de uma empresa e pode ser calculado como a diferença entre os ativos totais e os passivos de uma empresa. Termo usado para se referir a investimentos em ações

  • Escriturador

    Pessoa jurídica devidamente autorizada pela CVM para prestar serviço de escrituração de ativos, nos termos da regulamentação em vigor.

  • Estagflação

    Termo que reflete uma situação em que a economia do país se encontra, ao mesmo tempo, em estagnação e com inflação. Por estagnação entenda-se situação em que não existe crescimento da produção, o que se reflete sobre a renda nacional per capita e ao emprego.

  • Estipulante

    Termo usado na indústria de seguros, que denomina a pessoa física ou empresa que contrata um seguro a favor do Segurado.

  • Estrutura de Capital

    Termo que denomina a forma de composição do capital de uma empresa e sua divisão entre capital de terceiros e capital próprio. Quanto maior a parcela de capital de terceiros na estrutura de capital de uma empresa, maior é o grau de alavancagem desta empresa, e vice-versa.

  • Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica

    Análise dos investimentos necessários à implantação de projetos e seus relativos custos operacionais, assim como a possibilidade de sucesso deste projeto.

  • Euro

    Nome da moeda comum adotada por 12 países da União Européia, que passou a existir em 01/01/1999 em substituição às diversas moedas nacionais utilizadas até então. Os países que passaram a adotar o Euro desde 1999 foram Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo e Portugal. A partir de 2001, a Grécia também adotou a moeda comum. As taxas de conversão em relação às diversas moedas nacionais foram fixadas em 1 Euro para cada 40,3399 BEF, 1,95583 DEM, 340,750 GRD, 166,386 ESP, 6,55957 FRF, 0,787564 IEP, 1.936,27 ITL, 40,3399 LUF, 2,20371 NLG, 13,7603 ATS, 200,482 PTE e5,94573 FIM.

  • Euro CD

    Os Euro Certificates of Deposit são títulos de curto prazo emitidos no Euromercado. São emissões realizadas por entidades financeiras, principalmente bancos de grande porte. Na maioria das vezes são denominados em dólares, mas podem também ser emitidos em outras moedas importantes no contexto internacional, como Euro, iene, etc.

  • Euro Commercial Paper

    Títulos de curto prazo emitidos no Euromercado. Em geral, são emissões realizadas por entidades não financeiras, principalmente empresas de grande porte. Na maioria das vezes são denominados em dólares, mas podem também ser emitidos em outras moedas importantes no contexto internacional, como Euro, iene, etc.

  • Eurobônus (Eurobonds)

    Títulos de renda fixa que são emitidos no Euromercado, com prazo mínimo de um ano, podendo também ser denominados em diversas moedas, como dólar, euro etc. Instrumento inicialmente utilizado por emissores de perfil de crédito privilegiado (governos, entidades supra-nacionais, grandes empresas e bancos) com o objetivo de obter custos de captação inferiores a seus respectivos mercados domésticos. Atualmente, os Eurobônus surgem como alternativa aos mercados domésticos de capital para praticamente todas as classes de emissores, incluindo governos e empresas de mercados emergentes.

  • Euroclear

    Denominação dada à central de operações, liquidação e custódia de ativos financeiros e valores mobiliários que fornece serviços para instituições financeiras localizadas em mais de 80 países. Através da CSD (Central Securities Depositary) mantém serviços de custódia e administração de títulos para vários países.

  • Euromercado

    Mercado offshore, ou seja, fora do controle das autoridades domésticas de regulamentação de mercado, que surgiu na Europa na década de 60. O Euromercado surgiu como resposta à crescente regulamentação imposta pelos vários governos europeus aos mercados locais de capitais, sobretudo nos mercados de renda fixa. O Euromercado oferece às empresas uma oportunidade de emitir títulos de dívida ou obter empréstimos fora de seus mercados nacionais, com custos inferiores. Isto só é possível devido a menor regulamentação governamental e ao maior universo de investidores.

  • Evento de custódia

    Obrigações do emissor relativas aos ativos por ele emitidos e depositados na central depositária da BM&FBOVESPA.

  • Evento de custódia voluntário

    Evento de custódia que necessita da manifestação formal do comitente, por meio do agente de custódia, para a geração de efeitos perante a central depositária da BM&FBOVESPA.

  • Evento Gerador

    Termo usado para determinar a ocorrência que dá início ao direito do participante ou de seus beneficiários de receber o benefício contratado. Também pode ser usado o termo evento gerador.

  • Excedente Financeiro

    Termo que determina a diferença entre o rendimento garantido oferecido pela seguradora e a rentabilidade obtida através da aplicação das reservas matemáticas para benefícios dos planos de previdência. Nos planos tradicionais, ou de rendimento garantido, as seguradoras acordam com os investidores um percentual de repartição deste excedente, que varia dependendo do tempo de permanência do participante no plano. No caso de resgates ou cancelamento do plano, poderão ser aplicados redutores sobre a reserva de excedente financeiro disponível.

  • Exclusão de Direito de Preferência

    O estatuto de uma empresa que possuir autorização para aumento de capital pode prever a emissão sem direito de preferência aos antigos possuidores de ações, debêntures ou outros títulos conversíveis em ações.

  • Exigibilidades

    Denominação dada às obrigações, ou exigências financeiras, que uma empresa tenha que arcar. No balanço patrimonial da empresa seria equivalente à soma do Exigível de curto prazo e do Exigível de longo prazo.

  • Extinção de Contrato de Seguro

    Um contrato de seguro se extingue na data do seu vencimento, determinada na apólice, ou quando o segurador paga a indenização ao segurado.

  • Extranet

    Termo em inglês que denomina uma rede de acesso semiprivado, interligando uma comunidade limitada de clientes ou parceiros de negócio, ou organizações que compartilham e/ou trocam informações, ou realizam transações comerciais entre si através de meio eletrônico.

  • FAC – Fundo de Aplicação em Cotas

    Termo que define um tipo básico de fundo de investimentos, onde o fundo não compra e vende papéis e títulos no mercado, mas cotas de outros fundos de investimento, ou seja, é um fundo de fundos. O termo FAC não determina a composição da carteira do fundo, mas apenas a forma de investimento: direta ou através de cotas. Desta forma, um fundo de renda fixa pode ser tanto FAC quanto FIF (Fundo de Investimento Financeiro), sendo que se for FAC ele deverá aplicar seus recursos em cotas de fundos FIF. Na denominação do FAC deverá constar o tipo de fundo em que concentra suas aplicações, sendo que os FACs estão restritos a investir em cotas de fundos de investimento regulamentados pela CVM, em cotas de FIFs e cotas de FIEX (Fundos de Investimento no Exterior). Os FACs não podem investir mais de 25% do seu patrimônio em cotas de um único fundo, a menos que se trate de fundo gerido por instituição que pertença ao mesmo grupo financeiro. Além disto, as ações detidas pelos FACs, através de cotas em outros fundos, não podem exceder 49% do seu patrimônio.

  • FAPI – Fundo de Aposentadoria Programada Individual

    Segundo a Fenaprevi, FAPI é um fundo de investimento voltado à complementação da aposentadoria básica da Previdência Social. Produto de previdência complementar na forma de condomínio capitalizado. Regulamentado pela lei 9.477.

  • Fato Gerador

    Termo usado para determinar a ocorrência que dá início ao direito do participante ou de seus beneficiários de receber o benefício contratado. Também pode ser usado o termo evento gerador.

  • Fato Relevante

    Informação, ou acontecimento, que pode influenciar a decisão dos investidores com relação a um determinado valor mobiliário emitido por uma empresa. Caso os administradores da empresa decidam pela não divulgação da informação por acreditarem que a mesma pode colocar em risco o interesse da companhia, cabe à CVM decidir se a informação deve ou não ser divulgada.

  • Fator de Cálculo de Indenização

    O fator é calculado com base no resultado numérico calculado através do uso de uma taxa de juros e uma tábua biométrica, quando necessário. Este fator é usado para determinar o valor da indenização sob forma de renda que será recebida pelo segurado.

  • Fechamento

    Termo usado para denominar a cotação de fechamento de um determinado título ou valor mobiliário em um determinado dia. Assim sendo, quando falamos que o Fechamento de uma ação no mês de janeiro foi de R$ 10, isto significa que a ação fechou o último pregão do mês de janeiro cotada em R$ 10.

  • Fechamento Anterior

    Termo usado para denominar a cotação de fechamento do dia anterior de um determinado título ou valor mobiliário. Assim sendo, quando falamos que o FecAnt de uma ação foi de R$ 10 isto significa que no pregão do dia anterior ela fechou cotada em R$ 10.

  • Fechamento Médio

    Termo usado para denominar a média da cotação de fechamento de uma determinada ação durante um determinado período (X). Assim sendo quando falamos que o FecMédio(21d) de uma ação foi R$ 10, isto significa que a média simples das cotações de fechamento dos últimos 21 pregões daquela ação foi de R$ 10.

  • Fed (Federal Reserve System)

    O FED (Federal Reserve System), Banco Central dos EUA, é a entidade governamental responsável pela formulação e execução de política monetária norte-americana. Além disso, o FED age como regulador e supervisor do sistema bancário, serve como “banco” do Governo e o assessora em operação financeiras. A taxa de juros do EUA é definida pelo FOMC (Federal Open Market Commitee) o principal órgão do FED. Uma de suas características mais importantes é a independência em relação ao Governo Federal dos EUA,garantindo assim a boa condução da política monetária. O Fed é formado por uma equipe de sete membros escolhidos pelo Governo (Board of Governors), com sede em Washington DC, e por doze bancos regionais localizados nas principais cidades dos EUA (Federal Reserve Banks).

  • Federal Funds Rate (Fed Funds)

    Esta é a principal taxa de juros norte-americana, através da qual os bancos norte-americanos emprestam ou tomam emprestado recursos no mercado interbancário; sendo portanto definida pelo mercado. O FED (Federal Reserve System), através de seu comitê de política monetária, o FOMC, define uma meta para o Fed Funds, e conduz a política monetária norte-americana procurando fazer com que a taxa fique dentro desta meta.

  • Federal Open Market Comittee

    O Federal Open Market Comittee (FOMC) é um colegiado do banco central norte-americano, o Federal Reserve, que se reúne oito vezes ao ano, em intervalos de cinco a seis semanas, para discutir e analisar o cenário econômico local e internacional, com base, principalmente, nos dados do relatório Beige Book. Com base nessas expectativas e dos números dos índices inflacionários, o colegiado define o novo patamar da taxa de juro básica, também conhecida como Fed Funds, além do viés. O FOMC é formado pelos sete membros do Board of Governors do FED (escolhidos pelo governo norte-americano), e por cinco presidentes de Federal Reserve Banks (Bancos Centrais regionais). O presidente do Federal Reserve Bank de Nova York é membro do FOMC de modo contínuo, os demais presidentes são membros de maneira rotativa pelo período de um ano.

  • Federal Reserve (FED)

    É o banco central norte-americano, responsável pela formulação e execução de política monetária. Além disso, o FED age como regulador e supervisor do sistema bancário, serve como “banco” do Governo e o assessora em operações financeiras. A taxa de juros do EUA é definida pelo FOMC (Federal Open Market Commitee) o principal órgão do FED.

  • Federal Reserve Bank

    Termo que denomina os 12 bancos centrais regionais norte-americanos. Cada um dos Federal Reserve Banks dos EUA, é responsável por determinada região. Estes bancos trabalham em conjunto com o FED na condução da política monetária, fornecem informações sobre o desenvolvimento econômico de seus distritos e supervisionam as instituições bancárias de sua região.

  • Fenacor

    Sigla que denomina a Federação Nacional dos Corretores de Seguros, entidade que congrega os Sindicatos dos Corretores de Seguros estaduais.

  • Fiança

    No caso de dívidas, é uma forma de garantia: caso o devedor deixe de cumprir com a obrigação assumida, uma terceira pessoa terá que arcar com o pagamento desta obrigação.

  • FIE – Fundo de Investimento Especialmente Constituído

    A carteira destes fundos é constituída de acordo com as regras do Conselho Monetário Nacional que estabelece como devem ser aplicadas. Este é o caso, por exemplo, dos fundos formados com recursos captados por seguradoras, empresas de capitalização e entidades de previdência privada. Os recursos destes fundos são usados para o pagamento de indenizações e benefícios aos segurados, ou participantes.

  • FIF – Fundo de Investimento Financeiro

    O termo FIF define um tipo básico de fundo, que independe da composição da sua carteira. Os FIF surgiram com a última alteração nas regras dos fundos, e englobam vários tipos de fundos de investimento, como por exemplo: renda fixa, DI, derivativos, etc. A forma com que os recursos são aplicados depende do regulamento do fundo e regras de enquadramento do Banco Central. Entretanto, no mínimo 51% do patrimônio do fundo deve estar aplicado em títulos de renda fixa, sendo que os investimentos em ações não podem exceder 49% do patrimônio do fundo.

  • Financiamento

    Quando se compra algo, um bem de maior valor, por exemplo, e se estabelece o compromisso de saldá-lo num longo período de tempo, em parcelas acrescidas de encargos. É o caso do financiamento imobiliário.

  • Firewall

    Termo que vem do inglês e é usado na área de tecnologia e significa parede de fogo. Trata-se de um sistema desenvolvido para garantir a integridade e segurança das informações ou dados existentes em uma rede de computadores, assim como controlar o acesso a esta mesma rede.

  • FITVM

    O termo Fundos de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários é a unificação, a partir de julho de 2000, dos antigos FMIA (Fundos Mútuos de Investimento em Ações) e FMIA-CL (fundos mútuos de investimento em ações carteira livre). Estes fundos investem pelo menos 50% do seu patrimônio em aplicações de renda variável, o que inclui ações de empresas com registro na CVM, ADRs/IDRs, certificados e recibos de depósito de valores mobiliários, posições em mercados derivativos envolvendo contratos em ações e índices de ações, contratos de commodities, operações de empréstimo de ações, etc. Além disto, os recursos dos FITVM também podem estar aplicados em títulos de dívida pública e títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras. Estes fundos podem ser constituídos de forma aberta, ou fechada, da mesma forma como os FIFs.

  • FLIRB (Front Loaded Interest Reduction Bond)

    O termo FLIRB, que significa Bônus de Redução Temporária dos Juros, se refere a um título de renda fixa emitido como parte da renegociação da dívida brasileira em 1994 (Plano Brady), com vencimento em 2009. Teve prazo de carência até 2003, quando passou a pagar amortizações semestrais fixas.

  • FOMC (Federal Open Market Commitee)

    É o colegiado mais importante do FED (Federal Reserve System), o banco central dos EUA, no que se refere à política monetária. É o FOMC quem define a meta da taxa de juros norte-americana, e conduz as operações de mercado aberto de acordo com a meta de juros estipulada. O FOMC é formado pelo Board of Governors do FED e por cinco presidentes de bancos centrais regionais, os Federal Reserve Banks. O chairman do FED é também chairman do FOMC.

  • Fornecedor

    Qualquer organização que forneça bens e serviços, sendo que o uso destes bens e serviços pode acontecer em qualquer estágio da produção. Podem ser incluídos como fornecedores os distribuidores, revendedores, bem como os indivíduos que suprem a empresa com materiais e componentes.

  • Franqueado

    Pessoa física ou jurídica a quem é outorgado o direito de uso e exploração do conceito de negócio e demais direitos relacionados a um determinado sistema de franquia. Em troca deste direito o franqueado deve pagar uma remuneração para a empresa franqueadora.

  • Franqueadora (empresa)

    Pessoa jurídica detentora dos direitos de uso e exploração de um conceito de negócio e das marcas comerciais que o identificam. Em troca da concessão destes direitos, a empresa franqueadora recebe uma remuneração do franqueado.

  • Franquia (de seguro)

    O termo franquia reflete a parcela da indenização que fica a cargo do segurado, isto é, quanto você tem que pagar para ter direito ao recebimento da indenização. Desta forma, não é difícil entender que, quanto maior a franquia estabelecida no contrato, menor é o risco da seguradora, pois você está pagando uma parte maior da indenização, e conseqüentemente, menor deve ser o valor do prêmio que você terá que pagar. Existem vários tipos distintos de franquia no setor de seguros, como por exemplo: Franquia dedutível: parte do sinistro apurado que não é paga pelo seguro, sendo que a franquia é deduzida do montante que a seguradora estaria, de outro modo, obrigada a pagar; Franquia facultativa: trata-se da franquia que é solicitada pelo segurado; Franquia obrigatória: trata-se da franquia que é imposta pelo segurador; Franquia simples: trata-se da franquia que o segurador não paga, quando o prejuízo for inferior a um determinado valor da apólice, e não deduz, quando os prejuízos forem maiores que o citado valor.

  • Franquia (sistema de)

    Sistema através do qual a empresa franqueadora cede ao franqueado o direito de uso da marca, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semi-exclusiva de produtos ou serviços. Em alguns casos, a empresa franqueadora também cede o uso de tecnologia de implantação e administração de negócios desenvolvidos e detidos pela própria franqueadora. Em troca, a empresa franqueadora recebe do franqueado uma remuneração direta ou indireta, sem que com isto fique caracterizado qualquer vinculo empregatício

  • Fundo Balanceado

    Esta é a menor categoria individual dentre as várias categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento), que inclui os fundos regulamentados pelo BACEN ou pela CVM que busquem retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos (renda fixa, ações, câmbio, por exemplo). Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado e através de deslocamentos táticos entre as classes de ativos ou estratégia explícita de re-balanceamento de curto prazo, mas não usam alavancagem. Por investirem em várias classes de ativos não podem ser comparados com um indicador de referência de apenas uma classe de ativos, como por exemplo, 100% CDI, e devem explicitar o mix de ativos com o qual sua rentabilidade deve ser comparada.

  • Fundo Cambial

    Esses fundos foram renomeados de fundos referenciados cambiais para fundos cambiais. Os fundos cambiais mais comuns encontrados no mercado investem em títulos atrelados à variação da taxa de câmbio do real frente ao dólar norte-americano. Entretanto, existem outros fundos que oferecem proteção em relação a outras moedas, o euro, por exemplo. O principal fator de risco da carteira de um fundo classificado como “Cambial” deve ser a variação de preços de moeda estrangeira ou a variação do cupom cambial. É recomendado para investidores moderados, que buscam preservar o poder de compra de seu patrimônio na moeda estrangeira ao longo do tempo. Porém, nestes fundos o investidor também está sujeito às oscilações das taxas de juros domésticas sobre a moeda estrangeira.

  • Fundo Comum

    É o somatório das importâncias recebidas dos consorciados para a aquisição do bem ou conjunto de bens e para a utilização, nas hipóteses previstas no Contrato de Adesão.

  • Fundo de Aval

    O fundo de aval é um instrumento financeiro criado por prefeituras, estados, federações de comércio e associações de indústrias, juntamente com o Sebrae. O objetivo do fundo é prestar garantia (total ou parcial) aos empréstimos levantados por micro e pequenas empresas, que não consigam apresentar outras formas de garantia.

  • Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)

    Consiste em uma contribuição paga pela empresa aos funcionários, recolhida através da Caixa Econômica Federal, onde é depositada mensalmente uma parcela referente a 8% do salário bruto do empregado, lembrando-se de que não pode haver descontos no salário dos trabalhadores referentes a estes depósitos efetuados. Devido ao pagamento dos expurgos dos planos econômicos Verão e Collor I, as empresas foram forçadas a contribuir ao FGTS com base em uma alíquota de 8,5%, sendo que os recursos adicionais recebidos não são repassados para o trabalhador, mas sim usados para custear o pagamento destes expurgos. A medida termina em dezembro de 2006.

  • Fundo de liquidação

    Conjunto de recursos financeiros e ativos depositados na câmara por participantes e a BM&FBOVESPA com o objetivo de cobertura de perdas associadas ao potencial inadimplemento de um ou mais membros de compensação perante a câmara.

  • Fundo de Pensão

    Conjunto de recursos obtidos através da contribuição de empregados e da empresa administradora por uma entidade a ela vinculada. Estes recursos são aplicados em uma carteira diversificada de ações e outros títulos mobiliários e imóveis. O objetivo dos fundos de pensão é o de gerar uma renda complementar para a aposentadoria das pessoas que participam do fundo.

  • Fundo de Pensão Instituído

    Tipo de plano de previdência complementar que é patrocinado por sindicatos, associações de classe, conselhos de profissionais e cooperativas, e que garantem o pagamento de benefícios previdenciários complementares aos pagos pela previdência social. Inicialmente, somente os participantes podiam efetuar contribuições, direito que foi estendido às empresas empregadoras desses participantes. As associações, por sua vez, não efetuam contribuições.

  • Fundo de Previdência

    Inclui os FAPIs e os PGBLs, voltados para a garantia da aposentadoria dos investidores, e que permitem a dedução dos valores da contribuição do imposto a pagar até um limite de 12% da renda bruta anual do investidor. Como não podem investir mais do que 49% dos recursos em renda variável contam com as mesmas subcategorias dos fundos referenciados, dos fundos de renda fixa e dos fundos multimercados.

  • Fundo de Renda Fixa

    Uma das nove categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento) esta categoria de fundos inclui os fundos cuja carteira é composta basicamente por ativos de renda fixa, ou ativos que se comportam como tal como, por exemplo, derivativos. Existem basicamente quatro sub-categorias de fundos de renda fixa, que são os fundos de renda fixa tradicionais, os renda fixa crédito, os renda fixa multi-índices e os renda fixa alavancados, sendo que a diferença entre eles está na forma com que aplicam os recursos da sua carteira de investimentos.

  • Fundo de Renda Fixa Alavancados

    Uma das quatro subcategorias de fundos de renda fixa, que engloba os fundos que investem em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço, excluindo-se, porém investimentos que impliquem em risco de oscilações de moeda estrangeira e de renda variável (ações, etc.). A única diferença com relação aos multi-índices é que estes fundos podem inclusive realizar operações que impliquem em alavancagem do patrimônio, enquanto nos multi-índices isto não é permitido.

  • Fundo de Renda Fixa Crédito

    Uma das quatro sub-categorias de fundos de renda fixa, que engloba os fundos de renda fixa que buscam uma rentabilidade mais atrativa através do investimento em títulos privados, como debêntures de empresas brasileiras. Desta forma, além de estar exposto aos riscos do mercado de juros, o investidor também corre risco de crédito caso as empresas que emitiram os títulos enfrentarem dificuldades financeiras atrasando ou suspendendo o pagamento dos juros destes títulos, o que acabaria refletindo no valor das cotas.

  • Fundo de Renda Fixa Tradicionais

    Uma das quatro sub-categorias de fundos de renda fixa, que engloba os fundos de renda fixa que buscam uma rentabilidade acima da CDI, e para isso trabalham com um perfil mais agressivo de risco. A composição entre títulos pré e pós-fixados depende da visão que o gestor têm sobre a evolução nas taxas de juros, mas em geral, esses fundos investem em ativos pré-fixados.

