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Ações preferenciais? Liquidez? Dividendos? Blue Chip? Não sabe o que esses termos significam?

Não fique mais em dúvida! Com nosso glossário da bolsa de valores você fica preparado para conversar com qualquer Trader e mostrar que você também é um!

Por favor selecione uma opção do menu acima.

  • Abertura

    Termo genérico usado para definir a cotação do primeiro negócio do dia de um determinado ativo cotado em bolsa de valores, que pode ser uma ação, um contrato futuro ou outros.

  • Ação

    Valor mobiliário emitido pelas sociedades anônimas, representando a menor fração do capital destas empresas. As empresas emitem ações para aumentar o capital social, e os recursos levantados podem ser utilizados para vários fins, sobretudo futuros investimentos.

  • Ação Cheia

    Ação no qual o investidor terá direito de receber dividendos e bonificações ou exercer subscrições, o que a diferencia de uma ação “ex” ou “vazia”, onde estes direitos já foram exercidos.

  • Ação em Tesouraria

    Termo que denomina as ações que foram emitidas e posteriormente recompradas pela própria empresa. Na maioria das vezes, a empresa opta pela recompra das ações como forma de obter ações para os programas de incentivo de empregados, ou para mais tarde serem dadas na forma de proventos aos acionistas da empresa.

  • Ação Escritural

    É uma ação que circula nos mercados de capitais sem a emissão de certificados ou cautelas, sendo escrituradas por um banco, que atua como depositário das ações da empresa e que processa os pagamentos e transferências por meio da emissão de extratos bancários. Não existe, portanto, movimentação física de ações.

  • Ação Listada em Bolsa

    Ação negociada no pregão de uma bolsa de valores.

  • Ação Nominativa

    É uma ação cujo certificado é nominal ao seu proprietário. O certificado, entretanto, não caracteriza a posse, que só é definida depois do lançamento no Livro Registro das Ações Nominativas da empresa emitente.

  • Ação Ordinária

    São ações que conferem ao acionista direito de voto na empresa, por ocasião da realização das assembléias de acionistas. São ações normalmente menos negociadas no mercado que as preferenciais e, portanto, de menor liquidez.

  • Ação Preferencial

    São ações que garantem aos acionistas maior participação nos resultados da empresa, mas que não dão direito a voto. A preferência, no caso, diz respeito à distribuição dos resultados, ou seja, os acionistas preferenciais têm prioridade no recebimento de proventos e no reembolso de capital em caso de dissolução da sociedade em relação aos demais acionistas. Em geral, são as ações mais negociadas e, portanto, de maior liquidez.

  • Ação Vazia (Ex)

    Ação cujos direitos (dividendos, bonificação, subscrição) já foram exercidos.

  • Aceitação

    Ato de aprovação por parte da seguradora da proposta efetuada pelo segurado para a cobertura de seguro de um determinado risco, sendo que é com base nesta proposta que será emitida a apólice de seguro.

  • Aceitação

    Estágio inicial do processo de liquidação, por meio do qual a BM&FBOVESPA torna-se contraparte central para fins de liquidação de operações pelo saldo líquido multilateral.

  • Acionista

    Possuidor de ações de uma sociedade anônima, o que o caracteriza como proprietário de uma parcela da empresa proporcionalmente à quantidade de ações detida.

  • Acionista Controlador

    Termo usado para designar o indivíduo, empresa, ou grupo de pessoas que através dos seus direitos de sócio conseguem efetivamente, e de maneira permanente, controlar as votações e deliberações durante a assembléia geral da empresa, assim como nomear a maior parte dos administradores da empresa.

  • Acionista Dissidente

    Termo usado para designar os acionistas que mediante o reembolso do valor de suas ações decidem retirar-se da companhia, exercendo dessa maneira o seu direito de recesso. Vale ressaltar que o acionista cuja ação for de classe que tenha liquidez e dispersão no mercado não poderá exercer esse direito. Uma ação será considerada dispersa quando o acionista controlador detiver menos do que a metade dessa classe de ação, e liquida quando a mesma fizer parte de algum índice negociado no Brasil ou exterior e que seja definido pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários.

  • Acionista Majoritário

    Acionista que possui uma quantidade de ações com direito a voto que lhe permite manter o controle acionário de uma empresa.

  • Acionista Minoritário

    Acionista que possui uma quantidade de ações que não é suficiente para manter o controle acionário de uma empresa.

  • Acordo de Cooperação

    Forma de colaboração entre organizações que não implica na constituição de nova entidade e que pode incluir desde acordos técnicos e financeiros, até parcerias, sendo que esta última é considerada a forma mais evoluída de cooperação.

  • Acquirer

    Termo usado na indústria de cartão de crédito que denomina as empresas responsáveis pela filiação, gerenciamento e relacionamento com os estabelecimentos comerciais. No Brasil estão presentes a RedeCard, VisaNet e o Amex. Cada uma delas é responsável pelo relacionamento com os estabelecimentos que recebem cartões de bandeiras específicas, ou seja, cada bandeira tem apenas um acquirer. Por exemplo, a Redecard é responsável pelos estabelecimentos da maioria das bandeiras (Mastercard, Diners Club e RedeShop), enquanto a VisaNet e o Amex são responsáveis respectivamente pelos estabelecimentos que trabalham com os cartões das bandeiras Visa e American Express.

  • Administração Ativa

    Em geral essa expressão é usada para definir o tipo de estratégia de administração de um fundo de investimento. Nesse tipo de estratégia o administrador compra e vende ações, sem replicar nenhum índice, mas sempre tentando obter uma rentabilidade acima do índice estabelecido como referência (benchmark).

  • Administração Passiva

    Expressão usada para definir o tipo de estratégia de administração de fundo de investimento. Nesse caso, o administrador busca replicar o retorno da carteira de um índice previamente definido (o benchmark). O objetivo é que o retorno do fundo seja aproximadamente igual, ou um pouco superior, ao retorno do índice escolhido.

  • ADR (American Depositary Receipt)

    Os ADRS são recibos emitidos por um banco depositário norte-americano e que representam ações de um emissor estrangeiro que se encontram depositadas e sob custódia deste banco. Os ADR´s são cotados em dólares norte-americanos e trazem grandes vantagens ao emissor estrangeiro, já que facilitam o acesso ao mercado norte-americano. Existem três níveis distintos de ADRs: ADR nível 1, nível 2 e nível 3.

  • ADX

    O ADX (Average Directional Index), ou Índice de Direção do Movimento, é um indicador de análise técnica criado por J. Welles Wilder com o objetivo de medir a intendidade de uma tendência. O ADX é um oscilador que varia entre 0 e 100, embora leituras acima de 60 sejam raras. Um ADX abaixo de 20 indica tendência fraca, porém, por outro lado, leituras acima de 40 mostram uma tendência forte. Vale lembrar que o indicador não aponta se a tendência é de alta ou baixa, apenas identifica a força da tendência. O ADX pode ser usado também para indicar mudanças no mercado. Quando ele começa a se fortalecer de um patamar abaixo de 20 e passa para níveis acima desta marca, isso pode apontar para o início de uma tendência definida. Por outro lado, se ele está acima de 40 e começa a decrescer, isso pode mostrar a desaceleração da tendência existente.

  • AGE de Consórcio

    A AGE, ou Assembléia Geral Extraordinária, é a reunião dos consorciados destinada à tomada de decisões sobre assuntos indicados no Contrato de Adesão e outros de interesse do Grupo.

  • Agente de Custódia

    Instituição financeira responsável pela administração, tanto de suas contas próprias como das contas de clientes, junto aos serviços de custódia, sendo que as contas de custódia podem ser mantidas em nome de seus clientes. Dentre as instituições financeiras que podem atuar como agentes de custódia da CLBC, podemos citar: distribuidoras de valores, corretoras de valores, bancos comerciais, múltiplos ou de investimento.

  • Agente Financeiro

    Termo que designa a instituição financeira que pode representar, como garantidora, financiadora ou endossante, uma entidade pública. O agente financeiro pode ou não assumir a co-responsabilidade no que estiver participando. Os agentes financeiros podem, por exemplo, atuar como mandatários da entidade pública na cobrança e recebimento de empréstimos e financiamentos, sendo que para tanto é preciso prestar contas dos valores recebidos, como previsto nos contratos de financiamentos.

  • AGO de Constituição do Grupo

    A AGO, ou Assembléia Geral Ordinária de Constituição do Grupo, é a reunião de consorciados destinada à constituição formal do grupo.

  • Alavancagem (Finanças Corporativas)

    Termo comumente usado em finanças para descrever a capacidade que uma empresa possui de usar ativos, ou recursos com um custo fixo, com o objetivo de aumentar o retorno aos seus acionistas. A alavancagem pode ser de dois tipos (financeira e operacional), sendo que a soma destes dois tipos de alavancagem resulta no que chamamos em finanças de alavancagem total ou combinada.

  • Alfa

    No mercado financeiro, “gerar alfa” é obter lucros que superem o indicador de referência. Então um fundo de ações que tem como benchmark o Ibovespa gera alfa quando garante um rendimento acima da variação desse índice.

  • Aliança Estratégica

    Associação entre empresas com o propósito de unir recursos físicos e humanos como opção estratégica de crescimento. Pode ocorrer entre fabricantes de produtos e/ou serviços complementares e/ou concorrentes.

  • Alienação Fiduciária

    Transferência ao credor da posse de um bem, como forma de garantia de pagamento de uma obrigação que lhe é devida. Assim que a dívida for quitada, o bem é transferido de volta ao seu antigo proprietário.

  • Alocação

    Procedimento de indicação, pelos participantes de negociação pleno e pelos participantes de liquidação, do comitente, da conta ou do ativo, levando-se em consideração as características da operação.

  • Alocação da Carteira

    Termo usado para definir a forma com que os recursos de uma carteira de investimentos serão alocados entre as várias classes de ativos ou entre diferentes ativos. Por exemplo, podemos alocar uma carteira entre ativos de renda variável e renda fixa.

  • Ambiente de negociação

    Ambiente administrado pela BM&FBOVESPA ou para o qual ela venha a prestar serviços, eletrônicos ou não, onde as operações são realizadas.

  • Ambiente de registro

    Ambiente administrado pela BM&FBOVESPA ou para o qual ela venha a prestar serviços, eletrônico ou não, onde as operações não realizadas em ambiente de negociação são registradas.

  • Análise de empresas, em conotação com a teoria de EVA, ou valor econômico adicionado.

    Finalmente, pode ser usado em referência ao imposto existente em alguns países, dentre os quais os EUA, que incide sobre as vendas e circulação de mercadorias.

  • Análise de Indicadores

    Análise do desempenho de uma empresa com base no resultado de alguns indicadores, que podem ser agrupados como: indicadores de atividade, de estrutura de capital, de liquidez, e de rentabilidade. Em geral estes indicadores são calculados com base nos dados disponíveis no balanço patrimonial e no demonstrativo de resultado da empresa, possibilitando a comparação relativa entre empresas e setores.

  • Análise de Produtividade

    Sistema através do qual se pode avaliar a relação entre o nível de atividade dos funcionários de uma empresa e o retorno destes esforços em termos de produção de bens e/ou prestação de serviços. A produtividade de uma empresa aumenta na medida em que ela consegue aumentar sua produção, sem com isto utilizar mais recursos.

  • Análise de Risco

    Avaliação contínua e sistemática dos efeitos adversos, ou riscos, que podem atingir uma determinada empresa em um mercado competitivo.

  • Análise de Sensitividade

    Também conhecida como Análise de Sensibilidade, é a análise dos efeitos que a mudança de algumas variáveis podem ter sobre a projeção de resultado de uma empresa, de forma a medir o grau de variação destes resultados em relação às mudanças destas variáveis. Assim, uma empresa pode usar a análise de sensitividade para estimar, por exemplo, o impacto do maior/menor crescimento da economia no seu faturamento anual ou, por exemplo, o impacto da elevação da taxa de juros em seus ativos e passivos.

  • Análise de Viabilidade

    Avaliação das possibilidades de sucesso de um projeto, através de um exame cuidadoso das características e variáveis que possam afetar o sucesso deste projeto. A análise de viabilidade é usada para ajudar uma empresa no processo decisório, em geral referente à implementação ou não de um negócio/projeto.

  • Análise do Ponto de Equilíbrio

    Técnica que permite determinar o volume de vendas da empresa para a qual as receitas se igualam aos custos operacionais totais. O ponto de equilíbrio pode ser determinado tanto em termos de unidade de produto quanto em termos monetários.

  • Análise Financeira

    Uma das metodologias usadas pelos analistas para verificar a situação de uma empresa. Esta metodologia se baseia na análise dos demonstrativos financeiros (balanço patrimonial, demonstrativo de resultado e demonstração de origens e recursos) de uma empresa, com o objetivo de determinar a sua posição financeira atual e assim, projetar seu possível desempenho futuro.

  • Análise Fundamentalista

    Metodologia de análise que utiliza os dados financeiros disponíveis sobre uma empresa para projetar seu desempenho futuro (ex. lucros, posição no mercado, oferta de produtos etc.) e assim determinar um preço justo para as ações da empresa. Para isso, o valor de mercado da empresa é expresso em forma de múltiplos de seu valor patrimonial, lucro estimado, fluxo de caixa e comparado com múltiplos implícitos de empresas no mesmo setor. A principal fonte de informação do analista fundamentalista é o balanço da empresa, de onde ele extrai informações sobre dividendos, lucros, dívidas, atuação da administração, etc.

  • Análise Marginal

    Através da análise marginal é possível comparar os custos incorridos com os benefícios obtidos de algumas estratégias financeiras, o que possibilita que a empresa analise melhor sua estratégia na tentativa de maximizar a sua lucratividade.

  • Análise Técnica

    Também denominada Análise Gráfica, é uma metodologia que se baseia no comportamento de ações listadas em bolsa ou outros ativos no passado e procura avaliar as possibilidades de flutuações futuras. Em geral, este tipo de análise é usado para se projetar o desempenho de curto prazo de uma ação, enquanto a análise fundamentalista é mais usada para períodos mais longos. O analista técnico, ou grafista, baseia-se nos princípios que os preços se movem em tendências persistentes ao longo do tempo e também através de padrões gráficos. Uma vez determinada essa tendência e padrões, é possível estimar qual o melhor momento para comprar ou vender uma ação.

  • ANBID

    Sigla se refere à Associação Nacional de Bancos de Investimento, que representa as instituições financeiras que operam no mercado de capitais. Os associados são, basicamente, os bancos de investimento e os bancos múltiplos com carteira de investimento. Dentre as responsabilidades da Anbid está a coleta e consolidação de informações referentes à indústria de fundos de investimento. Além disto, a entidade é responsável pela determinação dos critérios de classificação dos fundos em categorias e subcategorias Em 21/10/2009, a ANBID integrou suas atividades às da ANDIMA passando ambas a constituir a ANBIMA – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados de Capitais..

  • Anuidade (ou taxa de anuidade)

    Valor cobrado anualmente pela administradora do cartão de crédito pelos serviços prestados. Muitas instituições já isentam deste pagamento seus melhores clientes.

  • Aporte Inicial (ou aplicação inicial)

    O termo “aporte” é usado para definir a primeira contribuição feita quando o investidor adere a um plano de previdência. Já o termo “aplicação” é usado para se referir à primeira aplicação feita por um investidor em um fundo de investimento.

  • Aprendizado Organizacional

    Termo usado para definir o questionamento, avaliação e inovação das práticas de gestão e padrões de trabalho.

  • Arbitragem

    Termo usado no mercado financeiro para definir operações que buscam tirar proveito de variações na diferença de preços entre dois ativos ou entre dois mercados, ou das expectativas futuras de mudanças nessas diferenças sem haver risco de mercado da operação . Como exemplos, podemos citar a compra de um ativo à vista e a venda desse mesmo ativo a futuro ou operações envolvendo ações no mercado Brasileiro e seus respectivos ADRs negociados em bolsas Americanas, comprando-se o ativo no mercado onde o preço é menor e vendendo-se o ativo onde o preço é maior, obtendo-se assim, lucro.

  • Arbitramento sistemático de lingotes de ouro

    Procedimento para atestar o teor de pureza dos lingotes de ouro negociados nos mercados administrados pela BM&FBOVESPA.

  • ARPU

    Sigla que vem do inglês “Average Revenue Per User”. Em português significa receita média por usuário e é um termo muito utilizado para medir o desempenho de operadoras de telecomunicações.

  • Assembléia Geral Extraordinária (AGE)

    Reunião de acionistas, de convocação não obrigatória, convocada na forma da lei e dos estatutos, a fim de deliberar sobre qualquer matéria de interesse da sociedade.

  • Assembléia Geral Ordinária (AGO)

    Reunião de acionistas convocada obrigatoriamente pela diretoria de uma sociedade anônima para verificação dos resultados, leitura, discussão e votação dos relatórios de diretoria e eleição do conselho fiscal da diretoria. Deve ser realizada até quatro meses após o encerramento do exercício social.

  • Assembléia Geral Ordinária de Contemplação

    É a reunião mensal de consorciados destinada à contemplação, à prestação de informações sobre o grupo e à tomada de decisões previstas no Contrato de Adesão.

  • Asset Allocation

    Termo que vem do inglês e significa alocação de recursos. Muito usada com referência a escolha dos ativos financeiros (ex. ações, dólar, títulos de renda fixa, etc) que são usados na composição de uma carteira de investimentos. Em geral, quando se aplica em um fundo de investimento recomenda-se que o investidor analise com cuidado o prospecto para que saiba a forma com que o gestor está alocando os ativos do fundo, ou seja, para entender o asset allocation deste fundo.

  • Ativo

    Termo que determina propriedades ou itens de valor possuídos por uma empresa ou pessoa. No caso das empresas, representa todos os itens (caixa, estoques, créditos, imóveis, equipamentos, investimentos etc.) que a empresa possui e que estão contabilizados em seu balanço patrimonial. Em geral, os ativos de uma empresa são alocados em três categorias, de acordo com a sua liquidez e duração (ativo circulante, realizável no longo prazo e permanente). O total de ativos de uma empresa equivale à soma dos seus passivos e de seu patrimônio líquido. Também usado para denominar o nome fantasia pelo qual a empresa e suas ações são conhecidas na BOVESPA.

  • Ativo Circulante

    Um dos componentes do balanço patrimonial das empresas. O ativo circulante reflete a soma de todos os ativos de uma empresa que podem, no curto prazo (até 365 dias), ser convertidos em liquidez, ou seja, vendidos de forma a aumentar o caixa da empresa. Em geral, o ativo circulante inclui contas como disponibilidades, créditos, estoques etc. Contabilmente, somente são incluídos no ativo circulante de uma empresa os bens e direitos que a empresa deve realizar em um prazo inferior a 365 dias da data do último exercício social.

  • Ativo Imobilizado

    Um dos componentes do balanço patrimonial das empresas. O ativo imobilizado é composto da soma dos bens tangíveis utilizados nas atividades operacionais da empresa e que não devem ser convertidos em dinheiro, ou consumidos no curso das atividades da empresa (ex. imóveis, maquinário, equipamento, terrenos etc.).

  • Ativo Permanente

    Um dos componentes do balanço patrimonial das empresas. O ativo permanente reflete a soma dos ativos imobilizados (imóveis, maquinário etc.) e dos investimentos de longo prazo (participações em empresas coligadas etc.) de uma empresa.

  • Ativo Rentável

    O conceito de Ativo Rentável é utilizado somente para instituições financeiras e reflete a soma de todos os ativos que geram um retorno financeiro para a instituição. O retorno total desses ativos está incluído na receita bruta de intermediação financeira da instituição.

  • Ativos Intangíveis

    Termo que define os ativos de uma empresa, que não têm representação física imediata. Fazem parte dos ativos intangíveis de uma empresa as patentes, franquias, nomes e marcas etc.

  • Atuário

    Profissional que usa métodos matemáticos complexos para determinar a sinistralidade, assim como outras estatísticas, além de desenvolver sistemas de cálculo de prêmios futuros.

  • Aumento de Capital

    Termo usado para refletir mudanças na estrutura de capital de uma empresa, através da incorporação de novos recursos (ou reservas) ao capital da empresa. Uma empresa pode efetuar um aumento de capital através de aportes dos seus acionistas, que pode ocorrer na forma de emissão de novas ações no mercado, pela incorporação do capital de outras empresas, mediante bonificação (distribuição gratuita de novas ações aos acionistas) etc.

  • Aumento do Valor Nominal

    Termo que se refere à alteração do valor nominal da ação de uma empresa, que ocorre em decorrência da incorporação de reservas de capital da empresa sem que sejam emitidas novas ações.

  • Autorização de acesso

    Autorização concedida mediante outorga da BM&FBOVESPA, por processo de aprovação por seu Conselho de Administração, para o participante com a intenção de atuar nos ambientes, sistemas e mercados administrados pela BM&FBOVESPA, de acordo com as regras de acesso estabelecidas em regulamento específico da BM&FBOVESPA.

  • Autorização de Faturamento

    Documento que autoriza ao fornecedor do bem ou conjunto de bens a emitir nota fiscal e entregar o bem ao consorciado com a responsabilidade de pagamento pela administradora.

  • Average Hourly Earnings

    O Departamento de Trabalho dos EUA divulga mensalmente a média de ganhos por hora trabalhada, através de uma pesquisa realizada em 375 mil empresas.

  • Average Workweek

    O Departamento de Trabalho dos EUA divulga mensalmente a estimativa de médias de horas trabalhadas por semana, através de uma pesquisa realizada com cerca de 375 mil empresas.

  • Aviso da intenção de entrega

    Meio pelo qual o comitente-vendedor de um derivativo que tenha sua liquidação por meio de entrega física manifesta, via participante de negociação pleno, sua intenção de proceder à entrega da mercadoria.

  • Aviso de entrega

    Meio pelo qual o comitente-vendedor, via participante de negociação pleno, manifesta sua decisão de proceder à entrega da mercadoria; consiste do envio da documentação requerida e do registro, no sistema de classificação e liquidação física da câmara, da decisão de entrega.

  • B2B

    Sigla em inglês que significa “Business to Business”, ou, em português, transação de empresa com empresa. Este termo é usado para definir os negócios entre empresas, que são conduzidos através da rede mundial de computadores (ou internet).

  • B2C

    Sigla em inglês que significa “Business to Consumer”, ou, em português, transação de empresa com consumidor. Este termo é usado para definir os negócios entre uma empresa e seus consumidores, que são conduzidos através da rede mundial de computadores (ou internet). Estes negócios podem incluir desde a oferta de serviços de pós-venda, de promoção, assim como propaganda aos clientes da empresa.

  • Backwardation

    Situação na qual o preço do mercado futuro está abaixo do preço spot esperado para o futuro. O fenômeno inverso é denominado contango.

  • Balança Comercial

    Registra o resultado das transações de bens (exportações e importações) entre um país e o resto do mundo. Caso o valor das exportações supere o das importações, a balança comercial apresenta um superávit, caso o contrário ocorra, temos um déficit da balança comercial. O saldo da balança comercial é utilizado no cálculo do Balanço de Pagamentos.

  • Balança de Serviços

    Um dos componentes da conta do balanço de pagamentos de um país, em que são registradas algumas transações com o exterior. A balança de serviços é dividida em duas partes como detalhado: Serviços de fatores: inclui os pagamentos efetuados e recebidos relacionados com fatores de produção, como por exemplo, lucros, salários, juros e dividendos. Serviços de não fatores: inclui os pagamentos efetuados e recebidos de fretes e seguros de produtos importados, direitos autorais, royalties, gastos com viagens internacionais, etc.

  • Balancete

    Balanço parcial da situação econômica e do patrimônio de uma empresa, que se refere a um período específico do exercício social da empresa. Ao contrário do balanço patrimonial, que é divulgado com periodicidade específica, o balancete pode ser publicado sempre que necessário.

  • Balanço de Capitais

    Termo que se refere a um dos itens que compõem o balanço de pagamentos de um país. A conta de balanço de capitais inclui os empréstimos, financiamentos, investimentos ou amortizações feitas no país.

  • Balanço de Pagamentos

    O Balanço de Pagamentos registra o resultado de todas as transações (bens, serviços, transferências e fluxos de capital) entre um país e o resto do mundo. Todas as contas de bens, serviços e transferências unilaterais são agrupadas para obter o Saldo de Transações Correntes. Este saldo é somado ao resultado das contas de capital e erros e omissões para obter o saldo do Balanço de Pagamentos. A variação de reservas é sempre igual ao saldo do Balanço de Pagamentos, pois caso o país receba mais do que envia, as reservas aumentarão; o contrário ocorrendo caso o país envie mais do que receba.

  • Balanço Patrimonial

    Demonstração financeira que detalha e quantifica os ativos, passivos e patrimônio de uma empresa. Em termos de unidades monetárias, o balanço mostra o que a empresa possui (ativos), o quanto deve (passivos), o quanto seus acionistas já investiram na empresa (capital) e o quanto ganhou ou perdeu desde sua abertura (reserva de resultados). O balanço apresenta estas informações em uma determinada data, como último dia de um trimestre, semestre ou ano.

  • Banco Central do Brasil (BACEN)

    O principal órgão executivo do sistema financeiro nacional. Foi criado em 1964, incorporando uma série de atividades até então exercidas pelo Banco do Brasil. O Bacen é o órgão responsável pela gestão do sistema financeiro, funcionando como o banqueiro do Governo. Dentre as suas principais funções estão: Compra e venda de títulos federais (sobretudo através de operações no open market), tanto com o objetivo de financiamento do Tesouro Nacional quanto de execução da política monetária; Recebimento de depósitos compulsórios e voluntários do sistema bancário, assim como realização de operações de redesconto e outros tipos de empréstimos às instituições financeiras; Autoriza o funcionamento, fiscaliza e aplica as penalidades previstas às instituições financeiras, de acordo com as normas determinadas pelo CMN (Conselho Monetário Nacional); É o depositário das reservas internacionais do país e o co-responsável (juntamente com o Tesouro Nacional) pela política de captações externas brasileiras; É responsável pela emissão de papel moeda e moeda metálica.