  • Fundo de Renda Variável

    Englobam fundos do tipo FITVM onde a maior parte da carteira está investida em ações, ou ativos de maior volatilidade. Além dos fundos de ações, essa categoria também inclui os fundos cambiais, fundos de derivativos e fundos de dívida externa.

  • Fundo de Reserva

    É o somatório das importâncias recebidas dos consorciados para a capitalização do grupo e utilização nas hipóteses previstas no Contrato de Adesão.

  • Fundo DI (ou referenciado em DI)

    Nos fundos DI, pelo menos 95% da carteira é composta por títulos que acompanham a variação do CDI, sendo que pelo menos 80% da carteira deve ser aplicada em títulos públicos federais, ou privados, com baixo risco de crédito. Além disso, esses fundos não podem se utilizar derivativos para aumentar a rentabilidade, podendo usá-los somente para efeito de hedge. Por aplicarem a maior parte dos seus recursos em títulos pós-fixados, os fundos DI são indicados para momentos de alta dos juros.

  • Fundo Exclusivo

    Nos fundos exclusivos o número de cotistas é limitado, e em geral é composto por grandes investidores como fundos de pensões. Nestes fundos nenhum dos cotistas pode deter mais do que 49% das cotas emitidas do fundo, com exceção dos casos em que este cotista é: Fundo de cotas FITVM; Seguradora ou sociedade de capitalização; Entidade aberta de previdência privada.

  • Fundo FGTS

    Uma das sub-categorias de fundos mútuos de privatização (FMPs), como os fundos da Petrobras lançados em agosto de 2000 e os da vale do Rio Doce lançados em março de 2002, em que os investidores usaram recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para comprar cotas dos FMPs.

  • Fundo Imobiliário

    São fundos cujos recursos captados são direcionados a empreendimentos imobiliários específicos, como, por exemplo, flats, hotéis e shoppings. Em alguns casos são fechados e dirigidos a grandes investidores, e em outros possuem cotas nas quais pequenos investidores também podem investir. A rentabilidade dos fundos imobiliários (FI) se origina no recebimento dos direitos sobre os imóveis, como aluguéis e concessões, exatamente como num investimento imobiliário convencional. Em teoria o benefício de se aplicar em um fundo de investimento imobiliário é o da diversificação do risco, na medida que o montante recebido pelo fundo é dividido igualmente entre os cotistas, balanceando as perdas por inadimplência ou não locação do imóvel com os ganhos das outras unidades. Para se ter uma situação equivalente a essa no mercado imobiliário seria necessário possuir uma grande carteira de imóveis, o que demandaria um patrimônio muito maior do que o necessário para participar de um fundo.

  • Fundo Multimercado

    Estes fundos diversificam a forma com que os recursos captados junto aos cotistas são aplicados, através do investimento em vários mercados ao mesmo tempo, além de poderem usar derivativos para alavancar seus rendimentos. Existem basicamente quatro subcategorias de fundos multimercados. Os fundos multimercados sem renda variável aplicam no mercado de renda fixa e câmbio, enquanto os multimercados sem renda variável e com alavancagem aplicam nestes mesmos mercados e se utilizam de derivativos. As duas últimas subcategorias são os multimercados com renda variável e os multimercados com renda variável e alavancagem. A diferença deles com relação aos sem renda variável é que também podem investir no mercado de ações desde que não superem o limite de 49% do seu patrimônio.

  • Fundo Não Referenciado

    Esses fundos não precisam ter 95% da carteira de investimentos aplicados em títulos que acompanham a variação de um determinado indicador de mercado.

  • Fundo Offshore

    Termo usado para denominar os fundos cujas carteiras de investimentos aplicam parte dos recursos disponíveis no exterior.

  • Fundo PIBB (Papéis Índice Brasil Bovespa – 50)

    Fundo de investimento constituído por ações de empresas que pertencem ao BNDESPAR e que busca replicar o retorno do IBrX-50. No caso da primeira emissão, lançada em 2004, o BNDES ofereceu garantia de recompra para aplicações de até R$ 25 mil, após um ano da aplicação. Já para a segunda emissão, em 2005, a garantia foi de R$ 50 mil.

  • Fundo Referenciado

    Existem basicamente três tipos de fundos referenciados: referenciados DI, referenciados cambial e referenciados outros. Os primeiros devem seguir o mais próximo possível as variações do CDI/SELIC. Já os referenciados câmbio devem seguir o mais próximo possível as variações da moeda norte-americana. Enquanto os referenciados outros buscam acompanhar qualquer parâmetro de performance que não os dos mercados de câmbio (variação do dólar) ou de juros de curto prazo (CDI). Em todos esses fundos, pelo menos 95% da carteira de investimentos deve ser composta por ativos que seguem a variação de um determinado indicador de mercado

  • Fundo Renda Fixa Multi-Índice

    Uma das quatro subcategorias de fundos de renda fixa, que engloba os fundos de renda fixa que buscam uma rentabilidade mais atrativa através do investimento em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, ou seja, títulos públicos ou privados, assim como adotam estratégias que impliquem em risco de índices de preço. Desta forma, estão incluídos nesta categoria os fundos de renda fixa com risco de indexadores (fundos IGPM, etc.), sem alavancagem. Estes fundos não podem investir em ativos que impliquem em risco de oscilações de moeda estrangeira e de renda variável (ações, etc.).

  • Fundos de Dívida Externa

    Uma das categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento), estes fundos foram criados como uma alternativa de diversificação em moeda estrangeira. Pelo menos 80% dos recursos devem estar direcionados a títulos de dívida externa e até 20% em títulos de crédito negociáveis no mercado internacional. Estes fundos não recebem tributação no Brasil, mas sim estão sujeitos a uma taxação no exterior.

  • Ganho de Capital

    O ganho de capital é definido como sendo a diferença entre os rendimentos recebidos com a venda de um determinado ativo (ações, imóveis etc.) e o custo de aquisição deste mesmo ativo. O ganho de capital bruto é definido como o ganho antes da incidência de impostos (sobretudo imposto de renda), enquanto ganho líquido é definido como o ganho após a incidência de impostos.

  • Ganho líquido

    No mercado a vista equivale à diferença entre o valor de venda de um determinado ativo financeiro e o seu custo de aquisição. Já no mercado futuro é determinado como sendo o resultado da soma dos ajustes diários ocorridos em cada mês. Em ambos os casos a alíquota de imposto é de 20%.

  • Garantia

    O termo garantia, ou colateral, se refere aos itens usados por uma empresa ou indivíduo para sustentar o crédito quando levanta um financiamento. Assim, a garantia de um empréstimo pode ser qualquer ativo sobre o qual o credor (quem emprestou o dinheiro) tem um direito legal, que pode ser exercido caso o tomador do empréstimo não cumpra alguma das cláusulas do contrato.

  • Garantia Mínima

    Nos planos tradicionais de previdência, prevê a correção da carteira do participante de acordo com uma rentabilidade mínima de IGP-M mais 6% ao ano.

  • Garantia Solidária

    Um dos tipos de garantia existentes. Ao contrário da garantia tradicional, na garantia solidária pessoas de uma mesma comunidade mutuamente avalizam uma operação de crédito. Neste tipo de garantia, se uma pessoa do grupo não cumpre seus compromissos, todas as outras são solidariamente responsáveis. Ver também sociedade de garantia solidária.

  • Garantias

    Ativos, recursos financeiros, direitos, contratos e outros instrumentos depositados para assegurar a certeza do cumprimento das obrigações dos participantes.

  • GDP

    Sigla em inglês que significa Gross Domestic Product, o que equivale em português ao Produto Interno Bruto, ou PIB. O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente relatório sobre o Produto Interno Bruto (PIB), responsável pela mensuração do volume de bens e serviços produzidos na economia em determinado período. Esse índice é formado por cinco componentes: consumo, investimento, gastos governamentais, nível de estoque e saldo de comércio externo. É importante ressaltar que o consumo representa 2/3 do PIB norte-americano, e é um dos componentes com menor volatilidade dentro do índice.

  • Gestão de Qualidade

    Estratégia administrativa que se desenvolve com a participação dos recursos humanos da empresa, e que tem como objetivo a satisfação do cliente, através da oferta de produtos ou serviços de qualidade superior.

  • Gestão Empresarial

    Planejamento, organização, liderança e controle das pessoas que compõem uma empresa e das tarefas e atividades por elas realizadas.

  • Gestão Tecnológica

    Estratégia de utilização de técnicas de administração, com a finalidade de maximizar o potencial tecnológico da empresa.

  • Globalização

    Estágio avançado de internacionalização e integração da economia mundial.

  • Governança Corporativa

    Termo que denomina um sistema que garante o tratamento igualitário entre os acionistas, além de transparência e responsabilidade na divulgação dos resultados da empresa. Através da prática da governança corporativa os acionistas podem efetivamente monitorar a direção executiva de uma empresa. Dentre as medidas estabelecidas por empresas que seguem a prática da boa governança devem constar quatro princípios básicos: tratamento igual a acionistas minoritários e majoritários, transparência na relação com o investidor, adoção de normas internacionais nos registros contábeis e cumprimento das leis. Vários países adotam códigos das melhores práticas de governança corporativa. No Brasil, este documento foi preparado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), em maio de 1999. O projeto teve apoio da Bolsa de Valores de São Paulo, que patrocinou o lançamento do código.

  • Grupo de Consórcio

    É a sociedade de fato constituída para os fins referidos na cláusula 4 (quarta) deste instrumento , com prazo de duração previamente estabelecido. O grupo é representado pela administradora, ativa ou passivamente, em juízo ou fora dele, para defesa dos direitos e interesses coletivamente considerados e para a execução do Contrato de Adesão.

  • Habilitação

    Procedimento pelo qual o participante detentor de autorização de acesso, após cumprir todos os requisitos indicados nas regras de acesso estabelecidas em regulamento e manual específicos da BM&FBOVESPA, está apto a atuar em determinado ambiente, mercado ou sistema administrado pela BM&FBOVESPA.

  • Habitação multifamiliar ou coletiva

    Compreende a área do imóvel que é subdividida para utilização por mais de uma família. Neste caso, a divisão das despesas entre os moradores deve estar bem clara no contrato de locação. O locador tem a missão de apresentá-las e comprová-las.

  • Headhunter

    Termo que vem do inglês e denomina um grupo de pessoas ou empresas especializadas na procura de profissionais e cuja remuneração, em geral, é determinada como percentagem do salário inicial do profissional.

  • Hedge

    Termo que vem do inglês e que significa salvaguarda. Também denomina administração do risco como, por exemplo, o ato de tomar uma posição em outro mercado (futuros, por exemplo) oposta à posição no mercado à vista, para minimizar o risco de perdas financeiras em uma alteração de preços adversa.

  • High Yield

    Do inglês significa alta taxa de retorno. Em geral se refere a títulos, ou empréstimos de empresas, que pagam juros excessivamente altos. Esta denominação foi criada de forma a diferenciar estas empresas das companhias que, por gozarem de uma situação de crédito mais confortável, conseguem obter financiamento a uma taxa de juro mais baixa. Assim, o mercado de high yield concentra as obrigações de empresas que necessitam pagar taxas mais elevadas para obter financiamento, tanto em função de fracos indicadores financeiros, quanto de sua localização geográfica. Isso acontece porque muitas empresas de bons indicadores estão situadas em países com perfil maior de risco maior, o que reflete no maior custo de captação destas empresas.

  • Holding

    Termo usado em contabilidade para denotar a empresa que possui, como atividade principal, a participação acionária em uma ou mais empresas. A maior fonte de receita destas empresas são dividendos provenientes das empresas nas quais a companhia holding tem participações. É bastante comum a criação deste tipo de companhia por motivos fiscais.

  • Housing Starts

    O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente resultado da pesquisa sobre Housing Starts, contendo a mensuração do número de casas em construção nos EUA em um período móvel de 12 meses. Esse índice é importante, visto que o setor imobiliário possui elevada participação na composição do PIB (Produto Interno Bruto), e serve como termômetro da situação da economia local.

  • IBC-Br

    É o Índice de Atividade Econômica do Banco Central. Por ser divulgado mensalmente, o mercado considera o IBC-Br um índice que antecipa o resultado do PIB (Produto Interno Bruto), anunciado a cada três meses pelo IBGE.

  • ICV Dieese

    Índice de preços que busca apurar a evolução mensal do custo de uma cesta básica de produtos consumida por uma família padrão no município de São Paulo. O índice é elaborado para três estratos distintos.

  • IDHU – Índice de desenvolvimento humano

    Indicador composto de qualidade de vida, desenvolvido pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) baseado no tripé renda, saúde e educação. A renda é medida pelo PIB real per capita, a saúde pela expectativa de vida e a educação pelas taxas de alfabetização de adultos e de matrículas no ensino fundamental, médio e de terceiro grau combinadas.

  • IDU (Interest Due and Unpaid)

    Título de dívida externa que foi emitido em 1991 como parte da renegociação da moratória decretada no governo Sarney. Tecnicamente não era um Brady Bond, já que foi emitido antes das negociações que resultaram no Plano Brady em 1994. Com vencimento em 2001, teve prazo de carência de três anos e pagava juros semestrais de Libor de 6 meses mais 0,8125%. O IDU não tinha garantia de principal ou juros e foi um dos ativos da dívida externa brasileira mais negociados.

  • IGP-DI – Índice Geral de Preços (Disponibilidade Interna)

    O IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) é divulgado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas. Esse índice mede a evolução geral de preços na economia, criando assim uma medida da inflação nacional. O IGP-DI é composto pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC – peso de 30%), Índice de Preços no Atacado (IPA – peso de 60%) e Índice Nacional de Construção Civil (INCC – peso de 10%). O período de coleta de preços para o índice é o mês cheio, ou seja, do primeiro ao último dia do mês

  • IGP-M – Índice Geral de Preços (Mercado)

    O IGP-M é divulgado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas. Esse índice, bastante utilizado pelo mercado, mede a evolução geral de preços na economia, criando assim uma medida da inflação nacional. O IGP-M é composto pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC – peso de 30%), Índice de Preços no Atacado (IPA – peso de 60%) e Índice Nacional de Construção Civil (INCC – peso de 10%). O período de coleta de preços para o índice se dá entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência.

  • Importância Segurada

    Valor monetário atribuído ao patrimônio ou às expectativas de prejuízo para as quais o segurado deseja obter cobertura de seguro, também pode ser determinado como o limite da responsabilidade da seguradora que não deve ser superior ao valor do bem.

  • Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS)

    Tributo instituído pelos Estados da Federação e que está embutido no preço de diversos produtos e serviços. Por exemplo, no Estado de São Paulo, na maior parte dos casos, o ICMS corresponde a um percentual de 18%, mas para certos alimentos básicos cai para 7% e para produtos considerados supérfluos, como cigarros, cosméticos e perfumes, o percentual atinge 25%. O tributo incide sobre a diferença do total de vendas e compras realizadas pela empresa.

  • Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)

    O Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF, que incide sobre operações de crédito, de câmbio e seguro e operações relativas a títulos e valores mobiliários) é um imposto brasileiro. É um imposto federal, ou seja, somente a União tem competência para instituí-lo (Art.153, V, da Constituição Federal). O fato gerador do IOF ocorre: nas operações relativas a títulos mobiliários quando da emissão, transmissão, pagamento ou resgate destes títulos; nas operações de câmbio, na efetivação do pagamento ou quando colocado à disposição do interessado; nas operações de seguro, na efetivação pela emissão de apólice ou recebimento do prêmio; nas operações de crédito, quando da efetivação de entrega parcial ou total do valor que constitui o débito, ou quando colocado à disposição do interessado (neste item inclui-se o IOF cobrado quando do saque de recursos colocados em aplicação financeira, quando resgatados em menos de 30 dias.As alíquotas utilizadas podem ser fixas, variáveis, proporcionais, progressivas ou regressivas.

  • Inadimplência

    Ocorre quando alguém deixa de pagar uma dívida ou um compromisso financeiro assumido. Exemplo: quem toma um empréstimo no banco ou aluga um imóvel e não paga as parcelas conforme combinado.

  • Inadimplência

    Descumprimento de obrigações no tempo, no lugar e na forma devidos, podendo ou não ser sanado.

  • Inadimplente

    Participante, inclusive comitente, que não cumpriu suas obrigações, no tempo, no lugar e na forma estabelecidos pela BM&FBOVESPA e que seja assim declarado por ela.

  • Incentivos fiscais

    Situação em que o governo renuncia parte dos tributos arrecadados em troca de investimentos em áreas que o governo pretende estimular. Esses incentivos podem beneficiar o contribuinte diretamente (quando ele mesmo paga menos tributos), ou indiretamente (quando ocorre através da redução no preço de venda de alguns bens e serviços que ele consome).

  • Incorporadora

    Empresa responsável por planejar, obter as licenças e desenvolver um empreendimento imobiliário. Nem sempre a incorporadora constrói esses imóveis – muitas vezes, a parte da obra é terceirizada para uma construtora. O mesmo ocorre com a área de vendas dos imóveis, que geralmente é de responsabilidade de uma imobiliária.

  • Incubadora de Empresas

    Agente facilitador que estabelece mecanismos de criação e desenvolvimento de micro e pequenas empresas industriais ou de prestação de serviços, através da formação complementar do empreendedor em seus aspectos técnicos e gerenciais.

  • Indenização

    Termo que determina a reparação de um dano sofrido pelo segurado. Sempre que os danos atingem ou ultrapassam 75% do valor segurado, ou quando o bem desaparece completamente, ou se torna definitivamente impróprio para o fim a que se destinava, a indenização é tida como integral.

  • Indexador

    Termo usado para se referir ao índice utilizado para atualização monetária de um determinado valor. Dentre os indexadores mais usados no país estão os índices de inflação, como o IGP-M, o IPCA e o IPC-FIPE.

  • Indicadores

    Informações numéricas que servem para relacionar as entradas (matéria prima e recursos em geral) e saídas (produtos), assim como o desempenho dos processos de uma empresa.

  • Indicadores de Atividade

    Os indicadores de atividade são usados na análise financeira de uma empresa e servem para medir a rapidez com que várias contas são convertidas em vendas ou caixa. Entre os indicadores mais utilizados estão: giro de estoques, giro de caixa e período médio de cobrança.

  • Indicadores de Estrutura de Capital

    Esses indicadores são usados em análise financeira e permitem analisar a posição de endividamento e capacidade de uma empresa em gerar caixa suficiente para o pagamento de juros e principal de suas dívidas. Entre os indicadores mais utilizados estão os indicadores de endividamento, de retenção de lucro, etc.

  • Indicadores de Liquidez

    Os indicadores de liquidez calculam a capacidade da empresa em gerar um fluxo de caixa suficiente para cobrir suas despesas de curto e longo prazo. Os principais indicadores de liquidez são capital circulante, índice de liquidez corrente, liquidez seca e liquidez geral.

  • Indicadores de Rentabilidade

    Usados na análise financeira de empresas, estes indicadores permitem avaliar os lucros da empresa em relação a um dado nível de vendas, de ativos e de capital investido. Dentre os indicadores mais usados estão: retorno sobre patrimônio líquido, retorno sobre ativos e retorno sobre vendas (ou margem líquida).

  • Indice de Eficiência

    É um indicador que busca medir o desempenho operacional de uma instituição financeira. Não há uma padronização contábil específica para o índice de eficiência, de modo que comparações diretas entre dados de empresas diferentes precisam ser vistas com cuidado. Basicamente, o indicador é definido como a divisão da soma das despesas de pessoal e administrativas pela soma das receitas com intermediação financeira e serviços.

  • Industrial Production

    O Federal Reserve divulga mensalmente relatório contendo informações sobre a produção industrial nos EUA, contando inclusive com a indústria mineradora. Os analistas, em geral, utilizam os dados desse relatório para traçar as estimativas para o desempenho da economia e da inflação nos próximos meses. Isso porque se uma indústria estiver operando em plena capacidade, no curto prazo, seria difícil elevar a produção. Desse modo, se a demanda for maior do que a oferta, o produtor pode elevar suas margens de lucro, sem causar danos as vendas, impulsionando a inflação

  • Initial Claims

    O Departamento de Trabalho dos EUA calcula semanalmente o volume de pedidos de auxílio-desemprego requeridos pelos norte-americanos, que serve como parâmetro das condições do mercado de trabalho local. Além disso, esse índice é bastante acompanhado pelos analistas, visto que pedidos acima da barreira dos 400 mil geralmente sinalizam uma deterioração das condições do mercado de trabalho.

  • INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor

    Divulgado aproximadamente no 8o dia útil de cada mês, o INPC é calculado pelo IBGE e tem como objetivo acompanhar a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços definidos. O público-alvo do índice é formado por famílias, com rendimento mensal entre 1 e 8 salários mínimos, cujo chefe seja assalariado em sua ocupação principal. A pesquisa de preços é feita nas principais regiões metropolitanas do país, entre o primeiro e último dia de cada mês.

  • INSS

    Sigla que denomina o Instituto Nacional do Seguro Social. O INSS é uma instituição filiada à Previdência Social, com a finalidade de promover a arrecadação, a fiscalização e a cobrança das contribuições sociais, gerir os recursos do Fundo de Previdência e Assistência Social (FPAS) e, conceder e manter os benefícios previdenciários.

  • Inteligência Competitiva

    É o resultado da análise de informações e dados coletados, que irá embasar decisões. É feita aqui a distinção entre “dado” (valor sem significado), “informação” (dado com significado) e “conhecimento” (informação estruturada e contextualizada). O conceito de inteligência competitiva é ilustrado como sendo uma “pirâmide” com três camadas: fontes, análise e sistema de inteligência.

  • Interstício

    Corresponde ao intervalo necessário entre atos de procedimento legislativo, sendo contado pelo número de sessões ordinárias ou pelo número de dias úteis, conforme determinação do regimento interno de cada casa do Congresso

  • Intranet

    Termo que vem do inglês e denomina a rede de comunicações interna de uma empresa, que possibilita a integração das tecnologias e oferece aos seus usuários benefícios imediatos, tais como melhoria da comunicação entre empregados, gestão mais eficaz das competências, distribuição e utilização de aplicações etc.

  • Investidor

    Pessoa física, jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo que participa como titular das operações realizadas por sua conta e ordem por intermédio de um participante e liquidadas por intermédio também de um participante e que utiliza os serviços de um agente de custódia para a custódia de seus ativos na central depositária da BM&FBOVESPA e de um participante Selic para a custódia de títulos públicos federais no SELIC.

  • Investidor de Risco

    Indivíduo que investe temporariamente em empresas emergentes com evidente potencial de crescimento, e que tem como objetivo obter uma rentabilidade acima das alternativas disponíveis no mercado financeiro. Em geral, estes indivíduos participam da gestão da empresa, durante o período de duração do investimento.

  • Investidor qualificado

    Classe de investidor institucional, ou profissional, que já está familiarizado com as operações de investimento realizadas no mercado financeiro e de capitais. A CVM editou regulamentação estabelecendo os critérios de definição deste tipo de investidor, dentre os exemplos deste tipo de investidor podemos citar: fundações, seguradoras, administradores de recursos, etc.

  • Investimento

    Emprego da poupança em atividade produtiva, com o objetivo de auferir ganhos a médio ou longo prazo. É utilizado, também, para designar a aplicação de recursos em algum tipo de ativo financeiro.

  • Investment grade

    Termo em inglês para qualificar empresas ou governos com boa capacidade de pagamento, aqueles com “grau de investimento”.

  • IPC – Índice de Preços ao Consumidor

    Divulgado na 1ª ou 2ª semana do mês, o IPC pé calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) todos os meses. A pesquisa de preços é feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 2 a 6 salários mínimos. A coleta dos dados vai do primeiro ao último dia de cada mês

  • IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo

    Divulgado aproximadamente no 8o dia útil do mês, o IPCA é utilizado pelo Banco Central do Brasil para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação. É um índice mensal, divulgado pelo IBGE, que acompanha a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços. O público alvo do índice é a população com faixa de renda entre 1 e 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte dessa renda, nas principais regiões metropolitanas do país. A pesquisa de preços é feita entre o primeiro e último dia de cada mês

  • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

    Trata-se do imposto devido pelas empresas que industrializam seu próprio produto, sendo que as alíquotas variam de acordo com cada tipo de produtos e são definidas na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI.

  • IPO – Initial Public Offering

    Termo em inglês que significa oferta inicial de ações, que define o mecanismo através do qual uma empresa abre o seu capital e passa a ser listada na Bolsa de Valores. A cotação da ação da empresa na sua oferta inicial é conhecida como IPO Price e é definida com base na avaliação do patrimônio da empresa por especialistas de mercado. Em geral se aplica um desconto (IPO discount) sobre a avaliação do patrimônio da empresa para aumentar o interesse pela oferta inicial.

  • IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano

    O IPTU é um imposto municipal devido por todos os proprietários de imóveis ou terrenos dentro do território urbano. A alíquota do imposto varia de acordo com o valor venal do imóvel em questão, além de refletir também a política de tributação de cada município.

  • IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores

    É um imposto que deve ser pago anualmente pelos proprietários de veículos automotores. O seu cálculo é feito com base no valor venal do veículo, cuja alíquota é estipulada de acordo com cada estado.

  • IR – Imposto sobre a Renda

    Sigla para Imposto sobre a Renda. É um imposto cobrado diretamente sobre a renda de pessoas físicas ou jurídicas. No caso das pessoas físicas, quanto maior a renda maior a taxa do imposto incidente. Para as empresas, ou pessoas jurídicas, o percentual do imposto de renda depende do tipo da empresa e do regime de tributação que ela está enquadrada.

  • IRPF – Imposto de Renda Pessoa Física

    Imposto devido pelas pessoas que tiveram durante o ano uma renda superior ao teto estabelecido pela Receita Federal. A declaração deve ser feita anualmente à Secretaria da Receita Federal através de formulário, telefone, disquete ou internet.

  • IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica

    Imposto devido por todas as empresas, de acordo com a receita auferida, respeitando o regime de tributação do imposto a que ela se enquadra (ex. Simples, lucro presumido ou lucro real).

  • IRRF – Imposto de Renda Retido na Fonte

    É o imposto que é retido direto pela fonte pagadora. O imposto pode ser descontado diretamente do seu salário, da sua pensão alimentícia, sempre respeitando os limites de isenção do imposto estabelecidos por lei.

  • ISM Index

    A Associação de Executivos de Compras dos EUA divulga mensalmente o índice ISM (Institute for Supply Management), anteriormente conhecido como NAPM Index, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial nos EUA. Esse índice avalia o número de pedidos, produção, emprego e números de entregas e estoques nas indústrias norte-americanas e é bastante acompanhado pelos analistas.

  • ISM Index Services

    A Associação de Executivos de Compras dos EUA divulga mensalmente o índice ISM Services (Institute for Supply Management), anteriormente conhecido como NAPM Services Index, responsável pela mensuração do nível de atividade não-industrial, com foco no setor de serviços, nos EUA. Esse índice leva em consideração a atividade nos negócios, novos pedidos, pedidos de exportação, importação, preço, emprego e número de entregas de fornecedores.

  • ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza

    O ISS é pago por todas as empresas e trabalhadores autônomos que prestam serviços. A alíquota varia de acordo com a atividade da empresa e município em que a empresa (ou trabalhador) está instalada.

  • Janela de liquidação

    Período de tempo no qual ocorre a liquidação, com a efetivação, pelos participantes e pela câmara, das entregas e dos pagamentos devidos.

  • Joint Venture

    Termo que vem do inglês e significa união de empresas. Denomina uma forma de aliança interempresarial com o objetivo de criar um novo negócio, para atuação em mercados conjugados na comercialização de produtos ou na complementação de projetos de desenvolvimento de produtos. Pode ser estabelecida entre uma empresa com capital necessário ao financiamento do projeto, e outra que domina as competências técnicas, os contatos comerciais, ou ambos.

  • Juro

    Remuneração que o tomador de um empréstimo deve pagar ao proprietário do capital emprestado. Pode ser definida, portanto, como a remuneração do capital. Uma taxa de juro, quando eficiente, deve remunerar: O risco envolvido no investimento. De investimentos mais arriscados deve-se exigir taxas de juros proporcionalmente maiores; As expectativas inflacionárias, que representam a perda do poder aquisitivo; Compensação pela não aplicação do dinheiro em outro investimento; Os diversos custos administrativos envolvidos na operação.

  • Juro Composto

    Quando os juros são pagos não apenas sobre o valor do principal, mas também sobre os juros obtidos em relação ao principal nos períodos anteriores. No cálculo de juro composto, o juro obtido em um período é incorporado ao principal no período seguinte.

  • Juro de Mora

    Também conhecido como juro de atraso, o termo define as taxas de juros cobradas pelas administradoras de cartão de crédito no caso de atraso de pagamento. Também pode ser aplicado nos contratos em geral como forma de proteger o prestador de serviço contra o atraso nos pagamentos.

  • Juro Legal

    Previsto no novo Código Civil, trata-se do juro autorizado por lei, que é determinado segundo a taxa que estiver em vigor para a mora do pagamento de impostos devidos à Fazenda Nacional.

  • Juro Nominal

    Quando se fala em taxa de juros existem duas formas de expressá-las. A primeira inclui a correção monetária do valor emprestado e é chamada de taxa nominal, a segunda não inclui esta variação e é denominada taxa real de juros. Em geral as taxas oferecidas nas principais modalidades de financiamento são expressas em termos nominais, ou seja, sem descontar a inflação no período.

  • Juro Real

    Termo que se refere a uma das duas formas de se expressar uma taxa de juros, a outra sendo a taxa nominal. A taxa real de juros é determinada como sendo a taxa que incide sobre um empréstimo (ou financiamento) sem incluir a correção monetária do montante emprestado. Para obter a taxa de juros real deve-se descontar a correção monetária da taxa de juros nominal. Em condições de inflação zero os juros real e nominal são iguais.

  • Juro Rotativo

    Termo usado principalmente na indústria de cartão de crédito. O juro rotativo é o juro cobrado pelo atraso no pagamento da sua fatura de cartão de crédito, ou sobre a diferença financiada, no caso de você ter optado pelo pagamento mínimo da fatura.

  • Juro Simples

    Ao contrário do juro composto, neste caso o juro é pago apenas sobre o valor do principal (ou montante) do empréstimo ou aplicação.

  • Juros por atraso

    Previsto na legislação, ele pode ser cobrado sempre que houver atraso no pagamento. Desde que explicitado no contrato pode ser de até 1% ao mês, caso contrário, não pode superar 0,5% ao mês. É cobrado de forma proporcional desde a data de vencimento da fatura até a data do seu pagamento.

  • Juros rotativos

    Termo usado para definir a taxa de juro pré-acordada entre portador e emissor a ser aplicada sobre o saldo devedor da fatura. Esta taxa pode ser revista caso o emissor tenha razões para acreditar que o perfil de crédito do portador do cartão mudou.

  • Know-how

    Termo que vem do inglês e denomina experiência técnica e conhecimento tácito, que é utilizado para referir-se a processos de fabricação não patenteada, ou conjunto de operações, que demandam experiência específica.

  • LAJIDA

    Sigla que significa “Lucro Antes de Juros, Imposto de Renda, Depreciação e Amortização”, e que dá uma idéia da capacidade de geração de caixa operacional de uma empresa. A diferença entre o LAJIR e o LAJIDA é que este último exclui as despesas que não alteram o caixa de uma empresa, como é o caso da depreciação e amortização de ativos.

  • LAJIR

    Sigla que significa “Lucro Antes de Juros e Imposto de Renda”, e que reflete o resultado das atividades operacionais da empresa. Ao contrário da definição de lucro operacional no Brasil, o cálculo do LAJIR permite estimar o resultado das operações sem a inclusão das receitas ou despesas financeiras.

  • Lance

    É a oferta de no mínimo uma mensalidade ou múltiplos desta, conforme previsto na sua proposta de adesão, a ser apresentada em Assembléia Ordinária, com o objetivo de ser contemplado com um crédito.

  • Lastro

    Termo que é usado para determinar a garantia implícita de um ativo. Desta forma, quando uma moeda tem lastro os investidores não questionam sua aceitabilidade, pois sabem que seu valor é garantido.

  • LBC – Letras do Banco Central

    Título de curto prazo emitido pelo Banco Central, emitido para fins de política monetária exclusivamente sob forma escritural no Selic e cuja rentabilidade é pós-fixada e segue a variação da taxa Selic.

  • Leading Indicators

    A organização sem fins lucrativos Conference Board divulga mensalmente relatório que compreende 10 índices já divulgados no país e que resumem a situação da economia norte-americana. Estes indicadores, apesar de já publicados, são utilizados como proxi para o desempenho futuro da economia. Os indicadores que compõem o Leading Indicators são a oferta real de moeda, o índice de expectativas do consumidor, preços de ações, pedido de seguro desemprego, taxa de juros, permissões para novas construções, novos pedidos à indústria de bens de consumo, performance de vendas, número de horas trabalhadas na indústria e novos pedidos à indústria de bens de capital. Em caso de melhora do índice, o mercado pode interpretar como uma possibilidade de aquecimento futuro da economia local, ao passo que, uma queda do índice pode sinalizar retração futura da atividade econômica dos EUA.

  • Letra de Câmbio

    Termo que reflete um instrumento de captação usado pelas sociedades de crédito, financiamento e investimento que é emitido com base em uma transação comercial. Desta forma, trata-se de uma operação estruturada de forma a obter recursos que serão eventualmente direcionados para financiamento de crédito ao consumidor final.

  • Letra do Tesouro

    Termo que denomina qualquer título emitido pelo governo, com prazo fixo e que paga taxa de juro de mercado, também são conhecidos como títulos da dívida pública.

  • Letra Hipotecária

    As letras hipotecárias são títulos emitidos pelas instituições financeiras autorizadas a conceder créditos hipotecários. A rentabilidade deste tipo de aplicação está vinculada ao valor nominal do financiamento imobiliário, ajustado pela inflação ou variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), e pode ser pré-fixada, flutuante e pós-fixada. O prazo mínimo de aplicação é de 180 dias e o prazo máximo, apesar de não ser estipulado, em geral, não ultrapassa 24 meses. A grande vantagem deste tipo de aplicação reside no seu tratamento fiscal, pois ao contrário das aplicações em fundos de investimento onde você paga uma alíquota de 20% sobre o rendimento nominal – ou seja, o quanto ganhou no período -, nas LH você só precisa pagar imposto de renda se a rentabilidade superar um certo percentual da taxa CDI.

  • LFT

    As LFT são títulos de renda fixa que são emitidos pelo Tesouro Nacional, cuja sigla significa Letras Financeiras do Tesouro. O principal objetivo das LFTs é prover recursos necessários à cobertura de déficits orçamentários ou à realização de operações de crédito por antecipação de receita e para atendimento a determinações legais. O rendimento destes títulos é determinado de forma pós-fixada, de acordo com a taxa acumulada no período no mercado Selic. Já o resgate é definido pelo valor nominal, acrescido do respectivo rendimento, desde a data-base do título.

  • Libor – London Interbank Offered Rate

    É a taxa interbancária do mercado de Londres, isto é, a taxa preferencial de juros que é oferecida para grandes empréstimos entre os bancos internacionais que operam com eurodólares. A Libor é geralmente utilizada como base de remuneração para outros empréstimos em dólares a empresas e instituições governamentais. Por exemplo, boa parte dos Brady Bonds brasileiros pagam taxa de juro com referencial baseado na Libor (Libor mais uma certa margem pré-determinada).

  • limite de custódia

    Limite atribuído pela BM&FBOVESPA ao agente de custódia para o valor total dos ativos mantidos em contas de depósito, sob sua responsabilidade.

  • Limite de risco intradiário

    Limite de exposição ao risco estabelecido pela câmara para cada participante de negociação pleno e participante de liquidação ou para um ou mais conjunto de contas sob sua responsabilidade.

  • Limite operacional

    Qualquer limite atribuído pela câmara aos seus participantes e por estes a seus clientes para restringir o risco associado à liquidação de operações sob suas responsabilidades, bem como à utilização de garantias.

  • Limite Técnico

    Valor máximo determinado pela empresa de previdência privada para a contratação de cada tipo de benefício por um mesmo participante.

  • Liquidação

    Extinção de obrigações, seja da câmara ou dos participantes.

  • Liquidação bruta

    Liquidação pelo valor bruto das operações das contrapartes, uma a uma.

  • Liquidação pelo saldo líquido bilateral

    Extinção das obrigações da câmara ou dos participantes, pelos saldos líquidos bilaterais das contrapartes.

  • Liquidação pelo saldo líquido multilateral

    Liquidação pelos saldos líquidos multilaterais das contrapartes.

  • Liquidante

    Participante que utiliza sua conta Reservas Bancárias ou conta de Liquidação para efetuar ou receber os pagamentos referentes ao processo de liquidação.

  • Liquidez

    No mercado financeiro o termo é usado para determinar a capacidade que um título tem de ser convertido em moeda. A liquidez absoluta só é conferida ao papel-moeda, de forma que todos os outros títulos têm liquidez inferior, que varia conforme o tipo de investimento, prazo e a conjuntura econômica. Na análise das demonstrações financeiras de uma empresa é usado para definir a capacidade que esta empresa tem de gerar recursos que podem ser rapidamente transformados em papel moeda. Assim, a liquidez de uma empresa é função da sua disponibilidade de caixa, e dos títulos negociáveis e ativos circulantes que possui.

  • Liquidez Corrente

    Indicador usado na análise financeira de uma empresa, que determina o quanto esta empresa tem a receber no curto prazo em relação a cada unidade monetária que deve pagar no mesmo período. A determinação exata de um índice aceitável depende do setor onde a empresa atua. Quanto mais previsíveis forem os fluxos de caixa de uma empresa, menor será o índice de liquidez corrente exigido. O indicador é calculado como sendo o quociente entre o ativo circulante e o passivo circulante da empresa.

  • Liquidez Geral

    Indicador de análise financeira, utilizado para medir a liquidez de uma empresa. Ao contrário do indicador de liquidez corrente, que indica quanto uma empresa tem a receber em relação ao que deve no mesmo período, este indicador engloba também os ativos e passivos de longo prazo, ou seja, aqueles que serão realizados em um prazo superior a um ano. Este indicador é calculado como sendo o quociente entre a soma do ativo circulante mais o ativo de longo prazo pelo passivo circulante mais o passivo de longo prazo da empresa.

  • Liquidez Seca

    Assim como o indicador de liquidez corrente, o indicador de liquidez seca reflete a capacidade de uma empresa em cumprir com suas obrigações de curto prazo. A única diferença na fórmula de cálculo é que os estoques são excluídos dos ativos circulantes da empresa. A suposição básica é de que os estoques são ativos menos líquidos e, portanto, devem ser ignorados.

  • Lloyds de Londres

    O Lloyds começou em 1688 qaundo alguns indivíduos se reuniam no café de Edward Lloyd em Londres para trocar informações e fazer, entre eles, o seguro de cargas. Atualmente o Lloyd é uma corporação que reúne Sindicatos, cujos membros podem ser pessoas físicas ou empresas. Trata-se na verdade de um mercado de seguro e resseguro de Londres, sendo que os negócios só podem ser intermediados pelos corretores credenciados junto ao Lloyds.

  • Logomarca

    Símbolo gráfico que identifica o produto ou serviço prestado pela empresa.

  • Longo Prazo

    Período superior a um ano. Termo freqüentemente usado em referência ao período de duração ou prazo de vencimento de um investimento e/ou linha de crédito.

  • LTN

    As LTN são títulos de renda-fixa emitidos pelo Tesouro Nacional, cuja sigla significa Letras do Tesouro Nacional. São títulos de remuneração pré-fixada, cujo principal objetivo é prover recursos necessários à cobertura de déficits orçamentários ou à realização de operações de crédito por antecipação de receita e para atendimento a determinações legais. O prazo dos papéis depende das definições do Ministério da Fazenda e do interesse do mercado. A remuneração se dá pela diferença entre o preço da emissão, considerando o deságio do título, e o valor de resgate.

  • Lucro Bruto

    Indicador que faz parte do demonstrativo de resultado de uma empresa, e que é determinado como sendo o lucro obtido pela empresa depois de se deduzir da receita líquida de vendas o custo de mercadorias vendidas. No caso dos bancos também pode se referir ao resultado bruto de intermediação financeira.

  • Lucro Líquido

    Lucro disponível aos acionistas, ajustado para eventuais despesas ou receitas extraordinárias. É um dos principais itens do demonstrativo de resultados analisado pelos analistas.

  • Lucro Operacional

    Indicador que faz parte do demonstrativo de resultado de uma empresa e que é determinado como sendo o lucro obtido pela empresa depois de se deduzir da receita líquida de vendas o custo de mercadoria vendida, as despesas de pessoal, as despesas administrativas, as despesas financeiras e outras despesas operacionais. Trata-se de um conceito mais utilizado para empresas não financeiras. Em alguns países o resultado operacional é calculado antes das despesas financeiras, mas no Brasil, como herança da época hiper-inflacionária, em que a maioria dos itens do demonstrativo de resultado era corrigida monetariamente, estas despesas são incluídas no resultado operacional.

  • Lucro Patrimonial

    Termo usado no mercado segurador que denomina o lucro bruto obtido das receitas financeiras derivadas da aplicação dos recursos da carteira de investimentos da seguradora, menos as despesas correspondentes a estas receitas.

  • Lucro Retido

    Parcela do lucro após pagamento de impostos de uma empresa, que não é distribuída através do pagamento de dividendos. A conta de reserva de lucros presente no balanço patrimonial de uma empresa reflete a soma dos lucros retidos pela empresa até a data a que se refere o balanço.

  • Malha Fina

    Termo usado para denominar as declarações de Imposto de Renda que foram entregues com erros nas informações prestadas, ou que não foram checadas devido ao aumento no volume de declarações. Também pode ser vista como a fila de espera para o recebimento das restituições.

  • Marca

    Determina todo sinal visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços de outros análogos, de procedência diversa, e certifica sua conformidade com as normas e especificações técnicas pertinentes. O registro de uma marca é obtido, no Brasil, por intermédio do INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, que pode ser acessado pelo endereço eletrônico (www.inpi.gov.br).

  • Margem

    Quantia depositada pelo comprador, em uma operação a termo em bolsa de valores, como garantia de liquidação do negócio no prazo estipulado. A margem também existe nas bolsas de mercadorias e serve como garantia contra uma possível oscilação dos preços.

  • Margem Bancária

    Indicador usado em análise financeira do balanço de bancos. A margem bancária expressa a relação entre a receita bancária da instituição e a média dos seus ativos rentáveis. Este indicador pode ser utilizado como uma estimativa do retorno dos ativos bancários da instituição e é calculado da seguinte forma: Margem Bancária = Receita Bancária/Ativo rentável

  • Margem de Contribuição

    Porcentual de cada R$ 1 em vendas, que sobra depois de serem descontadas todas as despesas variáveis.

  • Margem de Intermediação Financeira

    Indicador usado na análise financeira de balanços de bancos, que expressa a relação entre a receita bruta de intermediação financeira da instituição e a média dos ativos rentáveis. O indicador é calculado da seguinte forma: MgIF = Receita Intermediação Financeira/Ativo Rentável Médio

  • Margem de Serviços

    Indicador usado na análise financeira de bancos que expressa a relação entre a receita de prestação de serviços da instituição e a média dos ativos rentáveis, como expresso abaixo: MgServ =Receita de Prestação de Serviços/Ativo Rentável Médio

  • Margem EBIT

    O termo EBIT em inglês determina o Lucro Antes de Juros e Imposto de Renda (LAJIR). Para empresas brasileiras, a margem LAJIR (Lucro Antes de Juros e Imposto de Renda) é equivalente à margem operacional em outros países, já que mede os lucros da empresa em cada R$ 1 de vendas, antes de descontar as despesas financeiras e os impostos. A margem é calculada como sendo o LAJIR dividido pela receita líquida de vendas da empresa.

  • Margem EBITDA

    A sigla EBITDA em inglês significa Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, ou LAJIDA. Indicador usado na análise financeira de empresas. Por não incluir as despesas com depreciação e amortização, a margem LAJIDA pode ser vista como uma aproximação do fluxo de caixa (e não do lucro) da empresa em cada R$ 1 de vendas antes de descontar despesas financeiras ou imposto. A margem LAJIDA é calculada como sendo o quociente entre o LAJIDA da empresa e sua receita líquida de vendas.

  • Margem Financeira Líquida

    Tradicionalmente, a relação é calculada por meio da divisão do resultado da intermediação financeira menos a provisão para perdas com crédito duvidoso pelo ativo médio total menos o ativo permanente médio.

  • Margem LAJIR

    Para empresas brasileiras, a margem LAJIR (Lucro Antes de Juros e Imposto de Renda) é equivalente à margem operacional em outros países, já que mede os lucros da empresa em cada R$ 1 de vendas, antes de descontar as despesas financeiras e os impostos. A margem é calculada como sendo o LAJIR dividido pela receita líquida de vendas da empresa.

  • Market Share

    O market share corresponde à participação de mercado de uma empresa ou grupo dentro do seu segmento de atuação. Por exemplo, uma fabricante que produz 1 milhão de veículos possui um market share de 25% de um mercado onde a produção é de 4 milhões de veículos.

  • Marketing

    Termo que vem do inglês e designa um conjunto de técnicas usadas pelas empresas para estudar o mercado e conquistá-lo mediante o lançamento planejado de produtos ou serviços. O conceito surgiu da mudança de orientação das empresas, que passaram a produzir ou prestar serviços de forma a atender às aspirações do mercado.