  • Banco Central Europeu

    O Banco Central Europeu (BCE) foi instituído em 30 de junho de 1998 e, desde 1o. de janeiro de 1999, tem por missão assegurar a execução da política monetária européia definida pelo Sistema Europeu de Bancos Centrais. Os órgãos de decisão do BCE (o Conselho do BCE e a Comissão Executiva) dirigem o Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC), que tem a seu cargo a gestão da massa monetária, a condução das operações cambiais, a detenção e a gestão das reservas cambiais oficiais dos Estados-membros e a promoção do bom funcionamento dos sistemas de pagamento.

  • Banco correspondente

    Instituição financeira que (i) mantém conta no exterior para a liquidação de operações de câmbio; e (ii) realiza operações de compra e venda de moeda estrangeira.

  • Banco correspondente da BM&FBOVESPA

    Instituição financeira que mantém vínculo contratual com a BM&FBOVESPA para (i) manter conta no exterior em nome desta para a liquidação das operações de câmbio; (ii) realizar operações de compra e venda de moeda estrangeira; e (iii) prestar outros serviços de interesse da BM&FBOVESPA.

  • Banco Depositário

    É um banco responsável pelos serviços de transferência e agenciamento de ações de um programa de ADR´s. Esta função inclui a escolha de um custodiante para aceitar o depósito das ações, a emissão de certificados negociáveis que representam as ações, a manutenção do registro de acionistas de forma a refletir todas as transações, além da distribuição dos dividendos aos investidores que compraram os ADR´s.

  • Banco emissor de garantias

    Banco que emite, em favor de terceiros, ativos passíveis de aceitação pela câmara em garantia.

  • Bandas de Bollinger (Bollinger Bands)

    Indicador usado em análise técnica. Em um gráfico de ações as Bandas de Bollinger são definidas pela área de um desvio padrão abaixo e outro acima da média do preço da ação nos últimos N dias. As bandas representam um envelope aos níveis de suporte e resistência. Em geral, ocorrem fortes oscilações no preço da ação de uma empresa depois que as bandas se aproximam da média. Movimentos fora das bandas sugerem a continuação da tendência. Altas e baixas fora das bandas, seguidas de altas e baixas dentro das bandas indicam reversão de tendência.

  • BDRs

    Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são recibos emitidos por um banco depositário brasileiro e que representam ações de um emissor estrangeiro que se encontram depositadas e sob custódia deste banco. Os BDRs abrem ao investidor brasileiro a oportunidade de investir em empresas estrangeiras sem ter que sair da Bovespa.

  • Bear Market

    Terminologia na língua inglesa que significa que o mercado está em tendência de queda. A associação ao “bear” (urso) deve-se à forma como esse animal ataca suas vítimas, que é com uma patada vinda de cima para baixo.

  • Beige Book

    Os 12 Federal Reserve Banks (bancos centrais regionais dos EUA) compilam informações sobre a situação econômica nas suas áreas de atuação e divulgam esses dados no relatório denominado Beige Book (Livro Bege). A publicação não expressa a opinião do Federal Reserve sobre a economia do país, sendo apenas um indicativo da atividade econômica de cada região. Seus dados são usualmente considerados pelo Fomc (Federal Open Market Committee) na definição da taxa básica de juro norte-americana.

  • Bem do consórcio

    É o bem objeto do grupo, indicado na Proposta de Adesão, que poderá consistir em bem ou conjunto de bens, novos, de produção nacional ou estrangeira, ou em percentuais do valor desse bem ou conjunto de bens.

  • Bem Substituto

    É o bem ou conjunto de bens escolhido na Assembléia Geral Extraordinária, ou pelo consorciado contemplado, em substituição do bem ou conjunto de bens, nas hipóteses previstas neste contrato, também designado apenas como bem ou conjunto de bens.

  • Benchmarking

    Termo que vem do inglês e define o processo usado para avaliar o desempenho de um ativo financeiro em relação ao desempenho de outros ativos financeiros identificados como sendo os de melhor desempenho no setor (ou categoria de investimento). Muito usado na análise do desempenho de fundos de investimentos, onde o retorno da carteira do fundo é comparado com o retorno do benchmark, ou índice de referência. No caso dos fundos de ações, por exemplo, o benchmark em geral é o Ibovespa, enquanto nos fundos DI e de renda fixa o índice de referência mais usado é o CDI. Também é usado para definir o processo de melhoria da gestão de uma empresa através da implementação de melhores práticas e da adaptação de processos com base na experiência própria ou na observação da atividade de empresas ou organizações concorrentes. O objetivo do benchmarking é o de efetuar uma análise comparativa dos procedimentos adotados pela empresa com aqueles adotados pelos seus concorrentes, na tentativa de melhorar o desempenho da empresa.

  • Bens de Capital

    Engloba os bens que são utilizados para a produção de outros bens, como é o caso, por exemplo, das máquinas, equipamentos etc.

  • Bens de Consumo Duráveis

    Engloba os bens de consumo que prestam serviço por um período de tempo relativamente longo, como é o caso, por exemplo, das máquinas de lavar roupa, geladeiras e até mesmo dos automóveis.

  • Bens de Produção

    Muitas vezes o termo é usado como sinônimo de bens de capital, mas em alguns casos é usado para denominar, além dos bens de capital, os bens intermediários e as matérias primas.

  • Bens Intermediários

    Bens manufaturados ou matérias-primas processadas empregadas na produção de outros bens. Os bens intermediários também podem ser definidos como os insumos que uma empresa compra de outra para a elaboração dos seus produtos. Um exemplo disto é a bobina de aço produzida pelas siderúrgicas, que é considerada um bem intermediário na fabricação de um automóvel.

  • Beta

    Medida de risco diversificável de uma ação. O coeficiente beta pode ser visto como um índice do grau do retorno relativo de uma ação em relação ao retorno do mercado (Ibovespa). O beta do mercado é igual a 1 e todos os outros betas são calculados em relação a esse valor. Um beta positivo sugere que a ação move na mesma direção do mercado, enquanto um negativo sugere um movimento na direção oposta. Betas positivos são mais comuns que negativos. Uma ação com um beta igual a 2.0, reage duas vezes mais que o mercado, ou seja, experimenta uma mudança de 2% em seu retorno para cada mudança de 1% no retorno do mercado.

  • Bi-tributação

    Termo usado para definir situação em que dois impostos decretados por entidades distintas incidem sobre o mesmo bem ou fato gerador.

  • Bid

    Termo usado para determinar o preço de compra de um título no mercado. Assim, por exemplo, o termo “bid-offer” spread se refere à diferença entre o preço que as instituições financeiras cobram para comprar um determinado ativo dos investidores em relação ao preço que cobram para vender esse mesmo ativo a um investidor interessado. Por exemplo, se a cotação “bid”, ou de compra, do dólar é de R$ 3,30 e a cotação “offer”, ou de venda, é de R$ 3,60 o “bid-offer” spread é de R$ 0,30, que reflete o ganho da instituição ao comprar e vender um mesmo ativo financeiro.

  • Block Trade

    Negociação de um grande lote de ações nas bolsas de valores, normalmente sob a forma de leilão. Muitas bolsas, inclusive a Bovespa, requerem que, no caso do lote representar uma proporção significativa do capital da empresa, o mercado seja avisado com antecedência, para reduzir a volatilidade das cotações.

  • Blue Chip

    Termo usado para fazer referência às ações de grande liquidez e números de negócios no mercado. Em geral, são ações de empresas tradicionais, com ótima reputação e de grande porte. Podemos citar como exemplos no Brasil: Petrobrás, Telemar, Vale, Bradesco, Itaú, etc.

  • BM&F – Bolsa de Mercadorias e Futuros

    Bolsa onde se negociam mercadorias (commodities), tais como café, açúcar, algodão, etc, assim como contratos futuros de ativos e mercadorias como: taxas de juros, taxas de câmbio, índice de ações, ouro, cupom cambial, títulos da dívida, soja, milho, açúcar, café, boi gordo, álcool anidro e algodão. As negociações são feitas nos mercados à vista e de futuros. A maior bolsa de mercadorias do Brasil é a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), fundada em 1971. Para negociar na BM&F é necessário intermediação de uma corretora de mercadorias e um registro na própria bolsa. Em 25/03/2008, foi realizada a fusão entre as bolsas Bovespa e BM&F, criando a BM&FBovespa, a terceira maior bolsa de valores do mundo em ordem de valor de mercado.

  • BM&FBovespa

    Reúne a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), onde são negociadas as ações (mercado de capitais) e a Bolsa de Mercadorias e Futuros (a BM&F), que negocia, entre outros itens, as commodities agropecuárias. Visite: www.bmfbovespa.com.br/

  • BNDES

    Sigla que designa o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, que é o órgão governamental responsável pela implementação de políticas de investimento empresarial de longo prazo. Dentre as principais responsabilidades do BNDES estão: impulsionar o crescimento da economia, atuando como instituição de fomento; fortalecer o empresariado nacional; promover a diversificação e o crescimento das exportações; criar pólos de produção para diminuir possíveis desequilíbrios regionais. As atividades de fomento da instituição são conduzidas através de programas especiais como, por exemplo, o Finame, Finem e Finac.

  • BO – Boletim de Ocorrência

    Se você foi assaltado ou perdeu algum documento, é necessário dar queixa em qualquer delegacia para que seja registrada a ocorrência, e é exatamente através deste documento, mais conhecido como B.O., que você terá a comprovação do que realmente aconteceu no momento do assalto ou perda do documento.

  • Board of Governors

    Termo em inglês que denomina um grupo de sete membros, nomeados pelo Presidente da República dos EUA e aprovados pelo Senado, para um mandato de 14 anos. Os membros, em conjunto com presidentes de bancos centrais regionais, formam o FOMC (Federal Open Market Commitee), órgão responsável pela condução de política monetária e definição da taxa de juros nos EUA.

  • Bolsa de Valores

    Lugar onde se negociam títulos e valores mobiliários (sobretudo ações, opções, direitos e debêntures). A BM&FBOVESPA é a principal instituição brasileira de intermediação para operações do mercado de capitais e a única bolsa de valores, mercadorias e futuros em operação no Brasil. É uma companhia de capital brasileiro, formada em 2008, a partir da integração das operações da Bolsa de Valores de São Paulo e da Bolsa de Mercadorias & Futuros. Para mais informações sobre a BM&FBOVESPA, acesse: www.bmfbovespa.com.br

  • Bonificação

    Distribuição gratuita de novas ações aos acionistas, na proporção da quantidade de ações já possuída por cada um destes acionistas. Esta distribuição, em geral, ocorre em virtude da incorporação ao capital da empresa de reservas ou lucros acumulados, ou da reavaliação dos ativos da empresa. As empresas também podem efetuar bonificação em dinheiro. Neste caso o acionista recebe da empresa um valor monetário relacionado às reservas não incorporadas, sendo que este pagamento é feito além do pagamento de dividendos.

  • Bônus de Subscrição

    Termo usado para designar obrigações negociáveis emitidas por uma empresa que dão direito à subscrição de novas ações desta empresa, dentro de um prazo estabelecido e por um preço que esteja de acordo com o limite do aumento de capital autorizado em seu estatuto. Caso o acionista desista de efetuar a compra durante este período, ele perderá o direito à subscrição e não terá direito à restituição do dinheiro pago antecipadamente.

  • Bovespa

    Termo que designa a Bolsa de Valores do Estado de São Paulo, a maior bolsa de valores do país. Muitas vezes se confunde o termo Bovespa com o Ibovespa, que na verdade é o principal índice de ações da bolsa paulista.

  • Branding

    Processo de identificação de produto ou serviço pela atribuição de marca, símbolo e/ou nome identificativo.

  • Building Permits

    O US Census Bureaudo Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulga mensalmente resultado da pesquisa sobre Building Permits, referente ao número de autorizações concedidas no território norte-americano para construção de imóveis num período pré-determinado. Como nem todas as autorizações concedidas refletem no início imediato da construção, este índice apresenta diferenças em relação ao indicador Housing Starts, que mede as construções efetivamente iniciadas.Vale ressaltar que esse índice, apesar de reportar somente as autorizações nas regiões dos Estados Unidos onde elas são obrigatórias, é importante, pois o setor imobiliário possui elevada participação na composição do PIB (Produto Interno Bruto), e serve como termômetro da situação da economia local.

  • Bull Market

    Terminologia na língua inglesa que significa que o mercado está em tendência de alta. A associação ao “bull” (touro) deve-se à forma como esse animal ataca suas vítimas, que é com uma chifrada vinda de baixo para cima.

  • Business Inventories

    O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente o nível de vendas e estoques das empresas norte-americanas, levando em consideração tanto o setor industrial, como o atacado e o varejo. Contudo, as informações deste relatório são referentes ao mês retrasado ao mês de publicação. Esse índice, porém, é relevante, pois uma queda dos estoques, acompanhada de aumento das vendas, sugere uma possível retomada da atividade econômica local. Por outro lado, uma queda nos estoques, sem aumento de vendas, pode indicar apenas uma redução na taxa de reposição dos estoques por parte das empresas.

  • Buy and hold

    Estratégia de selecionar ações de excelentes empresas, comprá-las na bolsa e mantê-las por um longo tempo na carteira, independente das oscilações que sempre ocorrem de curto prazo.

  • CAC-40

    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira de ações negociadas na Bolsa de Valores de Paris. O CAC 40 é formado por uma carteira teórica de 40 ações, escolhidas pela participação no mercado e pela liquidez de cada ação, de forma a representar o comportamento do mercado francês.

  • Cadastro

    Procedimento de admissão e registro de participantes cadastrados na BM&FBOVESPA.

  • Cadeia de responsabilidades

    Estrutura que define as relações de corresponsabilidade entre a BM&FBOVESPA e os participantes com relação a direitos e obrigações.

  • Cadeia de Valor

    Conjunto das diversas etapas de produção, que começa com a matéria-prima, inclui o fornecimento de equipamentos, o aparato tecnológico e institucional e se encerra com a distribuição e comercialização do produto final.

  • Cadeia Produtiva

    Conjunto de diversos segmentos de produção e serviços (indústria de insumos, produtores, indústrias processadoras, distribuidores etc) que se inter-relacionam e interagem no ambiente institucional no qual se inserem.

  • Caducidade

    Termo usado para determinar a perda de um direito devido ao fato de que não foi exercido em um determinado período de tempo determinado seja pela lei, ou pela vontade das partes envolvidas.

  • Call – Opção de compra

    Termo que vem do inglês e é usado no mercado de opções e significa opção de compra. Quando um investidor compra uma opção de compra, ele paga um prêmio para adquirir o direito de comprar um determinado ativo financeiro por um preço previamente determinado durante o prazo de vigência ou no vencimento da opção.

  • Call at the money

    Opção de compra com o preço de exercício o mais próximo possível do atual preço de mercado do ativo a que ela é relativa.

     

  • Call Center

    Termo que vem do inglês e denomina a central de atendimento aos clientes onde as chamadas são processadas ou recebidas. O call center tem como objetivo ajudar a promover o esforço de vendas, oferecer atendimento ao consumidor, suporte técnico e qualquer outra atividade administrativa especializada.

  • Call in the money

    Opção de compra com o preço de exercício abaixo do atual preço de mercado do ativo a que ela é relativa.

  • Call out the money

    Opção de compra com o preço de exercício acima do atual preço de mercado do ativo a que ela é relativa.

  • Câmara

    A BM&FBOVESPA na prestação, em caráter principal, dos serviços relacionados à aceitação, compensação, liquidação e administração de risco de operações, bem como outras atividades relacionadas.

  • Câmbio (ou taxa de câmbio)

    Define toda a operação em que existe troca de moeda nacional por moeda estrangeira, ou vice-versa. Ao viajar, um turista troca moeda nacional, por moeda estrangeira num banco. Ao retornar, se ainda sobrou moeda estrangeira, é possível trocá-la no banco por moeda nacional. No jornal é possível encontrar várias taxa de câmbio para uma mesma moeda. Em todos os casos existe sempre uma cotação de compra e outra de venda, a diferença entre as duas taxas é chamada spread que é o que determina o ganho da instituição financeira na operação. Isto porque a taxa de venda é aquela usada pelo banco para determinar a cotação pela qual irá vender dólares para os investidores, enquanto a taxa de compra é aquela que paga pelos dólares que os investidores lhe vendem. Como era de se esperar, a taxa de compra é menor que a taxa de venda, quanto maior esta diferença maior o spread e o ganho do banco.

  • Câmbio Flutuante

    Política cambial de um país em que a moeda local varia de acordo com a oferta e a procura de moeda conversível (normalmente dólar), sendo que essa procura pode flutuar de acordo com vários fatores dentre os quais a situação político-econômica do país, situação do mercado internacional etc.

  • Câmbio Paralelo

    Operação de conversão de Reais por uma moeda estrangeira no mercado paralelo. O termo dólar paralelo, por exemplo, é usado para definir a cotação de compra ou venda da moeda norte-americana fora dos canais de conversão autorizados pelo Banco Central. Em diversas ocasiões é executado através da troca física de moedas, contrastando com o dólar cabo, onde a transação é eletrônica. Todos os negócios realizados no mercado paralelo, bem como a posse de moeda estrangeira sem origem justificada, são ilegais e sujeitam o cidadão, ou a empresa, às penas da lei.

  • Canal de Tendência

    Termo utilizado em análise técnica (ou grafista) para definir, no gráfico de ações, quando se pode traçar uma reta aproximadamente paralela à linha de tendência por dois máximos (no caso de alta), ou dois mínimos (no caso de baixa). Em geral o canal de tendência sugere um movimento futuro provável da ação no caso de alta ou baixa.

  • Candlestick, Gráfico tipo

    Termo usado para definir um tipo de gráfico utilizado em análise técnica, que mostra simultaneamente as cotações de abertura e de fechamento, máximas e mínimas de uma ação. Através dos desenhos formados ao longo do tempo, os analistas técnicos são capazes de identificar padrões que não apareceriam em outros gráficos, como os de linha ou de barras.

  • Capacidade de Produção

    Volume de bens e/ou serviços que uma empresa pode produzir durante um período de trabalho pré-determinado, muitas vezes medido por dia, meses ou anos.

  • Capacidade Instalada

    A capacidade instalada de uma empresa reflete o seu potencial total de produção, com base nos recursos de que dispõe, o que inclui equipamentos, mão de obra, conhecimentos, estoque etc. De maneira simplificada, quando se fala que uma empresa está operando com 90% de sua capacidade, isto significa que a empresa está produzindo 90% da sua capacidade instalada, ou seja, 90% do seu potencial total de produção.

  • Capacidade Ociosa

    Diferença entre o volume efetivo de produção e o que seria possível produzir com a capacidade instalada. Deste modo, a capacidade ociosa representa o quanto esta empresa poderia produzir a mais para atingir sua capacidade de produção.

  • Capacity Utilization

    O Federal Reserve, que corresponde ao banco central dos Estados Unidos, divulga mensalmente relatório contendo informações sobre a capacidade industrial utilizada nos EUA. O índice, que mede a atividade das indústrias de transformação, mineração, energia elétrica e gás, é calculado como resultado do índice de produção dividido pelo índice de capacidade, que corresponde à produção máxima sustentável. Além de importante indicador do nível de atividade econômica, o índice é também usado para determinar a tendência da inflação. Isso porque, se uma indústria estiver operando em plena capacidade, no curto prazo seria difícil elevar a produção. Desse modo, se a demanda for maior do que a oferta, o produtor pode elevar suas margens de lucro, impulsionando a inflação.

  • Capex

    É a abreviação de “capital expenditure”, ou os investimentos realizados em bens de capital que visam a continuidade ou a ampliação das operações de uma empresa.

  • Capital

    É a soma de todos os recursos, bens e valores, mobilizados para a constituição de uma empresa.

  • Capital a Integralizar

    Parcela da subscrição de capital que o acionista de uma empresa ainda deverá pagar, isto é, que ainda não foi colocada na empresa.

  • Capital Aberto (companhia de)

    Focando no mercado brasileiro, são empresas cujos valores mobiliários, como ações, por exemplo, estão registrados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), e que estão admitidos à negociação no mercado de títulos e valores mobiliários, de bolsa ou de balcão. A CVM pode classificar as companhias de capital aberto em categorias, conforme as espécies e classes dos valores mobiliários por ela emitidos, negociados nesses mercados. As companhias de capital aberto se sujeitam ao cumprimento de uma série de normas com relação a demonstrações financeiras, fatos relevantes, parecer de auditores etc.

  • Capital Autorizado

    Termo que define o limite estatutário de competência de assembléia geral ou do conselho de administração para aumentar o capital social de uma empresa.

  • Capital Circulante

    O capital circulante de uma empresa é definido como a diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante desta empresa. A maioria das empresas precisa operar com um certo montante de capital circulante, mas a quantidade exata depende do setor em que a empresa atua. Empresas com fluxos de caixa muito previsíveis, como as distribuidoras de energia, por exemplo, podem operar com um capital circulante negativo, contudo a maioria das empresas precisa manter níveis positivos de capital circulante.

  • Capital Circulante Líquido

    É a diferença entre o ativo circulante o passivo circulante que constam do balanço patrimonial de uma empresa em uma determinada data. Quando o ativo circulante é maior que o passivo circulante, tem-se um capital circulante líquido próprio. Quando o ativo circulante é menor que o passivo circulante, tem-se um capital circulante líquido negativo ou de terceiros.

  • Capital de Giro

    Termo que se refere ao capital (próprio ou de terceiros) utilizado pela empresa para o financiamento da sua produção como, por exemplo, o dinheiro usado para pagar fornecedores. Os recursos de terceiros são, em geral, levantados junto a bancos comerciais através de operações como desconto de duplicata, por exemplo.

  • Capital de Risco

    Termo usado para determinar a parcela do capital da empresa que está investida em atividades ou instrumentos nos quais existe a possibilidade de perdas ou ganhos superiores aos normalmente esperados nas atividades habituais da empresa.

  • Capital de Terceiros

    Termo usado para definir a parcela do capital total investida na empresa que não pertence aos acionistas, sendo, em geral, equivalente à dívida da empresa.

  • Capital Fechado (companhia de)

    Empresa que trabalha no regime de sociedade anônima e que tem suas ações nas mãos de poucos acionistas, sendo que esses títulos não são negociados em Bolsa de Valores.

  • Capital Garantido

    Define uma modalidade de fundo de investimento, que tem como objetivo proteger o investimento inicial no caso de uma variação negativa do Ibovespa. Se a rentabilidade do Ibovespa for positiva, então a rentabilidade do fundo também será, mas em menor proporção, enquanto se a rentabilidade do Ibovespa for negativa, o investidor tem assegurado que receberá a mesma quantia inicialmente investida no vencimento da aplicação.

  • Capital Humano

    Termo usado para designar o conjunto de conhecimento e informações acumulado pelos funcionários da organização, assim como os investimentos destinados à formação educacional destes profissionais.

  • Capital Integralizado

    Termo que denomina a conta de capital de uma empresa, em que o valor das ações subscritas foi totalmente recebido.

  • Capital Intelectual

    Soma dos ativos de uma empresa, que representa o total do seu conhecimento e pode garantir uma vantagem competitiva. Fazem parte do capital intelectual de uma empresa: conhecimento, habilidade e experiência dos seus funcionários, patentes, tecnologias desenvolvidas internamente, bancos de dados/informações etc.

  • Capital Social

    O capital social de uma empresa reflete a parcela de recursos financeiros colocada na empresa pelos seus acionistas. A soma do capital social integralizado de uma empresa, juntamente com as reservas de capital, as de reavaliação e de lucro, assim como o lucro ou prejuízo acumulados no período, forma o patrimônio líquido de uma empresa.

  • Capital Social Subscrito a Integralizar

    Parcela de subscrição que o acionista deverá pagar, de acordo com determinação do órgão que autorizou o aumento de capital de uma sociedade.

  • Capital Social Subscrito e Realizado

    Montante de capital social acrescido da parcela de subscrição paga pelo acionista.

  • Capital Subscrito

    Valor efetivamente subscrito, ou depositado, na empresa pelos seus acionistas.

  • Capitalista

    Indivíduo que investe temporariamente em empresas emergentes com evidente potencial de crescimento, e que tem como objetivo obter uma rentabilidade acima das alternativas disponíveis no mercado financeiro. Em geral, estes indivíduos participam da gestão da empresa, durante o período de duração do investimento.

  • Capitalização Bursátil

    A capitalização bursátil é um indicador usado para medir o valor de mercado de todos os ativos cotados em uma determinada bolsa de valores. É calculado somando-se o valor de mercado de cada ação, obtido como o resultado da multiplicação do número de ações pela cotação de fechamento no período desejado. No caso da Bovespa, a bolsa paulista divulga informações com periodicidade diária, semanal e mensal, tanto em reais como em dólares norte-americanos.

  • Captação

    (1) Termo que reflete uma das principais atividades das instituições financeiras. Quando você deposita um dinheiro em uma caderneta de poupança, abre uma conta corrente, ou simplesmente compra um CDB, estas quantias são consideradas como valores captados pelo banco em questão. (2) Também pode ser usado para determinar a emissão de títulos no mercado de capitais, através da qual tanto instituições financeiras, empresas e governos conseguem obter recursos para financiar suas atividades. Por exemplo, quando uma empresa brasileira emite um título de dívida no mercado externo, do tipo eurobond, diz-se que a empresa fez uma “captação” no mercado externo.

  • Captura

    Procedimento por meio do qual os sistemas da câmara recebem as operações realizadas por intermédio dos ambientes de negociação e registradas em ambientes de registro.

  • Carência (ou período de)

    (1) Termo usado para definir o período em que o participante/investidor não pode resgatar os recursos aplicados no seu plano ou fundo de investimento. (2) Termo usado nos seguros de vida e de saúde para determinar o período no qual a seguradora fica desobrigada de pagar indenizações ao segurado. A exceção fica por conta dos casos de morte acidental durante o período de carência, em que não sendo devida indenização, a seguradora deve restituir o valor dos prêmios pagos ao beneficiário indicado no seguro.