  • Marketing Afiliado

    Termo que define um sistema de anúncios onde o sítio A coloca um botão para o sítio B, ganhando uma comissão sobre uma venda que ajude a gerar no sítio B. Também pode ser usado para levar público de um sítio para outro, através de informações complementares. Sistema muito comum em sítios de empresas pequenas e sem verba de marketing.

  • Marketing Direcionado

    Iniciativa de marketing através da qual as promoções lançadas na rede mundial de computadores (internet) são desenvolvidas em função da análise do público, de forma a atingir uma faixa específica do mercado. Podem ser definidas como ações de marketing que buscam atingir públicos segmentados.

  • Marketing por Afinidade

    Promoções de marketing que buscam chegar aos consumidores de produtos relacionados com os que deseja vender. Por exemplo, oferecer monitores de vídeo especiais para quem comprou programas de computação de ilustração, ou oferecer chuteiras para quem comprou bolas de futebol.

  • MBA (Master in Business Administration)

    Sigla em inglês de “Master in Business Administration”, que denomina o programa de pós-graduação em administração de empresas que oferece aos estudantes uma experiência acadêmica prática em negócios.

  • MBO – Management Buy Out

    Fundo de participação que busca adquirir o controle acionário de uma empresa em conjunto com os seus executivos. Bastante comum em empresas com problemas de controle por questões de sucessão, por exemplo.

  • Média Empresa

    Segundo o Sebrae o termo denomina todas as organizações e empresas que têm entre 100 e 499 empregados e faturamento anual acima de R$ 1,2 milhão.

  • Medida Provisória (MP)

    Consiste em um instrumento constitucional pelo qual o Presidente da República edita uma determinada decisão, em caráter de relevância e urgência, sem passar por votação no Congresso. Seu prazo de duração é de sessenta dias, podendo ser prorrogada uma vez por igual período.

  • Mensagem

    Conjunto de informações padronizadas, transmitidas por meio eletrônico.

  • Mensagem LDL

    Grupo de mensagens do catálogo de mensagens do SPB utilizadas para a liquidação pelo saldo líquido multilateral de câmaras, movimentação de garantias e pagamentos de custos, encargos e eventos de custódia.

  • Mercado Aberto (Open Market)

    Mercado no qual as autoridades monetárias (sobretudo o Banco Central) de cada país operam com títulos públicos de modo a regular e controlar os meios de pagamento, ao mesmo tempo em que financiam a dívida federal interna. O open é assim chamado, pois não tem um recinto de negociações limitado e por proporcionar operações de grande flexibilidade e sem limitações.

  • Mercado da BM&FBOVESPA

    Mercado administrado pela BM&FBOVESPA ou a ela vinculado para fins de (i) registro e negociação de ativos e (ii) registro e compensação das operações nele realizadas e liquidação das obrigações delas decorrentes.

  • Mercado de renda fixa privada

    Mercado onde são realizadas as operações envolvendo ativos cujas obrigações são de origem privada.

  • Mercado de renda fixa pública

    Mercado onde são realizadas operações envolvendo os títulos representativos da dívida pública.

  • Mercado de renda variável

    Mercado onde são realizadas as operações envolvendo ativos e derivativos cuja rentabilidade varia em função do seu preço.

  • Mercado Financeiro

    É o mercado voltado para a transferência de recursos entre os agentes econômicos. No mercado financeiro, são efetuadas transações com títulos de prazos médio, longo e indeterminado, geralmente dirigidas ao financiamento dos capitais de giro e fixo.

  • Mercadoria

    Produto não financeiro, de origem agrícola, mineral e ambiental, objeto de negociação na BM&FBOVESPA.

  • Merchandising

    Termo que vem do inglês e consiste em uma forma de anunciar o produto e/ou serviço através do uso de amostragem direta ao consumidor em estandes.

  • Mercosul

    Bloco econômico formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Dentre os objetivos do Mercosul destacam-se:<ul> <li>criação de um mercado comum para livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos; <li>adoção de uma política externa comum; <li>coordenação de políticas macroeconômicas e setoriais; <li>harmonização das legislações nacionais de forma a facilitar a integração.</ul>

  • MERCOSUL – Mercado do Cone Sul

    União aduaneira, criada em 26 de março de 1991, com a assinatura do Tratado de Assunção por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A Venezuela aderiu ao grupo em julho de 2006.

  • Michigan Sentiment Index

    A Universidade de Michigan divulga quinzenalmente pesquisa sobre a confiança do consumidor em relação à economia norte-americana. A pesquisa é realizada em duas etapas, avaliando a situação atual da economia e as perspectivas futuras para economia dos EUA.

  • Microcrédito

    As linhas de microcrédito foram desenvolvidas para atender às necessidades dos pequenos empreendedores e se diferenciam das demais linhas de crédito por oferecerem condições mais atrativas no que se refere à taxa de juros, e por não exigirem garantias reais.

  • Microempresa

    Segundo o Sebrae, inclui todas as organizações e empresas que têm entre 1 e 19 empregados e faturamento anual de até R$ 120 mil.

  • Middle Market

    Segmento de mercado associado a empresas consideradas médias. Não há uma padronização oficial para essa classificação. Por vezes, refere-se à faixa de mercado na qual se situam as empresas com faturamento anual entre US$ 30 milhões e US$ 150 milhões, mas o intervalo pode ser diferente, de R$ 8 milhões a R$ 300 milhões, por exemplo.

  • Minuta da reunião do FOMC

    O Federal Reserve divulga mensalmente minuta da reunião do Federal Open Market Comittee, ou FOMC, anterior à discussão do colegiado na semana em questão, ou seja, os membros do Fed divulgam o relatório da reunião anterior na mesma semana da reunião do mês em questão. Esta minuta descreve os motivos que levaram o colegiado a mudar ou não a taxa de juros básica da economia norte-americana, a Fed Funds rate.

  • Modelo de Gestão

    Termo usado para determinar as atividades executadas de forma regular e com o objetivo de administrar uma empresa, de acordo com os padrões de trabalho estabelecidos. Também podem ser usados os termos: processos, métodos ou metodologia de gestão.

  • Moeda de Privatização

    Denominação dada aos títulos que são aceitos pelo governo brasileiro no processo de privatização e são negociados com deságio.

  • Moeda Podre

    Títulos de dívida negociados no mercado com deságio devido às incertezas quanto à capacidade do emissor em efetuar o pagamento do vencimento.

  • Montépio

    Denominação dada anteriormente às entidades abertas de previdência privada, que comercializavam planos previdenciários complementares de pecúlio ou renda anteriormente à regulamentação do setor através da Lei n° 6.435, de 1977.

  • Moratória

    De acordo com a definição do Direito Comercial, o termo pode ser usado para determinar a prorrogação de prazo solicitado pelo devedor, também podendo ser concedida pelo credor para pagamento de uma dívida. Difere da concordata pelo seu caráter não judicial.

  • MPE

    Sigla usada para denominar Micro e Pequenas Empresas.

  • Multa

    Valor devido por participante à BM&FBOVESPA a título de penalidade pelo descumprimento de qualquer obrigação ou regra estabelecida pela BM&FBOVESPA.

  • Multa por atraso

    Prevista por lei, ela é cobrada sempre que uma fatura for paga com atraso não podendo, segundo estabelece o CDC (Código de Defesa do Consumidor), superar 2% do valor da fatura.

  • Mutualismo

    Princípio que constitui a base de toda operação de seguro e previdência, relativa à formação de uma massa econômica a partir de pequenas contribuições de um grupo de pessoas com interesses comuns, com o objetivo de atender às eventuais necessidades de alguns componentes desse mesmo grupo.

  • NAFTA

    Sigla em inglês para North Atlantic Free Trade Agreement. Designa o tratado de área de livre comércio entre os Estados Unidos, Canadá e México, e que prevê a eliminação de tarifas alfandegárias entre esses países por um período de 15 anos.

  • NBC – Notas do Banco Central

    Título de curto prazo emitido pelo Banco Central, emitido para fins de política monetária exclusivamente sob forma escritural no Selic e cuja rentabilidade é pós-fixada e possui várias séries com índice de atualização próprio (Selic, Dólar, etc).

  • New Home Sales

    O US Census Bureau do Departamento de Comércio dos EUA divulga pesquisa mensal contendo dados referentes ao número de casas novas, construídas pela iniciativa privada, vendidas ou postas à venda naquele período. Esse indicador é importante, pois retrata as condições do setor imobiliário na economia norte-americana.

  • Nicho de Mercado

    Segmento de mercado especializado, com características próprias e que oferecem oportunidades de negócios para empreendimentos específicos.

  • Nonfarm Payrolls

    O Departamento de Trabalho dos EUA divulga mensalmente o número de postos de trabalho criados na economia norte-americana no período analisado, com exceção dos setores de agricultura e pecuária. A instituição realiza uma ampla pesquisa, entrevistando cerca de 375 mil empresas por mês. Esse índice é bastante acompanhado no mercado, em geral até mesmo mais do que a própria taxa de desemprego, ou unemploymente rate, pois mostra de forma bastante dinâmica a situação do mercado de trabalho.

  • Nota Fiscal

    Impresso em papel timbrado e com numeração tipográfica seqüencial que é exigido pelas leis fiscais. A nota fiscal deve relacionar o objeto da venda e seu preço, sendo obrigação do comerciante entrega-la ao comprador da mercadoria.

  • Nota Promissória

    Termo que denomina um título assinado por uma empresa (ou indivíduo) declarando ter emprestado de outra empresa (ou indivíduo) uma certa quantia. Bastante comum entre empresas, que muitas vezes antecipam o recebimento de recursos através da troca das promissórias por um empréstimo ao banco. Como as notas promissórias funcionam como garantia, podendo ser executadas pelo banco em caso de atraso no pagamento, a empresa paga juros mais baixos pela antecipação destes recursos.

  • Nota Técnica Atuarial

    Nome dado ao documento que descreve as atividades assim como todos os aspectos técnicos referentes a um determinado plano de previdência e que estão previstos no regulamento do plano. Trata-se de um demonstrativo do cálculo atuarial feito para controle da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

  • Notas Explicativas

    Comentário incluído nas demonstrações financeiras de uma empresa, que visa explicar mais detalhadamente as atividades operacionais e a situação contábil da empresa.

  • NPV

    Sigla que vem do inglês e significa “Net Present Value”. Usado na análise de investimentos, o valor presente líquido (ou VPL) é calculado como sendo a diferença entre o valor inicial investido no projeto e o valor presente dos fluxos de caixa projetados deste mesmo projeto. É também conhecido como valor atual líquido. Um projeto cujo VPL é negativo, normalmente deve ser rejeitado.

  • NTN – Notas do Tesouro Nacional

    Trata-se de títulos de financiamento da dívida do Tesouro que são pós-fixados e possuem várias séries, cada qual com um índice de atualização próprio (IGP-M, dólar, TR, etc).

  • NTN-B – Notas do Tesouro Nacional Série B

    Títulos de renda-fixa emitidos pelo Tesouro Nacional, com rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos quando da emissão, em porcentagem ao ano, calculada sobre o valor nominal atualizado. Já o pagamento de juros é feito semestralmente, com ajuste do prazo no primeiro período de fluência, quando couber.

  • NTN-C – Notas do Tesouro Nacional Série C

    Títulos de renda-fixa emitidos pelo Tesouro Nacional, com rentabilidade vinculada à variação do IGP-M, acrescida de juros definidos quando da emissão, em porcentagem ao ano, calculada sobre o valor nominal atualizado. Já o pagamento de juros é feito semestralmente, com ajuste do prazo no primeiro período de fluência, quando couber.

  • NTN-D – Notas do Tesouro Nacional Série D

    Títulos de renda-fixa emitidos pelo Tesouro Nacional, com fator de remuneração pós-fixada resultante da variação da cotação de venda do dólar no mercado de câmbio de taxas livres. A taxa de juro é definida quando da emissão, em porcentagem ao ano, calculada sobre o valor nominal atualizado. Já o pagamento de juros é feito semestralmente, com ajuste do prazo no primeiro período de fluência, quando couber. O primeiro cupom de juros a ser pago contemplará a taxa integral definida para 6 meses, independentemente da data de emissão do título.

  • NTN-H – Notas do Tesouro Nacional Série H

    Títulos de renda-fixa emitidos pelo Tesouro Nacional com remuneração determinada pela variação da TR desde a emissão até o resgate.

  • Número do Cartão

    No Brasil os cartões de crédito têm 16 dígitos. Esse número é impresso no cartão e identifica a administradora a que pertence, assim como a conta onde as operações serão lançadas e a titularidade. Em todo o mundo, não existem dois cartões com números iguais.

  • Oferta de Direitos

    Oferta feita por uma empresa a seus acionistas, dando-lhes a oportunidade de comprar novas ações a um preço determinado, em geral abaixo do preço corrente do mercado, e dentro de um prazo relativamente curto.

  • Oferta total (no mercado imobiliário)

    Número total de propriedades que são ofertadas (colocadas à venda ou para locação) no mercado imobiliário em um determinado período de tempo.

  • OMC – Organização Mundial de Comércio

    Com sede em Genebra, trata-se de um organismo cujo objetivo é ajudar no fomento do comércio internacional, através da assinatura de acordos comerciais entre os vários países participantes. As decisões são tomadas em conferências ministeriais, que são organizadas ao menos uma vez a cada dois anos.

  • ONG- Organização não-governamental

    Também conhecidas como Terceiro Setor, as ONGs são instituições não governamentais, domésticas ou internacionais, constituídas por associação de voluntários e com objetivos variados.

  • Operação compromissada dirigida

    operação compromissada, que integra o serviço de empréstimo da BM&FBOVESPA, na qual é negociada quantidade definida de determinado ativo.

  • Operações de Crédito

    Conta de ativo do balanço patrimonial de uma instituição financeira, que representa a soma de todas as operações de empréstimo realizadas pela instituição deduzidas da reserva para empréstimos duvidosos. As operações de arrendamento mercantil e de outros créditos são classificadas separadamente.

  • Operadoras de Administração de Planos

    Empresas que trabalham preferencialmente com planos auto-segurados, que são planos coletivos onde o risco não é transferido para terceiros, sendo que o custo total da assistência médica assumindo pela entidade patrocinadora do plano, que em geral é o empregador dos participantes do plano. Estas empresas na verdade não assumem o risco do plano, mas sim administram todas as formas de prestação de serviço médico cobrando por isto uma taxa de administração.

  • Operadoras de Auto-Gestão

    Termo que denomina as empresas que se “auto-seguram”. Nestas empresas a própria empresa patrocinadora do benefício é quem define a sua estrutura operacional e gerencial, inclusive no que se refere à estruturação de recursos próprios (que inclui ambulatórios, clínicas e hospitais), montagem de rede credenciada e sistemas informatizados. Além disto, a empresa é responsável pela administração do plano.

  • Operadoras de Medicina de Grupo

    Termo que denomina as empresas operadoras de seguros de saúde, que possuem rede própria de prestação de serviços.

  • Ordem

    Instrução dada por um cliente a uma corretora de valores, para a execução de compra, ou venda, de valores mobiliários (ações, títulos de renda fixa, opções, etc.).

  • Ordem a Mercado

    Ordem na qual o cliente especifica somente qual a quantidade a ser negociada de um valor mobiliário. Dado que a ordem deve ser efetuada no momento de seu recebimento, o preço será determinado de acordo com o preço de mercado no momento da execução.

  • Ordem de entrega por liquidação física

    Documento encaminhado pela câmara ao participante de negociação pleno responsável pelo comitente comprador e ao depositário do agronegócio onde a mercadoria encontra-se armazenada, que atesta a transferência da titularidade da mercadoria ao comitente comprador, momento em que este pode retirar a mercadoria no depositário do agronegócio indicado pelo comitente vendedor.

  • Ordem de Financiamento

    Caracteriza uma ordem de compra de um valor mobiliário em um mercado seguida da venda simultânea do mesmo valor mobiliário com prazo de vencimento distinto. Através do casamento das duas operações o investidor consegue financiar a compra de um título com a venda de outro.

  • Ordem Discricionária

    Ordem no qual o administrador de recursos (a pessoa física ou jurídica que administra uma carteira de ativos) estabelece as condições de execução da ordem, sem a necessidade de consultar o investidor.

  • ORTN

    Sigla para obrigações reajustáveis do Tesouro Nacional. Trata-se de um título público federal que circulou entre 1964 e 1986. Amplamente usado como indexador, a ORTN foi o primeiro título com cláusula de correção monetária.

  • OTAN

    Sigla para Organização do Tratado do Atlântico Norte. Composta pelos 19 países de maior força militar e econômica do mundo, a OTAN é responsável pela análise e discussão dos vários embates internacionais. Fazem parte da OTAN: Bélgica, Canadá, República Tcheca, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Holanda, Portugal, Espanha, Turquia, Inglaterra e Estados Unidos.

  • Otimização de Carteira (ou Portfólio)

    Descreve o processo pelo qual um investidor (ou administrador de recursos) altera uma carteira de investimento com o objetivo de reduzir os riscos para uma rentabilidade esperada. Por exemplo, para uma dada rentabilidade (ex. 30%) o administrador aloca os ativos na carteira de forma que a rentabilidade esperada seja atingida com o mínimo de risco.

  • OTN

    Sigla para Obrigação do Tesouro Nacional. Trata-se de título da dívida pública federal, que substituiu a ORTN entre 1986 e 1989, sendo que no primeiro ano a cláusula de correção monetária foi suspensa como previsto pelo Plano Cruzado.

  • Outsourcing

    Termo que vem do inglês e significa terceirização, que é a forma de transferir para outras empresas a realização de tarefas e/ou serviços, ou a fabricação de produtos dos quais uma empresa necessita

  • Overnight

    Indica as aplicações financeiras feitas no open market em um dia para serem resgatadas no dia seguinte.

  • Pagamento

    Transferência de recursos financeiros com a finalidade de cumprir obrigações relativas às operações.

  • Par Bond

    Emitido como parte da renegociação da dívida brasileira em 1994 (Plano Brady) e tem vencimento em 2024. O Par Bond tem amortização única ao final do trigésimo ano, diferindo-se do Discount em dois aspectos: conversão dos créditos antigos em novos foi feita ao par (sem desconto); taxa de juros é fixa em 6% do sétimo ao trigésimo ano. O Par Bond tem garantia (títulos do Tesouro norte-americano como colateral) total de principal e garantia parcial de juro

  • Parcelado Emissor

    Forma de financiamento no qual o parcelamento é contratado entre administradora e portador do cartão, e o estabelecimento comercial recebe suas vendas à vista. Os encargos correrão por conta do titular do cartão e o parcelamento pode ser feito em até 12 vezes.

  • Parcelado Lojista

    Forma de parcelamento entre portador do cartão e o estabelecimento comercial, que recebe o valor da transação em parcelas mensais. De sua parte o portador não tem que arcar com encargos, ou juros. Vale notar que este parcelamento depende de acordo prévio entre o estabelecimento e a empresa-bandeira do cartão. Dependendo do acordo estabelecido, o parcelamento pode ser feito em até 12 vezes, sem juros.

  • Parcerias

    Por parcerias entendemos as empresas que atuam em outras áreas, mas que fazem acordos com os emissores de cartão para oferecer cartões com a sua marca, para tanto os parceiros precisam oferecer algum tipo de facilidade/diferencial, seja na forma de produto ou serviço. Dentre as empresas que em geral atuam como parceiros podemos citar: redes varejistas (ex. Pão de Açúcar), companhias aéreas e automobilísticas (ex. Fiat), entidades beneficentes (ex. Instituto Ayrton Senna), etc.

  • Participante

    Termo usado para se referir aos associados, segurados ou beneficiários de um plano de previdência.

  • Participante

    Pessoa física, pessoa jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo com autorização de acesso ou com cadastro, inclusive comitente, que segue regras de acesso ou de cadastro estabelecidas em regulamento específico da BM&FBOVESPA.

  • Participante autorizado

    Pessoa jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo com autorização de acesso outorgada pelo Conselho de Administração da BM&FBOVESPA, nos termos de seu estatuto social e da regulamentação em vigor, que segue regras de acesso estabelecidas pela BM&FBOVESPA em regulamento específico, sendo considerados como participantes autorizados: (i) participante de negociação pleno; (ii) participante de negociação; (iii) membro de compensação; (iv) participante de liquidação; (v) agente de custódia; e (vi) participante de registro.

  • Participante cadastrado

    Pessoa física, jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo, que segue procedimentos, fluxos e regras de cadastro, sendo considerados como participantes cadastrados: (i) emissor; (ii) escriturador; (iii) liquidante; (iv) despositário do agronegócio; (v) depositário de ouro; (vi) fundidor de ouro; (vii) participante Selic; (viii) banco correspondente. (ix) banco emissor de garantias; (x) supervisora de qualidade de produtos agrícolas; (xi) comitente; e (xii) outros estabelecidos no manual de acesso da BM&FBOVESAPA.

  • Participante de liquidação

    Participante detentor de autorização de acesso para atuar no processo de compensação e liquidação, sem acesso direto aos ambientes de negociação administrados pela BM&FBOVESPA, assumindo, via repasse, a responsabilidade pelas posições e liquidação de operações próprias ou de seus clientes.

  • Participante de negociação

    Participante detentor de autorização de acesso para a intermediação de operações de comitentes e para a realização de operações próprias, acessando o ambiente de negociação por meio de um participante de negociação pleno e liquidando suas obrigações por meio e sob a responsabilidade de um participante de negociação pleno e um membro de compensação.

  • Participante de negociação pleno

    Participante detentor de autorização de acesso para negociação, de acordo com as regras e procedimentos de acesso específicos da BM&FBOVESPA.

  • Participante de registro

    Participante detentor de autorização de acesso para registro de ativos e operações em ambiente de registro, de acordo com as regras e procedimentos de acesso específicos da BM&FBOVESPA.

  • Participante-origem

    (i) participante de negociação pleno que realiza a operação nos ambientes de negociação ou registra a operação em sistemas de registro administrados pela BM&FBOVESPA, por conta e ordem de comitente, de outro participante de negociação pleno ou de um participante de liquidação; ou (ii) participante de negociação pleno ou participante de liquidação que tenha recebido uma operação via repasse.

  • Passivo Circulante

    Soma de todos os passivos de uma empresa cujo vencimento é inferior a um ano. Em geral inclui contas como fornecedores, dívida de curto prazo, imposto a pagar etc.

  • Passivo Oneroso

    Conceito utilizado somente para instituições financeiras e que engloba a soma de todos passivos que acarretam uma despesa financeira para a instituição. O custo financeiro total desses passivos reflete a despesa de intermediação financeira, e está incluído na receita bruta de intermediação financeira.

  • PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador

    O PAT tem por finalidade auxiliar na alimentação dos trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos. O empregador tem o direito de descontar até 20% do salário do empregado a título de alimentação.