  • Carga Tributária

    Termo usado para determinar o quanto se cobra de impostos sobre os rendimentos de um determinado segmento da economia, ou da economia como um todo. Assim, quando se fala que a carga tributária de um determinado setor é elevada, isto significa que são cobrados muitos impostos sobre este setor; em geral se analisa a carga tributária de um país em relação ao seu PIB (Produto Interno Bruto).

  • Carnê-Leão

    O carnê-leão é um recolhimento mensal obrigatório de imposto de renda sobre rendimentos que você recebe de outra pessoa física (por exemplo gratificações) ou rendimentos que você tenha no exterior com o quais não mantenha nenhum tipo de vínculo empregatício. Você é o responsável pelo recolhimento que deve ser feito mensalmente por meio de ficha DARF. O pagamento do Carnê-Leão é devido quando o rendimento recebido, depois das deduções permitidas, for superior ao limite de isenção da Tabela Progressiva Mensal do Imposto de Renda (www.receita.fazenda.gov.br).

  • Cartão Adicional

    Designação dada ao cartão vinculado a uma conta de um titular, que possui senha própria, mas que figura apenas como usuário, já que a responsabilidade contratual e jurídica pela utilização do cartão adicional é do titular.

  • Cartão Co-Branded

    O cartão co-branded, ou de marca compartilhada, reflete uma parceria em vendas e marketing cujo objetivo é fidelizar o cliente. Esse tipo de cartão carrega o logotipo da empresa associada e a bandeira, trazendo vantagens específicas para seus associados como, por exemplo: milhas áreas e descontos progressivos nas compras. Podemos citar como exemplo de cartão co-branded: Cartões de Cias Aéreas, indústria automobilística, redes de varejo etc.

  • Carteira

    Subconta de contas utilizadas na câmara e na central depositária da BM&FBOVESPA, com característica e finalidade específicas.

  • Carteira Administrada

    Termo usado para determinar um serviço mais personalizado oferecido para clientes de maior porte. Em geral, incluem investimentos em ações e renda fixa e também em mercados futuros. A composição dos investimentos é revista diariamente com o cliente, que deve estabelecer seus objetivos em termos de segurança, liquidez e retorno. Em geral os principais clientes deste tipo de serviço são os chamados clientes institucionais, como os fundos de pensão. Estes fundos levam desvantagem em relação aos fundos de investimento tradicionais, pois a CPMF é cobrada a cada transação. Exatamente por isto, a maioria das carteiras administradas hoje opera como fundos exclusivos com baixas taxas de administração, além de não terem de pagar CPMF por transação.

  • Carteira de Ações

    Conjunto de ações de diferentes empresas, de propriedade de pessoas físicas ou jurídicas.

  • Carteira de Investimentos

    Muitas vezes usado apenas como “carteira” este termo descreve um grupo de investimentos que o investidor possui, ou que compõe o fundo de investimento. Uma carteira de investimentos pode ser composta de vários instrumentos financeiros (ex. ações, títulos de renda fixa etc.) No caso da indústria de fundos de investimentos, quando se usa o termo carteira se refere ao conjunto de aplicações financeiras nas quais o gestor aplica os recursos captados pelo fundo. É responsabilidade do gestor administrar esta carteira tentando sempre otimizar seu retorno para um dado risco aceito pelos investidores através da compra e venda de ativos financeiros.

  • Catálogo de mensagens do SPB

    Documento que estabelece e divulga as mensagens trafegadas na RSFN e utilizadas para a comunicação entre o BCB, a câmara, as instituições financeiras e outras entidades previamente autorizadas.

  • CBLC

    A CBLC, Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia, é responsável pela liquidação de operações de todo o mercado brasileiro de ações, respondendo pela custódia, ou guarda, de 100% dos títulos do mercado acionário brasileiro. Além disso, a empresa pode prestar este serviço para outros ativos como certificados de privatização, debêntures, certificados de investimento, certificados audiovisuais e quotas de fundos imobiliários. A CBLC foi criada como empresa independente a partir de uma reestruturação patrimonial ocorrida no início de 1998 na Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA. Assim, a empresa concentra as atividades relacionadas à compensação, liquidação, custódia e controle de risco para o mercado financeiro.

  • CBO – Classificação Brasileira de Ocupação

    O CBO é um sistema de classificação responsável pela codificação dos títulos e conteúdos dos cargos e ocupações do mercado de trabalho brasileiro.

  • CDB – Certificado de Depósito Bancário

    São títulos representativos de depósitos a prazos fixos emitidos por bancos comerciais, bancos de investimento e bancos de desenvolvimento. A taxa paga nos CDBs pode ser pré-fixada, pós-fixada ou flutuante, essa última atrelada a um percentual da variação de um índice.

  • CDC – Código de Defesa do Consumidor

    O CDC entrou em vigor no dia 11 de março de 1991 e serve para garantir os direitos dos consumidores frente à possibilidade de abusos praticados por empresas e instituições financeiras na prestação de seus serviços. O objetivo do CDC é proteger não somente os bens do consumidor, como também sua integridade física e moral. No primeiro caso estamos falando da proibição que o CDC impõe sobre as empresas de venderem produtos ou bens que causem danos na saúde física e moral do consumidor.

  • CDI – Certificado de Depósito Interbancário

    Aplicação de prazo de um dia útil. O deposito interbancário é uma modalidade de investimento que os bancos usam para aplicar os seus recursos excedentes ou para captar dinheiro de outros bancos com o objetivo de melhorar sua posição de liquidez. O CDI é usado como benchmark para se comparar a rentabilidade de fundos de investimento que aplicam primordialmente em títulos de renda fixa, como os fundos DI e todas as subcategorias de fundos de renda fixa.

  • Central depositária

    Instituição ou departamento, nacional ou estrangeiro, que presta, em caráter principal, o serviço de depósito centralizado de ativos, nos termos da legislação vigente.

  • Centro de Pesquisa e Desenvolvimento

    Organização que abriga laboratórios para o desenvolvimento de atividades de pesquisa e desenvolvimento.

  • CEO

    Sigla em inglês que significa “Chief Executive Officer” ou Diretor Executivo de uma empresa. O CEO de uma empresa é o executivo encarregado pela administração geral de suas atividades.

  • Certificação

    Procedimento de verificação e produção de atestado formal, efetuado por especialistas, relativo à presença de requisitos mínimos estabelecidos quanto às qualificações de pessoal, processos, procedimentos, ou itens, de acordo com necessidades específicas aplicáveis à empresa.

  • CETIP – Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos

    Criada em 1986, a CETIP é uma das maiores empresas de custódia e de liquidação financeira da América Latina e se constitui em um mercado de balcão organizado para registro e negociação de valores mobiliários de renda fixa. Dentre os títulos privados podemos citar as Debêntures, CDB, Letras de Câmbio e CDI. Estes títulos são mantidos escrituralmente no Cetip e são financiados com recursos disponíveis. Também são custodiados na Cetip os títulos estaduais e municipais que ficaram fora das regras de rolagem. Dentre os títulos públicos incluem-se TDAs, CFT e CDPs.

  • CFO

    Sigla em inglês que significa “Chief Financial Officer” ou Diretor Financeiro de uma empresa. O CFO de uma empresa é o executivo responsável, entre outras tarefas, pelo planejamento financeiro, arquivamento de dados financeiros, financiamentos de longo prazo, política de dividendos, investimentos de capital, gerenciamento de fluxo de caixa e alocação de recursos.

  • Chamada de Bônus

    Resgate de bônus pelo emitente, mediante pagamento antes do vencimento. Nesta operação, o emitente exerce o direito de comprar o papel junto ao investidor a um preço e uma data pré-determinados. Isso corresponde a dizer que ele possuía uma opção de compra, ou seja, uma call option. Este tipo de cláusula é relativamente comum em papéis da dívida externa privada brasileira, principalmente em Eurobônus emitidos por empresas do setor privado.

  • Chamada de Capital

    Termo usado para determinar uma subscrição de ações novas, com ou sem ágio, para aumentar o capital de uma Empresa.

  • Ciclo de liquidação

    Prazos e horários, estabelecidos pela câmara, para cumprimento de obrigações decorrentes da liquidação de operações.

  • Ciclo de Vida do Produto

    Do ponto de vista industrial, o termo reflete as etapas anteriores à chegada do produto à linha de produção (concepção, desenvolvimento, confecção de protótipos e teste) seguidas da utilização do produto pelos clientes, do descarte ou da reciclagem. Do ponto de vista mercadológico, o conceito expressa a permanência de um produto ou serviço no mercado, sendo que esta permanência está dividida em quatro fases: introdução, crescimento, maturidade e declínio.

  • CIO

    Sigla em inglês que significa “Chief Information Officer” e denomina o executivo responsável pelo planejamento e estratégia por trás da tecnologia. Pode ser também “Chief Imagination Officer”, termo criado pela fabricante americana de computadores Gateway. É responsável por promover a criatividade entre o pessoal.

  • Circuit Breaker

    Uma condição de negociação que é adotada em muitas bolsas de valores. Através do Circuit Breaker, o pregão é imediatamente interrompido toda vez que o índice representativo dos preços de um conjunto de ações tenha queda substancial. No caso da Bolsa de Valores de São Paulo, o circuit breaker é adotado quando o Ibovespa tem uma queda de dez por cento em relação ao fechamento do pregão anterior, levando a uma paralisação de 15 minutos das negociações. Caso a queda atinja 15%, a paralisação será de uma hora.

  • Circular de Oferta de Franquia (COF)

    Documento elaborado pela empresa franqueadora, segundo as exigências legais que são entregues ao candidato a franqueado. O objetivo deste documento é o de informar o candidato a respeito dos aspectos mais relevantes da franquia em que está interessado.

  • Cisão

    É o processo de transferência, por uma empresa, de parcelas de seu patrimônio a uma ou mais sociedades, existentes ou constituídas para esse fim, extinguindo-se a empresa cindida, se houver versão de todo o seu patrimônio.

  • Cliente

    Termo usado para determinar a pessoa física ou jurídica que compra e/ou utiliza o produto ou serviço prestado pela empresa.

  • CLT – Consolidação das Leis do Trabalho

    A CLT nada mais é do que a combinação de todas as normas constitucionais referentes ao mercado de trabalho, em uma só lei. Assim, a CLT rege as relações formais entre funcionários e empregadores no Brasil.

  • Clube de Empreendedores

    Associação de empresários formada com intuito de trocar informações e conhecimentos, assim como interagir de forma a prestar serviços comuns, reduzir custos de consultoria e atividades interativas.

  • Clube de Investimento

    Os Clubes de Investimento funcionam de maneira semelhante aos fundos de investimento, com a diferença que o número de participantes do clube é limitado a 50 pessoas e, em geral, são pessoas conhecidas ou membros de um grupo de afinidade. A administração dos recursos, que são aplicados em uma carteira diversificada de ações, fica a cargo de uma instituição financeira autorizada. Muitas vezes, os clubes oferecem taxas mais atrativas de administração que os fundos de investimento tradicionais. Na hora de investir pelo menos 51% da carteira dos clubes devem estar direcionados a investimentos em ações, bônus de subscrição ou debêntures conversíveis em ações. O número máximo de cotas por participante é 40% do total de cotas do CI.

  • CNBV

    Sigla que responde por Comissão Nacional de Bolsas de Valores. A CNBV é uma associação sem fins lucrativos que representa os interesses das Bolsas do país junto a autoridades monetárias e reguladoras.

  • CND – Certidão Negativa de Débitos

    Documento que comprova se uma empresa está ou não em situação regular junto ao INSS. O CND pode ser adquirido nos guichês de atendimento da Previdência ou no endereço eletrônico do Ministério da Previdência (www.previdenciasocial.gov.br). Para obter o CND, basta apenas ter em mãos o número do CNPJ ou CEI.

  • CNI

    Sigla que denomina a Confederação Nacional das Indústrias. Fundada em 1942, a CNI reúne representantes das federações estaduais da indústria.

  • CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica

    O CNPJ é um cadastro realizado e administrado pela Receita Federal, com o intuito de registrar as informações cadastrais de pessoas jurídicas. O CNPJ é equivalente ao CPF para pessoa física.

  • Cobertura de Juros Bruta

    Indicador usado em análise financeira, que serve para medir a capacidade de uma empresa pagar suas despesas com juros sem comprometer o seu fluxo de caixa. Quanto maior for esse indicador, maior a capacidade da empresa de arcar com o pagamento de juros. O indicador é calculado como sendo a divisão do lucro antes dos juros e impostos pela despesa financeira bruta da empresa.

  • Cobertura de Juros Líquida

    Indicador usado em análise financeira que mede a capacidade de uma empresa pagar suas despesas com juros sem comprometer o seu fluxo de caixa. A diferença com relação à cobertura de juros bruta é que no cálculo das despesas financeiras são descontadas as receitas de juros que a empresa venha a ter. Quanto maior for esse indicador, melhor a capacidade da empresa liquidar os seus juros. O indicador é calculado como sendo a divisão de lucro antes dos juros e impostos pelas despesas financeiras líquidas da empresa.

  • Código (de uma ação)

    É a identificação criada pelas Bolsas de Valores para identificar as ações listadas. Na Bovespa os códigos são compostos de quatro letras, identificando a empresa e um ou dois números identificando o tipo de ação (ex: Petrobras ON – PETR3, Vale PNA – VALE5).

  • COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social

    Trata-se da contribuição devida pelas empresas de direito privado em geral, exceto as microempresas e as empresas de pequeno porte submetidas ao regime do Simples, pois neste caso a contribuição já está embutida na alíquota unificada do imposto. A partir de fevereiro de 2004 a alíquota da Cofins subiu de 3% para 7,6% sobre o faturamento mensal da empresa, independentemente da atividade exercida e da classificação contábil adotada para a escrituração destas receitas. Contudo, o aumento só é válido para as empresas tributadas pelo lucro real.

  • Colateral

    Ativos financeiros ou outro tipo de ativos dados como garantia por um devedor para dar garantia a um determinado empréstimo.

  • Colocação Privada

    Venda de ações, títulos de renda fixa ou outros ativos realizada diretamente junto a um investidor institucional como, por exemplo, uma seguradora. É também conhecido como emissão privada, ou pelo termo em inglês private placement

  • Comércio Eletrônico

    Termo que define a compra e venda de informações, produtos e serviços através da rede mundial de computadores (ou internet).

  • Commodities

    Termo em inglês que significa mercadoria. Trata-se de produtos primários como café, soja, milho, trigo, petróleo, além de alguns produtos industriais semi-elaborados como celulose e açúcar. Uma commodity costuma ter características muito parecidas com a de outros produtores, permitindo que sejam cotadas nas Bolsas de Valores. Os produtores de commodities são considerados “price takers”, ou seja, são tomadores de preços, não podendo individualmente afetar as cotações dos produtos produzidos. Desta forma, um produtor de soja no Brasil, por maior que seja e por mais que varie sua produção, muito dificilmente conseguirá determinar os preços mundiais da soja.

  • Companhia Holding

    Termo usado em contabilidade para denotar a empresa que possui, como atividade principal, a participação acionária em uma ou mais empresas. A maior fonte de receita destas empresas são dividendos provenientes das empresas nas quais a companhia holding tem participações. É bastante comum a criação deste tipo de companhia por motivos fiscais.

  • Compensação

    Procedimento de apuração da posição líquida (créditos menos débitos) de direitos e obrigações das contrapartes para a liquidação na câmara.

  • Competitividade

    Capacidade que uma empresa tem de definir e colocar em prática certas estratégias de concorrência que tornem possível a ampliação ou manutenção de sua participação no mercado, conferindo-lhe solidez. No curto prazo, a competitividade é influenciada pelo crescimento econômico, pelas políticas cambial, fiscal e monetária e se reflete nos preços dos produtos ou serviços prestados pela empresa. Já no longo prazo, a competitividade reflete a qualidade e confiabilidade dos produtos e a eficácia da política de inovação da empresa.

  • Compliance

    Conjunto de ações para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas ou as diretrizes estabelecidas para um negócio, bem como evitar quaisquer desvios.

  • Compra em Margem

    Aquisição de ações à vista utilizando recursos obtidos através de um financiamento com uma sociedade corretora que opere na Bolsa. Estas operações são feitas no mercado a vista da bolsa, sendo que os termos de liquidação, custo e quitação do financiamento são acordados entre o investidor e a corretora.

  • Condomínio Empresarial

    Conjunto de pequenas empresas localizadas em uma mesma região, organizadas de forma contratual, que se unem para viabilizar soluções econômicas e sociais e investimentos planejados.

  • Conglomerado financeiro

    conjunto de entidades financeiras vinculadas, direta ou indiretamente, por participação acionária ou por controle operacional efetivo, caracterizadas pela administração ou gerência comum ou pela atuação no mercado sob a mesma marca ou nome comercial, ou ainda que mantenham vínculos contratuais e/ou administrativos.

  • Construction Spending

    O Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulga mensalmente o resultado da pesquisa responsável pela mensuração dos valores gastos na construção de imóveis novos, com base no tipo de construção, que pode ser residencial, não residencial, prédios públicos, de utilidade pública e gêneros do tipo, e no perfil do dono do imóvel, que pode ser privado ou público, federal, estadual ou municipal.

  • Consumer Confidence

    A organização sem fins lucrativos Conference Board divulga mensalmente pesquisa avaliando a confiança dos consumidores norte-americanos em relação à situação presente da economia local, que representa 40% do índice, e ao futuro da economia local, que representa 60% do índice. O indicador permite avaliar a confiança das famílias, que são responsáveis, através dos gastos de consumo, por cerca de 60% do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA.

  • Consumer Credit

    O Federal Reserve, banco central dos EUA, divulga mensalmente o índice Consumer Credit, que mede o volume total de crédito concedido aos consumidores norte-americanos. Entretanto, esse índice não é muito acompanhado pelo mercado, pois os dados do índice são referentes ao mês retrasado.

  • Conta

    Forma de identificação dos ativos, das operações e das posições dos participantes junto à câmara e centrais depositárias de acordo com suas características e situações.

  • Conta Admincon

    Conta mantida na câmara utilizada para possibilitar a identificação de ofertas originárias de ordens administradas concorrentes.

  • Conta brokerage

    Conta mantida na câmara de titularidade do participante-destino utilizada para possibilitar o vínculo de repasse entre dois participantes (participante de negociação pleno e participantes de liquidação) sem a necessidade de identificar o beneficiário final no participante-origem.

  • Conta captura

    Conta transitória automaticamente criada pela BM&FBOVESPA de titularidade do participante de negociação pleno, utilizada para recebimento de operações que não tenham uma conta especificada no ambiente de negociação.

  • Conta CEL

    Conta especial de liquidação com característica de conta corrente mantida e administrada pelo Banco BM&FBOVESPA, de titularidade de um comitente, por meio da qual ocorre a liquidação financeira de suas obrigações diretamente com a câmara, de forma segregada dos fluxos financeiros do participante de negociação pleno e do membro de compensação responsáveis, sendo que esta conta é utilizada exclusivamente para a movimentação de recursos inerentes à referida liquidação e ao depósito de garantias em recursos financeiros em moeda nacional.

  • Conta de depósito

    Conta mantida em central depositária, individualizada ou não por comitente, para fins de guarda e controle da movimentação de ativos submetidos à atividades de depósito centralizado, bem como de guarda e movimentação de recursos financeiros e ativos depositados para assegurar a certeza da liquidação de operações (garantia).

  • Conta erro

    Conta mantida na câmara automaticamente criada pela BM&FBOVESPA que recebe operações não alocadas para comitentes.

  • Conta erro operacional

    Conta mantida na câmara utilizada para os participantes realocarem operações por motivo de erro operacional, exceto para as realocações oriundas de direct market acess – DMA e repassador de ordens, que são alocadas na conta erro.

  • Conta intermediária

    Conta mantida na câmara utilizada pelo participante de negociação pleno como conta de intermediação de operações, em nome de um intermediário, sendo necessária a distribuição posterior para as contas normais.

  • Conta Investimento

    A conta-investimento, introduzida no dia 1º de outubro de 2004, é uma nova modalidade de conta para aquelas pessoas que têm dinheiro aplicado, sendo que sua principal característica é isentar o investidor do pagamento da CPMF na movimentação de recursos entre contas de mesma titularidade. A conta tem a mesma titularidade da conta corrente do aplicador, sendo que para aqueles clientes que não possuem recursos aplicados, a conta-investimento será aberta tão logo ocorra a primeira aplicação. A implantação da conta-investimento obedecerá a um período de transição, que durará até 30 de setembro de 2006. Neste período de transição, tanto a primeira aplicação quanto a primeira renovação ainda estarão sujeitas à incidência da CPMF. A partir de 1º de outubro de 2006, por sua vez, ou seja, exatamente dois anos após a sua introdução, a conta-investimento passa a ter funcionamento pleno, com isenção total da CPMF.

  • Conta Margem

    Forma de negociação em que o investidor obtém a) um financiamento no caso de COMPRA e b) empréstimo de papel no caso de VENDA. Os custos envolvidos na operação são determinados pelas partes envolvidas.

  • Conta máster

    Conta mantida na câmara que agrupa contas registradas sob o mesmo participante de negociação pleno ou participantes de liquidação, de comitentes que possuem vínculo especifico entre si, como o de gestão comum ou o de representação pelo mesmo intermediário internacional que esteja autorizado a realizar tais atividades.

  • Conta normal

    Conta mantida na câmara, individualizada por comitente, para registro, controle de posição e liquidação de operações.

  • Conta restrição

    Conta mantida na câmara utilizada pelo participante de negociação pleno, pelo participante de liquidação e pelo membro de compensação que opere em mercado administrado pela BM&FBOVESPA em que haja a liquidação em ativos, para operacionalizar o mecanismo de falha de pagamento em algum nível de cadeia de liquidação.

  • Contango

    Situação na qual o preço do mercado futuro está acima do preço spot esperado para o futuro. O fenômeno inverso é denominado backwardation.

  • Contraparte central

    Posição assumida pela BM&FBOVESPA, mediante novação, segundo a qual se torna compradora de todo vendedor e vendedora de todo comprador e garantidora das operações aceitas, exclusivamente perante os participantes, na liquidação das respectivas obrigações.

  • Contratação de câmbio

    Formalização de uma operação de câmbio, após sua aceitação pela câmara.

  • Contrato a Termo

    Contrato que estabelece que um determinado ativo será comprado e vendido no futuro por um preço fixado no presente.

  • Contrato de adesão

    Tipo de contrato que estabelece os termos e condições de uso dos cartões. É assim denominado porque os termos são estabelecidos pelo emissor do cartão, sendo que o consumidor não pode mudá-los. Assim, se discordar dos termos do contrato, o consumidor pode optar por não aderir a ele.

  • Contrato de Gaveta

    São chamados contratos de gaveta os contratos de mutuários que vendem o seu imóvel, mas não transferem o contrato de financiamento para o nome do novo proprietário. Ou seja, embora o imóvel tenha sido vendido o contrato continua vinculado ao antigo dono. A principal razão para que a maior parte dos novos proprietários optar por não transferir o contrato de financiamento deve-se ao fato de que neste caso seria feita uma nova análise de crédito da situação, o que elevaria o valor da prestação.

  • Contrato de Opção

    Contrato através do qual o investidor recebe o direito de COMPRAR (opção de compra) ou VENDER (opção de venda) uma quantidade de um ativo a um preço pré-estabelecido durante o período de validade da opção.

  • Controle Acionário

    Termo que determina o poder de decisão de um ou vários acionistas sobre uma determinada empresa, sendo que este controle é garantido pela posse do maior número de ações com direito a voto.

  • Controle analítico de saldos

    Registro e manutenção do saldo de ativos, efetuados de forma analítica, com a guarda da informação da data e do custo de aquisição do ativo.

  • Controle de posições

    Procedimento por meio do qual a câmara realiza a identificação, o registro e a atualização dos direitos e obrigações dos participantes.

  • Controle de Qualidade

    Estratégia administrativa que se desenvolve com a participação dos recursos humanos da empresa, e que tem como objetivo a satisfação do cliente, através da oferta de produtos ou serviços de qualidade superior.

  • Controle sintético de saldos

    Registro e manutenção do saldo de ativos, que consolidam a quantidade do ativo, independentemente da data e do custo de aquisição do ativo.

  • Cooperação Universidade-Empresa

    Forma de colaboração entre empresas e universidades, que contribui para a formação de profissionais, através do acesso a laboratórios, apoio à pesquisa, desenvolvimento tecnológico e à transferência de tecnologia.

  • Cooperativa

    Empresa constituída por pessoas, geralmente com os mesmos interesses mercadológicos. O papel da cooperativa é o de substituir seus associados nas suas relações com o mercado, desempenhando, em benefício comum, determinada atividade econômica.

  • COPOM – Comitê de Política Monetária do Banco Central

    O COPOM foi instituído em 20 de junho de 1996 com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa básica de juros. O COPOM decide a meta da taxa SELIC, taxa básica da economia, que deve vigorar no período entre suas reuniões e, em alguns casos, o seu viés ou tendência. A taxa SELIC é a média ajustada dos financiamentos diários apurados no Sistema Especial de Liquidação de Custódia (SELIC) para títulos federais.

  • Copyright

    Termo que vem do inglês e denomina o direito exclusivo de reproduzir por qualquer meio material, publicar ou vender obra literária, artística, técnica ou científica. O copyright é um direito desfrutado pelo autor ou seus descendentes, mas pode ser negociado ou cedido a um editor ou a qualquer outro beneficiário. Abrevia-se com o símbolo ©, ao qual se seguem o nome do beneficiário e a indicação do ano da primeira edição.