  • Patrimônio de Fundo de Investimentos

    Equivale à soma das aplicações de todos os investidores no fundo, descontadas as despesas inerentes à administração do fundo e as taxas de administração e performance.

  • Patrimônio especial

    Patrimônio destacado pela BM&FBOVESPA, nos termos da legislação em vigor, para garantir exclusivamente o cumprimento de obrigações decorrentes de operações aceitas pela câmara.

  • Patrimônio Líquido

    Um dos componentes do balanço patrimonial de uma empresa, o patrimônio líquido ou valor patrimonial reflete a soma do capital social realizado, reservas de capital, reservas de reavaliação, reservas de lucro e lucro ou prejuízo acumulados período. O total de ativos de uma empresa equivale à soma de todos os seus passivos mais seu patrimônio líquido.

  • PEA

    Sigla usada para determinar a população economicamente ativa do país, ou seja, a parcela da população que tem condições de trabalhar. No caso do Brasil, estima-se que a PEA seja de mais de 90 milhões de pessoas.

  • Pecúlio

    Em previdência social designa um benefício que é pago quando um aposentado volta a trabalhar. Em previdência privada designa a indenização, ou seja, benefício pago de uma só vez, e se contrapõe ao pagamento de benefícios na forma de renda mensal.

  • Penhora on-line

    Nome dado ao convênio firmado entre o Tribunal Superior do Trabalho e o Banco Central para que juizes de primeira instância que presidem processos de execução obtenham informações sobre existência de contas correntes e aplicações financeiras de executados pelas cortes trabalhistas. O objetivo da penhora on-line é possibilitar o bloqueio dos valores destas contas para garantir o pagamento dos valores devidos.

  • Pequena Empresa

    Segundo a definição do Sebrae esta denominação deve ser usada para definir as empresas/organizações que têm entre 20 e 99 empregados e faturamento anual entre R$ 120 mil e R$ 1,2 milhão.

  • Perfil de Risco

    Termo usado para determinar qual a disposição que um investidor tem em correr riscos na hora de investir seu dinheiro. Em geral são usados três perfis de risco para determinar um investidor: conservador, moderado e agressivo.

  • Performance, Taxa de

    Do inglês significa desempenho. Alguns fundos de investimento cobram uma taxa adicional no caso de a rentabilidade do fundo ser superior a algum objetivo pré-especificado.

  • Período de Acumulação

    Termo usado nos planos de previdência que se refere ao período durante o qual o investidor contribui, ou seja, investe no plano. Durante o período de acumulação o investidor está isento do pagamento de imposto de renda, que só é cobrado no momento do resgate destes benefícios.

  • Período de carência

    Nos casos de transferência de saldo de cartão refere-se ao período no qual o emissor oferece uma taxa mais atrativa ao portador do cartão para que este consiga quitar a sua dívida.

  • Período de Diferimento

    Ao contrário do que ocorre na maioria das aplicações financeiras, nos planos de previdência privada o investidor não paga o imposto de renda na fonte. Ao invés disso, o pagamento de imposto (que é calculado com base na tabela progressiva de IR) é diferido, ou seja, postergado até o momento de resgate dos benefícios. Portanto, o período de diferimento se refere ao tempo entre o início das contribuições ao plano e a data de resgate dos benefícios.

  • Período Indenitário

    Período no qual a seguradora deverá reembolsar as despesas incorridas pelo segurado. Em geral este termo é usado nos contratos de seguro de locação, pagamento de aluguel, ou perda de emprego. Nos planos de previdência refere-se ao período em que o assistido tem direito ao recebimento de indenização sob a forma de renda vitalícia ou temporária.

  • Período Médio de Cobrança

    Indicador usado em análise financeira, que reflete o tempo necessário para que uma empresa cobre uma conta que tem para receber. Este indicador ajuda a avaliar a política de crédito e cobrança de uma empresa. Por exemplo, se a empresa concede crédito de 30 dias a seus clientes, um período médio de 60 dias indica um departamento de cobrança mal gerido. Em geral empresas do mesmo setor devem apresentar uma política similar.

  • Período Médio de Pagamento

    Indicador usado em análise financeira, que reflete o tempo médio necessário para uma empresa quitar suas contas a pagar. Este indicador é usado na avaliação da capacidade da empresa honrar seus compromissos.

  • PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre

    Trata-se de um dos planos de previdência complementar existentes no país. O PGBL ao invés de garantir uma rentabilidade mínima como acontece nos planos tradicionais, oferece a você 100% dos ganhos que o fundo onde os recursos são alocados obtiver no período. Existem basicamente três tipos de PGBL de acordo com o risco e volume aplicado em ações. Todos os investimentos são dedutíveis da base de cálculo do IR até o limite de 12% da renda bruta e o tributo incide sobre total do valor acumulado. As taxas de carregamento variam entre 0% e 3,5%. Ao aplicar em um PGBL o participante estará adquirindo cotas do fundo atrelado ao plano, da mesma forma que ocorre quando aplica num fundo de investimento comum. Os valores das cotas são divulgados diariamente nos jornais de grande circulação

  • PIB

    Sigla que significa Produto Interno Bruto. Ver definição em Produto interno bruto.

  • PIBB

    Ver Fundo PIBB

  • PIS/PASEP – Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público

    O PIS/PASEP é uma contribuição devida pelas empresas, que tem como objetivo sustentar um fundo responsável pelo pagamento do seguro-desemprego e do abono anual. A base de cálculo do PIS/PASEP é o faturamento mensal ou folha de pagamento da empresa.

  • Plano Aberto

    Termo usado para denominar os planos de previdência vendidos no mercado, que podem ser acessíveis por qualquer pessoa interessada em participar. Em geral são vendidos por seguradoras, bancos e entidades de previdência aberta. Exemplos são os planos PGBL, FAPI, etc…

  • Plano de Atualização Monetária (PAM)

    O PAM é uma das formas de pagamento de financiamento imobiliários no âmbito do SFH, que não tem limite de comprometimento de renda e a prestação sobe todo o mês de acordo com a variação da TR.

  • Plano de Capitalização

    Também conhecidos como planos de capitalização, esses títulos não devem ser vistos como uma forma de investimento propriamente dita, mas como uma poupança programada, e seu grande atrativo está nos sorteios mensais. O dinheiro que você investe no título de capitalização é dividido em duas partes, uma vai para a conta de investimento que é corrigida com base na poupança (TR+0,5%) e outra paga a taxa de carregamento, que é utilizada para financiar as quantias sorteadas. A taxa de carregamento varia muito entre instituições, mas sempre deve estar explícita no contrato. Apesar de serem corrigidos com base na poupança esses títulos não estão isentos do pagamento de imposto de renda. Em caso de sorteio e resgate do prêmio o investidor deverá pagar uma alíquota de 25% de imposto de renda, enquanto se decidir continuar participando do plano a alíquota sobe para 30%. O saque antes do prazo pode implicar na restituição apenas parcial do valor aplicado.

  • Plano de Comprometimento de Renda (PCR)

    O PCR é uma das formas de pagamento de financiamento imobiliários no âmbito do SFH, através da qual as prestações do seu financiamento são limitadas a um percentual (em geral 30%) da sua renda (sua e do seu cônjuge). As prestações são ajustadas mensalmente com base na variação da TR.

  • Plano de Equivalência Salarial (PES)

    O PES é uma das formas de pagamento de financiamento imobiliários no âmbito do SFH. Assim como o PCR, as prestações do seu financiamento são limitadas a 30% da renda, sendo que no PES elas são ajustadas em linha com o reajuste salarial uma vez por ano.

  • Plano de Negócios

    Documento que contém detalhes dos produtos ou serviços, mercados, estratégia futura e currículos dos principais executivos da empresa. O documento deve ajudar tanto os investidores potenciais, quanto os credores da empresa, a entender, entre outros: o que a empresa faz e quais são os objetivos a serem alcançados, o diferencial da empresa frente aos competidores, prazo em que pretende alcançar os objetivos/metas estabelecidos, quais são as projeções financeiras do negócio, quais são os recursos necessários para viabilizar o negócio e muitas outras perguntas relevantes.

  • Plano Fechado

    Plano de previdência complementar criado pelas empresas em benefício de seus funcionários. Para cada R$ 1 em contribuições do funcionário ao fundo, a empresa deve fazer uma contribuição de no mínimo R$ 1.

  • Plano Fechado com Benefício Definido

    Plano de previdência complementar criado pelas empresas em benefício de seus funcionários, onde o que está definido é o benefício a ser recebido na aposentadoria. Como o saldo das contribuições não está dividido em contas individuais, pode haver déficit.

  • Plano Fechado com Contribuição Definida

    Plano de previdência complementar criado pelas empresas em benefício de seus funcionários, onde o valor do benefício a ser pago durante a aposentadoria equivale ao total acumulado. Ao contrário dos planos de benefício definido, nestes planos o que se determina é o valor da contribuição mensal. Além disso, há uma conta separada para cada empregado, minimizando o risco de déficit.

  • Point of Sale (POS)

    Termo usado para determinar um aparelho usado pelas lojas para leitura de cartão, sendo que é através do POS que a transação entre o cliente e a administradora de cartão é intermediada.

  • Política de Investimento

    Descreve um grupo de regras e metas sobre a forma como recursos (ou ativos de uma carteira de investimentos) devem ser administrados. Em geral, nos prospectos dos fundos é possível encontrar qual a política de investimento que o gestor do fundo adota ao administrar os recursos do fundo. Outra denominação possível é “estratégia de investimento”.

  • Política Fiscal

    Política de arrecadação e despesas do governo, que engloba a carga tributária tanto sobre pessoas físicas como empresas, assim como a definição dos gastos do governo com base no montante de tributos arrecadado. Em geral, a política fiscal adotada por um governo acaba repercutindo em sua política monetária, visto que se as despesas do governo superarem as receitas de arrecadação, então o governo se encontra em uma situação de déficit. Em geral este tipo de desequilíbrio leva os investidores a exigirem mais para comprar títulos públicos, o que acaba forçando o Banco Central a elevar a taxa básica de juros usada como referência para o retorno dos títulos públicos.

  • Política Monetária

    Termo que denomina um conjunto de medidas adotadas para controlar a oferta de moeda e crédito e, conseqüentemente, a taxa básica de juro de uma determinada economia. O Banco Central é o responsável pela execução da política monetária do país e, exatamente por isto, sua independência política é importante, pois garante que a política monetária do país não será afetada por interesses políticos. Dentre os instrumentos mais utilizados para a execução da política monetária do país estão os depósitos compulsórios sobre depósitos bancários. Assim sendo, quando o Banco Central quer diminuir o volume de moeda em circulação, em geral aumenta o depósito compulsório dos bancos.

  • Pontos Base (Basis Points)

    Convenção utilizada, sobretudo, no mercado de renda fixa, é uma escala sendo que 100 pontos-base representam um ponto percentual. Dadas as relativamente pequenas variações que normalmente ocorrem no rendimento dos títulos de renda fixa, estas variações são normalmente expressas em termos de pontos base ao invés de pontos percentuais. Uma queda de rendimento de 5,55% para 5,52% pode ser mais facilmente visualizada como uma queda de 3 pontos base do que como uma redução de 0,03 ponto percentual.

  • Portabilidade

    1. A legislação atual limita a portabilidade aos casos onde o vínculo empregatício cessa, sendo que os recursos poderão ser transferidos para o fundo de outra empresa ou ainda para o segmento aberto. 2. Portabilidade em previdência privada é a transferência da reserva financeira constituída pelo participante em um plano para outro do mesmo tipo. O investidor pode migrar recursos entre dois planos do tipo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), mas não entre um plano PGBL e outro VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). Neste caso, seria preciso sacar todos os recursos e pagar impostos sobre o resgate. Além disso, com relação ao regime de tributação, também existem algumas regras. Por exemplo: uma pessoa pode passar de um PGBL progressivo para outro progressivo ou regressivo. Agora, quem tem um PGBL regressivo, só pode passar para outro regressivo.

  • Portador ou Titular

    No caso de serem emitidos cartões adicionais, o portador é o responsável contratual e juridicamente pelo cartão.

  • Portfólio

    Do inglês significa Carteira. Trata-se de um termo utilizado para descrever um grupo de investimentos que o investidor possui, ou que compõe o fundo de investimento. A carteira pode ser composta de vários instrumentos financeiros (ex. ações, títulos de renda fixa etc.)

  • Pós-fixados

    Os títulos pós-fixados funcionam de forma diferente. Quando você investe em um pós-fixado você saberá o quanto irá receber somente no final da aplicação . Isso ocorre porque o rendimento é determinado pela variação de um certo índice mais uma taxa de juros determinada no início. Vamos assumir, por exemplo, um título que rende a variação da inflação pelo IGP-M mais uma taxa de juros pré-determinada (digamos 6%). Se a inflação for 7%, a taxa bruta (excluindo impostos) será de 13%, porém se a inflação for de 9%, a taxa bruta será 15%.

  • Posição

    Saldo em direitos e obrigações relativos aos ativos, derivativos, moeda estrangeira e recursos financeiros em moeda nacional de cada comitente.

  • Poupança

    (1) Parcela da renda nacional ou individual que não é consumida.(2) Termo também é usado para denominar as aplicações em caderneta de poupança, favor ver definição em “caderneta de poupança”.

  • Prazo Médio de Venda (PMV)

    Terminologia usada no mercado imobiliário para designar o número médio de meses que as unidades efetivamente vendidas estiveram ofertadas no mercado. Assim, quando o PMV aumenta isso significa que está mais difícil para efetuar negócios no mercado, e vice-versa.

  • Pré-fixado

    São aqueles cuja remuneração é determinada no momento da aplicação. Assim quando o gerente do seu banco lhe oferece um CDB pré-fixado de 30 dias rendendo 18%, isto significa que você já sabe o quanto receberá dentro de um ano – o valor investido mais juros pelo período (30 dias) em que o dinheiro foi investido. A mais conhecida forma de investimento pré-fixada no Brasil é a caderneta de poupança

  • Preço (Cotação)

    Preço dos títulos, ações, moedas estrangeiras ou mercadorias. O termo é usado principalmente nas bolsas de valores ou de mercadorias.

  • Preço alvo

    Termo usado pelos analistas financeiros em análise de ações. O preço alvo de uma ação é calculado usando metodologia do fluxo de caixa descontado, e é usado para definir o potencial de valorização, ou desvalorização, da ação. Em outras palavras, serve para definir se uma ação está cara ou barata.

  • Preço de Exercício

    Preço no qual uma opção pode ser exercida, ou seja, que o titular poderá comprar ou vender os títulos que são objeto da opção. O preço de exercício é determinado quando a opção (ou uma série de opções) é lançada.

  • Preço do bem

    É o valor do bem sugerido pela administradora, que servirá de referência para o cálculo das mensalidades dos consorciados e para a fixação do valor do crédito a ser distribuído nas Assembléias de Contemplação. O preço do bem não inclui valores relativos às despesas de transporte, tributos, equipamentos operacionais e outras semelhantes.

  • Preço/RBIF

    Sigla que denomina Preço/Receita Bruta de Intermediação Financeira. Indicador fundamentalista que expressa o valor de mercado de instituições financeiras em termos de sua receita de intermediação financeira. É calculado como valor de mercado dividido pelo receita de intermediação financeira por ação. A receita de intermediação financeira da instituição é definida como o total da receita obtida por uma instituição financeira com suas operações de crédito, arrendamento mercantil, títulos e valores mobiliários, câmbio e aplicações compulsórias.

  • Prejuízo Operacional (seguros)

    Quando a taxa combinada da seguradora supera os 100%, o que implica que suas despesas operacionais superam as receitas com prêmios. Nestes casos, as seguradoras precisam obter bons retornos na aplicação de sua carteira de investimentos para conseguir reverter parte destas perdas e obter lucro líquido.

  • Prescrição

    Situação em que o a pessoa perde um direito devido ao não exercício do mesmo por um determinado período de tempo.

  • Previdência Complementar

    A Previdência Complementar (ou Privada) já existe no Brasil desde o final da década de 70, mas só foi realmente impulsionada no final dos anos 90, quando ficou clara a falência do sistema de Previdência Social. Além disso, a reforma da previdência no final da década de noventa tornou a previdência privada mais atrativa, pois passou a permitir a dedução das contribuições previdenciárias para fins de imposto de renda e introduziu novos produtos. A Previdência Complementar pode ser de dois tipos: Fechada e Aberta.

  • Previdência Privada

    A Previdência Complementar (ou Privada) já existe no Brasil desde o final da década de 70, mas só foi realmente impulsionada no final dos anos 90, quando ficou clara a falência do sistema de Previdência Social. Além disso, a reforma da previdência no final da década de noventa tornou a previdência privada mais atrativa, pois passou a permitir a dedução das contribuições previdenciárias para fins de imposto de renda e introduziu novos produtos. A Previdência Complementar pode ser de dois tipos: Fechada e Aberta.

  • Previdência Privada Aberta

    Uma das opções de previdência complementar existente no mercado, a outra sendo a de planos fechados. Inclui planos individuais, facultativos, que funcionam como fundos de investimento voltado para a aposentadoria (isto é com uma ótica de longo prazo). Esses fundos são administrados por instituições financeiras como, por exemplo, seguradoras, empresas de previdência privada e bancos, que em troca da administração dos recursos cobram uma comissão (taxa de administração).

  • Previdência Privada Fechada

    Uma das opções de previdência complementar existente no mercado, a outra sendo a previdência aberta. Ao contrário do que ocorre na previdência aberta, no caso da previdência fechada somente os funcionários da empresa patrocinadora podem participar do fundo, não sendo acessível à outras pessoas. A previdência fechada é oferecida pelas empresas aos seus funcionários através da constituição de um fundo de pensão para o qual contribuem tanto a empresa, quanto os funcionários. Os benefícios são acessíveis aos empregados ou dirigentes da empresa patrocinadora.

  • Principal

    Termo usado para determinar a parcela de um empréstimo ou título de renda fixa, que não se refere aos juros a serem pagos. Portanto, em um empréstimo de R$ 10 mil, o principal seria os R$ 10 mil, enquanto o saldo devedor tende a ser maior, pois deve ser ajustado pela parcela de juros cobrada.

  • Private Equity

    Termo que vem do inglês e denomina uma forma de financiamento alternativa, utilizada por empresas, de médio ou grande porte, para garantir o desenvolvimento e a expansão de suas atividades. As empresas alvo deste investimento temporário, em geral, gozam de taxas significativas de crescimento e nível de risco médio ou baixo. O termo Private Equity pode também descrever os investidores que atuam na aquisição de participações em empresas existentes, de maior porte, e que não requeiram a colaboração direta do investidor na gestão do negócio.

  • Processadoras (cartão de crédito)

    As processadoras são as empresas responsáveis pelo gerenciamento da parte operacional dos cartões como, por exemplo, o processamento de faturas, atendimento ao cliente, etc. São exemplos de processadoras a CSU Cardsystem e a EDS do Brasil.

  • Processo de admissão

    Procedimento pelo qual se requer à BM&FBOVESPA a outorga de autorização de acesso de acordo com as regras e procedimentos de acesso específicos da BM&FBOVESPA.

  • Produto Interno Bruto

    Termo que reflete o total de bens e serviços produzidos em um determinado período de tempo em uma determinada região. Em geral, o PIB é calculado trimestralmente ou anualmente. Assim sendo, é possível calcular o PIB de um país, estado ou cidade. A taxa de variação do PIB, por sua vez, indica o crescimento da economia em um determinado período.

  • Programa de Capacitação Tecnológica

    Conjunto de ações e projetos para a qualificação dos profissionais de uma empresa, com a finalidade de permitir a utilização de conhecimentos e informações técnicas que favoreçam o processo de inovação tecnológica da empresa.

  • Programação de entrega

    Documento enviado à câmara que contém a programação definida pelo comitente comprador ou vendedor para entrega e/ou recebimento de mercadoria em determinados contratos derivativos.

  • Projeção de Resultados

    Termo usado para definir as estimativas elaboradas pelo próprio empresário de quanto espera vender, gastar e, conseqüentemente, ganhar nos próximos meses ou anos.

  • Proponente

    Termo usado na indústria de cartão de crédito, que se refere ao cliente que possui uma proposta para adquirir um cartão que está sob processo de aprovação. Nos planos de previdência refere-se ao interessado em contratar um plano de seguro ou aderir a um plano coletivo

  • Proposição Legislativa

    Refere-se a qualquer matéria sujeita à deliberação da Câmara dos Deputados ou do Senado. Pode ser um projeto de lei ordinária ou complementar, uma emenda, um requerimento etc.

  • Proposta de Inscrição

    Documento através do qual uma pessoa interessada em adquirir um plano de previdência manifesta ter conhecimento das condições previstas no Regulamento e Contrato do referido plano.

     

  • Propriedade Fiduciária

    É a transferência de titularidade dos valores mobiliários para a instituição custodiante, a fim de que a mesma possa exercer todos os direitos inerentes àqueles títulos para os fins de guarda, conservação, exercício de direitos, não podendo deles dispor livremente, pois está obrigada a devolver ao depositante, quando solicitado, a quantidade que lhe foi entregue com as alterações decorrentes das modificações do capital social ou do número de ações da emissora.

  • Propriedade Intelectual

    Toda espécie de propriedade que provenha de concepção ou produto da inteligência para exprimir um conjunto de direitos que competem ao intelectual (escritor, artista ou inventor) como autor de obra imaginada, elaborada ou inventada.

  • Protecionismo

    Termo usado para denominar uma situação de mercado em que uma empresa não enfrenta competição, pois a entrada de concorrentes no setor em que atua está protegida. Usado para denominar situações em que uma ou poucas empresas dominam um determinado mercado e podem, com isto, determinar de forma desigual os preços, oferta de produtos etc.

  • Provisão (ou Reserva) para Perdas

    Conta de ativo no balanço de instituições financeiras que expressa todos as provisões feitas pela instituição para potenciais perdas com as suas operações de crédito. A relação entre a provisão para perdas e o total de créditos duvidosos da instituição indica o grau de conservadorismo na sua política de cessão de créditos.

  • Provisão de Benefícios Concedidos

    Montante de recursos destinado ao pagamento dos benefícios para os participantes de um determinado plano de previdência. Estes recursos são obtidos através da transferência dos recursos investidos na reserva de benefícios a conceder na data de início da concessão do benefício ao participante.

  • Provisão para Crédito Duvidoso

    Conta do demonstrativo de resultado de uma instituição financeira que inclui a provisão anual feita para cobrir os riscos de crédito classificados como duvidosos pela instituição. Em geral analistas verificam a relação entre a provisão para crédito duvidoso e o total de operações de crédito no balanço para estimar o grau de risco da carteira de empréstimos.

  • Ptax800

    A cotação Ptax da moeda norte-americana, apurada pelo Banco Central, é a taxa de câmbio média ponderada entre as cotações do dólar e o volume de operações envolvendo cada uma destas taxas a que foi negociado ao longo do dia.

  • Pulverização de Risco (seguros)

    Distribuição do seguro por um grande número de seguradoras de forma que, assim disseminado, por maior que seja sua importância não venha a constituir perigo à estabilidade da carteira da seguradora.

  • Quantitative Easing (QE)

    Política de relaxamento monetário adotada pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. Consiste em recompra de títulos para injetar liquidez no mercado e em manutenção de taxas de juros em patamares historicamente muito baixos.

  • Quorum de Aprovação

    Refere-se ao número mínimo de votos exigidos para que uma determinada matéria seja aprovada na Câmara ou no Senado.

  • Quorum de Deliberação

    Corresponde ao número mínimo de parlamentares que devem estar presentes em uma sessão para que seja deliberada a Ordem do Dia.

  • Quorum de Presença

    Refere-se ao número mínimo de parlamentares exigidos para que uma sessão tenha início ou seja prosseguida.

  • Rating

    Classificação atribuída à qualidade de crédito do emissor. Há basicamente três agências internacionais de classificação de risco mais importantes, a saber: Fitch, Moody´s e Standard & Poor´s, que atribuem notas aos títulos emitidos por uma empresa ou um governo com o intuito de medir a probabilidade de inadimplência – essa nota é o rating.

  • RDB – Recibo de Depósito BancárioRDB – Recibo de Depósito Bancário

    Título de renda fixa que não permite a retirada antecipada dos fundos por parte do investidor e não é negociado no mercado secundário. A taxa de remuneração reflete uma taxa previamente acordada entre a instituição e o investidor.

  • Recall

    Trata-se de uma medida tomada por uma empresa quando é constatado que um produto ou equipamento, já lançado no mercado, pode causar danos ao consumidor. Algumas montadoras de automóveis foram obrigadas a fazer recall de alguns de seus modelos, pois foram detectadas falhas em alguns equipamentos. Nestes casos, a empresa convoca todos os consumidores que adquiriram um destes veículos e efetua a manutenção necessária para maior segurança do consumidor e, é claro, sem nenhum custo adicional.

  • Receita Bancária

    Indicador calculado para instituições financeiras, que representa a soma de todas as receitas oriundas da atividade bancária da instituição, sendo calculada como a soma da receita bruta de intermediação financeira e a receita de serviços.

  • Receita de Intermediação Financeira

    Indicador utilizado para instituições financeiras, que é calculado como sendo o total da receita obtida pela instituição com suas operações de crédito, arrendamento mercantil, títulos e valores mobiliário, câmbio e aplicações compulsórias.

  • Receita de Serviços

    Total da receita obtida por uma instituição financeira com a prestação de serviços para clientes, como abertura de conta corrente, venda de cartão de crédito, etc. Em geral os analistas esperam que a receita de serviços cubra a maior parte dos custos operacionais do banco, como despesas administrativas e com pessoal. Com base nisto surgiu o índice de cobertura que compara as receitas de serviço com o total da soma das despesas de pessoal e administrativas do banco, quanto maior este indicador maior é a estabilidade das receitas do banco, que precisa depender menos das receitas de intermediação.

  • Recursos Administrados

    Termo que denomina o montante de recursos cuja estratégia de investimento está centralizada na figura de um Administrador ou Instituição Financeira. Os recursos administrados podem ser próprios ou de terceiros.

  • Recursos de Terceiros

    1. Gestão de Recursos. Termo bastante usado pelos administradores de recursos para denominar os valores de propriedade de outros indivíduos ou outras instituições. As receitas com a administração de recursos de terceiros são uma parte importante das receitas de serviços dos bancos. 2. Balanço Patrimonial. No que refere ao balanço patrimonial de uma empresa o termo pode ser empregado para denominar as dívidas da empresa, ou seja, os recursos que foram levantados sem a ajuda dos acionistas.

  • Reforma Tributária

    Reestruturação da metodologia de tributação sobre as empresas, com base na racionalização do número de impostos e reorganização das competências e interferências dos impostos entre os Estados, especialmente.

  • Regime Financeiro de Capitalização

    Sistema que prevê a acumulação de recursos durante um período específico para fazer face ao pagamento de benefícios futuros.

  • Regime Financeiro de Divisão de Capitais de Cobertura

    Sistema em que as contribuições se destinam a fazer face ao pagamento de benefícios que ocorrerem neste período.

  • Regime Financeiro de Repartição Simples

    Sistema em que as contribuições se destinam a arcar com o pagamento à vista dos benefícios cujos fatos geradores ocorrerem neste mesmo período.

  • Regimento Interno

    Conjunto de normas e regras que definem atribuições e o funcionamento de uma organização.

  • Registro

    Ato de formalização e inscrição de uma operação ou ativo em ambiente de negociação, ambiente de registro e na câmara, bem como de guarda e depósito do ativo em central depositária, no emissor e no escriturador por este contratado.

  • Registro Geral (RG)

    O famoso RG, ou registro geral, é o principal documento de identificação do cidadão e muito útil em todas as situações onde você precisar comprovar a sua identidade.

  • Regulamento

    O regulamento de um plano de previdência, ou fundo de investimento, estabelece os direitos e as obrigações da empresa patrocinadora, dos participantes e dos beneficiários em relação ao plano de benefícios. As eventuais dúvidas serão resolvidas de acordo com o que estiver estipulado no regulamento.

  • Renda Fixa

    Termo usado de forma genérica para denominar todos os títulos de renda fixa que, como o nome sugere, são títulos que pagam, em períodos definidos, uma certa remuneração, que pode ser determinada no momento da aplicação ou no momento do resgate (no final da aplicação). Quando você compra um título de renda fixa está emprestando dinheiro ao emissor do título (que pode ser o seu banco, uma empresa ou o governo). Portanto, os juros do título são a remuneração que você recebe por emprestar seu dinheiro. Dentre os exemplos de títulos de renda fixa podemos citar: a caderneta de poupança, os certificados de depósito bancário (CDB), títulos do tesouro, letras do tesouro e títulos de crédito.

  • Rentabilidade

    Termo usado para expressar a valorização (ou desvalorização) de um determinado investimento em termos percentuais. Alguns analistas usam o termo retorno ao invés de rentabilidade. Desta forma, um indivíduo tenha feito um investimento de R$ 10 que, após um mês vale R$ 11, registrou uma rentabilidade de 10%. A fórmula de cálculo da rentabilidade é a seguinte: Rentabilidade = ((Preço fim/Preço início)-1)*100, onde: Preço fim: é o preço do ativo financeiro no final do período de cálculo da rentabilidade; Preço início: é o preço do ativo financeiro no momento da aplicação.

  • Repasse

    Procedimento por meio do qual o participante-origem de uma operação e seu respectivo membro de compensação transferem a responsabilidade de sua liquidação, direitos e obrigações, administração de risco e posições derivados da operação para o participante-destino, mediante a confirmação de repasse.

  • Repasse Integral de Rentabilidade

    Adotado apenas nos planos de previdência do tipo PGBL e VGBL onde a empresa repassa 100% da rentabilidade real líquida obtida através da aplicação dos seus ativos.

  • Reserva de Benefícios Concedidos

    Montante de recursos destinado ao pagamento dos benefícios para os participantes de um determinado plano de previdência. Estes recursos são obtidos através da transferência dos recursos investidos na reserva de benefícios a conceder na data de início da concessão do benefício ao participante.

  • Reserva de Excedentes Financeiros

    Provisão feita para pagamento dos excedentes financeiros que deve ser construída de acordo com as regras de reparrição estabelecidas no Regulamento do plano.

  • Reserva de Riscos não Expirados

    Trata-se do nome dado a uma reserva legal constituída pelas seguradoras que reflete o montante que as seguradoras teriam que devolver se todos os segurados cancelassem imediatamente todos os seus seguros.

  • Reserva de Sinistros

    Trata-se do nome dado à reserva legal constituída pelas seguradoras, que reflete a melhor estimativa feita pela companhia do montante que será pago no futuro de um sinistro que já tenha ocorrido.

  • Reserva de Sinistros Incorridos mas Não Avisados

    Trata-se do montante retirado dos prêmios pagos que se capitaliza para a cobertura de sinistros incorridos, mas não avisados às seguradoras.

  • Reserva Matemática de Benefícios a Conceder

    Reservas obrigatoriamente constituídas pelas seguradoras que administram planos de previdência, obtida através da contribuição dos participantes do plano, e no caso dos planos fechados, da empresa patrocinadora. Através dos recursos desta reserva que os benefícios dos participantes do plano serão pagos quando este se aposentar.

  • Reservas (saldo de)

    Montante formado pela soma da reserva de benefícios a conceder (formada com base nas contribuições líquidas pagas pelo participante para o recebimento de benefício de aposentadoria por sobrevivência) com as contas de excedentes financeiros, deduzidos os valores de resgates parciais já pagos ao participante pela empresa de previdência.

  • Reservas Internacionais

    As reservas internacionais refletem o montante de moeda estrangeira e metais preciosos acumulado por um país. A variação de reservas é igual ao saldo do Balanço de Pagamentos (o resultado de todas as transações de bens, serviços e do fluxo de capitais entre um país e o resto do mundo), pois caso o país receba mais do que envia as reservas aumentarão; o contrário ocorrendo caso o país envie mais do que receba.

  • Reservas Técnicas

    São as reservas obrigatoriamente constituídas pelos seguradores, em função dos seguros contratados e como parte integrante e indispensável do mecanismo do seguro, para garantia das suas operações. Da mesma forma, nos planos de previdência administrados por seguradoras usa-se o termo reservas técnicas para determinar a reserva de benefícios a conceder.

  • Resgate

    Ato de retirar ou sacar integral ou parcialmente os recursos investidos em uma determinada aplicação. Em alguns casos as aplicações possuem o chamado prazo de carência, antes do qual não é possível resgatar os recursos investidos. Quando este resgate é previamente programado pela instituição financeira que administra a aplicação, sem que seja necessário o investidor pedir que os recursos sejam resgatados, ele é conhecido como resgate automático.

  • Resgate (plano de previdência)

    Nos planos de previdência o resgate é feito quando o beneficiário começa a receber parcial ou integralmente os benefícios a que tem direito, que são pagos com base nos recursos acumulados na reserva de benefícios a conceder. Em algumas aplicações como os planos de previdência, e os investimentos em ações e fundos de ações, somente na fase de resgate é que se paga imposto de renda sobre ganhos de capital.

  • Resgate Máximo

    Em algumas aplicações, como por exemplo, os fundos de investimento, o investidor é obrigado a sacar pelo menos uma quantia pré-estabelecida, que é denominada resgate mínimo. Desta forma, caso queira sacar menos do que esta quantia não conseguirá, este valor varia de um fundo para outro, mas em geral é determinado em função do valor da aplicação mínima.

  • Resolução

    Norma legal ou reguladora do mercado financeiro que é emitida por agências federais como, por exemplo, o Banco Central ou a CVM.

  • Resseguro

    Muitas vezes as seguradoras são obrigadas a transferir parte do risco da sua carteira, pois excederam sua capacidade de retenção de risco. Estes riscos são transferidos para outras empresas, chamadas re-seguradoras, e esta operação é chamada de resseguro. Na maioria dos grandes seguros corporativos a seguradora é obrigada a recorrer às re-seguradoras, pois não têm como arcar com o risco total desta cobertura. Abaixo citamos algumas situações onde as seguradoras optam pelo resseguro: Resseguro de catástrofe; Resseguro de excesso de danos; Resseguro facultativo; Resseguro proporcional.

  • Retaliação

    Represálias por parte de um país ou grupo de países frente a práticas que ofendem as regras de comércio internacional, provoquem desequilíbrios nos prazos de pagamentos, ofereçam produtos a preços excessivamente baixos (dumping) ou juros subsidiados, etc.

  • Retenção

    Termo usado na indústria de seguros que determina o valor básico da retenção que a seguradora deve adotar em cada ramo ou modalidade de seguro em que opera. O percentual de retenção é determinado através de cálculos atuariais.

  • Retorno sobre Ativo

    Indicador de análise financeira que mede o lucro gerado pelo uso dos ativos da empresa e que varia muito, dependendo da indústria em que a empresa atua. Este indicador pode ser calculado como sendo o quociente entre o lucro líquido obtido pela empresa e seus ativos totais.

  • Retrocessão

    Operação que permite que uma empresa resseguradora consiga repassar ao mercado segurador nacional possíveis excessos e responsabilidades que superam sua capacidade de indenizar.

  • Risco (de investimento)

    Termo usado para denominar a variabilidade de retornos relativos a um investimento. Alguns autores diferenciam risco de incerteza, afirmando que ao primeiro pode-se atribuir uma distribuição de probabilidades, o que não ocorreria com o segundo, mas geralmente os dois termos são usados como sinônimos. Assim quando se fala que um investimento é de alto risco isto significa que é muito difícil prever com precisão a rentabilidade que será alcançada. No mercado financeiro o termo “risco” é usado para determinar a probabilidade de ganhos ou perdas acima ou abaixo da média do mercado.

  • Risco (de seguros)

    No mercado segurador o termo risco denomina o evento incerto que é independente da vontade tanto do segurado quanto da seguradora. A presença de risco é que motiva o segurado a contratar uma apólice de seguro.

  • Risco de Crédito

    Um dos vários tipos de risco, que é usado para determinar a probabilidade de um determinado título emitido por uma empresa, instituição financeira ou governo, não ser honrado. Por exemplo, no caso da falência de uma empresa é possível que a mesma atrase ou simplesmente não efetue os pagamentos referentes a debêntures que tenha emitido. Este risco é denominado risco de crédito do título.

  • Risco Diversificável

    Parcela de risco de um investimento que é inerente ao próprio investimento. No caso de uma ação ou debênture de uma empresa, são os riscos inerentes a esta empresa, que não afetam o desempenho de outras empresas. Os investidores procuram eliminar ou reduzir tais riscos por meio da diversificação dos investimentos, daí a denominação risco diversificável.

  • Risco Não Diversificável

    Parcela de risco de um investimento que afeta todas as empresas, não sendo específico de uma empresa. Fatores como guerras, inflação e incidentes internacionais compõem o risco não diversificável, que não pode ser reduzido ou eliminado por meio da diversificação.

  • Risco País

    Medida criada pelo banco norte-americano JP Morgan, com o intuito de medir a percepção de risco dos investidores em relação a diversos países, tomando como base a cotação dos ativos da dívida externa destes países negociados no mercado internacional. A partir do spread, ou diferencial de juros que estes títulos pagam em relação aos títulos do tesouro norte-americano de prazo semelhante, o banco calcula a medida de risco ponderada. Assim, se o diferencial médio é de 10%, o risco país é de 1.000 pontos base, medida esta criada para capturar pequenas mudanças no spread. O risco é calculado também para uma cesta de papéis de vários países, através do índice Embi+ (Emerging Markets Bond Index Plus), ou Índice de Bonds de Países Emergentes. Diversos países fazem parte, incluindo Brasil, Argentina, México, Colômbia e Venezuela, Rússia, Bulgária, Polônia, Nigéria e outros.

  • Road Shows

    Termo que vem do inglês e denomina as apresentações formais dos planos de negócios de uma empresa para potenciais investidores nacionais ou internacionais com vistas a levantar os recursos necessários para o financiamento de suas atividades.

  • ROI – Retorno de Investimento

    Indicador usado na análise de projetos, que é calculado dividindo-se o ganho obtido com o projeto sobre o montante aplicado nele. Na área de marketing, refere-se ao retorno em termos de vendas sobre o investimento em propaganda, publicidade e anúncios.

  • SAC

    Sigla que denomina o Serviço de Atendimento ao Cliente oferecido por uma empresa. Recentemente, os SACs passaram a ser vistos como uma iniciativa de marketing alternativo, visto que um bom atendimento nesse tipo de função resulta no estreitamento de laços com o consumidor, no enriquecimento da base de dados e, em última instância, na geração de oportunidades de negócios.

  • Saldo Credor

    Situação na qual o portador do cartão pode ter direito a um saldo a receber, que pode ser fruto de cobrança indevida ou do recebimento de prêmio em dinheiro. Se o valor não for integralmente utilizado na fatura seguinte, será abatido do total das despesas.

  • Saldo líquido bilateral

    Valor resultante da compensação bilateral das obrigações das contrapartes, devido por um participante à contraparte e vice-versa, em cada data de liquidação, em ativos, derivativos, moeda estrangeira e moeda nacional.

  • Saldo líquido multilateral

    Valor resultante da compensação multilateral das obrigações das contrapartes, obtido por meio da soma dos respectivos saldos líquidos bilaterais, e devido pelo participante à câmara ou por esta ao participante em cada data de liquidação, em ativos, derivativos, moeda estrangeira e moeda nacional.

  • Salvaguardas

    Princípios, regras, critérios e mecanismos adotados para assegurar, direta ou indiretamente, o processo de liquidação e a integridade dos mercados, ambientes e sistemas administrados pela BM&FBOVESPA.

  • Sazonalidade

    Flutuação no volume de vendas ou receitas que ocorre em uma determinada época do ano.

  • Sebrae

    Sigla que significa Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Desde 1972 o Sebrae trabalha no desenvolvimento sustentável das empresas de pequeno porte do país, através da oferta de cursos de capacitação, apoio na obtenção de crédito etc.

  • Securitização

    Termo derivado do inglês (securities), que define uma operação de financiamento onde o empréstimo (ou dívida) é convertido em títulos negociáveis. Assim sendo, quando uma empresa levanta um empréstimo e o divide em partes, tornando cada uma delas títulos que podem ser negociados no mercado, esta operação é chamada de securitização.

  • Securitização de Recebíveis

    Operação de securitização de um ativo recebível (como promissórias, por exemplo) que serve de lastro para um título negociável, podendo ser vendido a investidores. Este tipo de operação é feito para se reduzir o risco de uma carteira de recebíveis, pois os créditos acabam sendo divididos entre vários investidores.

  • Segmento de Mercado

    Conjunto de consumidores específicos de um determinado produto ou serviço.

  • Segmento de mercado

    Conjunto de atividades relacionadas às operações com ativos de características semelhantes.

  • Segurado

    Na indústria de seguros, significa a pessoa física ou empresa que contrata um seguro e se compromete a pagar um prêmio para a seguradora. Também pode ser usado em previdência e, neste caso, refere-se ao associado, segurado ou beneficiário incluído nos planos de previdência privada.

  • Seguro a Primeiro Risco Absoluto

    Neste tipo de seguro a companhia seguradora responde por qualquer prejuízo real coberto até o limite da importância segurada e não invoca a regra proporcional. Neste tipo de seguro a regra de rateio nunca é aplicada.

  • Seguro a Primeiro Risco Relativo

    Neste tipo de seguro a companhia seguradora responde somente pelos prejuízos até o limite da importância segurada. Caso o valor supere o montante fixado na apólice o segurado terá que dividir as perdas como se fosse um seguro proporcional.

  • Seguro a Segundo Risco

    Trata-se dos casos em que o segurado faz um seguro com outra seguradora para complementar a cobertura de primeiro risco absoluto. Este tipo de seguro é recomendado nos casos em que o segurado quer se proteger contra a possibilidade de que o sinistro venha a superar a importância segurada na cobertura de primeiro risco absoluto.

  • Seguro Acidente de Trabalho (SAT)

    Contribuição que varia entre 1% e 3% sobre a folha de pagamento da empresa. Esta variação depende do risco de vida que a empresa apresenta aos seus funcionários, em decorrência da atividade exercida.

  • Seguro de Acidentes Pessoais

    Trata-se da modalidade de seguro que garante o pagamento de uma quantia determinada usada para reembolso dos gastos com médicos, hospitais e, no caso de morte ou incapacidade total ou parcial do segurado devido a um acidente. Estes seguros podem ser contratados de forma individual ou coletiva.

  • Seguro de Fidelidade

    Modalidade de seguro que garante o empregador por eventuais prejuízos que venha a sofrer decorrentes de furto, roubo ou apropriação indébita, ou outros delitos contra o patrimônio da empresa, que tenham sido cometidos por seus empregados, ou pessoas com vínculo empregatício.

  • Seguro de Lucros Cessantes

    Modalidade de seguro contratada por empresas, como indústrias, comércio e prestadoras de serviço, cujo objetivo é preservar os negócios do segurado de forma a garantir sua capacidade operacional e rentabilidade nos mesmos níveis em que se encontravam antes da ocorrência do sinistro.

  • Seguro de Responsabilidade Civil

    Modalidade de seguro que pretende garantir o desembolso de despesas pagas a terceiros por danos materiais ou pessoais, que foram involuntariamente causados. Bastante usado por executivos de grandes empresas, advogados, médicos, etc.

  • Seguro de Saúde

    Trata-se dos seguros que garantem o pagamento das despesas com assistência médica e hospitalar que garante o pagamento de todos os procedimentos efetuados em nome do segurado diretamente a quem prestou o serviço. Em outros casos, o re-embolso é feito com base na quantia estipulada na apólice.

  • Seguro em Grupo

    Termo usado para indicar os seguros de vida e acidentes pessoais feitos de forma coletiva, ou seja, envolvendo mais de um segurado. Os termos destes seguros são determinados pelo estipulante, no caso o empregador destas pessoas, sendo que a apólice favorece várias pessoas. Assim sendo nos seguros de grupo, os contratos se repartem em contratos distintos para quantas forem as pessoas seguradas.

  • Seguro Fiança

    Modalidade de seguro que protege o segurado caso este não consiga arcar com uma obrigação específica para com o devedor principal ou o afiançado. Usado com frequência nos contratos de locação de imóveis.

  • Seguro Social

    Termo usado para determinar os seguros que buscam proteger as pessoas que pertencem a classes de menor poder aquisitivo contra certos riscos específicos, como por exemplo, doença, velhice, invalidez e acidentes de trabalho.

  • Seguro-desemprego

    É um beneficio pago através da Caixa Econômica Federal, com o intuito de assegurar o trabalhador que tenha sido demitido sem justa causa, desde que tenha trabalhado no mínimo seis meses registrado em carteira de trabalho. O valor varia de acordo com a faixa salarial, sendo pago em até cinco parcelas, conforme a situação do beneficiário.

  • Seguros de Riscos Diversos

    Trata-se de um tipo de seguro que é constituído por várias modalidades com cobertura multi-risco, sendo que sua principal característica é a de cobrir perdas e danos materiais ou pessoais involuntariamente causados ocorridos durante a vigência do contrato de seguros.

  • SELIC – Sistema Especial de Liquidação e Custódia

    Criado pelo Banco Central em 1979, o Sistema Especial de Liquidação e Custódia é responsável pela custódia e pelo processamento da transferência e liquidação financeira de títulos e depósitos interfinanceiros, através do uso de equipamento eletrônico ou tele-processamento em contas abertas em nome dos participantes do Sistema.

  • Selic, taxa

    Taxa referencial de juros da economia brasileira, determinada pelo COPOM (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que é considerada pelo mercado como o principal indicador de política monetária do governo.