  • Core CPI

    O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga mensalmente o Core CPI (Consumer Price Index), ou núcleo do índice de preços ao consumidor, calculado com base numa cesta pré-definida de bens e serviços, com exceção dos custos relativos à alimentação e energia. Esse índice é bastante importante, pois é uma das principais referências para analisar o comportamento da inflação, visto que exclui possíveis distorções, em função de itens considerados mais voláteis.

  • Core PPI

    O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga mensalmente índice de preço no atacado aos produtores, desconsiderando os preços de energia e alimentos, considerados voláteis e que, muitas vezes, acabam distorcendo a análise do índice. Esse índice é considerado muito importante pelo mercado, pois mostra a situação da inflação na economia dos EUA.

  • Corretagem

    Taxa de remuneração de um intermediário financeiro na compra ou venda de títulos.

  • Corretor de Seguros

    Profissional credenciado por meio de curso e exame de habilitação profissional (sendo esta habilitação autorizada pelos órgãos competentes) a promover a venda de contrato de seguros, assim também como sua administração.

  • Cota

    São parcelas iguais que dividem o valor do patrimônio líquido do Fundo de Investimento. O valor aplicado em um fundo de investimento é dividido por uma determinada quantidade de cotas que determina o valor da cota do fundo. As cotas do fundo de investimento equivalem à cotação da ação de uma Empresa em particular. O Valor de Mercado de um Fundo é calculado como o Valor de Mercado de uma Empresa, ou seja, multiplicando-se o número total de cotas por valor da cota na data em questão.

  • Cotação (ou Preço)

    Preço dos títulos, ações, moedas estrangeiras ou mercadorias. O termo é usado principalmente nas bolsas de valores ou de mercadorias.

  • CPF – Cadastro de Pessoa Física

    O CPF, antigo CIC (Cartão de Identificação do Contribuinte), é um documento de identificação necessário para as pessoas físicas que estão sujeitas a várias situações do cotidiano, como abrir conta em banco, operar na bolsa de valores, obter registro em carteira profissional. Desta forma, o CPF é o seu principal documento de identificação depois do RG.

  • CPI

    O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga mensalmente o CPI (Consumer Price Index), ou índice de preços ao consumidor, calculado com base numa cesta pré-definida de bens e serviços. Esse índice é bastante importante, pois é uma das principais referências para analisar o comportamento da inflação.

  • CPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira

    A CPMF é uma contribuição paga pelas pessoas físicas e jurídicas sobre movimentações financeiras (exceto as empresas que estão isentas de acordo a legislação), com uma alíquota de 0,38% sobre a base de cálculo. Simplificando, se você emitir um cheque no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), terá a CPMF debitada da sua conta no valor de R$ 3,80 (três reais e oitenta centavos), e assim por diante.

  • Crédito

    A palavra tem vários significados diferentes. Pode, por exemplo, significar “boa reputação” ou, também, quando se empresta um bem, serviço ou dinheiro para ser pago por alguém no futuro.

  • Crédito Duvidoso

    Termo em geral usado na análise de balanço patrimonial de instituições financeiras e empresas, que denota a soma das operações de crédito, ou recebíveis no caso das empresas, que se encontram em atraso.

  • Crescimento Horizontal

    Termo usado para denominar a combinação de empresas que atuam no mesmo ramo de negócios.

  • Crescimento Vertical

    Termo usado para denominar a combinação de empresas com fornecedores de suas matérias primas ou compradores de seus produtos acabados ou serviços. Quando uma empresa controla todo o processo de produção, ela é considerada como sendo verticalmente integrada.

  • CRF – Certificado de Regularidade do FGTS

    Documento que comprova se a situação de uma empresa junto ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço é ou não regular. Pode ser obtido junto às agências da Caixa Econômica Federal (CEF) ou no endereço eletrônico da instituição (www.caixa.gov.br). Para obter o certificado é necessário apenas ter em mãos o número do CNPJ ou CEI (Cadastro Específico do INSS).

  • CRM

    Sigla que vem do inglês, referente ao termo “Customer Relationship Management”, que significa Gestão do Relacionamento com o Cliente. O conceito de CRM prevê a integração de todas as áreas de uma empresa, de forma a melhorar a administração da carteira de clientes, de modo a mantê-la mais fiel e lucrativa.

  • CRP – Controle de Recursos Produtivos

    Envolve a coleta de dados e a análise dos fatos ocorridos em chão de fábrica através do controle da produtividade, em termos de quantidade produzida, defeitos e paradas de máquinas.

  • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido

    Trata-se de um tributo federal pago pelas empresas, sendo que a alíquota, incidente sobre a base de cálculo (receita bruta auferida pela empresa), varia de acordo com a atividade da empresa.

  • CTO

    Sigla em inglês que significa Chief Technology Officer e denomina o executivo responsável pela gestão da tecnologia da empresa.

  • Cultura Organizacional

    Normas, valores, práticas e símbolos que caracterizam e identificam uma empresa.

  • Cupom

    Taxa determinada no momento da emissão de um título de renda fixa, pela qual um emissor se compromete a pagar juros em intervalos periódicos. As taxas podem ser fixas (10% ao ano, por exemplo) ou variáveis flutuantes (TR + 5%, por exemplo).O intervalo de pagamento também é determinado quando da emissão, sendo pagamento trimestral, semestral ou anual os mais usados. É importante notar a distinção entre cupom e rendimento, já que o cupom independe do preço de negociação do ativo, enquanto que o rendimento, ou yield, varia de forma inversa às alterações no preço do ativo.

  • Current Account

    O Bureau of Economic Analysis do Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulga trimestralmente relatório sobre saldo de transações correntes, que inclui os dados referentes ao Balanço em Conta Corrente, incluindo a Balança Comercial e a Balança de Serviços. Esse indicador é importante, pois retrata o fluxo de transações de bens e serviços da economia norte-americana com o restante do mundo, podendo afetar a cotação do dólar frente às demais moedas internacionais.

  • Curto Prazo

    Período inferior a um ano. Termo usado freqüentemente em referência ao período de duração ou prazo de vencimento de um investimento e/ou linha de crédito.

  • Custo de Capital

    O custo de capital de uma empresa pode ser definido como a taxa de retorno que a empresa deve obter em seus investimentos para manter seu valor de mercado inalterado. Mantendo o risco constante, projetos com retornos acima do custo de capital devem aumentar o valor da empresa e vice-versa. Caso a empresa obtenha uma taxa de retorno acima do seu custo de capital, então é bastante provável que a empresa consiga captar novos recursos (através de financiamento ou emissão de novos títulos de dívida ou ações) a termos vantajosos. A fórmula de cálculo do custo de capital é a seguinte: Custo Capital = Rl+Beta*(Rm-Rf) Onde: Rl = Taxa de retorno exigida de ativo de risco livre, geralmente medida como retorno de um título de governo de longo prazo; Beta = Coeficiente beta da empresa; Rm = taxa de retorno exigida do mercado; (Rm-Rf) = Pode ser visto como prêmio pelo risco de mercado.

  • Custo Fixo

    Custos que não variam de acordo com o volume de produção, e em geral são contratuais, como é o caso, por exemplo, dos gastos com aluguel.

  • Custo Ponderado de Capital

    Medida de custo de capital, através da qual são atribuídos pesos aos custos de cada tipo de capital (de terceiros ou próprio), sendo que o peso utilizado é função da proporção de cada tipo de capital na estrutura de capital da empresa.

  • Custo Semi-Variável

    Denominação dada aos custos que passam a variar a partir de uma faixa de volume de produção. Um exemplo deste tipo de custo é a comissão de vendedores, que podem ser fixas até uma faixa de volume e aumentarem para volumes mais elevados.

  • Custo Variável

    Custos que variam diretamente com o volume de vendas da empresa. Os custos de produção são exemplos deste tipo de custo.

  • Custódia

    Serviço de guarda de títulos e valores prestado aos investidores. Existem dois tipos de custódias: Fungível: neste tipo os valores retirados podem ser diferentes dos valores depositados, embora sejam da mesma espécie, qualidade e quantidade; Infungível: neste tipo de custódia os valores depositados são mantidos discriminadamente pelo depositante.

  • Custodiante global

    Instituição habilitada, no exterior, a administrar contas de custódia, própria ou de seus comitentes.

  • Custos emolumentos e taxas

    Definidos pela BM&FBOVESPA e a ela devidos em decorrência de suas atividades.

  • CVM – Comissão de Valores Mobiliários

    Autarquia federal vinculada ao Ministério da Fazenda, criada em 1976 para fiscalizar e disciplinar as operações ou valores mobiliários e demais assuntos inerentes ao mercado de títulos. Desta forma, a CVM disciplina o funcionamento do mercado de valores mobiliários e a atuação das partes envolvidas, como as companhias abertas, os intermediários financeiros e os investidores, além de outros cuja atividade gira em torno desse universo principal. Dentre as responsabilidades das CVM estão o registro de companhias abertas; credenciamento de auditores independentes e administradores de carteiras de valores mobiliários; organização, funcionamento e operações das bolsas de valores; administração de carteiras e a custódia de valores mobiliários; suspensão ou cancelamento de registros, credenciamentos ou autorizações.

  • D+0, +1, etc.

    Terminologia usada no mercado para definir data em que se realizou a operação e a data em que se realiza a liquidação e/ou conclusão da mesma operação. Por exemplo uma operação D+2 significa que a instituição financeira precisa de 2 dias para efetivar a operação.

  • D0, D1, etc

    Terminologia usada na indústria de fundos de investimento, que serve para definir o dia em que é feita a conversão das cotas em reais, ou vice-versa. Por exemplo, uma aplicação em D0 significa que a conversão ocorre no próprio dia da solicitação. Um resgate em D1 significa que a conversão das cotas em reais ocorre no dia útil seguinte ao da solicitação do resgate.

  • DARF – Documento de Arrecadação da Receita Federal

    O DARF é um documento que tem por finalidade recolher todos os impostos e contribuições recolhidos pela Secretaria da Receita Federal. Pode ser adquirido em qualquer papelaria ou através do site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br).

  • Data

    É a data do dia da negociação denominada em termo de dias úteis para a BM&FBOVESPA.

  • Data “Ex”

    Dia em que a ação começa a ser negociada na Bolsa de Valores sem direito a proventos, como dividendos ou juros sobre capital próprio. Em geral, as ações sofrem um ajuste para baixo nas cotações nesta data, refletindo o fato de que o investidor não tem mais direito aos proventos, que já foram creditados no pregão anterior.

  • Data base Marketing

    Com base no banco de dados de clientes, produtos e serviços esta ferramenta de marketing permite a realização de pesquisas instantâneas sobre padrões do comportamento de compras, para orientar o desenvolvimento e a comercialização de produtos e serviços, além de possibilitar ações de Marketing Direto segmentado e personalizado.

  • Data de Cotização

    É a data em que os recursos aplicados no fundo são convertidos em cotas, no caso de uma aplicação. No caso de resgate é a data em que as cotas do fundo são convertidas em reais.

  • Data de Exercício de Opção

    Termo usado para determinar a data de registro em pregão da operação de compra ou de venda à vista das ações objeto da opção.

  • Data de Vencimento de Opções

    É o dia em que vence o direito de exercício de uma opção. Neste dia o preço da opção deve igualar a diferença entre o preço de exercício e o preço da ação no mercado a vista.

  • DAX-30

    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira de ações listadas na Bolsa de Valores de Frankfurt. O DAX-30 é formado por uma carteira teórica de 30 ações, escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez.

  • Day Trade

    Combinação de operações de compra e de venda realizadas por um investidor com o mesmo título em um mesmo dia. No Brasil as transações de compra e venda devem ser realizadas por uma sociedade corretora.

  • Debêntures

    As debêntures são títulos de renda fixa de longo prazo (ou seja, com prazo acima de um ano), que são emitidos por empresas e podem ou não ter como garantia algum tipo de ativo. Sua finalidade principal é financiar os projetos de investimento ou alongar dívidas da empresa. As debêntures podem ser emitidas com uma cláusula de conversibilidade, ou seja, se o título não for pago no final do período, poderá ser convertido em uma quantidade correspondente de ações da empresa. Embora a grande maioria das debêntures seja considerada como títulos de renda fixa, algumas podem ser consideradas como títulos de renda variável, desde que a remuneração oferecida seja com base na participação nos lucros da empresa emissora.

  • Debêntures Conversíveis em Ações

    Debêntures que podem, por opção do investidor, ser convertidas em ações, em condições (preço, quantidade, data) pré-determinadas.

  • Dedução de IR

    Desde 1996, a legislação do Imposto de Renda permite a dedução da base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoas Físicas de até 12% da renda líquida do participante de planos de previdência privada (no caso de PGBLs – Plano Gerador de Benefícios Livres). Quando do resgate dos recursos, antecipadamente ou ao final do plano, o contribuinte passa a recolher o IR de acordo com a tabela regressiva vigente na época.

  • Default

    Termo que vem do inglês e significa insolvência. Ver insolvência.

  • Déficit Comercial

    Termo que define quando o valor das importações de bens excede o valor das exportações de bens um determinado país.

  • Déficit Primário

    Termo que determina gastos do Governo que excedem o valor da sua arrecadação, sem incluir os gastos com pagamento de juros da dívida pública.

  • Déficit Público

    Termo que determina o quanto o Governo gasta acima do que arrecada em um determinado período de tempo. Neste caso são usados os valores nominais, ou seja, incluindo a variação da inflação no período. Em geral refere-se ao Governo Federal, mas pode ser usado para os governos estaduais.

  • Deflação

    Termo que reflete a queda do nível geral dos preços, ou seja, é o oposto de inflação.

  • Democratização de Capital

    Processo pelo qual a propriedade de uma empresa fechada se transfere, total ou parcialmente, para um grande número de pessoas que desejam dela participar e que não mantém, necessariamente, relações entre si, com o grupo controlador ou com a própria companhia.

  • Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR)

    Uma das demonstrações financeiras de uma empresa, o DOAR ilustra as fontes (origens) e a forma com que os recursos obtidos pela empresa no curso de suas atividades foram aplicados (investidos) em um determinado período de tempo.

  • Demonstrações Financeiras

    Termo que define uma série de relatórios que categorizam e quantificam as principais contas de uma empresa. Dentre as demonstrações financeiras mais utilizadas estão o balanço patrimonial, a demonstração de resultado, a demonstração das origens e aplicações de recursos, e as alterações do patrimônio líquido, além das notas explicativas que acompanham as demonstrações acima.

  • Demonstrativo de Resultados

    Demonstração financeira que detalha e quantifica as receitas e despesas de uma empresa. Em termos de unidades monetárias, o demonstrativo de resultados mostra o que a empresa recebe, o quanto gasta e o resultado de suas operações. O demonstrativo de resultados apresenta estas informações em um determinado intervalo de tempo, sendo que as empresas listadas são obrigadas a publicar demonstrativos trimestrais e anuais.

  • Denúncia vazia

    Termo usado para definir o processo de retomada do imóvel pelo proprietário, podendo ser feita sem necessidade de justificativa quando termina o prazo de locação estipulado em contrato. Ela poderá ser feita independentemente de notificação ou aviso

  • Depositário de ouro

    Entidade cadastrada pela BM&FBOVESPA, responsável pelo recebimento, guarda e conservação dos lingotes de ouro custodiados na BM&FBOVESPA.

  • Depositário do agronegócio

    entidade cadastrada pela BM&FBOVESPA para prestar guarda e manutenção de mercadorias, bem como para atuação no processo de entrega física prevista nos contratos futuros do agronegócio.

  • Depósito de ativos

    Procedimento por meio do qual se formaliza a admissão e a entrada de ativos no serviço de depósito centralizado da central depositária, realizando-se seu registro na correspondente conta de depósito.

  • Depósitos

    Soma do dinheiro na forma de cheques ou “drafts” depositados em uma instituição financeira para crédito na conta de um determinado cliente. Em geral as instituições diferenciam entre depósitos a vista (que o cliente pode sacar quando quiser) e depósitos à prazo (que em geral requerem aviso prévio para serem sacados). As instituições brasileiras classificam depósitos em quatro categorias: à vista, de poupança, interfinanceiro e à prazo.

  • Depreciação

    Termo usado para definir um débito que tem como objetivo reduzir o valor contábil de um determinado ativo. Este lançamento busca representar contabilmente a perda de valor de algum ativo em decorrência do uso, da ação do tempo, da obsolescência tecnológica ou redução no preço de mercado. Por ser um lançamento contábil, a depreciação não tem efeito direto no caixa da empresa.

  • Derivativos

    São instrumentos financeiros cujas características estão vinculadas a outros títulos, ou ativos, que lhe servem de referência. Como exemplo, podem ser mencionados: opções sobre ações, contratos futuros sobre o dólar comercial, sobre o índice Bovespa ou sobre a taxa DI.

  • Deságio

    Termo que define a diferença entre o valor de mercado e o valor nominal de um título. Caso o valor de mercado ou valor pago seja menor que o valor nominal, a diferença é chamada deságio. Caso seja maior que o valor nominal, a diferença é chamada ágio.

  • Desdobramento

    Aumento da quantidade de ações representativas do capital de uma empresa, de forma que isso não implique em qualquer mudança na participação patrimonial dos acionistas ou no valor de mercado agregado da empresa na ocasião do desdobramento. Um exemplo comum de grupamento ocorre quanto o valor nominal de uma ação aumenta para um valor elevado, o que pode levar a empresa a desdobrar uma ação em uma determinada quantidade de ações, de forma que o valor unitário seja reduzido. Deste modo, o aumento na quantidade de ações é compensado pela redução no valor por ação, não afetando o valor de mercado de empresa ou a participação de cada acionista.

  • Desempenho Relativo

    Forma de analisar o retorno de um determinado ativo (ex. Ibovespa, CDI, câmbio) em relação ao retorno de um determinado indicador de referência, ou benchmark, ou mesmo outro ativo. Portanto, se um fundo de ação rendeu 5% no mês enquanto o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista rendeu 2%, o retorno relativo do fundo de ação em relação ao Ibovespa seria de 2,94%. A fórmula de cálculo do desempenho relativo é: DR = {[(1+retorno ativo)/(1+retorno do benchmark)]-1}*100

  • Despesa de Capital

    Termo usado para definir os gastos incorridos por uma empresa na compra de um ativo (tangível ou não), sendo que os benefícios a serem obtidos com este ativo só são esperados para um período superior a um ano. Fazem parte desta categoria de despesas os gastos com ativos fixos, com pesquisa e desenvolvimento, e até mesmo, em alguns casos específicos, os gastos com propaganda.

  • Despesa Financeira Bruta

    Soma das despesas de juros referentes a todas as obrigações financeiras de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo. Entre as obrigações financeiras de uma empresa podemos citar juros de debêntures, de empréstimos etc.

  • Despesa Financeira Líquida

    Soma das despesas de juros referentes a todas as obrigações financeiras de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo, descontando-se deste montante qualquer receita de juros que a empresa venha a ter com suas aplicações financeiras.

  • Despesas Operacionais

    Soma de todas os custos e despesas incorridos pela empresa no curso de suas atividades. Entre as despesas operacionais mais comuns estão as despesas com pessoal, as despesas com vendas e as despesas administrativas. No Brasil, as despesas financeiras também estão incluídas entre as despesas operacionais, o que não ocorre na maioria dos demais países, onde elas estão abaixo da linha de resultado operacional.

  • Desvalorização

    Perda de valor por parte de uma moeda frente a outra. Por exemplo, quando falamos que o real desvalorizou em relação ao dólar norte-americano isto significa que o real perdeu valor em relação ao dólar, de forma que são necessários mais reais para se comprar um dólar.

  • Devedor operacional

    Participante que, por motivos de ordem operacional e quaisquer outros não vinculados à sua solvência, deixar de cumprir as suas obrigações, de forma integral ou parcial, no tempo, lugar e forma estabelecidos pela câmara, em razão de circunstâncias que, a critério da câmara, não afetam a possibilidade de adimplemento.

  • Diferença de Mensalidade

    As importâncias recebidas pela administradoras, a menor ou a maior, em relação ao preço do bem ou conjunto de bens referenciado no Contrato de Adesão vigente na data de realização da respectiva Assembléia Geral Ordinária.

  • Direct Response

    Forma de propaganda cujo objetivo é fazer o consumidor interagir com o marketing do anunciante. Através de campanhas interativas, com participação do público, é possível avaliar o sucesso ou fracasso da campanha publicitária.

  • Direito de Preferência

    É o meso que direito preferencial, aquele oferecido pela empresa aos atuais acionistas para a aquisição de um novo lote de ações, em quantidade proporcional ao número de ações que já possuem. Os acionistas poderão exercer este direito ou transferi-lo a terceiros, através de venda desse direito em pregão. Também conhecido como direito de preferência.

  • Direito de Subscrição

    É o direito preferencial oferecido pela empresa aos atuais acionistas para a aquisição de um novo lote de ações, em quantidade proporcional ao número de ações que já possuem. Os acionistas poderão exercer este direito ou transferi-lo a terceiros, através de venda desse direito em pregão. Também conhecido como direito de preferência.

  • Direito de Voto

    O termo se refere ao direito que um acionista tem de dar deliberações, ou seja, de votar em uma assembléia geral da empresa na qual possui ações. Em geral, este direito está restrito aos acionistas ordinários, ou seja, os portadores de ações ON, mas em alguns casos as ações preferenciais também mantêm esta faculdade.

  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte

    A DIRF é o documento necessário para gerar a declaração de pessoas jurídicas e físicas que pagaram ou creditaram rendimentos em que tenha havido retenção do imposto de renda na fonte durante o ano.

  • Disclaimer

    É uma ressalva ou um aviso legal que informa ao leitor de um documento as responsabilidades assumidas pelo autor do mesmo documento.

  • Discount Rate

    É a taxa de redesconto norte-americana. Bancos com dificuldades financeiras podem tomar emprestado recursos de curto prazo com o FED, utilizando a Discount Rate. Esta taxa é geralmente mais baixa do que a Federal Funds Rate, mas os recursos não são disponíveis para bancos “saudáveis”.

  • Disponibilidades

    Conta de ativo no balanço patrimonial de uma empresa, que engloba a soma de todos os instrumentos e investimentos de liquidez quase imediata e risco mínimo que, por terem este perfil, podem ser considerados como papel moeda.

  • Dissolução

    Situação em que uma sociedade é extinta e que pode ocorrer de uma das formas abaixo: consenso unânime dos sócios ou, no caso de sociedade com prazo indeterminado, por deliberação da maioria absoluta dos sócios; vencimento do prazo de duração da companhia, com exceção dos casos em que os sócios optarem por prorrogar a mesma por tempo indeterminado; extinção, na forma da lei, de autorização para funcionar

  • Diversificação de Risco

    Terminologia utilizada quando o investidor (ou administrador do fundo de investimento) diversifica a forma como aplica os recursos de sua carteira de investimentos tendo como objetivo reduzir o risco da carteira como um todo.

  • Dívida de Curto Prazo

    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, títulos de curto prazo ou com vencimento próximo etc.) de uma empresa cujo prazo de duração é inferior a um ano. No balanço patrimonial da empresa estas obrigações devem estar incluídas no passivo circulante da empresa.

  • Dívida de Longo Prazo

    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, debêntures, etc.) de uma empresa cujo prazo de duração é superior a um ano. No balanço patrimonial da empresa, estas obrigações devem estar incluídas no passivo de longo prazo da empresa.

  • Dívida de Longo Prazo (%)

    Um dos indicadores de estrutura de capital utilizados na análise financeira de uma empresa. Esse índice expressa a porcentagem da dívida total da empresa que é de longo prazo, ou seja, que tem prazo de vencimento superior a um ano. A soma desse índice com o índice de dívida de curto prazo deve ser sempre 100%. A fórmula de cálculo do indicador é a seguinte %DLP = (Dívida de Longo Prazo*100)/Dívida Total

  • Dívida Líquida

    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, debêntures, títulos de renda fixa etc.) de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo. Deste montante devem ser deduzidas as disponibilidades da empresa, ou seja, a soma dos instrumentos que podem ser considerados como papel moeda.

  • Dívida Total

    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, debêntures, etc.) de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo.

  • Dividend Payout

    Termo que vem do inglês e significa taxa de distribuição de dividendo. Indicador de análise financeira que denomina a porcentagem do lucro líquido da empresa paga aos acionistas na forma de dividendos. Em geral, empresas em crescimento tendem a reinvestir grande parte do seu lucro líquido e, portanto, apresentam um índice mais baixo que empresas já estabelecidas.

  • Dividend Yield

    Termo em inglês que significa retorno de dividendo. Indicador que expressa a relação entre os proventos pagos em dinheiro por uma empresa e a cotação das ações desta empresa no mercado de ações. De maneira geral, as empresas em crescimento tendem a apresentar um índice mais baixo de retorno de dividendo do que as demais empresas. O retorno total da ação de uma empresa para os seus acionistas pode ser dividido em duas partes: valorização do preço da ação acrescida do retorno de dividendo, de forma que pode ser expresso como sendo: Retorno Total = (P1/Po)*(1+DY%), ondeP1 é o preço no final do período; Po é o preço no início do período; DY% é o retorno de dividendo (ou dividend yield) da ação no período.

  • Dividendo Cumulativo

    Dividendo que, caso não seja pago durante o exercício, é automaticamente acumulado para o período seguinte.

  • Dividendo Pro-rata

    Dividendo pago proporcionalmente ao período após a emissão das ações até o encerramento do exercício.

  • Dividendos

    Pagamento efetuado pela empresa aos seus acionistas através da distribuição de parte do lucro líquido da empresa, subdividido de acordo com as diferentes classes de ação. O montante, a ser pago em dinheiro e de forma proporcional à quantidade de ações possuídas, deve ser decidido pelo Conselho Administrativo da empresa e, em geral, é pago anualmente, semestralmente ou trimestralmente. Pela Lei das S.A., deverá ser distribuído um dividendo mínimo de 25% do lucro líquido apurado em cada exercício.

  • DJIA (Dow Jones Industrial Average)

    Índice criado por Charles Dow em 1896 e utilizado para acompanhar o desempenho das ações da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Seu cálculo é uma média simples das cotações das ações das trinta empresas industriais mais importantes dos EUA, todas listadas na NYSE. Como o índice não é calculado pela bolsa de Nova York, seus componentes são escolhidos pelos editores do jornal financeiro norte-americano The Wall Street Journal. Não existe nenhum critério pré-determinado, a não ser que os componentes sejam companhias norte-americanas que são líderes em seus segmentos de mercado.

  • Doador

    Participante que, em operação de empréstimo ou de troca, tem na data pactuada o dever de entregar e, até o vencimento da operação, o direito de receber determinados ativos.

  • DOC – Documento de Ordem de Crédito

    Através da facilidade da transação financeira do DOC é possível efetuar transferências entre contas de bancos diferentes de um mesmo titular, ou não.

  • Dólar Cabo

    É a cotação de compra ou venda da moeda norte-americana fora dos canais de conversão autorizados pelo Banco Central. A transação é realizada eletronicamente, através da transferência entre contas bancárias no Brasil e no exterior.

  • Dólar Comercial

    Taxa de câmbio que é publicada pelo Banco Central e utilizada nas operações de balança comercial e de serviços do país (exportações, importações), no pagamento do serviço da dívida externa e na remessa de dividendos das empresas com sede no exterior.

  • Dólar Flutuante

    Operação de conversão de Reais por dólar no mercado flutuante. O mercado flutuante também é conhecido como “turismo” e é usado como referência para compra de moeda estrangeira para viagem, tanto em espécie quanto em travellers. O dólar turismo também é usado para contribuições a entidades associativas, doações, heranças, aposentadorias e pensões, manutenção de residentes e tratamento de saúde

  • Dólar Paralelo

    Também conhecido como câmbio negro ou dólar black, é a cotação de compra ou venda da moeda norte-americana fora dos canais de conversão autorizados pelo Banco Central. Em diversas ocasiões é executado através da troca física de moedas, contrastando com o dólar cabo, onde a transação é eletrônica.

  • Dólar Ptax800

    A cotação Ptax da moeda norte-americana, apurada pelo Banco Central, é a taxa de câmbio média ponderada entre as cotações do dólar e o volume de operações envolvendo cada uma destas taxas a que foi negociado ao longo do dia.

  • Dólar Turismo

    Operação de conversão de Reais por dólar no mercado flutuante. O mercado flutuante também é conhecido como “turismo” e é usado como referência para compra de moeda estrangeira para viagem, tanto em espécie quanto em travellers. O dólar turismo também é usado para contribuições a entidades associativas, doações, heranças, aposentadorias e pensões, manutenção de residentes e tratamento de saúde

  • Dow, Teoria de

    Teoria resultante de uma série de artigos publicados por Charles Dow em The Wall Street Journal entre 1900 e 1902, considerada como a precursora dos modernos princípios da análise técnica. Os princípios da teoria são: Tudo se reflete no preço.À medida que novas informações chegam e são disseminadas, os participantes do mercado concorrem para corrigir os preços de maneira adequada. O mercado é composto de três tendências.Em um dado instante, três forças atuam no mercado: Tendência Primária, Tendências Secundárias e Tendências Menores. A Tendência Primária, que pode ser baixista ou altista, usualmente dura mais de um ano, mas pode chegar a vários anos.As Tendências Secundárias são correções à Tendência Primária e podem durar de um a três meses. As Tendências Menores são de curto prazo, durando de um dia a três semanas, e podem ser desconsideradas. Tendências Primárias têm três fases. A primeira fase, que ocorre na retomada do crescimento econômico, é caracterizada por compras agressivas por parte de investidores informados. Na segunda fase, quando os lucros das empresas começam a aumentar, ocorre a acumulação de ações. Finalmente, na terceira fase o crescimento do mercado é de conhecimento geral e o público tem a impressão de que as ações nunca mais pararão de subir. Os investidores que compraram na primeira fase agora realizam os lucros. Os índices médios setoriais devem se confirmar mutuamente. Para que uma tendência seja confirmada, os índices de todos os setores (industrial, transportes, etc.). O volume confirma a tendência. Na Teoria de Dow o volume é utilizado de maneira secundária e se expande na direção da Tendência Primária. Uma tendência permanece até que ocorra um sinal definitivo de reversão.No caso de um mercado altista, uma reversão pode estar acontecendo quando as baixas começam a ter amplitudes progressivamente maiores. No caso de um mercado baixista, uma reversão pode acontecer quando as altas são progressivamente maiores.

  • Downside

    É uma potencial de desvalorização de uma ação

  • Downsizing

    Termo que vem do inglês e determina um procedimento de reestruturação empresarial, feito através da redução da força de trabalho ou do encerramento de negócios não relacionados com as atividades essenciais da empresa.

  • DPA – Dividendo por ação (ou lote de ação)

    Termo usado em análise fundamentalista para o cálculo do indicador de dividend yield e em análise financeira para o cálculo do dividend payout. O DPA de uma ação reflete a soma de todos os dividendos e proventos pagos por uma empresa a seus acionistas de uma determinada classe de ações por um determinado período de tempo. Na seção de análise do site da InfoMoney estabelecemos este período como sendo os últimos 12 meses.

  • Durable Good Orders

    Esse índice mede o volume de pedidos e entregas de bens duráveis nos EUA. É uma medida, portanto, do nível de atividade industrial na economia. Um número crescente de pedidos indica que o setor industrial está aquecido. O Durable Good Orders é calculado pelo Census Bureau, parte do Departamento de Comércio dos EUA. Um indicador crescente pode sinalizar aquecimento do setor de bens duráveis, assim como uma queda do índice pode servir como indicativo de retração da economia local.

  • Duration

    Termo em inglês que denomina uma medida de risco na qual se analisa o impacto da variação dos juros em um determinado ativo, ou carteira de investimentos. A título de ilustração, um ativo cuja duration é 2 tem seu valor aumentado em 2% no caso de uma queda de 1% nos juros.

  • E-business

    Termo que vem do inglês e significa o uso da tecnologia web para negócios, de forma a melhorar a produtividade e aumentar a eficiência das empresas.

  • E-commerce

    Termo que vem do inglês e significa comércio eletrônico. Define a compra e venda de informações, produtos e serviços através da rede mundial de computadores (ou internet).

  • E-procurement

    Termo que vem do inglês e denomina a gestão eletrônica de suprimentos. Plataforma que integra clientes e fornecedores no B2B e B2C, através da internet e que possibilita a redução de custos e também a capacitação de fornecedores, inovações na linha de produtos ou oportunidades na área de marketing.

  • EBIT

    Sigla que vem do inglês “Earnings Before Interest and Taxes”. Em português significa lucro antes de juros e impostos e pode ser substituído pela sigla LAJIR, que reflete o resultado das atividades operacionais da empresa. Ao contrário da definição de lucro operacional no Brasil, o cálculo do LAJIR permite estimar o resultado das operações sem a inclusão das receitas ou despesas financeiras.

  • EBITDA

    Sigla que vem do inglês “Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization. Em português significa lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização e pode ser substituído pela sigla LAJIDA, e que dá uma idéia da capacidade de geração de caixa operacional de uma empresa. A diferença entre o LAJIR e o LAJIDA é que este último exclui as despesas que não alteram o caixa de uma empresa, como é o caso da depreciação e amortização de ativos.

  • Emenda

    Refere-se a uma proposição legislativa apresentada como acessória de uma outra, a principal, que pode ser um projeto de lei, uma proposta de emenda à constituição, um projeto de decreto etc. Em geral, as emendas alteram o mérito da matéria sobre a qual estão sendo apresentadas. As emendas de redação mudam apenas aspectos linguísticos

  • Emissor

    Pessoa jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo, responsável pelas obrigações inerentes aos ativos por ele emitidos, bem como por seus lastros e garantias subjacentes.

  • Emolumento

    De forma genérica é o pagamento ou vantagem concedida a uma pessoa, além do que já recebe de maneira fixa pelo exercício de suas tarefas. (1) No mercado de ações refere-se à taxa paga à Bolsa de Valores por conta dos negócios de compra e venda serem realizados em suas instalações, e não inclui custos com liquidação e custódia das ações. (2) No mercado segurador refere-se às despesas adicionais cobradas do segurado pela companhia seguradora, o que inclui os impostos e encargos incidentes sobre o seguro.

  • Empowerment

    Termo que vem do inglês e é usado na gestão de recursos humanos de empresas. O termo denomina a delegação de autoridade a funcionários de níveis hierárquicos mais baixos, que lhes permita participar do processo decisório.

  • Empreendedor

    Pessoa inovadora que tenta introduzir novos produtos, serviços, técnicas de produção e até mesmo novas formas de organização, tomando as decisões que irão nortear o futuro do negócio, assumindo não só riscos pessoais como também risco dos investidores e de todos os envolvidos em seu negócio.

  • Empreendedorismo

    Competência que possibilita a inserção do indivíduo no mundo do trabalho e sua sobrevivência em uma sociedade competitiva. Pode ser definido também como a capacidade de criatividade, persistência e habilidade de um indivíduo em assegurar a realização de objetivos através de liderança, iniciativa, flexibilidade e habilidade para conduzir situações e utilizar recursos.

  • Empreendimento

    Organização destinada à produção e/ou comercialização de bens e serviços, tendo como objetivo a geração de lucros.

  • Empreendimentos em fase de lançamento

    Termo usado na pesquisa de mercado imobiliário do Secovi (Sindicato da Habitação), que denomina as unidades que estão à venda até seis meses desde lançamento. Esse período é caracterizado por esforço de comercialização intensivo.

  • Empreendimentos em fase de pós-lançamento

    Termo usado na pesquisa de mercado imobiliário do Secovi (Sindicato da Habitação) para designar as unidades à venda desde o sétimo até o trigésimo sexto mês. Depois desse período, ou seja, a partir de 37 meses após o lançamento, o estoque eventualmente existente é excluído da base de dados da pesquisa.

  • Empregado doméstico

    É considerado empregado doméstico a pessoa física que presta serviço para outra pessoa física, como por exemplo, motoristas, jardineiros, enfermeiras, faxineiras, etc. Mas não podemos esquecer de que a classificação é valida somente aos trabalhadores que prestam o serviço dentro do âmbito residencial.

  • Empresa

    Qualquer firma, companhia, organização ou corporação destinada à produção e/ou comercialização de processos, bens e serviços que tem como objetivo a geração de lucros.

  • Empresa Júnior

    Empresa criada dentro de faculdade, universidade ou escola técnica, constituída por alunos orientados por professores para a realização de atividades empresariais contratadas por clientes reais. Ao oferecerem serviços de consultoria e assistência gratuitos (ou a custos muito baixos), estas empresas ajudam no desenvolvimento das micro e pequenas empresas do país.

  • Empresário

    Pessoa ou grupo de pessoas que inicia e/ou administra uma empresa, assumindo responsabilidade por seu funcionamento e eficiência.

  • Empréstimo

    Operação de mútuo de ativos, por determinado prazo e com o pagamento de prêmio pelo tomador ao doador.

  • Encargos

    Multas, reembolsos e quaisquer outros valores devidos à BM&FBOVESPA, que não sejam custos.

  • Endividamento de Longo Prazo

    Indicador usado em análise financeira, que serve para entender a estrutura de capital de uma empresa. O indicador é calculado como sendo a porcentagem do capital investido da empresa composta por fundos de longo prazo provenientes de terceiros. O capital investido em uma empresa é definido como a soma das suas obrigações de longo prazo com terceiros (dívida de longo prazo) e do capital investido pelos seus acionistas (patrimônio líquido).

  • Endividamento sobre Patrimônio

    Indicador usado em análise financeira, que expressa a relação entre o capital da empresa contribuído por terceiros e aquele contribuído por seus acionistas. Um indicador baixo significa que a empresa pode ter mais flexibilidade para levantar empréstimos com terceiros, e vice-versa. O endividamento sobre patrimônio de uma empresa é determinado como sendo o resultado da divisão da dívida líquida da empresa pelo seu patrimônio líquido.

  • Endividamento Total

    Indicador financeiro de estrutura de capital, que expressa a relação entre a dívida total da empresa em relação ao capital investido na empresa. O capital investido é definido como a soma da dívida de longo prazo e o patrimônio líquido da empresa.

  • Endomarketing

    Trabalho interno da empresa, que consiste em aplicar uma visão de marketing a todas as rotinas da organização. Modalidade de marketing voltada para todos os segmentos de público diretamente envolvidos com a empresa e que podem funcionar como mensageiros da imagem institucional. Através de ações de comunicação interna, o endomarketing busca reforçar positivamente a imagem da empresa junto a seus funcionários, fornecedores, prestadores de serviço, acionistas, revendedores, franqueados etc, gerando um clima propício ao melhor desempenho, qualidade e produtividade da empresa.

  • Entrega

    Transferência de ativos, mercadorias e moeda estrangeira com a finalidade de liquidar obrigações decorrente de operações.

  • Envelope

    Termo usado em análise técnica quando se desenha um gráfico de ações. O envelope é formado por duas médias móveis, uma deslocada para cima e a outra para baixo, de modo a se definir uma banda dentro da qual o ativo é normalmente negociado. Usualmente se usam médias móveis exponenciais de 25 dias, deslocadas de 6% para cima e para baixo, respectivamente.

  • Equity

    Termo que vem do inglês e denomina o Patrimônio Líquido de uma empresa e pode ser calculado como a diferença entre os ativos totais e os passivos de uma empresa. Termo usado para se referir a investimentos em ações

  • Escriturador

    Pessoa jurídica devidamente autorizada pela CVM para prestar serviço de escrituração de ativos, nos termos da regulamentação em vigor.

  • Estagflação

    Termo que reflete uma situação em que a economia do país se encontra, ao mesmo tempo, em estagnação e com inflação. Por estagnação entenda-se situação em que não existe crescimento da produção, o que se reflete sobre a renda nacional per capita e ao emprego.

  • Estocástico (STK)

    O Estocástico, (STK) é um indicador de análise técnico que varia entre 0 e 100, e que serve para medir a velocidade da reação dos preços de títulos e baseia-se na hipótese de que, à medida que os preços sobem, os fechamentos têm tendência de se posicionarem mais próximos das altas. Se os preços caem, os fechamentos tendem a se aproximar das baixas. Desta forma, poderá ser um bom ponto de compra de uma ação, quando o STK estiver aumentando em relação ao dia anterior, principalmente se seu valor for menor do que 20. Da mesma forma, poderá ser um bom ponto de venda, quando o STK estiver diminuindo em relação ao dia anterior, principalmente se seu valor for maior do que 80. Sua fórmula de cálculo é a seguinte: STK% = 100* (p – L)/(H – L), onde: P o último preço de fechamento; L é o menor preço dos últimos N períodos; H o maior preço dos últimos N períodos.

  • Estrutura de Capital

    Termo que denomina a forma de composição do capital de uma empresa e sua divisão entre capital de terceiros e capital próprio. Quanto maior a parcela de capital de terceiros na estrutura de capital de uma empresa, maior é o grau de alavancagem desta empresa, e vice-versa.

  • Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica

    Análise dos investimentos necessários à implantação de projetos e seus relativos custos operacionais, assim como a possibilidade de sucesso deste projeto.

  • ETF

    É a sigla para “exchange traded funds”, ou fundos de investimento com cotas negociadas em Bolsa. O ETF é um fundo que segue um índice – o Ibovespa, por exemplo. Esse tipo de produto permite ao investidor ter uma carteira bastante diversificada mesmo sem ter muito dinheiro. As cotas são compradas e vendidas pelo home broker.

  • Euro

    Nome da moeda comum adotada por 12 países da União Européia, que passou a existir em 01/01/1999 em substituição às diversas moedas nacionais utilizadas até então. Os países que passaram a adotar o Euro desde 1999 foram Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo e Portugal. A partir de 2001, a Grécia também adotou a moeda comum. As taxas de conversão em relação às diversas moedas nacionais foram fixadas em 1 Euro para cada 40,3399 BEF, 1,95583 DEM, 340,750 GRD, 166,386 ESP, 6,55957 FRF, 0,787564 IEP, 1.936,27 ITL, 40,3399 LUF, 2,20371 NLG, 13,7603 ATS, 200,482 PTE e5,94573 FIM.

  • Euroclear

    Denominação dada à central de operações, liquidação e custódia de ativos financeiros e valores mobiliários que fornece serviços para instituições financeiras localizadas em mais de 80 países. Através da CSD (Central Securities Depositary) mantém serviços de custódia e administração de títulos para vários países.

  • Evento de custódia

    Obrigações do emissor relativas aos ativos por ele emitidos e depositados na central depositária da BM&FBOVESPA.

  • Evento de custódia voluntário

    Evento de custódia que necessita da manifestação formal do comitente, por meio do agente de custódia, para a geração de efeitos perante a central depositária da BM&FBOVESPA.

  • Ex-Dividendo

    Denominação dada às ações nas quais os acionistas não terão mais direito de receber dividendos já anunciados. Os dividendos são pagos em uma data determinada a todos os acionistas de posse de ações da empresa em um determinado momento (por exemplo, 15 de outubro), que pode ou não coincidir com a data de pagamento. Até esta data as ações continuam sendo negociadas “com dividendo”, ou seja, os acionistas têm direito de receber estes dividendos. A partir do dia seguinte à data “com dividendo, ou seja, 16 de outubro no exemplo acima, os acionistas não terão mais direito de receber estes dividendos, de forma que a ação passa a ser negociada “ex-dividendo”. Assim, uma ação “ex-dividendo” significa que o acionista não terá o direito de receber o dividendo já anunciado.

  • Exclusão de Direito de Preferência

    O estatuto de uma empresa que possuir autorização para aumento de capital pode prever a emissão sem direito de preferência aos antigos possuidores de ações, debêntures ou outros títulos conversíveis em ações.

  • Execução de Ordem

    Termo usado no mercado acionário que se refere à realização, por parte de uma corretora ou outro intermediário, de uma ordem de compra ou venda de títulos ou ações.

  • Exercício de Opções

    Ao comprar (ou vender) uma opção, o investidor compra (ou vende) o direito de comprar ou vender um ativo a um determinado preço (preço de exercício) em uma determinada data. O exercício da opção é quando este direito é exercido pelo investidor ao preço de exercício determinado na opção. Para as opções que são negociadas em bolsa, existem dadas pré-determinadas nas quais diversas séries de opções vencem, de forma que estas datas são conhecidas como datas de exercício de opções. Nas opções do tipo americana é possível exercer o direito de compra/venda em qualquer tempo até a data de vencimento do contrato, enquanto nas opções européias o exercício só pode acontecer na data de vencimento da opção.

  • Exigibilidades

    Denominação dada às obrigações, ou exigências financeiras, que uma empresa tenha que arcar. No balanço patrimonial da empresa seria equivalente à soma do Exigível de curto prazo e do Exigível de longo prazo.

  • Existing Home Sales

    A Associação Norte-Americana de Corretores de Imóveis divulga mensalmente pesquisa sobre vendas de casas usadas nos EUA num período pré-determinado, e com base em taxas anualizadas. Esse dado é importante, pois sinaliza as condições do mercado de imóveis, que possui elevada participação na composição do Produto Interno Bruto dos EUA.

  • Export notes

    Termo que vem do inglês e significa notas de exportação. Contrato usado por exportadores para financiar suas vendas ao exterior. Nestes contratos o exportador cede aos investidores os direitos de venda decorrentes dos contratos de exportação, e, em troca recebe moeda local.

  • Expurgo

    Significa a aplicação de índices de atualização monetária abaixo do que é efetivamente devido. Este percentual se baseia na diferença entre os índices aplicados pelo governo e o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os expurgos em geral têm sido pagos sobre os saldos antigos das contas de FGTS, em que a correção do saldo ficou abaixo do IPC.

  • Extranet

    Termo em inglês que denomina uma rede de acesso semiprivado, interligando uma comunidade limitada de clientes ou parceiros de negócio, ou organizações que compartilham e/ou trocam informações, ou realizam transações comerciais entre si através de meio eletrônico.

  • FAC – Fundo de Aplicação em Cotas

    Termo que define um tipo básico de fundo de investimentos, onde o fundo não compra e vende papéis e títulos no mercado, mas cotas de outros fundos de investimento, ou seja, é um fundo de fundos. O termo FAC não determina a composição da carteira do fundo, mas apenas a forma de investimento: direta ou através de cotas. Desta forma, um fundo de renda fixa pode ser tanto FAC quanto FIF (Fundo de Investimento Financeiro), sendo que se for FAC ele deverá aplicar seus recursos em cotas de fundos FIF. Na denominação do FAC deverá constar o tipo de fundo em que concentra suas aplicações, sendo que os FACs estão restritos a investir em cotas de fundos de investimento regulamentados pela CVM, em cotas de FIFs e cotas de FIEX (Fundos de Investimento no Exterior). Os FACs não podem investir mais de 25% do seu patrimônio em cotas de um único fundo, a menos que se trate de fundo gerido por instituição que pertença ao mesmo grupo financeiro. Além disto, as ações detidas pelos FACs, através de cotas em outros fundos, não podem exceder 49% do seu patrimônio.

  • Factory Orders

    O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente o volume de pedidos de bens duráveis e bens não-duráveis feitos à indústria norte-americana. Esse índice é relevante, pois sinaliza o cenário econômico. Contudo, a diferença entre esse índice e o Durable Good Orders, é que o primeiro índice retrata os dados do mês retrasado, prejudicando sua análise.

  • Falência

    Situação na qual uma empresa não tem mais como arcar com o pagamento dos seus passivos, ou quando os passivos da empresa excedem o valor justo dos seus ativos. Desta forma, uma empresa que entrou em processo de falência apresenta como principal característica ter um patrimônio líquido negativo.

  • Farm-out

    É o processo de aquisição ou venda parcial ou total dos diretos de concessão detidos por uma empresa. Em uma mesma negociação, a empresa que está adquirindo os direitos de concessão está em proceso de Farm-in e a empresa que está vendendo os direitos de concessão está em processo de Farm-out.

  • Fato Relevante

    Informação, ou acontecimento, que pode influenciar a decisão dos investidores com relação a um determinado valor mobiliário emitido por uma empresa. Caso os administradores da empresa decidam pela não divulgação da informação por acreditarem que a mesma pode colocar em risco o interesse da companhia, cabe à CVM decidir se a informação deve ou não ser divulgada.

  • Fechamento

    Termo usado para denominar a cotação de fechamento de um determinado título ou valor mobiliário em um determinado dia. Assim sendo, quando falamos que o Fechamento de uma ação no mês de janeiro foi de R$ 10, isto significa que a ação fechou o último pregão do mês de janeiro cotada em R$ 10.

  • Fechamento Anterior

    Termo usado para denominar a cotação de fechamento do dia anterior de um determinado título ou valor mobiliário. Assim sendo, quando falamos que o FecAnt de uma ação foi de R$ 10 isto significa que no pregão do dia anterior ela fechou cotada em R$ 10.

  • Fechamento Médio

    Termo usado para denominar a média da cotação de fechamento de uma determinada ação durante um determinado período (X). Assim sendo quando falamos que o FecMédio(21d) de uma ação foi R$ 10, isto significa que a média simples das cotações de fechamento dos últimos 21 pregões daquela ação foi de R$ 10.

  • Fed (Federal Reserve System)

    O FED (Federal Reserve System), Banco Central dos EUA, é a entidade governamental responsável pela formulação e execução de política monetária norte-americana. Além disso, o FED age como regulador e supervisor do sistema bancário, serve como “banco” do Governo e o assessora em operação financeiras. A taxa de juros do EUA é definida pelo FOMC (Federal Open Market Commitee) o principal órgão do FED. Uma de suas características mais importantes é a independência em relação ao Governo Federal dos EUA,garantindo assim a boa condução da política monetária. O Fed é formado por uma equipe de sete membros escolhidos pelo Governo (Board of Governors), com sede em Washington DC, e por doze bancos regionais localizados nas principais cidades dos EUA (Federal Reserve Banks).

  • Federal Funds Rate (Fed Funds)

    Esta é a principal taxa de juros norte-americana, através da qual os bancos norte-americanos emprestam ou tomam emprestado recursos no mercado interbancário; sendo portanto definida pelo mercado. O FED (Federal Reserve System), através de seu comitê de política monetária, o FOMC, define uma meta para o Fed Funds, e conduz a política monetária norte-americana procurando fazer com que a taxa fique dentro desta meta.

  • Federal Open Market Comittee

    O Federal Open Market Comittee (FOMC) é um colegiado do banco central norte-americano, o Federal Reserve, que se reúne oito vezes ao ano, em intervalos de cinco a seis semanas, para discutir e analisar o cenário econômico local e internacional, com base, principalmente, nos dados do relatório Beige Book. Com base nessas expectativas e dos números dos índices inflacionários, o colegiado define o novo patamar da taxa de juro básica, também conhecida como Fed Funds, além do viés. O FOMC é formado pelos sete membros do Board of Governors do FED (escolhidos pelo governo norte-americano), e por cinco presidentes de Federal Reserve Banks (Bancos Centrais regionais). O presidente do Federal Reserve Bank de Nova York é membro do FOMC de modo contínuo, os demais presidentes são membros de maneira rotativa pelo período de um ano.

  • Federal Reserve (FED)

    É o banco central norte-americano, responsável pela formulação e execução de política monetária. Além disso, o FED age como regulador e supervisor do sistema bancário, serve como “banco” do Governo e o assessora em operações financeiras. A taxa de juros do EUA é definida pelo FOMC (Federal Open Market Commitee) o principal órgão do FED.

  • Federal Reserve Bank

    Termo que denomina os 12 bancos centrais regionais norte-americanos. Cada um dos Federal Reserve Banks dos EUA, é responsável por determinada região. Estes bancos trabalham em conjunto com o FED na condução da política monetária, fornecem informações sobre o desenvolvimento econômico de seus distritos e supervisionam as instituições bancárias de sua região.