  • Serasa

    A Serasa é uma empresa de análises e informações econômico-financeiras e cadastrais, com o objetivo de apoiar decisões de crédito. A empresa foi criada pelos bancos para centralizar informações, de forma a racionalizar custos administrativos e aumentar o grau de especialização na área de cessão de crédito. A Serasa participa ativamente no apoio à maioria das decisões de crédito e de negócios tomadas em todo o Brasil, fornecendo, on-line/real-time, milhões de consultas por dia para seus clientes diretos ou indiretos. Uma vez que você tenha sido cadastrado no CCF, a Serasa irá divulgar estes dados aos seus associados, como bancos e estabelecimentos comerciais. Ou seja, a Serasa apenas divulga estes novos cadastros, mas não interfere na retirada do nome e/ou quitação de dívidas. A exclusão do seu nome do CCF deverá ser feita pelo banco que fez a inclusão.

  • Sessão Legislativa

    Corresponde às reuniões para deliberação realizadas durante o ano parlamentar, que dura do dia 15 de fevereiro ao dia 30 de junho e do dia 1º de agosto ao dia 15 de dezembro. Quando o Congresso é convocado fora deste período, tem-se a sessão legislativa extraordinária.

  • Setor

    Considerando que várias empresas operam em áreas de atuação semelhantes, podemos agrupá-las no que chamamos de setores. A InfoMoney agrupou as empresas analisadas em 19 setores distintos, que representam os diversos segmentos da economia de um país.

  • SFH – Sistema Financeiro da Habitação

    O SFH é gerido pelo governo e fiscalizado pelo Banco Central, e se caracteriza por emprestar recursos da poupança para o financiamento imobiliário. Criado em 1964 para viabilizar de maneira permanente a captação e aplicação de recursos na área habitacional. No entanto, o financiamento deve obedecer a certas condições, definidas por legislação. Pode financiar, entre outros, a aquisição e construção de imóveis habitacionais.

  • SIMPLES – Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte

    Trata-se de um sistema tributário simplificado que favorece as empresas enquadradas como microempresas e empresas de pequeno porte. Este sistema abrange uma série de impostos e contribuições, que são consolidados em uma única alíquota que incide sobre a receita bruta mensal da empresa. A alíquota de tributação varia de acordo com o faturamento da empresa.

  • Sinistro

    O termo reflete a ocorrência do risco previsto no contrato de seguro, isto é, no caso de seguro de carro, implica no roubo do carro, ou acidente envolvendo o veículo. O termo taxa de sinistralidade reflete o quanto a seguradora terá que pagar em indenização para cada R$ 1,00 de prêmio recebido. Portanto uma taxa de sinistralidade de 70% significa que para cada R$ 1,00 recebido em prêmio a seguradora gasta R$ 0,70 no pagamento de indenizações. Sempre que o sinistro ocorre, isto é, o evento que foi segurado efetivamente acontece, a seguradora faz uma perícia para verificar se o que aconteceu está de acordo com o estipulado no contrato, ou se houve fraude.

  • SISBACEN

    Sigla que denomina o Sistema de Operações Registro e Controle do Banco Central. Define mecanismo de comunicação através de computadores entre o Banco Central e as várias instituições financeiras atuantes no país, que usam o sistema para enviar dados referentes as suas operações financeiras, assim como para receber dados do BC.

  • Sistema de Amortização Constante (SAC)

    O SAC é um dos tipos de sistema de amortização utilizados em financiamentos imobiliários. A principal característica do SAC é a de que ele amortizar um percentual fixo do saldo devedor desde o início do financiamento. Esse percentual de amortização é sempre o mesmo, o que faz com que a parcela de amortização da dívida seja maior no início do financiamento, fazendo com que o saldo devedor caia mais rapidamente do que em outros mecanismos de amortização.

  • Sistema de negociação

    Ambiente administrado pela BM&FBOVESPA ou para o qual ela venha a prestar serviços, eletrônicos ou não, onde as operações são realizadas.

  • Sistema de registro

    Ambiente administrado pela BM&FBOVESPA ou para o qual ela venha a prestar serviços, eletrônico ou não, onde as operações não realizadas em ambiente de negociação são registradas.

  • Sistema de risco

    Pré-negociação sistema da BM&FBOVESPA que avalia o risco das operações antes deu seu registro em ambientes de negociação administrados pela BM&FBOVESPA.

  • Sistema de risco intradiário

    Sistema da BM&FBOVESPA que avalia o risco das operações no período compreendido entre o início e término da sessão de negociação.

  • Site

    Conjunto de páginas, serviços e informações disponibilizadas na rede mundial de computadores (internet), que são armazenadas em um servidor de acesso público. O acesso é feito através de um endereço eletrônico do tipo http://www.XXXX.com.br.

  • Smart Card

    Termo usado para designar os cartões que possuem chip e podem ser utilizados para múltiplas funções, como cartão de acesso (utilizado para identificação do portador), porta moedas eletrônico (armazena valor, como um cartão de débito, para pequenas transações através de programação), etc. A inclusão do mecanismo dá maior segurança aos cartões, visto que qualquer compra que fuja dos hábitos de consumo do usuário podem levantar suspeitas de roubo ou fraude do cartão rapidamente.

  • SND – Sistema Nacional de Debêntures

    Responsável pela manutenção de registros e cadastros de todas as debêntures emitidas e negociadas no mercado, o sistema faz parte do Cetip.

  • Sociedade Corretora

    Instituição financeira que faz a intermediação entre investidores e as Bolsas de Valores. Em geral são administradores de recursos de terceiros na forma de carteira de ações, fundos mútuos e clubes de investimentos.

  • Sociedade de economia mista

    Formada por capital votante majoritário subscrito pelo Estado, e minoritário, pelo capital privado, trata-se de um tipo de sociedade cujas atividades estão relacionadas à prestação do serviço público ou exploração de atividades econômicas.

  • Sociedade de Garantia Solidária

    Sociedade formada com o objetivo de conceder garantia aos seus sócios participantes, sendo que, para isto, é firmado um contrato entre a sociedade e o participante. Este contrato estabelece as regras que devem ser cumpridas pelo associado, assim como a taxa de remuneração que deve ser paga pelo serviço prestado. Para que uma sociedade seja definida como sendo de garantia solidária, é preciso que tenha sido criada por iniciativa de agentes privados, possua administração profissional e seja financeiramente sustentável.

  • Sociedade Distribuidora

    Instituições financeiras que possuem maiores limitações que as corretoras para operar no mercado de capitais. Em geral suas atividades se concentram em intermediação da colocação de emissões de capital no mercado, e em alguns casos em operações de mercado aberto. Alguns investidores institucionais possuem restrições para negociar diretamente com essas instituições.

  • Sociedade limitada

    Sociedade em que a responsabilidade dos sócios é limitada ao montante de quotas subscrito por cada um, e solidária com os demais sócios.

  • SOMA

    Sigla para Sociedade Operadora para Mercado de Acesso, é o mercado que engloba empresas de menor liquidez. Deste modo, a SOMA, que é atualmente controlada pela Bovespa, administra o mercado de balcão organizado no Brasil, através de um sistema eletrônico de negociação dirigido por ofertas registradas por formadores de mercado e instituições financeiras associadas. A CVM está estudando usar o SOMA para negociar cotas de fundos imobiliários, como forma de aumentar a liquidez dos fundos e torná-los mais populares entre os investidores de menor porte.

  • SPC – Secretaria de Previdência Complementar

    Ente de governo responsável pela autorização para constituição, organização e funcionamento dos fundos de pensão bem como sua fiscalização.

  • Start-up

    Termo que vem do inglês e denomina um empreendimento em fase de estruturação, implementação e organização de suas operações. Ainda que neste estágio de desenvolvimento as empresas raramente consigam gerar caixa ou lucro, elas podem representar boas oportunidades de investimento, em função de seu potencial de crescimento.

  • Stripped spread

    Prêmio adicional pago por um título com colateral sobre uma taxa de referência, excluindo-se o colateral. Para cálculo do stripped spread, deduz-se do fluxo de caixa do título, o valor presente dos fluxos do colateral. O stripped spread é utilizado para comparar o spread de um papel colateralizado com o spread de um papel sem colateral. (Ver também blended yield e stripped spread).

  • Sub-rogação

    Transferência dos direitos do credor para um terceiro que resgata uma obrigação.

  • Subprime

    O temor subprime refere-se aos empréstimos de alto risco dentro do setor imobiliário dos EUA. Para a obtenção de crédito neste segmento, anteriormente exigia-se uma série de pré-requisitos – comprovação de renda, emprego, fiador… -, o que restringia o crescimento do mercado. Algumas instituições financeiras, portanto, passaram a se especializar na concessão de crédito destinada a clientes que não preenchiam estas exigências, saindo do mercado prêmio (prime) e formando o subprime. Como não atende os pré-requisitos, tal tipo de crédito responde por um grau de risco mais elevado, sobretudo quando se considera a vertiginosa expansão pela qual ele passou.

  • Subscritor

    Pessoa física ou jurídica que subscreve a compra do título comprometendo-se a pagar as mensalidades na forma prevista nas condições gerais.

  • Sucess Fee

    Do inglês significa taxa de performance (ou desempenho). Descreve a taxa cobrada por administradores de fundos de investimentos sobre a parcela da rentabilidade de um fundo que tenha excedido a variação de um índice pré-selecionado. Por exemplo, se a taxa de performance é de 20% sobre o IGP-M, isto significa que se o fundo rendeu 20% e o IGP-M registrou alta de 15%, será cobrada taxa de performance sobre os 5% de rendimento adicional. No caso de um investimento de R$ 10mil, isto implica em pagar 25% sobre 5% de R$ 10mil.

  • Superávit Primário

    Termo usado para determinar o quanto o Governo arrecada a mais do que gasta, sendo que neste cálculo são excluídas as despesas com juros no custeio da dívida pública. Em geral, nos acordos com o FMI o superávit primário é uma das metas exigidas pelo organismo como exigência para a concessão de recursos.

  • Supervisora de qualidade de produtos agrícolas

    Entidade que presta serviços de caráter auxiliar em relação às atividades da câmara, quais sejam a análise das mercadorias e a sua certificação de conformidade às características especificadas nos derivativos.

  • Swap

    Do inglês, significa troca. No mercado financeiro trata-se de um jargão que se refere a um contrato de troca envolvendo commodities, moedas ou ativos financeiros. A troca é feita para mudar datas de vencimento, indexador ou os títulos que estão na carteira do investidor. Há operações dessas na Bolsa, que tem regras e, em alguns casos, até garantias, e no mercado de balcão, ou seja, fora de bolsa. Os contratos de swap foram lançados pela BM&F em abril de 1993.

  • Swap cambial reverso

    Denominação dada a operações conduzidas pelo Banco Central que têm como objetivo enxugar o excesso de dólares no mercado futuro, em que o governo está trocando sua dívida em que paga juros em dólares por débitos atrelados à Selic. Através dos contratos de swap reverso, a autoridade monetária evita, ainda que temporariamente, a alta do Real e melhora o perfil da dívida pública, uma vez que reduz a parcela da dívida indexada ao dólar.

  • Swing Trade

    Estratégia com ativos negociados em Bolsa, apostando em variações de preços de curto a médio prazo (e não no curto e curtíssimo prazo, como no Day Trade), visando realizar lucro ao final da operação. Os principais fatores que influenciam nos resultados desta estratégia são a volatilidade e a liquidez do ativo negociado.

  • Tábua de Mortalidade

    Tabela usada no cálculo atuarial de planos de previdência e seguros de vida, que apresenta para um determinado número de indivíduos a sua probabilidade de morte ou sobrevida em várias idades. Quanto mais recente for a tábua de mortalidade, maior é a expectativa de vida da população. Portanto, para um mesmo indivíduo, a mudança para uma tábua mais nova implicaria na necessidade de se aumentar o valor das contribuições para se manter o valor dos benefícios a serem resgatados.

  • Tábua de Sobrevivência

    Funciona de maneira semelhante a tábua de mortalidade básica, mas com as margens de segurança (carregamento de segurança) empregadas em sentido oposto ao da tábua de seguros para os casos de morte. Assim sendo, a tábua de sobrevivência superestima a duração da vida dos expostos ao risco. Um exemplo de Tábua de Sobrevivência utilizada no Brasil (também para casos de morte) é a AT-49 (Annuity Table for 1949).

  • Tag along

    Direito dos outros acionistas de receber um percentual do valor pago pelas ações dos controladores em caso de venda do controle da empresa.

  • Tape reading

    Técnica usada por “traders” para analisar o fluxo de ordens e tomar decisões de investimento. É uma espécie de leitura do fluxo para identificar comportamentos de agentes de mercado, direção dos preços, intensidade das ofertas, entre outras variáveis

  • Tarifa por Extrato

    Termo usado na indústria de cartão de crédito e se refere à uma taxa cobrada pelas operadoras de cartão pelo envio do extrato, alegando como justificativa que incorre em gastos de envio, confecção e compensação do extrato.

  • Taxa de Adesão

    É a taxa cobrada do consorciado quando do seu ingresso no grupo, quando for o caso, que corresponde ‘a antecipação de parte da taxa de administração devida à administradora.

  • Taxa de Administração

    Uma das formas de remuneração do gestor pela administração dos recursos do fundo de investimento, que também incide sobre os rendimentos dos planos de previdência complementar aberta, do tipo PGBL, VGBL etc. A taxa é cobrada sobre o valor aplicado, sendo apropriada diariamente e cobrada mensalmente. O valor da cota do fundo já vem descontado da taxa de administração e o percentual informado no regulamento é anual. Assim, se o regulamento informar um percentual de 2%, trata-se da taxa anual. O valor da taxa varia com o perfil do fundo de investimento. Termo também usado na indústria de cartões que é cobrada pelas administradoras por cada operação com o cartão.

  • Taxa de Carregamento

    Termo usado para determinar a taxa que é cobrada pelas entidades abertas de previdência privada sobre as contribuições feitas pelo investidor ao plano de previdência. Essas taxas variam de acordo com o tipo de plano e são determinadas pela própria empresa, com o intuito de repor despesas administrativas, de corretagem e de colocação do plano de seguro. No caso dos seguros de vida com opção de previdência a taxa de carregamento está limitada a 10%.

  • Taxa de Custódia

    Nome dado à taxa cobrada por um custodiante, em geral um banco ou corretora de valores mobiliários, pela manutenção das ações ou outros valores mobiliários de seus clientes. Quando o investidor compra uma ação ou outro ativo no mercado ele acaba não recebendo o título representativo, que fica sob a custódia do custodiante, que, por este serviço, cobra a taxa de custódia.

  • Taxa de Desconto

    Termo usado para definir a taxa usada para descontar uma série de fluxos futuros de caixa, de forma a obter o valor presente destes fluxos.

  • Taxa de Distribuição de Dividendos

    Indicador de análise financeira que denomina a porcentagem do lucro líquido da empresa paga aos acionistas na forma de dividendos. Em geral, empresas em crescimento tendem a reinvestir grande parte do seu lucro líquido e, portanto, apresentam um índice mais baixo que empresas já estabelecidas.

  • Taxa de Juro

    Remuneração que o tomador de um empréstimo deve pagar ao proprietário do capital emprestado. Pode ser definida, portanto, como a remuneração do capital. Uma taxa de juro, quando eficiente, deve remunerar: O risco envolvido no investimento. De investimentos mais arriscados deve-se exigir taxas de juros proporcionalmente maiores; As expectativas inflacionárias, que representam a perda do poder aquisitivo; Compensação pela não aplicação do dinheiro em outro investimento; Os diversos custos administrativos envolvidos na operação.

  • Taxa de juros de equilíbrio

    Termo usado em economia para definir a taxa de juros que equilibra o mercado de moeda. Uma vez descontada a inflação essa taxa mantém o nível de preços constante e a economia a pleno emprego.

  • Taxa de Performance

    Além da taxa de administração, alguns gestores também cobram um taxa pelo seu desempenho, ou performance, que é cobrada sobre a parcela da rentabilidade do fundo que excede a variação de um índice pré-determinado (benchmark). Os períodos de cálculo da taxa de perfomance variam de acordo com o tipo do fundo.

  • Taxa de Retenção

    Indicador de análise financeira que mede a capacidade que uma empresa tem de garantir o crescimento sustentado de suas atividades sem ter que levantar novos empréstimos. Em outras palavras, expressa a porcentagem do lucro líquido da empresa que não é paga aos acionistas na forma de proventos. Exatamente por isto a soma da taxa de retenção de lucro e taxa de distribuição de dividendos deve ser igual a 1, quando expressas em percentual. Em geral, empresas em fase de crescimento ou com baixo grau de capitalização tendem a ter uma taxa alta de retenção. Contudo, um número cada vez maior de empresas está aumentando a sua taxa de retenção de forma a manter uma estrutura de capital suficientemente flexível para aproveitar possíveis oportunidades de crescimento (aquisição, fusão etc) que venham a surgir. Também conhecida como taxa de retenção de lucro.

  • Taxa de Retenção de Lucro

    Indicador de análise financeira que mede a capacidade que uma empresa tem de garantir o crescimento sustentado de suas atividades sem ter que levantar novos empréstimos. A soma da taxa de retenção de lucro e taxa de distribuição de dividendos deve ser igual a 1, quando expressas em percentual.

  • Taxa DI

    Taxa média diária das operações no mercado interfinanceiro, que é formada a partir da taxa Selic projetada para o dia D+1 e que embute os custos operacionais da instituição, sua margem de lucro e o custo dos impostos incidentes na operação.

  • Taxa Efetiva (impostos)

    Termo usado, em geral, para se referir à alíquota final de imposto cobrada sobre um determinado resultado, depois de ajustado o imposto a pagar dos possíveis abatimentos permitidos por lei. Assim sendo, uma empresa pode ter uma alíquota de imposto de renda de 30%, mas depois de ajustar seu resultado antes de imposto para todas as deduções ou reversões, é possível que acabe pagando um percentual menor do que 30% sobre seu resultado antes de imposto. Este percentual é conhecido como taxa efetiva.

  • Taxa Interna de Retorno

    Usada na análise de investimentos, a taxa interna de retorno (TIR) nada mais é do que a taxa de retorno de um projeto. A TIR é a taxa de desconto que faz com que o valor atual do projeto seja zero. Um projeto é atrativo quando sua TIR for maior do que o custo de capital do projeto, e vice-versa.

  • Taxa Líquida

    Termo que se refere à rentabilidade final de uma determinada aplicação, depois de descontadas as taxas e os impostos necessários. Assim, se uma aplicação rende 2% ao mês e a alíquota do IR é de 20%, então sua taxa líquida será de 1,6%.

  • Taxa Livre de Risco

    Essa taxa é utilizada como referência para análise de risco relativo, ou seja, é a taxa que utilizamos para calcular o retorno relativo do ativo financeiro. No Brasil a taxa livre de risco adotada é em geral o CDI.

  • Taxa Over

    Remanescente da época hiper-inflacionária, trata-se de uma metodologia de cálculo de taxa de juros usada somente no Brasil, que é usada como referência para empréstimos entre bancos.

  • Taxa para saque

    Em geral os cartões também podem ser usados para saque em caixa automático conveniado à bandeira dele. O saque via cartão funciona como empréstimo, de forma que sobre ele incidem juros, que são corrigidos diariamente. O valor dos encargos cobrados neste tipo de operação deve estar incluído na fatura, e em geral são mais altos do que aqueles cobrados no crédito rotativo.

  • Taxas de Remuneração

    O gestor do fundo de investimento é remunerado através da cobrança de duas taxas (administração e performance), que são descontadas diretamente do valor da cota do fundo. Estas duas taxas são denominadas taxas de remuneração e são pagas pelos investidores aos gestores de recursos em troca da sua capacidade enquanto gestor.

  • TBC/TBAN

    Siglas que denominam a Taxa Básica do Banco Central (taxa mínima) e a Taxa de Assistência do Banco Central (taxa máxima). Trata-se de taxas utilizadas para financiamento de instituições financeiras junto ao BACEN. Essas taxas são definidas no mês anterior durante as reuniões do COPOM (Comitê de Política Monetária).

  • TBF

    Sigla usada para denominar a Taxa Básica Financeira, que foi criada com o intuito de alongar o perfil de aplicações em títulos, através da oferta de uma taxa superior à TR. É calculada da mesma forma que a TR, mas não se aplica o redutor.

  • TDA – Título de Dívida Agrária

    Título de responsabilidade do Tesouro Nacional emitido para a promoção da reforma agrária, que é emitido de forma escritural na Cetip e cuja rentabilidade é pós-fixada e indexada à variação da TR.

  • Telemarketing

    Termo que vem do inglês e engloba um conjunto de estratégias de divulgação e vendas de produtos e serviços pelo telefone. O telemarketing pode ser ativo e receptivo, sendo que no telemarketing ativo, o vendedor do produto ou serviço entra em contato com o cliente para oferecer-lhe algo, enquanto no telemarketing receptivo limita-se ao recebimento de ligações e é feito normalmente por meio de números 0800.

  • Tendência

    Termo usado no mercado financeiro para se referir a um movimento consistente e ordenado do preço de um ativo, representando uma mudança nas expectativas dos investidores. Um dos princípios da análise técnica afirma que os preços movem-se em tendências, e as tendências persistem. Bastante usado também para identificar qual será o movimento de alguns indicadores econômicos, como por exemplo, os de inflação, ou simplesmente as taxas de juros, entre outros.

  • Tesouro Direto

    Criado em janeiro de 2002, trata-se de um sistema de negociação de títulos públicos federais em mercado de varejo, diretamente com o investidor. O sistema permite a compra de LFTs, LTN e três tipos de NTN: as NTN-C, NTN-B e NTN-F. Para mais informações, acesse: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/.

  • Timing

    Termo usado com frequência no mercado financeiro para se referir ao momento mais indicado para realizar uma determinada transação financeira, que pode ser comprar ou resgatar um título.

  • Titular

    1. Em seguros. Denomina a pessoa física (ou jurídica) proprietária do título, a quem devem ser pagos os benefícios garantidos nas condições gerais do plano. O titular também pode ser o próprio subscritor, ou então pode ser outra pessoa por ele indicada. 2. Em opções. Pessoa física (ou jurídica) que tem o direito de exercer ou negociar uma opção.

  • Títulos de Capitalização

    Também conhecidos como planos de capitalização, esses títulos não devem ser vistos como uma forma de investimento propriamente dita, mas como uma poupança programada, e seu grande atrativo está nos sorteios mensais. O dinheiro que você investe no título de capitalização é dividido em duas partes, uma vai para a conta de investimento que é corrigida com base na poupança (TR+0,5%) e outra paga a taxa de carregamento, que é utilizada para financiar as quantias sorteadas. A taxa de carregamento varia muito entre instituições, mas sempre deve estar explícita no contrato. Apesar de serem corrigidos com base na poupança esses títulos não estão isentos do pagamento de imposto de renda. Em caso de sorteio e resgate do prêmio o investidor deverá pagar uma alíquota de 25% de imposto de renda, enquanto se decidir continuar participando do plano a alíquota sobe para 30%. O saque antes do prazo pode implicar na restituição apenas parcial do valor aplicado.