  • FGV100

    Índice desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas, que acompanha o desempenho de ações de 100 empresas privadas não-financeiras, que têm seus papéis negociados nas Bolsas de valores de São Paulo (Bovespa) e na Sociedade Operadora de Mercado de Acesso (SOMA).

  • Fiança

    No caso de dívidas, é uma forma de garantia: caso o devedor deixe de cumprir com a obrigação assumida, uma terceira pessoa terá que arcar com o pagamento desta obrigação.

  • FIF – Fundo de Investimento Financeiro

    O termo FIF define um tipo básico de fundo, que independe da composição da sua carteira. Os FIF surgiram com a última alteração nas regras dos fundos, e englobam vários tipos de fundos de investimento, como por exemplo: renda fixa, DI, derivativos, etc. A forma com que os recursos são aplicados depende do regulamento do fundo e regras de enquadramento do Banco Central. Entretanto, no mínimo 51% do patrimônio do fundo deve estar aplicado em títulos de renda fixa, sendo que os investimentos em ações não podem exceder 49% do patrimônio do fundo.

  • Firewall

    Termo que vem do inglês e é usado na área de tecnologia e significa parede de fogo. Trata-se de um sistema desenvolvido para garantir a integridade e segurança das informações ou dados existentes em uma rede de computadores, assim como controlar o acesso a esta mesma rede.

  • Flippers

    São investidores que adquirem ações de companhias em processo de IPO (abertura de capital) para vendê-las no primeiro dia de negociação e obter lucro rápido. Dado que, em mercados com forte tendência de alta, é comum que as ações subam de forma expressiva na sua estréia.

  • Fluxo de Caixa

    Termo usado para denominar o demonstrativo de origem e aplicação de recurso divulgado pelas empresas, e que tem periodicidade anual. Este demonstrativo ilustra as origens do aumento do caixa da empresa, assim como as formas como estes recursos foram aplicados. O termo também pode ser usado em referência a um indicador de análise financeira que, através de elementos do demonstrativo de resultado, estima qual é a geração de caixa da empresa. Neste caso, o fluxo de caixa da empresa é estimado como sendo o lucro líquido da empresa mais depreciação e amortização no mesmo período.

  • Fluxo de Caixa Descontado

    Metodologia de cálculo de valor de uma empresa, baseado em trazer a expectativa de geração de caixa futura da companhia para o presente utilizando uma taxa de desconto. Desta forma, chega-se ao valor estimado para os fluxos de caixa de uma empresa descontando-os pelos custos de capital apropriados

  • Fluxo de Caixa Disponível

    Indicador de análise financeira que procura estimar a capacidade de geração de caixa de uma empresa. O indicador de fluxo de caixa disponível da empresa é definido como sendo o lucro líquido da empresa mais depreciação e amortização menos despesas de capital com ativos imobilizados e a variação do capital circulante da empresa.

  • Fluxo de Caixa Disponível por Ação

    Indicador de análise fundamentalista que mede a relação entre o valor do fluxo de caixa disponível da empresa pelo número total de ações da empresa. A análise da variação deste indicador sugere como a empresa está ou não melhorando a sua geração de caixa em termos de sua base acionária. O fluxo de caixa disponível da empresa é definido como o lucro líquido da empresa mais depreciação e amortização menos despesas de capital com ativos imobilizados e a variação do capital circulante da empresa.

  • Fluxo de Caixa por Ação

    Indicador de análise fundamentalista que mede a relação entre o valor do fluxo de caixa da empresa pelo número total de ações da empresa. A análise da variação deste indicador sugere como a empresa está ou não melhorando a sua geração de caixa em termos de sua base acionária. O fluxo de caixa da empresa é definido como o lucro líquido da empresa mais depreciação e amortização no mesmo período.

  • FMP – Fundo Mútuo de Privatização

    Os primeiros fundos mútuos de privatização foram criados em agosto de 2000 na época em que o Tesouro vendeu, através de oferta pública, suas ações na Petrobras. Existem basicamente duas subcategorias de FMP, os FMP recursos próprios e os FMP FGTS. A diferença entre eles não é tanto a forma como investem os recursos, mas sim na origem dos recursos usados para a compra das cotas destes fundos. O FMP – FGTS é constituído sob a forma de condomínio aberto, de que participam exclusivamente pessoas físicas detentoras de contas vinculadas do FGTS. É uma comunhão de recursos destinados à aquisição de valores mobiliários nos leilões de privatização ou nas ofertas públicas de ações de empresas estatais. Enquanto que na categoria Recursos Próprios, os investidores usam recursos próprios para comprar as cotas dos FMPs.

  • FMP-Fundos de Recursos Próprios

    Uma das sub-categorias de fundos mútuos de privatização (FMPs), como os fundos da Petrobrás lançados em agosto de 2000 e os da vale do Rio Doce lançados em março de 2002, em que os investidores usaram recursos próprios para comprar as cotas dos FMPs e não recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) como acontece nos fundos FGTS.

  • FOB – Free on Board

    Termo usado principalmente em comércio exterior, indicando que o preço determinado pelo vendedor para um produto específico inclui as despesas de transporte até um determinado local. Por exemplo, a expressão “FOB armazém porto de Santos” indicaria que o vendedor cobriria todos os custos até este armazém, enquanto o comprador do produto seria responsável pelos custos de transporte a partir daí.

  • FOMC (Federal Open Market Commitee)

    É o colegiado mais importante do FED (Federal Reserve System), o banco central dos EUA, no que se refere à política monetária. É o FOMC quem define a meta da taxa de juros norte-americana, e conduz as operações de mercado aberto de acordo com a meta de juros estipulada. O FOMC é formado pelo Board of Governors do FED e por cinco presidentes de bancos centrais regionais, os Federal Reserve Banks. O chairman do FED é também chairman do FOMC.

  • Fornecedor

    Qualquer organização que forneça bens e serviços, sendo que o uso destes bens e serviços pode acontecer em qualquer estágio da produção. Podem ser incluídos como fornecedores os distribuidores, revendedores, bem como os indivíduos que suprem a empresa com materiais e componentes.

  • Franqueado

    Pessoa física ou jurídica a quem é outorgado o direito de uso e exploração do conceito de negócio e demais direitos relacionados a um determinado sistema de franquia. Em troca deste direito o franqueado deve pagar uma remuneração para a empresa franqueadora.

  • Franqueadora (empresa)

    Pessoa jurídica detentora dos direitos de uso e exploração de um conceito de negócio e das marcas comerciais que o identificam. Em troca da concessão destes direitos, a empresa franqueadora recebe uma remuneração do franqueado.

  • Franquia (de seguro)

    O termo franquia reflete a parcela da indenização que fica a cargo do segurado, isto é, quanto você tem que pagar para ter direito ao recebimento da indenização. Desta forma, não é difícil entender que, quanto maior a franquia estabelecida no contrato, menor é o risco da seguradora, pois você está pagando uma parte maior da indenização, e conseqüentemente, menor deve ser o valor do prêmio que você terá que pagar. Existem vários tipos distintos de franquia no setor de seguros, como por exemplo: Franquia dedutível: parte do sinistro apurado que não é paga pelo seguro, sendo que a franquia é deduzida do montante que a seguradora estaria, de outro modo, obrigada a pagar; Franquia facultativa: trata-se da franquia que é solicitada pelo segurado; Franquia obrigatória: trata-se da franquia que é imposta pelo segurador; Franquia simples: trata-se da franquia que o segurador não paga, quando o prejuízo for inferior a um determinado valor da apólice, e não deduz, quando os prejuízos forem maiores que o citado valor.

  • Franquia (sistema de)

    Sistema através do qual a empresa franqueadora cede ao franqueado o direito de uso da marca, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semi-exclusiva de produtos ou serviços. Em alguns casos, a empresa franqueadora também cede o uso de tecnologia de implantação e administração de negócios desenvolvidos e detidos pela própria franqueadora. Em troca, a empresa franqueadora recebe do franqueado uma remuneração direta ou indireta, sem que com isto fique caracterizado qualquer vinculo empregatício

  • Free-float

    É a porcentagem do capital uma empresa que não se encontra em mãos de acionistas estratégicos, sendo que os acionistas estratégicos são aqueles com participação superior a 5% do capital total da empresa. Desta forma, o free-float das ações de uma empresa é um indicador importante da sua liquidez no mercado, pois indica qual é o percentual das ações que pode ser efetivamente negociado no pregão e objeto de compra por parte de outros investidores.

  • FTSE-100

    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira de ações negociadas na Bolsa de Valores de Londres. Usado pelo mercado como principal indicador do desempenho das ações britânicas, o FTSE-100 é formado por uma carteira teórica de 100 ações, escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez.

  • Fundidor de ouro

    Instituição financeira cadastrada pela BM&FBOVESPA, responsável pela produção, recebimento, guarda e conservação dos lingotes de ouro custodiados na central depositária da BM&FBOVESPA.

  • Fundo Agressivo

    Trata-se de fundos que também incluem derivativos na composição da sua carteira, e por isso apresentam maior volatilidade que as demais categorias de fundos. Em geral têm boa parcela de sua carteira investida em ações.

  • Fundo Balanceado

    Esta é a menor categoria individual dentre as várias categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento), que inclui os fundos regulamentados pelo BACEN ou pela CVM que busquem retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos (renda fixa, ações, câmbio, por exemplo). Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado e através de deslocamentos táticos entre as classes de ativos ou estratégia explícita de re-balanceamento de curto prazo, mas não usam alavancagem. Por investirem em várias classes de ativos não podem ser comparados com um indicador de referência de apenas uma classe de ativos, como por exemplo, 100% CDI, e devem explicitar o mix de ativos com o qual sua rentabilidade deve ser comparada.

  • Fundo Cambial

    Esses fundos foram renomeados de fundos referenciados cambiais para fundos cambiais. Os fundos cambiais mais comuns encontrados no mercado investem em títulos atrelados à variação da taxa de câmbio do real frente ao dólar norte-americano. Entretanto, existem outros fundos que oferecem proteção em relação a outras moedas, o euro, por exemplo. O principal fator de risco da carteira de um fundo classificado como “Cambial” deve ser a variação de preços de moeda estrangeira ou a variação do cupom cambial. É recomendado para investidores moderados, que buscam preservar o poder de compra de seu patrimônio na moeda estrangeira ao longo do tempo. Porém, nestes fundos o investidor também está sujeito às oscilações das taxas de juros domésticas sobre a moeda estrangeira.

  • Fundo Capital Protegido (ou garantido)

    Um dos tipos de FIF que busca, na pior das hipóteses, garantir ao investidor pelo menos o retorno do capital investido e, se possível um adicional sobre este mínimo equivalente a um percentual de valorização do Ibovespa. As carteiras destes fundos travando 100% dos recursos captados em aplicações de renda fixa e colocando o rendimento obtido com estas aplicações na compra de opções de ações ou do Ibovespa. Desta forma, quando a bolsa sobe o investidor ganha parte desta valorização de forma proporcional à alavancagem feita. Quando os juros caem então a atratividade destes fundos diminui, pois o rendimento extra que pode ser direcionado para opções de ações diminui. Assim são fundos indicados para cenários de juros em alta e bolsa em baixa.

  • Fundo de Ações

    Uma das nove categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento), esses fundos podem ser administrados por corretora ou distribuidoras de valores, bancos de investimento, banco múltiplo com carteira de investimento ou gestores independentes. Nestes fundos os recursos captados junto aos cotistas são investidos em uma carteira diversificada de ações, com o resultado dos rendimentos desta carteira sendo distribuídos aos cotistas, de forma proporcional ao número de quotas possuídas, após a dedução de impostos e taxas cobradas pelo administrador da carteira. Existem restrições na composição da carteira desses fundos, como por exemplo: devem manter no mínimo 51% de seu patrimônio aplicado em ações de empresas de capital aberto, não podem concentrar mais de um terço de sua carteira em ações de uma mesma companhia, nem utilizar operações de derivativos, exceto para proteção (hedge). Também podem ser constituídos de forma aberta, ou fechada, sendo que no caso dos fundos de ações fechados o cotista investe em um prazo pré-determinado e só pode sacar ao final, sendo possível apenas vender as cotas para outro investidor através do mercado de balcão organizado ou a própria bolsa de valores visto que alguns fundos são cotados.

  • Fundo de Ações Ativo

    Trata-se de um dos tipos de fundos de ações em que o gestor do fundo busca superar a rentabilidade obtida por um determinado índice de ações, como por exemplo, o Ibovespa ou o IBX. Em geral estes fundos têm perfil mais agressivo de investimento que os fundos de ações indexados. Dentre os fundos ativos existem também os alavancados, que utilizam derivativos para obter uma rentabilidade ainda mais atrativa e que, exatamente por isto, têm um perfil ainda mais arriscado de investimento.

  • Fundo de Ações Indexado

    Trata-se de um dos tipos de fundos de ações em que o gestor do fundo busca replicar a rentabilidade obtida por um determinado índice de ações, como por exemplo, o Ibovespa ou o IBX. Em geral estes fundos têm perfil menos agressivo de investimento que os fundos ativos de ações.

  • Fundo de Derivativos

    Apesar de não existir mais uma sub-categoria de fundos que se denomina desta maneira, são conhecidos como fundos derivativos os fundos que utilizam derivativos como forma de diversificação do risco, e portanto tem o objetivo de proteger o investidor (também chamados de fundos de hedge); ou utilizam derivativos para aumentar a rentabilidade do fundo. O uso de derivativos como hedge é permitido na maioria dos fundos, mas o uso para alavancar a rentabilidade da carteira de investimentos do fundo só é permitido entre as subcategorias de fundos alavancados, como os fundos de renda fixa alavancados, ou os multimercados alavancados ou os fundos de ações alavancados.

  • Fundo de Hedge

    Os fundos de hedge, ou hedge funds, podem ser definidos como fundos que adotam um número de estratégias que não podem ser adotadas por fundos tradicionais de investimento, mas isso não implica necessariamente se são mais ou menos arriscados. Embora o nome indique hedge, isso não significa que todos os fundos desta categoria utilizem estratégias de hedge para proteger o desempenho de suas carteiras.Mesmo dentro da categoria, a variedade de estratégias que podem ser adotadas acaba dificultando a comparação entre os fundos, de forma que não pode se definir uma linha única de atuação.

  • Fundo de Índices

    Fazem parte desta categoria os Fundos de Ações Ibovespa, IBX, etc. Esses fundos procuram montar uma carteira com as ações que compõem os índices das bolsas de valores, em geral um reflexo da média do mercado. O índice mais usado como parâmetro é o Ibovespa.

  • Fundo de Investimento

    Os fundos de investimentos são a forma mais conhecida de aplicação financeira, e funcionam como uma espécie de condomínio de recursos individuais de pessoas físicas ou jurídicas. Na maioria dos casos esses fundos funcionam como um condomínio aberto, sem limite máximo de participantes, administrado com a finalidade de aplicar estes recursos no mercado e maximizar o retorno para o investidor (cotista). Mas em alguns casos, podem ser fechados, em geral estes fundos não permitem o saque a qualquer momento, e o investidor deve manter a aplicação por um prazo determinado de tempo. A soma das aplicações individuais de cada um dos cotistas constitui o patrimônio do fundo.

  • Fundo de liquidação

    Conjunto de recursos financeiros e ativos depositados na câmara por participantes e a BM&FBOVESPA com o objetivo de cobertura de perdas associadas ao potencial inadimplemento de um ou mais membros de compensação perante a câmara.

  • Fundo de Private Equity

    O termo private equity vem do inglês e se refere às ações que não são listadas em bolsa ou mercado de balcão e, que, portanto, ainda estão em mãos de acionistas individuais. Seguindo as regras dos antigos fundos FMIA-CL, estes fundos compram participações minoritárias nestas empresas, que devem efetuar a abertura técnica de seu capital através do registro na CVM e oferta de ações, que são compradas pelo próprio fundo. Em geral estes fundos investem em empresas de bom potencial de crescimento e qualidade de gestão, sendo que o horizonte de investimento do fundo varia na maior parte das vezes entre três e oito anos, depois do que, em geral, o fundo vende sua participação com lucro. Na maioria das vezes se concentram em empresas de médio porte, ao contrário dos fundos de venture capital que se concentram em empresas iniciantes, em estágio inicial de desenvolvimento, e por isto mesmo têm perfil de risco maior.

  • Fundo de Renda Fixa

    Uma das nove categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento) esta categoria de fundos inclui os fundos cuja carteira é composta basicamente por ativos de renda fixa, ou ativos que se comportam como tal como, por exemplo, derivativos. Existem basicamente quatro sub-categorias de fundos de renda fixa, que são os fundos de renda fixa tradicionais, os renda fixa crédito, os renda fixa multi-índices e os renda fixa alavancados, sendo que a diferença entre eles está na forma com que aplicam os recursos da sua carteira de investimentos.

  • Fundo de Renda Fixa Alavancados

    Uma das quatro subcategorias de fundos de renda fixa, que engloba os fundos que investem em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço, excluindo-se, porém investimentos que impliquem em risco de oscilações de moeda estrangeira e de renda variável (ações, etc.). A única diferença com relação aos multi-índices é que estes fundos podem inclusive realizar operações que impliquem em alavancagem do patrimônio, enquanto nos multi-índices isto não é permitido.

  • Fundo de Renda Variável

    Englobam fundos do tipo FITVM onde a maior parte da carteira está investida em ações, ou ativos de maior volatilidade. Além dos fundos de ações, essa categoria também inclui os fundos cambiais, fundos de derivativos e fundos de dívida externa.

  • Fundo DI (ou referenciado em DI)

    Nos fundos DI, pelo menos 95% da carteira é composta por títulos que acompanham a variação do CDI, sendo que pelo menos 80% da carteira deve ser aplicada em títulos públicos federais, ou privados, com baixo risco de crédito. Além disso, esses fundos não podem se utilizar derivativos para aumentar a rentabilidade, podendo usá-los somente para efeito de hedge. Por aplicarem a maior parte dos seus recursos em títulos pós-fixados, os fundos DI são indicados para momentos de alta dos juros.

  • Fundo Exclusivo

    Nos fundos exclusivos o número de cotistas é limitado, e em geral é composto por grandes investidores como fundos de pensões. Nestes fundos nenhum dos cotistas pode deter mais do que 49% das cotas emitidas do fundo, com exceção dos casos em que este cotista é: Fundo de cotas FITVM; Seguradora ou sociedade de capitalização; Entidade aberta de previdência privada.

  • Fundo Imobiliário

    São fundos cujos recursos captados são direcionados a empreendimentos imobiliários específicos, como, por exemplo, flats, hotéis e shoppings. Em alguns casos são fechados e dirigidos a grandes investidores, e em outros possuem cotas nas quais pequenos investidores também podem investir. A rentabilidade dos fundos imobiliários (FI) se origina no recebimento dos direitos sobre os imóveis, como aluguéis e concessões, exatamente como num investimento imobiliário convencional. Em teoria o benefício de se aplicar em um fundo de investimento imobiliário é o da diversificação do risco, na medida que o montante recebido pelo fundo é dividido igualmente entre os cotistas, balanceando as perdas por inadimplência ou não locação do imóvel com os ganhos das outras unidades. Para se ter uma situação equivalente a essa no mercado imobiliário seria necessário possuir uma grande carteira de imóveis, o que demandaria um patrimônio muito maior do que o necessário para participar de um fundo.

  • Fundo Multimercado

    Estes fundos diversificam a forma com que os recursos captados junto aos cotistas são aplicados, através do investimento em vários mercados ao mesmo tempo, além de poderem usar derivativos para alavancar seus rendimentos. Existem basicamente quatro subcategorias de fundos multimercados. Os fundos multimercados sem renda variável aplicam no mercado de renda fixa e câmbio, enquanto os multimercados sem renda variável e com alavancagem aplicam nestes mesmos mercados e se utilizam de derivativos. As duas últimas subcategorias são os multimercados com renda variável e os multimercados com renda variável e alavancagem. A diferença deles com relação aos sem renda variável é que também podem investir no mercado de ações desde que não superem o limite de 49% do seu patrimônio.

  • Fundo Offshore

    Termo usado para denominar os fundos cujas carteiras de investimentos aplicam parte dos recursos disponíveis no exterior.

  • Fundo Referenciado

    Existem basicamente três tipos de fundos referenciados: referenciados DI, referenciados cambial e referenciados outros. Os primeiros devem seguir o mais próximo possível as variações do CDI/SELIC. Já os referenciados câmbio devem seguir o mais próximo possível as variações da moeda norte-americana. Enquanto os referenciados outros buscam acompanhar qualquer parâmetro de performance que não os dos mercados de câmbio (variação do dólar) ou de juros de curto prazo (CDI). Em todos esses fundos, pelo menos 95% da carteira de investimentos deve ser composta por ativos que seguem a variação de um determinado indicador de mercado

  • Fundo Setorial

    Uma das cinco grandes categorias de fundos de ações, que também inclui os fundos indexados, os fundos ativos, os fundos de ações fechados e os fundos outros. Investem em ações de empresas de setores específicos da economia, ou de empresas que tenham alguma outra característica em comum. Atualmente existem dois tipos de fundos setoriais, os fundos de telecomunicações e os fundos de energia.

  • Fundos de Dívida Externa

    Uma das categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento), estes fundos foram criados como uma alternativa de diversificação em moeda estrangeira. Pelo menos 80% dos recursos devem estar direcionados a títulos de dívida externa e até 20% em títulos de crédito negociáveis no mercado internacional. Estes fundos não recebem tributação no Brasil, mas sim estão sujeitos a uma taxação no exterior.

  • Ganho de Capital

    O ganho de capital é definido como sendo a diferença entre os rendimentos recebidos com a venda de um determinado ativo (ações, imóveis etc.) e o custo de aquisição deste mesmo ativo. O ganho de capital bruto é definido como o ganho antes da incidência de impostos (sobretudo imposto de renda), enquanto ganho líquido é definido como o ganho após a incidência de impostos.

  • Ganho líquido

    No mercado a vista equivale à diferença entre o valor de venda de um determinado ativo financeiro e o seu custo de aquisição. Já no mercado futuro é determinado como sendo o resultado da soma dos ajustes diários ocorridos em cada mês. Em ambos os casos a alíquota de imposto é de 20%.

  • Garantia

    O termo garantia, ou colateral, se refere aos itens usados por uma empresa ou indivíduo para sustentar o crédito quando levanta um financiamento. Assim, a garantia de um empréstimo pode ser qualquer ativo sobre o qual o credor (quem emprestou o dinheiro) tem um direito legal, que pode ser exercido caso o tomador do empréstimo não cumpra alguma das cláusulas do contrato.

  • Garantia Mínima

    Nos planos tradicionais de previdência, prevê a correção da carteira do participante de acordo com uma rentabilidade mínima de IGP-M mais 6% ao ano.

  • Garantia Solidária

    Um dos tipos de garantia existentes. Ao contrário da garantia tradicional, na garantia solidária pessoas de uma mesma comunidade mutuamente avalizam uma operação de crédito. Neste tipo de garantia, se uma pessoa do grupo não cumpre seus compromissos, todas as outras são solidariamente responsáveis. Ver também sociedade de garantia solidária.

  • Garantias

    Ativos, recursos financeiros, direitos, contratos e outros instrumentos depositados para assegurar a certeza do cumprimento das obrigações dos participantes.

  • GDP

    Sigla em inglês que significa Gross Domestic Product, o que equivale em português ao Produto Interno Bruto, ou PIB. O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente relatório sobre o Produto Interno Bruto (PIB), responsável pela mensuração do volume de bens e serviços produzidos na economia em determinado período. Esse índice é formado por cinco componentes: consumo, investimento, gastos governamentais, nível de estoque e saldo de comércio externo. É importante ressaltar que o consumo representa 2/3 do PIB norte-americano, e é um dos componentes com menor volatilidade dentro do índice.

  • GDR (Global Depositary Receipt)

    Sigla em inglês que denomina os Global Depositary Receipts. Os GDRs funcionam de maneira semelhante aos ADR´s, porém são negociados em outros países que não os Estados Unidos. Nos GDRs o banco depositário é deste país e as cotações são expressas na moeda corrente deste país.

  • Gerência de Produto

    Atividade de marketing que consiste em supervisionar e coordenar praticamente todos os procedimentos que, a partir da produção, se destinam a auxiliar a venda de um produto específico. O gerente de produto participa nas várias áreas de marketing (pesquisa de mercado, planejamento de produto, determinação de preços, propaganda, promoção de vendas e distribuição), como responsável por um produto específico.

  • Gestão de Conhecimento

    Conjunto de ações coordenadas que assegura às empresas capacidade para captar, armazenar, recuperar e analisar informações e conhecimentos estratégicos que ampliem seu desenvolvimento e sua competitividade.

  • Gestão de Qualidade

    Estratégia administrativa que se desenvolve com a participação dos recursos humanos da empresa, e que tem como objetivo a satisfação do cliente, através da oferta de produtos ou serviços de qualidade superior.

  • Gestão Empresarial

    Planejamento, organização, liderança e controle das pessoas que compõem uma empresa e das tarefas e atividades por elas realizadas.

  • Gestão Tecnológica

    Estratégia de utilização de técnicas de administração, com a finalidade de maximizar o potencial tecnológico da empresa.

  • Giro de Ativos

    Indicador de análise financeira que indica a eficiência com que a empresa usa seus ativos para gerar vendas. O indicador é calculado como sendo a divisão da receita líquida de vendas pelo ativo total da empresa. Quanto maior o índice, maior é a eficiência da empresa no uso de seus ativos.

  • Giro de Caixa

    Indicador de análise financeira que indica o número de vezes por ano que o caixa de uma empresa gira. Este indicador é calculado como sendo a divisão entre as receitas da empresa e o seu capital circulante. Quanto maior o indicador, mais eficiente é a empresa na gestão do seu caixa e vice-versa.