  • Títulos de Dívida Externa

    Títulos de dívida pública colocados no mercado internacional, em geral denominados em moeda estrangeira. Existem vários títulos de dívida externa, dentre os quais os Bradies e os bônus globais são os mais conhecidos.

  • Títulos de Dívida Pública

    Termo que denomina os títulos financeiros com variadas taxas de juros, métodos de atualização monetária e prazos de vencimento, que são utilizados como instrumentos de endividamento interno e externo.

  • Títulos Pós-fixados

    Os títulos pós-fixados funcionam de forma diferente. Quando você investe em um pós-fixado você saberá o quanto irá receber somente no final da aplicação . Isso ocorre porque o rendimento é determinado pela variação de um certo índice mais uma taxa de juros determinada no início. Vamos assumir, por exemplo, um título que rende a variação da inflação pelo IGP-M mais uma taxa de juros pré-determinada (digamos 6%). Se a inflação for 7%, a taxa bruta (excluindo impostos) será de 13%, porém se a inflação for de 9%, a taxa bruta será 15%.

  • Títulos Pré-fixados

    São aqueles cuja remuneração é determinada no momento da aplicação. Assim quando o gerente do seu banco lhe oferece um CDB pré-fixado de 30 dias rendendo 18%, isto significa que você já sabe o quanto receberá dentro de um ano – o valor investido mais juros pelo período (30 dias) em que o dinheiro foi investido. A mais conhecida forma de investimento pré-fixada no Brasil é a caderneta de poupança

  • Títulos Privados

    Todos os títulos de renda fixa, que são emitidos por bancos e empresas são conhecidos como títulos de dívida privada, ou títulos privados. De maneira geral, as aplicações em renda fixa podem ser organizadas de acordo com seus emissores. Existem basicamente três emissores de títulos de renda fixa, que são: o Governo (LTNs, NTNs, etc.); os bancos (CDBs, RDBs, letras hipotecárias, letras cambiais);as empresas (debêntures, commercial papers);

  • Títulos Públicos

    Assim como as empresas e os bancos, os governos federal, estadual e municipal precisam de dinheiro para financiar suas obras e cobrir suas despesas. Os títulos emitidos por estas entidades são chamados de títulos de dívida pública e podem ser pré ou pós-fixados. No caso do Governo federal, os títulos também podem ser emitidos com intuito de sinalizar política monetária, como aconteceu nos últimos meses com o Governo, emitindo títulos cambiais para controlar a alta do dólar.

  • TJLP – Taxa de Juros de Longo Prazo

    A TJLP foi criada em dezembro de 1994 com a finalidade de estimular os investimentos nos setores de infra-estrutura e consumo. Ela remunera três fundos compulsórios, o PIS/PASEP, o FAT e o Fundo de Marinha Mercante. Em 1995, a TJLP passou a incidir sobre os financiamentos concedidos pelo BNDES, como Finame, Finem e BNDES automático. Ela é válida para empréstimos de longo prazo. Apesar de seu custo ser variável, ela permanece fixa a cada trimestre civil. A TJLP é calculada a partir dos seguintes parâmetros: Meta de inflação calculada pro rata para os doze meses seguintes ao primeiro mês de vigência da taxa, inclusive, baseada nas metas anuais fixadas pelo Conselho Monetário Nacional; Prêmio de risco.

  • TMS – Taxa Média SELIC

    Sigla usada para determinar a taxa média ajustada dos financiamentos diários apurados na SELIC, praticada nas operações compromissadas por um dia, tendo como lastro títulos públicos federais, estaduais e municipais negociados no mercado secundário.

  • TP – Tabela Price

    A tabela price é um dos tipos de amortização utilizado em financiamentos imobiliários, os outros sendo SAC e SACRE. Nesse sistema é a parcela (amortização + juros) que é constante, de forma que ao contrário do SAC, o saldo devedor não se reduz desde o início do financiamento, mas apenas do meio para o final do contrato.

  • TR – Taxa Referencial de Juros

    Criada em fevereiro de 1991, a taxa referencial serve como uma referência para o juro praticado no mercado financeiro. A TR é uma taxa de juros básica calculada a partir do rendimento mensal médio dos CDBs e RDBs. Embora seja usada como indexador dos contratos, a TR é uma taxa de juro e não pode ser confundida com inflação. É divulgada diariamente, no final da tarde, mas com um dia de defasagem. É usada para a correção das aplicações da caderneta de poupança e das prestações dos empréstimos do Sistema Financeiro da Habitação. Neste último caso, passou a ser facultativa para as instituições financeiras em setembro de 2006.

  • Trade Balance

    O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente relatório contendo o resultado final da balança comercial, ou seja, valor das exportações menos importações dos EUA num período pré-determinado. Esse índice é importante, pois é bastante acompanhado pelo mercado, muitas vezes afetando a cotação do dólar frente às demais moedas internacionais.

  • Transações Correntes

    Termo usado em economia e que determina a soma do resultado da balança comercial (que inclui exportações e importações de bens) e a balança de serviços (que inclui as chamadas mercadorias invisíveis, como turismo, seguro, etc).O saldo em transações correntes é, desta forma, um importante indicador das relações comerciais de um país com o resto do mundo.

  • Transferência

    Direito do segurado de pedir, durante o período de diferimento, para que a seguradora transfira, parcial ou totalmente, dos recursos da Provisão Matemática de Benefícios a Conceder.

  • Transferência de ativos

    Procedimento por meio do qual se realiza a movimentação de ativos entre carteiras ou contas de depósito no serviço de depósito centralizado da central depositária e com o respectivo registro na(s) conta(s) de depósito do(s) comitente(s) envolvido(s).

  • Transferências Unilaterais

    Termo usado para determinar um dos componentes da balança de pagamentos de um país, que inclui os valores ingressados no país através de doações, heranças, etc.

  • TRD – Taxa Referencial Diária

    Corresponde ao valor diário da TR fixada para o mês corrente, sendo calculada de forma pro rata tempore.

  • Treasuries (Títulos do Tesouro norte-americano)

    Obrigações de dívida negociáveis do governo norte-americano que são emitidas com vários prazos. Podemos dividir os Tresuries em três grupos, de acordo com o prazo: Treasury Bills (até um ano),Treasury Notes (de um a dez anos) e Treasury Bonds (dez anos ou de prazo mais longo). Os Treasuries são considerados dentre os investimentos mais seguros do mundo, e são constantemente usados como referência para outros investimentos.

  • Treasury Bill

    Obrigações de dívida do governo americano de curto prazo, com prazo de um ano, ou menos, e emitidas com desconto sobre o seu valor de face. A compra e venda de Treasury Bills é o principal instrumento que o Fed, banco central norte-americano, usa para regular a oferta de moeda da economia. Muitos empréstimos de juros variáveis e hipotecas têm as suas taxas de juros em linha com essas obrigações.

  • Treasury Bond

    Obrigações de dívida de longo prazo do governo norte-americano (pelo menos 10 anos), que são emitidas através do sistema de leilão em datas determinadas, e que normalmente efetuam pagamento de cupom semestral e têm preço de emissão próximo ao par (100). O prazo mais comum é o de 10 anos.

  • Treasury Bond de 30 anos

    Obrigações de dívida de longo prazo (30 anos), emitidas pelo governo norte-americano. Também conhecido no mercado internacional como “Long Bond”.

  • Treasury Budget

    O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos divulga mensalmente relatório sobre resultado fiscal, ou necessidades de financiamento, do Governo Federal dos EUA. Dessa forma, esse relatório mede o resultado entre receitas totais, incluindo impostos e outras receitas, e despesas totais, incluindo gastos correntes e despesas de juros, entre outras.

  • Treasury Note

    Obrigações de dívida do governo norte-americano com prazo entre um e dez anos, que são emitidas através do sistema de leilão em datas determinadas, normalmente com pagamento de coupon semestral e preço de emissão próximo ao par (100). Os prazos mais comuns são 2 e 5 anos.

  • Tributo

    Termo que se refere a uma receita instituída pela União, pelos Estados, Distrito Federal e Municípios, que inclui impostos, taxas e contribuições de melhoria, nos termos da Constituição e das leis vigentes em matéria financeira. A Constituição de 1988 colocou as contribuições sob o mesmo regime constitucional dos tributos em geral, sobre as quais são aplicadas as normas gerais de legislação tributária, assim como os princípios da legalidade, da irretroatividade e da anterioridade.

  • Underwritting

    Do inglês significa subscrição. No mercado financeiro descreve as operações financeiras nas quais os bancos intermediam o lançamento e distribuição de ações ou títulos de renda fixa para negociação no mercado de capitais.

  • Unemployment Rate

    O Departamento de Trabalho dos EUA divulga mensalmente a estimativa da taxa de desemprego na economia norte-americana, através de uma pesquisa em 60 mil residências. Esse índice é bastante acompanhado pelo mercado, visto que a taxa de desemprego pode sinalizar as condições do mercado de trabalho, e consequentemente, a situação da economia local.

  • Unidades Vendidas em relação a Ofertas (%)

    Termo usado no mercado imobiliário que substituiu o antigo IVV (índice de velocidade de vendas). Ao invés de medir a velocidade com que as unidades são vendidas, esse índice mede o percentual do estoque de imóveis vendido em um determinado período de tempo.

  • Vacância

    É o termo técnico usado no mercado imobiliário para se referir a um imóvel colocado para aluguel que está sem inquilino. Já a taxa de vacância é o percentual de um imóvel que não conseguiu locatário.

  • VAGP (Vida com Atualização Garantida)

    Um dos três novos seguros de vida com opção de previdência lançados no mercado. Recomendado para quem não se beneficia do incentivo fiscal oferecido pelos PGBLs e planos tradicionais, que permite a dedução dos valores aplicados nestes produtos do imposto a pagar desde que não supere 12% da renda bruta anual do investidor. Os VAGPs buscam uma aplicação que garante rentabilidade mínima e correção da inflação, mas os ganhos financeiros acima disso são divididos com o gestor do plano. Assim como nos VGBLs os impostos incidem sobre os rendimentos financeiros acumulados. O VAGPs deverão ter taxas de carregamento iguais ou pouco maiores do que as do PGBL.

  • Valor Adicionado

    Em macroeconomia denota a participação de uma empresa na formação do Produto Interno Bruto do país. O termo também pode ser usado em

  • Valor de Face

    Valor de uma obrigação, nota ou outro título como expresso no certificado ou instrumento. Apesar do preço das obrigações flutuar a partir do momento de emissão até o seu resgate, elas são resgatadas no prazo de vencimento pelo seu valor de face, a menos que tenha ocorrido default. O valor de face é o montante sobre o qual o pagamento de juros é calculado. Por exemplo, uma obrigação com valor de face de $1.000 e juros de 10% paga $100 ao ano.

  • Valor de Liquidação

    Termo usado para denotar o valor de uma empresa, assumindo que todos os seus ativos sejam avaliados com uma ótica de liquidação, sendo que dos recursos obtidos com esta venda deve-se descontar o valor das obrigações da empresa com seus credores e acionistas.

  • Valor de Mercado

    De maneira genérica no mercado financeiro indica o valor que um investidor receberia por um determinado ativo caso o mesmo fosse vendido no mercado naquele mesmo dia. Bastante usado com referência ao mercado de ações, esse indicador expressa o valor de mercado do total das ações de uma empresa e é calculado como: ValMerc = Cotação*Quantidade total de Ações

  • Valor Financeiro

    Termo usado em análise fundamentalista que determina o valor financeiro de uma empresa é calculado pela seguinte fórmula: ValFin = (PL + AC + ARLP – PC – PELP). Onde: PL = Patrimônio – Líquido; AC = Ativo Circulante; ARLP = Ativo Realizável a Longo Prazo; PC = Passivo Circulante; PELP = Passivo Exigível a Longo Prazo.

  • Valor Global de Vendas

    Termo usado no mercado imobiliário que se refere a um determinado período de tempo e reflete o valor total obtido com as propriedades vendidas.

  • Valor Mínimo

    O pagamento da fatura mensal deve sempre obedecer ao valor mínimo, que equivale a entre 10-20% do valor total da fatura. Caso o pagamento mínimo não seja efetuado a fatura será considerada em atraso e o portador terá que arcar com os encargos financeiros disso, além dos juros sobre o saldo restante, na forma de crédito rotativo, até a próxima fatura.

  • Valor Nominal

    O valor nominal de uma ação é o valor que é mencionado no estatuto social da empresa e que determina o valor de uma ação representativa de seu capital. É importante lembrar que o valor nominal é uma medida puramente contábil e, portanto, nada tem a ver com o valor de mercado de uma ação, ou seja, o preço que os investidores pagam para comprá-la na bolsa de valores.

  • Valor Presente

    Valor da soma de um fluxo futuro de dinheiro descontado usando uma taxa de juro específica. O processo de obtenção do valor atual é o inverso daquele de obtenção do valor futuro.

  • Valor Presente Líquido

    Usado na análise de investimentos, o valor presente líquido (ou VPL) é calculado como sendo a diferença entre o valor inicial investido no projeto e o valor presente dos fluxos de caixa projetados deste mesmo projeto. É também conhecido como valor atual líquido. Um projeto cujo VPL é negativo, normalmente deve ser rejeitado.

  • Valor Residual

    Termo usado para definir o valor de um ativo que sofre depreciação ao final da sua vida útil. Por exemplo, assumindo que a vida útil de uma máquina seja de 10 anos, então seu valor residual é o valor esperado desta máquina ao ser vendida depois de passados 10 anos.

  • Valuation

    Valuation é o nome do processo usado pelos analistas para estimar o valor real de um ativo ou empresa. Existem várias técnicas que podem ser usadas para estimar estes valores, como, por exemplo, a análise financeira (demonstrativos apresentados pela empresa), composição da estrutura de capital, projeção de cenários para receitas, despesas e lucros futuros, modelo CAPM (Capital Asset Pricing Model) e até mesmo modelos quantitativos e estatísticos.

  • Vantagem Competitiva

    Conjunto de fatores fundamentais que influem na diferenciação de produtos e serviços oferecidos por uma empresa, dentro de um ambiente de concorrência econômica.

  • Vantagem Tecnológica

    Capacidade da empresa de se manter na fronteira do conhecimento tecnológico e que favorece o processo de inovação.

  • Variação

    Indica a oscilação, para cima ou para baixo, na cotação de um determinado título durante um período específico.

  • Variação Dia

    Indica a variação do preço de um ativo, como uma ação, cota de fundo, ou valor de qualquer título, durante o dia. Caso o pregão ainda não tenha encerrado, reflete a variação acumulada no dia até aquele momento e é calculada com relação ao fechamento no dia anterior.

  • Variação Mês

    Indica a variação acumulada da cotação de um determinado título ou valor mobiliário (ação, fundos, câmbio, etc) durante o mês em questão. Calculado como a variação entre o último preço da ação no dia em questão e o fechamento do último pregão do mês anterior.

  • Variação Semana

    Indica a variação acumulada do preço de um determinado título ou valor mobiliário (que pode ser uma ação, fundo, câmbio, commodity, etc) durante a semana em questão. Calculado como a variação entre o último preço do título no dia em questão e o fechamento do último pregão da semana anterior.

  • Variantes

    Existem basicamente quatro versões distintas de cartão de crédito sendo a principal diferença entre elas o seu local de aceitação. Os cartões de nacionais/locais só são aceitos no Brasil e em geral têm limites de crédito menores e atendem principalmente pessoas de menor aquisitivo, enquanto os cartões internacionais são aceitos tanto no Brasil quanto no exterior. Além destes existem os cartões “gold” e “platinum”, ambos aceitos no Brasil e no exterior, mas que também oferecem benefícios quando você viaja. A diferença entre eles está no nível dos benefícios, com os cartões “platinum” oferecendo mais benefícios do que os “gold”.

  • Venture Capital

    Termo que vem do inglês e denomina uma forma de financiamento alternativa, utilizada por empresas, em geral de pequeno porte, para garantir o desenvolvimento e a expansão de suas atividades. As empresas alvo deste investimento temporário, em geral, gozam de altas taxas de crescimento e elevado nível de risco, em função do seu estágio inicial de desenvolvimento e incertezas em relação ao seu futuro.Assim, o termo Venture Capital pode classificar também os investidores que atuam na aquisição de participações em empresas menores, muitas vezes iniciantes, onde o investidor normalmente acompanha de perto e apóia o processo de gestão empresarial.

  • Vesting

    O termo vesting ou benefício proporcional diferido é usado para determinar um direito dos trabalhadores, que contribuíram a um determinado fundo de pensão, de continuar filiado ao antigo fundo fechado até sua aposentadoria. Regulamentado pelo Conselho de Gestão da Secretaria da Previdência Complementar, somente em setembro de 2002, o vesting permite que o trabalhador possa, mesmo que haja quebra do vínculo empregatício, ter acesso aos recursos depositados em seu nome no fundo de pensão, inclusive a parcela paga pela empresa. Ao se aposentar o trabalhador recebe um benefício proporcional ao valor contribuído ao fundo.Entretanto, para ter direito ao benefício é preciso ter havido quebra do vínculo empregatício e o cumprimento de uma carência mínima no fundo de pensão, que não deve ultrapassar os cinco anos.

  • VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)

    Um dos novos seguros de vida com opção de previdência, desenvolvido com base nos PGBLs. A grande diferença é que ao contrário dos planos de previdência do tipo PGBL ou tradicionais, não é possível abater o valor das contribuições ao VGBL do imposto de renda a pagar durante a fase de acumulação. Em contrapartida, ao contrário dos PGBLs, o imposto no resgate é calculado apenas sobre os rendimentos e não inclui o valor das contribuições, sendo que o imposto é calculado com base na tabela progressiva de imposto de renda. Os VGBLs devem ter taxas de carregamento iguais ou pouco maiores do que as do PGBL.

  • VGBL Empresarial

    Plano de previdência complementar do tipo VGBL que é destinado ao mercado corporativo. O VGBL Empresarial pode ser averbado (quando a empresa não contribui para o plano) ou instituído (quando a empresa contribui parcial, ou integralmente ao plano).

  • Vício Intrínseco (seguros)

    Termo usado na indústria de seguros, que determina a condição natural de certas coisas que as torna mais suscetíveis a se destruir ou avariar, sem que seja necessária a intervenção de qualquer causa externa.

  • Viés

    O viés é um instrumento que permite ao presidente do Banco Central alterar o valor da taxa Selic no período compreendido entre as reuniões mensais do Copom (Comitê de Política Monetária). Assim, por exemplo, um viés de baixa significa que o Copom poderia reduzir a taxa Selic antes da próxima reunião do Comitê, que em geral é marcada para terceira semana de cada mês.Analogamente, o viés de alta permite ao presidente do BC elevar a Selic antes da reunião, enquanto a adoção do viés neutro garante que a decisão do Copom não será modificada até a próxima reunião do Comitê.

  • Vínculo

    Forma de relacionamento entre contas, com a indicação de funcionalidades e características específicas.

  • Volatilidade

    Indica o grau médio de variação da cotação de um título ou determinado mercado de subir ou cair intensamente em um curto período de tempo. A relação da volatilidade de uma ação em relação à volatilidade do mercado acionário como um todo pode ser medida através do seu coeficiente beta. Quando se afirma que uma aplicação é extremamente volátil, entende-se que esta aplicação está sujeita a fortes oscilações, o que pode ser decorrência das perspectivas para a companhia, falta de liquidez (bastante comum entre algumas ações no Brasil), ou outras razões.

  • VPL

    Sigla que significa Valor Presente Líquido. Usado na análise de investimentos, o valor presente líquido (ou VPL) é calculado como sendo a diferença entre o valor inicial investido no projeto e o valor presente dos fluxos de caixa projetados deste mesmo projeto. É também conhecido como valor atual líquido. Um projeto cujo VPL é negativo, normalmente deve ser rejeitado.

  • VRGP (Vida com Remuneração Garantida)

    Um dos três novos seguros de vida com opção de previdência lançados no mercado. Recomendado para quem não se beneficia da possibilidade de deduzir as contribuições do plano do imposto de renda a pagar permitida pelos PGBLs e planos tradicionais.

    Assim destina-se aos contribuintes que estão isentos do IR, ou declaram através do formulário simples, ou já excederam o limite de dedução previsto nos PGBLs que é de 12% da renda bruta anual do contribuinte.Os VRGPs garantem a correção dos valores aplicados pela inflação, sendo que ganhos superiores a este rendimento garantido são divididos com o gestor do plano. Assim como nos VGBLs os impostos incidem sobre os rendimentos financeiros acumulados. O VAGPs deverão ter taxas de carregamento iguais ou pouco maiores do que as do PGBL.

  • Warrant

    Warrant é um título que garante o direito, mas não a obrigação, de compra ou venda de ações de uma empresa a um preço fixo após um determinado período. As warrants funcionam da mesma forma que as opções de compra ou venda de ações, ainda que, em alguns casos, existam pequenas diferença de funcionamento entre esses dois papéis.

  • Web Call Center

    Termo que vem do inglês e denomina um tipo de ambiente que integra a rede mundial dos computadores (internet) à central telefônica de uma empresa, através de interfaces como chat (bate papo), e-mail etc.

  • Web Services

    Termo que vem do inglês e significa serviços em rede. Engloba conjuntos de protocolos e padrões que permitem que aplicações se comuniquem via uma rede (geralmente internet).

  • Yield Blended

    Taxa de retorno até o vencimento de um título de renda fixa com colateral, sendo que no cálculo é incluído o valor do colateral.

  • Yield curve

    Denominação dada ao gráfico que contém os rendimentos de títulos de mesma categoria, mas com vencimentos diferentes.

  • Yield to Maturity

    Taxa de retorno até o vencimento de um título de renda fixa, que leva em consideração o total dos pagamentos periódicos de juros, o preço de compra, o valor de resgate e o tempo que falta até o prazo de vencimento da obrigação. É o indicador de rendimento mais utilizado para títulos de renda fixa.

  • Yield, Current

    Rendimento corrente de um título de renda fixa, que não leva em consideração o prazo do título em questão, e é calculado através da divisão da taxa de juros do coupon pelo preço do título. Assim, quando um título está sendo vendido a um preço de 100,00 com um coupon de 10,00% ele oferece um current yield de 10,00%.

  • Yield, Stripped

    Taxa de retorno até o vencimento de um título de renda fixa com colateral, quando no cálculo é deduzido o valor presente dos fluxos do colateral. Esse yield é usado para se comparar o retorno de um papel com colateral com outro sem colateral.

  • Zero Coupon

    Bônus que não paga cupom. A rentabilidade é determinada somente pela diferença entre o preço de aquisição e o preço de vencimento.


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