  • Giro de Estoque

    Um dos indicadores de atividade da empresa, que expressa com que velocidade a empresa é capaz de girar seus estoques durante um ano. O indicador é calculado como sendo o quociente entre o custo de mercadorias vendidas e o valor do estoque médio da empresa. Vale lembrar que, para determinar o período médio dos estoques de uma empresa, basta apenas dividir o número 365 pelo giro de estoques. Em geral o melhor é que uma empresa goze de um giro alto de estoque, pois isto provavelmente significa maior volume de vendas.

  • Globalização

    Estágio avançado de internacionalização e integração da economia mundial.

  • Golden share

    Termo em inglês que significa ação dourada e é usado nas operações de venda de uma empresa. Refere-se à parcela do capital da empresa (cuja venda está sendo negociada), que irá permanecer em poder do antigo controlador, e que possuem características especiais, como por exemplo, poder de veto no caso de votação de matérias de interesse estratégico.

  • Goodwill

    Denominação dada aos ativos intangíveis de uma empresa como, por exemplo, marcas e patentes, pesquisa e desenvolvimento de bens e serviços, ágio fiscal pago em aquisições etc.

  • Governança Corporativa

    Termo que denomina um sistema que garante o tratamento igualitário entre os acionistas, além de transparência e responsabilidade na divulgação dos resultados da empresa. Através da prática da governança corporativa os acionistas podem efetivamente monitorar a direção executiva de uma empresa. Dentre as medidas estabelecidas por empresas que seguem a prática da boa governança devem constar quatro princípios básicos: tratamento igual a acionistas minoritários e majoritários, transparência na relação com o investidor, adoção de normas internacionais nos registros contábeis e cumprimento das leis. Vários países adotam códigos das melhores práticas de governança corporativa. No Brasil, este documento foi preparado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), em maio de 1999. O projeto teve apoio da Bolsa de Valores de São Paulo, que patrocinou o lançamento do código.

  • Grupamento

    Redução da quantidade de ações representativas do capital de uma empresa que não implica em qualquer mudança na participação patrimonial dos acionistas ou no valor de mercado agregado da empresa na ocasião do grupamento. Um exemplo comum de grupamento ocorre quanto o valor nominal de uma ação cai para um valor nominal baixo, o que pode levar a empresa a grupar uma determinada quantidade de ações em uma só ação, de forma que o valor unitário aumente. Desta forma, a redução na quantidade de ações é compensada pelo aumento no valor por ação, não afetando o valor de mercado de empresa ou a participação de cada acionista.

  • Guidance

    Informação que uma empresa de capital aberto fornece ao mercado, como uma indicação ou estimativa de desempenho futuro desta empresa. Esta informação serve para orientar os investidores e demais participantes de mercado sobre os rumos que a empresa espera seguir nos próximos trimestres. Em geral, estimativas para números como faturamento, lucro líquido e geração operacional de caixa são divulgadas, de forma transparente e simultânea ao mercado. O Guidance é uma importante ferramenta dentro do contexto de governança corporativa, contribuindo para evitar um acesso diferenciado a informações por parte de grupos de investidores, ou seja, democratiza a informação ao divulga-la para o mercado como um todo.

  • Habilitação

    Procedimento pelo qual o participante detentor de autorização de acesso, após cumprir todos os requisitos indicados nas regras de acesso estabelecidas em regulamento e manual específicos da BM&FBOVESPA, está apto a atuar em determinado ambiente, mercado ou sistema administrado pela BM&FBOVESPA.

  • Habitação multifamiliar ou coletiva

    Compreende a área do imóvel que é subdividida para utilização por mais de uma família. Neste caso, a divisão das despesas entre os moradores deve estar bem clara no contrato de locação. O locador tem a missão de apresentá-las e comprová-las.

  • Hang Seng

    Índice, ponderado de acordo com o valor de mercado de cada empresa, que exprime a variação média diária das cotações da Bolsa de Valores de Hong Kong. O Hang Seng é formado por uma carteira teórica de 33 ações, escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez.

  • Headhunter

    Termo que vem do inglês e denomina um grupo de pessoas ou empresas especializadas na procura de profissionais e cuja remuneração, em geral, é determinada como percentagem do salário inicial do profissional.

  • Hedge

    Termo que vem do inglês e que significa salvaguarda. Também denomina administração do risco como, por exemplo, o ato de tomar uma posição em outro mercado (futuros, por exemplo) oposta à posição no mercado à vista, para minimizar o risco de perdas financeiras em uma alteração de preços adversa.

  • High Yield

    Do inglês significa alta taxa de retorno. Em geral se refere a títulos, ou empréstimos de empresas, que pagam juros excessivamente altos. Esta denominação foi criada de forma a diferenciar estas empresas das companhias que, por gozarem de uma situação de crédito mais confortável, conseguem obter financiamento a uma taxa de juro mais baixa. Assim, o mercado de high yield concentra as obrigações de empresas que necessitam pagar taxas mais elevadas para obter financiamento, tanto em função de fracos indicadores financeiros, quanto de sua localização geográfica. Isso acontece porque muitas empresas de bons indicadores estão situadas em países com perfil maior de risco maior, o que reflete no maior custo de captação destas empresas.

  • Holding

    Termo usado em contabilidade para denotar a empresa que possui, como atividade principal, a participação acionária em uma ou mais empresas. A maior fonte de receita destas empresas são dividendos provenientes das empresas nas quais a companhia holding tem participações. É bastante comum a criação deste tipo de companhia por motivos fiscais.

  • Home Broker

    É um moderno canal de relacionamento entre os investidores e as sociedades corretoras, que torna mais ágil e simples as negociações no mercado acionário. O Home Broker permite o envio de ordens de compra e venda de ações e outros ativos pela Internet, possibilita acesso às cotações e acompanhamento de carteiras de ativos, entre vários outros recursos.

  • Housing Starts

    O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente resultado da pesquisa sobre Housing Starts, contendo a mensuração do número de casas em construção nos EUA em um período móvel de 12 meses. Esse índice é importante, visto que o setor imobiliário possui elevada participação na composição do PIB (Produto Interno Bruto), e serve como termômetro da situação da economia local.

  • IBC-Br

    É o Índice de Atividade Econômica do Banco Central. Por ser divulgado mensalmente, o mercado considera o IBC-Br um índice que antecipa o resultado do PIB (Produto Interno Bruto), anunciado a cada três meses pelo IBGE.

  • Ibovespa

    É o principal índice da bolsa paulista, que exprime a variação média diária das negociações da Bolsa de Valores de São Paulo. O Ibovespa foi implementado em 1968 e é formado atualmente por uma carteira teórica de 63 ações, que são escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez. A participação de cada ação na carteira tem relação direta com a representatividade desse título no mercado à vista – em termos de número de negócios e volume financeiro -, sem levar em consideração seu valor de mercado. Com isso, os setores que têm empresas como ações mais líquidas (como telecomunicações) possuem maior participação no índice. Para conhecer as ações que compõe o Ibovespa, clique aqui.

  • IBX-100 – Índice Brasil

    Índice que mede o retorno de uma carteira hipotética composta por 100 das ações mais negociadas em termos de número de negócios e volume financeiro do Bovespa. A carteira teórica do índice tem vigência de quatro meses, valendo para os períodos de janeiro a abril, maio a agosto e setembro a dezembro. A ponderação é realizada de acordo com o valor de mercado das empresas, excluindo a parcela que está em mãos dos controladores. Desta forma, este índice se diferencia do Ibovespa, pois reflete critérios de capitalização de mercado e free float, enquanto o Ibovespa se baseia somente em critérios de liquidez. Para conhecer a composição do IBX, clique aqui.

  • IBX-50 – Índice Brasil

    Índice, ponderado por critérios de valor de mercado e free float, que exprime a variação média diária de uma carteira de 50 ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. O IBX-50 tem as mesmas características do IBX-100, mas apresenta a vantagem operacional de ser mais facilmente reproduzido pelo mercado.O IBX-50 foi criado em 2002 com o intuito de oferecer uma alternativa ao Ibovespa, que é ponderado somente pelo critério de liquidez.

  • ICV Dieese

    Índice de preços que busca apurar a evolução mensal do custo de uma cesta básica de produtos consumida por uma família padrão no município de São Paulo. O índice é elaborado para três estratos distintos.

  • IDHU – Índice de desenvolvimento humano

    Indicador composto de qualidade de vida, desenvolvido pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) baseado no tripé renda, saúde e educação. A renda é medida pelo PIB real per capita, a saúde pela expectativa de vida e a educação pelas taxas de alfabetização de adultos e de matrículas no ensino fundamental, médio e de terceiro grau combinadas.

  • IEE – Índice de Energia Elétrica

    Índice que representa uma medida do comportamento agregado do segmento das companhias de energia elétrica listadas na BOVESPA. Sua composição é definida de forma a torná-lo um indicador representativo da tendência dos preços das ações deste setor. Para conhecer a composição do IEEclique aqui.

  • IFR – Índice de Força Relativa

    O Índice de Força Relativa (IFR) é um dos indicadores técnicos mais utilizados na análise de ações de uma empresa. O IFR varia de 0 a 100 e é usualmente calculado com os dados dos últimos 14 dias úteis. Poderá ser um bom ponto de compra de uma ação, quando o IFR estiver aumentando em relação ao dia anterior, principalmente se seu valor for menor do que 30. Da mesma forma, poderá ser um bom ponto de venda de uma ação, quando o IFR estiver diminuindo em relação ao dia anterior, principalmente se seu valor for maior do que 70. O IFR é calculado como: IFR = 100*altas/(altas + baixas), onde: altas = média das últimas N altas; baixas = média das últimas N baixas.

  • IGC – Índice de Governança Corporativa

    O IGC – Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada foi criado pela Bovespa com o objetivo de avaliar o desempenho de uma carteira teórica composta por ações de empresas que apresentem níveis de governança corporativa diferenciada. Para terem ações incluídas no índice, as empresas devem ser negociadas no Novo Mercado ou terem classificação nos Níveis 1 ou 2 da Bovespa. Os papéis que fazem parte da carteira do IGC são ponderados pela multiplicação de seu respectivo valor de mercado, considerando somente as ações disponíveis para negociação, ou free-float, por um fator de governança. Esse fator será igual a 2 para os papéis do Novo Mercado; 1,5 para os papéis do Nível 2; e 1 para os títulos do Nível 1. A participação de uma empresa, considerando todos os seus papéis no IGC, não poderá ser superior a 20% quando de sua inclusão ou nas reavaliações periódicas, que são realizadas no final dos meses de abril, agosto e setembro.

  • IGP-DI – Índice Geral de Preços (Disponibilidade Interna)

    O IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) é divulgado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas. Esse índice mede a evolução geral de preços na economia, criando assim uma medida da inflação nacional. O IGP-DI é composto pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC – peso de 30%), Índice de Preços no Atacado (IPA – peso de 60%) e Índice Nacional de Construção Civil (INCC – peso de 10%). O período de coleta de preços para o índice é o mês cheio, ou seja, do primeiro ao último dia do mês

  • IGP-M – Índice Geral de Preços (Mercado)

    O IGP-M é divulgado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas. Esse índice, bastante utilizado pelo mercado, mede a evolução geral de preços na economia, criando assim uma medida da inflação nacional. O IGP-M é composto pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC – peso de 30%), Índice de Preços no Atacado (IPA – peso de 60%) e Índice Nacional de Construção Civil (INCC – peso de 10%). O período de coleta de preços para o índice se dá entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência.

  • Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS)

    Tributo instituído pelos Estados da Federação e que está embutido no preço de diversos produtos e serviços. Por exemplo, no Estado de São Paulo, na maior parte dos casos, o ICMS corresponde a um percentual de 18%, mas para certos alimentos básicos cai para 7% e para produtos considerados supérfluos, como cigarros, cosméticos e perfumes, o percentual atinge 25%. O tributo incide sobre a diferença do total de vendas e compras realizadas pela empresa.

  • Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)

    O Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF, que incide sobre operações de crédito, de câmbio e seguro e operações relativas a títulos e valores mobiliários) é um imposto brasileiro. É um imposto federal, ou seja, somente a União tem competência para instituí-lo (Art.153, V, da Constituição Federal). O fato gerador do IOF ocorre: nas operações relativas a títulos mobiliários quando da emissão, transmissão, pagamento ou resgate destes títulos; nas operações de câmbio, na efetivação do pagamento ou quando colocado à disposição do interessado; nas operações de seguro, na efetivação pela emissão de apólice ou recebimento do prêmio; nas operações de crédito, quando da efetivação de entrega parcial ou total do valor que constitui o débito, ou quando colocado à disposição do interessado (neste item inclui-se o IOF cobrado quando do saque de recursos colocados em aplicação financeira, quando resgatados em menos de 30 dias.As alíquotas utilizadas podem ser fixas, variáveis, proporcionais, progressivas ou regressivas.

  • Inadimplência

    Ocorre quando alguém deixa de pagar uma dívida ou um compromisso financeiro assumido. Exemplo: quem toma um empréstimo no banco ou aluga um imóvel e não paga as parcelas conforme combinado.

  • Inadimplência

    Descumprimento de obrigações no tempo, no lugar e na forma devidos, podendo ou não ser sanado.

  • Inadimplente

    Participante, inclusive comitente, que não cumpriu suas obrigações, no tempo, no lugar e na forma estabelecidos pela BM&FBOVESPA e que seja assim declarado por ela.

  • Incentivos fiscais

    Situação em que o governo renuncia parte dos tributos arrecadados em troca de investimentos em áreas que o governo pretende estimular. Esses incentivos podem beneficiar o contribuinte diretamente (quando ele mesmo paga menos tributos), ou indiretamente (quando ocorre através da redução no preço de venda de alguns bens e serviços que ele consome).

  • Incorporadora

    Empresa responsável por planejar, obter as licenças e desenvolver um empreendimento imobiliário. Nem sempre a incorporadora constrói esses imóveis – muitas vezes, a parte da obra é terceirizada para uma construtora. O mesmo ocorre com a área de vendas dos imóveis, que geralmente é de responsabilidade de uma imobiliária.

  • Incubadora de Empresas

    Agente facilitador que estabelece mecanismos de criação e desenvolvimento de micro e pequenas empresas industriais ou de prestação de serviços, através da formação complementar do empreendedor em seus aspectos técnicos e gerenciais.

  • Indicadores

    Informações numéricas que servem para relacionar as entradas (matéria prima e recursos em geral) e saídas (produtos), assim como o desempenho dos processos de uma empresa.

  • Indicadores de Atividade

    Os indicadores de atividade são usados na análise financeira de uma empresa e servem para medir a rapidez com que várias contas são convertidas em vendas ou caixa. Entre os indicadores mais utilizados estão: giro de estoques, giro de caixa e período médio de cobrança.

  • Indicadores de Estrutura de Capital

    Esses indicadores são usados em análise financeira e permitem analisar a posição de endividamento e capacidade de uma empresa em gerar caixa suficiente para o pagamento de juros e principal de suas dívidas. Entre os indicadores mais utilizados estão os indicadores de endividamento, de retenção de lucro, etc.

  • Indicadores de Liquidez

    Os indicadores de liquidez calculam a capacidade da empresa em gerar um fluxo de caixa suficiente para cobrir suas despesas de curto e longo prazo. Os principais indicadores de liquidez são capital circulante, índice de liquidez corrente, liquidez seca e liquidez geral.

  • Indicadores de Rentabilidade

    Usados na análise financeira de empresas, estes indicadores permitem avaliar os lucros da empresa em relação a um dado nível de vendas, de ativos e de capital investido. Dentre os indicadores mais usados estão: retorno sobre patrimônio líquido, retorno sobre ativos e retorno sobre vendas (ou margem líquida).

  • Indice da Basiléia

    Tata-se de um indicador de solvência das instituições financeiras, definido como a relação percentual do Patrimônio Líquido (PL) sobre os ativos ponderados pelos respectivos fatores de risco. É uma proxy para a resistência da instituição a choques. No Brasil, o Banco Central estabeleceu uma razão mínima de 11% para o indicador.

  • Indice de Eficiência

    É um indicador que busca medir o desempenho operacional de uma instituição financeira. Não há uma padronização contábil específica para o índice de eficiência, de modo que comparações diretas entre dados de empresas diferentes precisam ser vistas com cuidado. Basicamente, o indicador é definido como a divisão da soma das despesas de pessoal e administrativas pela soma das receitas com intermediação financeira e serviços.

  • Industrial Production

    O Federal Reserve divulga mensalmente relatório contendo informações sobre a produção industrial nos EUA, contando inclusive com a indústria mineradora. Os analistas, em geral, utilizam os dados desse relatório para traçar as estimativas para o desempenho da economia e da inflação nos próximos meses. Isso porque se uma indústria estiver operando em plena capacidade, no curto prazo, seria difícil elevar a produção. Desse modo, se a demanda for maior do que a oferta, o produtor pode elevar suas margens de lucro, sem causar danos as vendas, impulsionando a inflação

  • Initial Claims

    O Departamento de Trabalho dos EUA calcula semanalmente o volume de pedidos de auxílio-desemprego requeridos pelos norte-americanos, que serve como parâmetro das condições do mercado de trabalho local. Além disso, esse índice é bastante acompanhado pelos analistas, visto que pedidos acima da barreira dos 400 mil geralmente sinalizam uma deterioração das condições do mercado de trabalho.

  • INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor

    Divulgado aproximadamente no 8o dia útil de cada mês, o INPC é calculado pelo IBGE e tem como objetivo acompanhar a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços definidos. O público-alvo do índice é formado por famílias, com rendimento mensal entre 1 e 8 salários mínimos, cujo chefe seja assalariado em sua ocupação principal. A pesquisa de preços é feita nas principais regiões metropolitanas do país, entre o primeiro e último dia de cada mês.

  • Insider trader

    É uma pessoa que tem informação privilegiada sobre empresas com ações negociadas em bolsa e usa essa vantagem ilegalmente para ganhar dinheiro no mercado em detrimento de outros investidores.

  • Insolvência

    Uma empresa é decretada tecnicamente insolvente pelos seus credores quando não consegue arcar com o pagamento das suas contas ou dívidas nos prazos estabelecidos. Na maioria dos casos, a insolvência técnica precede a falência de uma empresa.

  • Inteligência Competitiva

    É o resultado da análise de informações e dados coletados, que irá embasar decisões. É feita aqui a distinção entre “dado” (valor sem significado), “informação” (dado com significado) e “conhecimento” (informação estruturada e contextualizada). O conceito de inteligência competitiva é ilustrado como sendo uma “pirâmide” com três camadas: fontes, análise e sistema de inteligência.

  • Interstício

    Corresponde ao intervalo necessário entre atos de procedimento legislativo, sendo contado pelo número de sessões ordinárias ou pelo número de dias úteis, conforme determinação do regimento interno de cada casa do Congresso

  • Intraday

    Intraday é o período observado desde a abertura até o fechamento do pregão em Bolsa de Valores. Operações intraday são aquelas que são concluídas no mesmo pregão, ou seja, o trader não possuirá o ativo negociado em sua custódia ao final do pregão, mesmo tendo negociado (compra e venda na mesma quantoidade) durante o funcionamento do mesmo.

  • Intranet

    Termo que vem do inglês e denomina a rede de comunicações interna de uma empresa, que possibilita a integração das tecnologias e oferece aos seus usuários benefícios imediatos, tais como melhoria da comunicação entre empregados, gestão mais eficaz das competências, distribuição e utilização de aplicações etc.

  • Investidor

    Pessoa física, jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo que participa como titular das operações realizadas por sua conta e ordem por intermédio de um participante e liquidadas por intermédio também de um participante e que utiliza os serviços de um agente de custódia para a custódia de seus ativos na central depositária da BM&FBOVESPA e de um participante Selic para a custódia de títulos públicos federais no SELIC.

  • Investidor de Risco

    Indivíduo que investe temporariamente em empresas emergentes com evidente potencial de crescimento, e que tem como objetivo obter uma rentabilidade acima das alternativas disponíveis no mercado financeiro. Em geral, estes indivíduos participam da gestão da empresa, durante o período de duração do investimento.

  • Investidor qualificado

    Classe de investidor institucional, ou profissional, que já está familiarizado com as operações de investimento realizadas no mercado financeiro e de capitais. A CVM editou regulamentação estabelecendo os critérios de definição deste tipo de investidor, dentre os exemplos deste tipo de investidor podemos citar: fundações, seguradoras, administradores de recursos, etc.

  • Investimento

    Emprego da poupança em atividade produtiva, com o objetivo de auferir ganhos a médio ou longo prazo. É utilizado, também, para designar a aplicação de recursos em algum tipo de ativo financeiro.

  • Investimento Médio em Estoque

    O estoque de uma empresa pode ser visto como um investimento, uma vez que exige que a empresa aplique parte do seu dinheiro na sua aquisição. Assim, o investimento médio em estoque é o valor médio que a empresa mantém aplicado em seu estoque, sendo que este valor é calculado como sendo função do custo de mercadorias vendidas e o giro de estoque da empresa.

  • Investment grade

    Termo em inglês para qualificar empresas ou governos com boa capacidade de pagamento, aqueles com “grau de investimento”.

  • IPC – Índice de Preços ao Consumidor

    Divulgado na 1ª ou 2ª semana do mês, o IPC pé calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) todos os meses. A pesquisa de preços é feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 2 a 6 salários mínimos. A coleta dos dados vai do primeiro ao último dia de cada mês

  • IPC México

    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira teórica negociada na Bolsa Mexicana de Valores. O IPC é formado por uma carteira de 35 ações, escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez.

  • IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo

    Divulgado aproximadamente no 8o dia útil do mês, o IPCA é utilizado pelo Banco Central do Brasil para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação. É um índice mensal, divulgado pelo IBGE, que acompanha a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços. O público alvo do índice é a população com faixa de renda entre 1 e 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte dessa renda, nas principais regiões metropolitanas do país. A pesquisa de preços é feita entre o primeiro e último dia de cada mês

  • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

    Trata-se do imposto devido pelas empresas que industrializam seu próprio produto, sendo que as alíquotas variam de acordo com cada tipo de produtos e são definidas na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI.

  • IPO – Initial Public Offering

    Termo em inglês que significa oferta inicial de ações, que define o mecanismo através do qual uma empresa abre o seu capital e passa a ser listada na Bolsa de Valores. A cotação da ação da empresa na sua oferta inicial é conhecida como IPO Price e é definida com base na avaliação do patrimônio da empresa por especialistas de mercado. Em geral se aplica um desconto (IPO discount) sobre a avaliação do patrimônio da empresa para aumentar o interesse pela oferta inicial.

  • IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano

    O IPTU é um imposto municipal devido por todos os proprietários de imóveis ou terrenos dentro do território urbano. A alíquota do imposto varia de acordo com o valor venal do imóvel em questão, além de refletir também a política de tributação de cada município.

  • IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores

    É um imposto que deve ser pago anualmente pelos proprietários de veículos automotores. O seu cálculo é feito com base no valor venal do veículo, cuja alíquota é estipulada de acordo com cada estado.

  • IR – Imposto sobre a Renda

    Sigla para Imposto sobre a Renda. É um imposto cobrado diretamente sobre a renda de pessoas físicas ou jurídicas. No caso das pessoas físicas, quanto maior a renda maior a taxa do imposto incidente. Para as empresas, ou pessoas jurídicas, o percentual do imposto de renda depende do tipo da empresa e do regime de tributação que ela está enquadrada.

  • IRPF – Imposto de Renda Pessoa Física

    Imposto devido pelas pessoas que tiveram durante o ano uma renda superior ao teto estabelecido pela Receita Federal. A declaração deve ser feita anualmente à Secretaria da Receita Federal através de formulário, telefone, disquete ou internet.

  • IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica

    Imposto devido por todas as empresas, de acordo com a receita auferida, respeitando o regime de tributação do imposto a que ela se enquadra (ex. Simples, lucro presumido ou lucro real).

  • IRRF – Imposto de Renda Retido na Fonte

    É o imposto que é retido direto pela fonte pagadora. O imposto pode ser descontado diretamente do seu salário, da sua pensão alimentícia, sempre respeitando os limites de isenção do imposto estabelecidos por lei.

  • ISM Index

    A Associação de Executivos de Compras dos EUA divulga mensalmente o índice ISM (Institute for Supply Management), anteriormente conhecido como NAPM Index, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial nos EUA. Esse índice avalia o número de pedidos, produção, emprego e números de entregas e estoques nas indústrias norte-americanas e é bastante acompanhado pelos analistas.

  • ISM Index Services

    A Associação de Executivos de Compras dos EUA divulga mensalmente o índice ISM Services (Institute for Supply Management), anteriormente conhecido como NAPM Services Index, responsável pela mensuração do nível de atividade não-industrial, com foco no setor de serviços, nos EUA. Esse índice leva em consideração a atividade nos negócios, novos pedidos, pedidos de exportação, importação, preço, emprego e número de entregas de fornecedores.

  • ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza

    O ISS é pago por todas as empresas e trabalhadores autônomos que prestam serviços. A alíquota varia de acordo com a atividade da empresa e município em que a empresa (ou trabalhador) está instalada.

  • Janela de liquidação

    Período de tempo no qual ocorre a liquidação, com a efetivação, pelos participantes e pela câmara, das entregas e dos pagamentos devidos.

  • Joint Venture

    Termo que vem do inglês e significa união de empresas. Denomina uma forma de aliança interempresarial com o objetivo de criar um novo negócio, para atuação em mercados conjugados na comercialização de produtos ou na complementação de projetos de desenvolvimento de produtos. Pode ser estabelecida entre uma empresa com capital necessário ao financiamento do projeto, e outra que domina as competências técnicas, os contatos comerciais, ou ambos.

  • Juros por atraso

    Previsto na legislação, ele pode ser cobrado sempre que houver atraso no pagamento. Desde que explicitado no contrato pode ser de até 1% ao mês, caso contrário, não pode superar 0,5% ao mês. É cobrado de forma proporcional desde a data de vencimento da fatura até a data do seu pagamento.

  • Juros rotativos

    Termo usado para definir a taxa de juro pré-acordada entre portador e emissor a ser aplicada sobre o saldo devedor da fatura. Esta taxa pode ser revista caso o emissor tenha razões para acreditar que o perfil de crédito do portador do cartão mudou.

  • Juros sobre capital próprio

    Forma de distribuir o lucro da empresa. Mas diferente do dividendo, que é classificado como parte do lucro líquido da empresa, o juros sobre capital próprio entra como despesa antes do lucro para a empresa, o que faz com que ela não tenha que arcar com o pagamento de imposto de renda sobre o valor. Por isso o juros sobre capital próprio é informado ao investidor no valor bruto (antes do IR) e no valor líquido (depois do IR), já que o imposto acaba sendo pago pelo acionista beneficiado.

  • Know-how

    Termo que vem do inglês e denomina experiência técnica e conhecimento tácito, que é utilizado para referir-se a processos de fabricação não patenteada, ou conjunto de operações, que demandam experiência específica.

  • LAJIDA

    Sigla que significa “Lucro Antes de Juros, Imposto de Renda, Depreciação e Amortização”, e que dá uma idéia da capacidade de geração de caixa operacional de uma empresa. A diferença entre o LAJIR e o LAJIDA é que este último exclui as despesas que não alteram o caixa de uma empresa, como é o caso da depreciação e amortização de ativos.

  • LAJIR

    Sigla que significa “Lucro Antes de Juros e Imposto de Renda”, e que reflete o resultado das atividades operacionais da empresa. Ao contrário da definição de lucro operacional no Brasil, o cálculo do LAJIR permite estimar o resultado das operações sem a inclusão das receitas ou despesas financeiras.

  • Lançamento de Opções

    Operação financeira que dá origem às opções. No lançamento de opções os vendedores lançam opções individuais (que podem ser de compra ou venda) ou séries de opções (várias opções, com preços de exercício diferentes).

  • Lastro

    Termo que é usado para determinar a garantia implícita de um ativo. Desta forma, quando uma moeda tem lastro os investidores não questionam sua aceitabilidade, pois sabem que seu valor é garantido.

  • Leading Indicators

    A organização sem fins lucrativos Conference Board divulga mensalmente relatório que compreende 10 índices já divulgados no país e que resumem a situação da economia norte-americana. Estes indicadores, apesar de já publicados, são utilizados como proxi para o desempenho futuro da economia. Os indicadores que compõem o Leading Indicators são a oferta real de moeda, o índice de expectativas do consumidor, preços de ações, pedido de seguro desemprego, taxa de juros, permissões para novas construções, novos pedidos à indústria de bens de consumo, performance de vendas, número de horas trabalhadas na indústria e novos pedidos à indústria de bens de capital. Em caso de melhora do índice, o mercado pode interpretar como uma possibilidade de aquecimento futuro da economia local, ao passo que, uma queda do índice pode sinalizar retração futura da atividade econômica dos EUA.

  • Leasing financeiro

    Operação de leasing na qual a soma do total de prestações e demais pagamentos previsto no contrato são suficientes para que a empresa arrendadora recupere o custo do bem arrendado e obtenha um retorno sobre os recursos investidos. O preço para exercício da recompra pode ser livremente pactuado entre as partes.

  • Leilão Especial

    Termo que denomina a sessão de negociação em pregão, em dia e hora determinados pela bolsa de valores em que será realizada a operação.

  • Letra de Câmbio

    Termo que reflete um instrumento de captação usado pelas sociedades de crédito, financiamento e investimento que é emitido com base em uma transação comercial. Desta forma, trata-se de uma operação estruturada de forma a obter recursos que serão eventualmente direcionados para financiamento de crédito ao consumidor final.

  • Letra do Tesouro

    Termo que denomina qualquer título emitido pelo governo, com prazo fixo e que paga taxa de juro de mercado, também são conhecidos como títulos da dívida pública.

  • Letra Hipotecária

    As letras hipotecárias são títulos emitidos pelas instituições financeiras autorizadas a conceder créditos hipotecários. A rentabilidade deste tipo de aplicação está vinculada ao valor nominal do financiamento imobiliário, ajustado pela inflação ou variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), e pode ser pré-fixada, flutuante e pós-fixada. O prazo mínimo de aplicação é de 180 dias e o prazo máximo, apesar de não ser estipulado, em geral, não ultrapassa 24 meses. A grande vantagem deste tipo de aplicação reside no seu tratamento fiscal, pois ao contrário das aplicações em fundos de investimento onde você paga uma alíquota de 20% sobre o rendimento nominal – ou seja, o quanto ganhou no período -, nas LH você só precisa pagar imposto de renda se a rentabilidade superar um certo percentual da taxa CDI.

  • LFT

    As LFT são títulos de renda fixa que são emitidos pelo Tesouro Nacional, cuja sigla significa Letras Financeiras do Tesouro. O principal objetivo das LFTs é prover recursos necessários à cobertura de déficits orçamentários ou à realização de operações de crédito por antecipação de receita e para atendimento a determinações legais. O rendimento destes títulos é determinado de forma pós-fixada, de acordo com a taxa acumulada no período no mercado Selic. Já o resgate é definido pelo valor nominal, acrescido do respectivo rendimento, desde a data-base do título.

  • Libor – London Interbank Offered Rate

    É a taxa interbancária do mercado de Londres, isto é, a taxa preferencial de juros que é oferecida para grandes empréstimos entre os bancos internacionais que operam com eurodólares. A Libor é geralmente utilizada como base de remuneração para outros empréstimos em dólares a empresas e instituições governamentais. Por exemplo, boa parte dos Brady Bonds brasileiros pagam taxa de juro com referencial baseado na Libor (Libor mais uma certa margem pré-determinada).

  • limite de custódia

    Limite atribuído pela BM&FBOVESPA ao agente de custódia para o valor total dos ativos mantidos em contas de depósito, sob sua responsabilidade.

  • Limite de risco intradiário

    Limite de exposição ao risco estabelecido pela câmara para cada participante de negociação pleno e participante de liquidação ou para um ou mais conjunto de contas sob sua responsabilidade.

  • Liquidação

    Extinção de obrigações, seja da câmara ou dos participantes.

  • Liquidação bruta

    Liquidação pelo valor bruto das operações das contrapartes, uma a uma.

  • Liquidação pelo saldo líquido bilateral

    Extinção das obrigações da câmara ou dos participantes, pelos saldos líquidos bilaterais das contrapartes.

  • Liquidação pelo saldo líquido multilateral

    Liquidação pelos saldos líquidos multilaterais das contrapartes.

  • Liquidante

    Participante que utiliza sua conta Reservas Bancárias ou conta de Liquidação para efetuar ou receber os pagamentos referentes ao processo de liquidação.

  • Liquidez

    No mercado financeiro o termo é usado para determinar a capacidade que um título tem de ser convertido em moeda. A liquidez absoluta só é conferida ao papel-moeda, de forma que todos os outros títulos têm liquidez inferior, que varia conforme o tipo de investimento, prazo e a conjuntura econômica. Na análise das demonstrações financeiras de uma empresa é usado para definir a capacidade que esta empresa tem de gerar recursos que podem ser rapidamente transformados em papel moeda. Assim, a liquidez de uma empresa é função da sua disponibilidade de caixa, e dos títulos negociáveis e ativos circulantes que possui.

  • Liquidez Corrente

    Indicador usado na análise financeira de uma empresa, que determina o quanto esta empresa tem a receber no curto prazo em relação a cada unidade monetária que deve pagar no mesmo período. A determinação exata de um índice aceitável depende do setor onde a empresa atua. Quanto mais previsíveis forem os fluxos de caixa de uma empresa, menor será o índice de liquidez corrente exigido. O indicador é calculado como sendo o quociente entre o ativo circulante e o passivo circulante da empresa.

  • Liquidez Geral

    Indicador de análise financeira, utilizado para medir a liquidez de uma empresa. Ao contrário do indicador de liquidez corrente, que indica quanto uma empresa tem a receber em relação ao que deve no mesmo período, este indicador engloba também os ativos e passivos de longo prazo, ou seja, aqueles que serão realizados em um prazo superior a um ano. Este indicador é calculado como sendo o quociente entre a soma do ativo circulante mais o ativo de longo prazo pelo passivo circulante mais o passivo de longo prazo da empresa.

  • Liquidez Seca

    Assim como o indicador de liquidez corrente, o indicador de liquidez seca reflete a capacidade de uma empresa em cumprir com suas obrigações de curto prazo. A única diferença na fórmula de cálculo é que os estoques são excluídos dos ativos circulantes da empresa. A suposição básica é de que os estoques são ativos menos líquidos e, portanto, devem ser ignorados.

  • Logomarca

    Símbolo gráfico que identifica o produto ou serviço prestado pela empresa.

  • Long straddle

    Estratégia com opções que envolve a compra de opções de compra (calls) e venda (puts) at-the-money, no mesmo valor de exercício, a fim de explorar a alta volatilidade do mercado para além dos preços de exercício dessas opções.

  • Long strangle

    Estratégia com opções que envolve a compra de opções de compra (calls) out-the-money e venda (puts) in-the-money, a fim de explorar a alta volatilidade do mercado para além dos preços de exercício dessas opções.

  • Longo Prazo

    Período superior a um ano. Termo freqüentemente usado em referência ao período de duração ou prazo de vencimento de um investimento e/ou linha de crédito.

  • Lote

    Termo usado no mercado acionário que determina a quantidade de títulos com as mesmas características. As ações são cotadas na Bolsa em lotes unitários ou lotes de mil ações, sendo que cada empresa determina de qual forma a ação é cotada. Nunca esqueça de checar qual forma de cotação se aplica à ação que você quer negociar.

  • Lote Fracionário

    Quantidade de ações inferior ao lote padrão, ou seja, uma parcela fracionária (ou fração) do lote de ações. Em geral você só pode comprar ações em múltiplos de 100, 1.000, etc, o que se costuma chamar de “lotes redondos”. Caso você queira comprar lotes pequenos ou quebrados isso só será possível no Mercado Fracionário.

  • Lote Padrão

    Lote de títulos com as mesmas características e em quantidade fixada pelas bolsas de valores. A maioria das ações brasileiras é cotada em lotes de mil. Nunca esqueça de checar qual forma de cotação se aplica à ação que você quer negociar.

  • LPA (Lucro por Ação)

    O LPA é um indicador financeiro definido como a relação entre o lucro líquido da empresa em um determinado período e o seu número de ações. Deste modo, representa o montante em dinheiro gerado em lucro (ou prejuízo) em um período determinado de tempo para cada ação emitida.

  • LTN

    As LTN são títulos de renda-fixa emitidos pelo Tesouro Nacional, cuja sigla significa Letras do Tesouro Nacional. São títulos de remuneração pré-fixada, cujo principal objetivo é prover recursos necessários à cobertura de déficits orçamentários ou à realização de operações de crédito por antecipação de receita e para atendimento a determinações legais. O prazo dos papéis depende das definições do Ministério da Fazenda e do interesse do mercado. A remuneração se dá pela diferença entre o preço da emissão, considerando o deságio do título, e o valor de resgate.

  • Lucro Bruto

    Indicador que faz parte do demonstrativo de resultado de uma empresa, e que é determinado como sendo o lucro obtido pela empresa depois de se deduzir da receita líquida de vendas o custo de mercadorias vendidas. No caso dos bancos também pode se referir ao resultado bruto de intermediação financeira.

  • Lucro Líquido

    Lucro disponível aos acionistas, ajustado para eventuais despesas ou receitas extraordinárias. É um dos principais itens do demonstrativo de resultados analisado pelos analistas.

  • Lucro Líquido por Ação

    Lucro líquido disponível aos acionistas depois de ajustes para despesas ou receitas extraordinárias dividido pelo número total de ações.

  • Lucro Operacional

    Indicador que faz parte do demonstrativo de resultado de uma empresa e que é determinado como sendo o lucro obtido pela empresa depois de se deduzir da receita líquida de vendas o custo de mercadoria vendida, as despesas de pessoal, as despesas administrativas, as despesas financeiras e outras despesas operacionais. Trata-se de um conceito mais utilizado para empresas não financeiras. Em alguns países o resultado operacional é calculado antes das despesas financeiras, mas no Brasil, como herança da época hiper-inflacionária, em que a maioria dos itens do demonstrativo de resultado era corrigida monetariamente, estas despesas são incluídas no resultado operacional.

  • Lucro Patrimonial

    Termo usado no mercado segurador que denomina o lucro bruto obtido das receitas financeiras derivadas da aplicação dos recursos da carteira de investimentos da seguradora, menos as despesas correspondentes a estas receitas.

  • Lucro Retido

    Parcela do lucro após pagamento de impostos de uma empresa, que não é distribuída através do pagamento de dividendos. A conta de reserva de lucros presente no balanço patrimonial de uma empresa reflete a soma dos lucros retidos pela empresa até a data a que se refere o balanço.

  • MACD – Moving Average Convergence/Divergence

    Indicador usado em análise técnica (ou grafista) de ações, que busca determinar o desempenho de curto prazo de ações. O MACD indica a diferença entre as expectativas de curto e de longo prazo, e é calculado pela subtração do valor de duas médias móveis dos valores de fechamento de uma ação (de 26 dias e de 12 dias são as mais usadas). Uma média móvel exponencial de 9 dias é mostrada juntamente com a linha do MACD. A regra básica do MACD é vender se o MACD (linha vermelha no gráfico) cai abaixo da média de 9 dias (linha azul no gráfico) e comprar, quando o MACD passa acima da mesma linha.

  • Malha Fina

    Termo usado para denominar as declarações de Imposto de Renda que foram entregues com erros nas informações prestadas, ou que não foram checadas devido ao aumento no volume de declarações. Também pode ser vista como a fila de espera para o recebimento das restituições.

  • Marca

    Determina todo sinal visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços de outros análogos, de procedência diversa, e certifica sua conformidade com as normas e especificações técnicas pertinentes. O registro de uma marca é obtido, no Brasil, por intermédio do INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, que pode ser acessado pelo endereço eletrônico (www.inpi.gov.br).

  • Margem

    Quantia depositada pelo comprador, em uma operação a termo em bolsa de valores, como garantia de liquidação do negócio no prazo estipulado. A margem também existe nas bolsas de mercadorias e serve como garantia contra uma possível oscilação dos preços.

  • Margem Bancária

    Indicador usado em análise financeira do balanço de bancos. A margem bancária expressa a relação entre a receita bancária da instituição e a média dos seus ativos rentáveis. Este indicador pode ser utilizado como uma estimativa do retorno dos ativos bancários da instituição e é calculado da seguinte forma: Margem Bancária = Receita Bancária/Ativo rentável

  • Margem Bruta

    Indicador usado na análise financeira de empresas, que expressa a relação entre o resultado bruto da empresa e sua receita líquida de vendas. A margem bruta indica a percentagem de cada R$ 1 de venda que restou após o pagamento do custo das mercadorias e pode ser calculada como sendo o quociente entre o resultado bruto e a receita líquida de vendas da empresa.

  • Margem de Contribuição

    Porcentual de cada R$ 1 em vendas, que sobra depois de serem descontadas todas as despesas variáveis.

  • Margem de Intermediação Financeira

    Indicador usado na análise financeira de balanços de bancos, que expressa a relação entre a receita bruta de intermediação financeira da instituição e a média dos ativos rentáveis. O indicador é calculado da seguinte forma: MgIF = Receita Intermediação Financeira/Ativo Rentável Médio

  • Margem de Serviços

    Indicador usado na análise financeira de bancos que expressa a relação entre a receita de prestação de serviços da instituição e a média dos ativos rentáveis, como expresso abaixo: MgServ =Receita de Prestação de Serviços/Ativo Rentável Médio

  • Margem EBIT

    O termo EBIT em inglês determina o Lucro Antes de Juros e Imposto de Renda (LAJIR). Para empresas brasileiras, a margem LAJIR (Lucro Antes de Juros e Imposto de Renda) é equivalente à margem operacional em outros países, já que mede os lucros da empresa em cada R$ 1 de vendas, antes de descontar as despesas financeiras e os impostos. A margem é calculada como sendo o LAJIR dividido pela receita líquida de vendas da empresa.

  • Margem EBITDA

    A sigla EBITDA em inglês significa Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, ou LAJIDA. Indicador usado na análise financeira de empresas. Por não incluir as despesas com depreciação e amortização, a margem LAJIDA pode ser vista como uma aproximação do fluxo de caixa (e não do lucro) da empresa em cada R$ 1 de vendas antes de descontar despesas financeiras ou imposto. A margem LAJIDA é calculada como sendo o quociente entre o LAJIDA da empresa e sua receita líquida de vendas.

  • Margem Financeira Líquida

    Tradicionalmente, a relação é calculada por meio da divisão do resultado da intermediação financeira menos a provisão para perdas com crédito duvidoso pelo ativo médio total menos o ativo permanente médio.

  • Margem LAJIDA

    Indicador usado na análise financeira de empresas. Por não incluir as despesas com depreciação e amortização, a margem LAJIDA pode ser vista como uma aproximação do fluxo de caixa (e não do lucro) da empresa em cada R$ 1 de vendas antes de descontar despesas financeiras ou imposto. A margem LAJIDA é calculada como sendo o quociente entre o LAJIDA da empresa e sua receita líquida de vendas.

  • Margem LAJIR

    Para empresas brasileiras, a margem LAJIR (Lucro Antes de Juros e Imposto de Renda) é equivalente à margem operacional em outros países, já que mede os lucros da empresa em cada R$ 1 de vendas, antes de descontar as despesas financeiras e os impostos. A margem é calculada como sendo o LAJIR dividido pela receita líquida de vendas da empresa.

  • Margem Líquida

    Indicador usado na análise financeira de empresas, que expressa a relação entre o lucro líquido da empresa e a sua receita líquida de vendas. A margem líquida determina a porcentagem de cada R$ 1 de venda que restou após a dedução de todas as despesas, inclusive o imposto de renda, e é calculada como sendo o quociente entre o lucro líquido e a receita líquida de vendas da empresa.

  • Margem Operacional

    Indicador usado na análise financeira de empresas. Como no Brasil o resultado operacional já desconta a despesa líquida com juros, a margem operacional determina a porcentagem de cada R$ 1 de venda que restou após a dedução de todas as despesas, menos o imposto de renda e as despesas não operacionais ou extraordinárias. Pode ser calculado como sendo o quociente entre o resultado operacional e a receita líquida de vendas da empresa.

  • Market Share

    O market share corresponde à participação de mercado de uma empresa ou grupo dentro do seu segmento de atuação. Por exemplo, uma fabricante que produz 1 milhão de veículos possui um market share de 25% de um mercado onde a produção é de 4 milhões de veículos.

  • Marketing

    Termo que vem do inglês e designa um conjunto de técnicas usadas pelas empresas para estudar o mercado e conquistá-lo mediante o lançamento planejado de produtos ou serviços. O conceito surgiu da mudança de orientação das empresas, que passaram a produzir ou prestar serviços de forma a atender às aspirações do mercado.

  • Marketing Afiliado

    Termo que define um sistema de anúncios onde o sítio A coloca um botão para o sítio B, ganhando uma comissão sobre uma venda que ajude a gerar no sítio B. Também pode ser usado para levar público de um sítio para outro, através de informações complementares. Sistema muito comum em sítios de empresas pequenas e sem verba de marketing.

  • Marketing Direcionado

    Iniciativa de marketing através da qual as promoções lançadas na rede mundial de computadores (internet) são desenvolvidas em função da análise do público, de forma a atingir uma faixa específica do mercado. Podem ser definidas como ações de marketing que buscam atingir públicos segmentados.

  • Marketing por Afinidade

    Promoções de marketing que buscam chegar aos consumidores de produtos relacionados com os que deseja vender. Por exemplo, oferecer monitores de vídeo especiais para quem comprou programas de computação de ilustração, ou oferecer chuteiras para quem comprou bolas de futebol.

  • Master Franquia

    Termo usado para denominar a concessão do direito de exploração de um conceito de negócio em um determinado território pelo máster franqueado ou por terceiros por ele nomeados.

  • Máximo

    É a cotação máxima atingida por uma ação em um dia de negociação.

  • MBA (Master in Business Administration)

    Sigla em inglês de “Master in Business Administration”, que denomina o programa de pós-graduação em administração de empresas que oferece aos estudantes uma experiência acadêmica prática em negócios.

  • Média

    É a cotação média, ponderada pelas quantidades de ações negociadas, de uma ação em um dia de negociação.

  • Média Empresa

    Segundo o Sebrae o termo denomina todas as organizações e empresas que têm entre 100 e 499 empregados e faturamento anual acima de R$ 1,2 milhão.

  • Média Móvel Exponencial

    A média móvel exponencial dá pesos maiores aos últimos dados utilizados no cálculo da média, ou seja, o preço de ontem tem um peso superior ao preço de anteontem. Sendo P(a) o preço de fechamento no dia a, a média móvel exponencial será: ME(a) = ME(a-1) + [2/(N+1)*P(a) – ME(a-1)], onde N é o número de dias para os quais se quer o cálculo.

  • Média Móvel Simples

    A média móvel simples dá o mesmo peso para cada dado utilizado no cálculo da média. Definindo P(a) como o preço de fechamento no dia a, a média móvel simples para, por exemplo, 3 dias, será: MS = [P(a) + P(a-1) + P(a-2)]/5. Os seguintes prazos podem ser levados em consideração na construção de médias móveis, tanto simples quanto exponenciais: Curtíssimo prazo: 5 a 13 dias; Curto prazo:14 a 25 dias; Médio prazo:26 a 74 dias; Longo prazo:75 a 200 dias. Os investidores tendem a comprar um ativo quando o preço deste sobe acima de sua média móvel, e vendem-no quando o preço cai abaixo desta mesma média.

  • Medida Provisória (MP)

    Consiste em um instrumento constitucional pelo qual o Presidente da República edita uma determinada decisão, em caráter de relevância e urgência, sem passar por votação no Congresso. Seu prazo de duração é de sessenta dias, podendo ser prorrogada uma vez por igual período.

  • Mega Bolsa

    Sistema de negociação da BOVESPA, que engloba o pregão viva voz com os terminais remotos, com o objetivo de aumentar a capacidade de realização de negócios.

  • Melhor Oferta de Compra

    É a cotação da melhor oferta de compra, ou seja, o maior preço que um investidor está disposto a pagar por uma determinada ação em um certo momento. A própria Bolsa de Valores ordena as diversas ofertas de compra por ordem decrescente de preço, e a ordem de compra com a cotação mais alta passa a ser referida como a melhor oferta de compra.

  • Melhor Oferta de Venda

    É a cotação da melhor oferta de venda, ou seja, o menor preço que um investidor está disposto a receber por uma determinada ação em um certo momento. A própria Bolsa de Valores ordena as diversas ofertas de venda por ordem crescente de preço, e a ordem de venda com a cotação mais baixa passa a ser referida como a melhor oferta de venda.

  • Membro de compensação

    Participante detentor de autorização de acesso para liquidação perante a câmara, de acordo com as regras e procedimentos de acesso específicos da BM&FBOVESPA.

  • Mensagem

    Conjunto de informações padronizadas, transmitidas por meio eletrônico.

  • Mensagem LDL

    Grupo de mensagens do catálogo de mensagens do SPB utilizadas para a liquidação pelo saldo líquido multilateral de câmaras, movimentação de garantias e pagamentos de custos, encargos e eventos de custódia.

  • Mercado a Termo

    Negociação realizada em uma bolsa de valores ou de mercadorias com vencimento acertado entre as partes para um mínimo de cinco dias depois. Em geral os vencimentos são de 30, 60, 90 ou 180 dias.

  • Mercado a vista

    Mercado no qual a liquidação física (entrega dos títulos pelo vendedor) se processa no 2º dia útil após a realização do negócio em pregão e a liquidação financeira (pagamento dos títulos pelo comprador) se dá no 3º dia útil posterior à negociação, somente mediante a efetiva liquidação física.

  • Mercado Aberto (Open Market)

    Mercado no qual as autoridades monetárias (sobretudo o Banco Central) de cada país operam com títulos públicos de modo a regular e controlar os meios de pagamento, ao mesmo tempo em que financiam a dívida federal interna. O open é assim chamado, pois não tem um recinto de negociações limitado e por proporcionar operações de grande flexibilidade e sem limitações.

  • Mercado da BM&FBOVESPA

    Mercado administrado pela BM&FBOVESPA ou a ela vinculado para fins de (i) registro e negociação de ativos e (ii) registro e compensação das operações nele realizadas e liquidação das obrigações delas decorrentes.

  • Mercado de Ações

    Segmento do mercado de capitais, que compreende a colocação primária em mercado de ações novas emitidas pelas empresas e a negociação secundária (em bolsas de valores e no mercado de balcão) das ações já colocadas em circulação.

  • Mercado de Balcão

    Mercado de títulos onde as transações são realizadas por telefone ou outros meios eletrônicos entre instituições financeiras. Não existe um local específico para negociação, como uma bolsa de valores ou de mercadorias, por exemplo. A maioria dos instrumentos de renda fixa e ações de empresas não registradas em bolsas de valores é negociada no mercado de balcão.

  • Mercado de balcão organizado

    Mercado onde se realizam operações entre duas contrapartes com aplicação de regras e sob supervisão de uma entidade administradora de mercado.

  • Mercado de bolsa

    Mercado que funciona regularmente como sistema centralizado e multilateral de negociação e que possibilita o encontro e a interação de ofertas de compra e venda de ativos, derivativos, mercadorias e moeda estrangeira.

  • Mercado de Câmbio

    É o ambiente onde se realizam as operações de câmbio entre os agentes autorizados pelo Banco Central do Brasil (bancos, corretoras, distribuidoras, agências de turismo e meios de hospedagem) e entre estes e seus clientes. No Brasil, o mercado de câmbio é dividido em dois segmentos, livre e flutuante, ambos regulamentados e fiscalizados pelo Banco Central. O mercado livre é também conhecido como “comercial” e o mercado flutuante, como “turismo”. À margem da lei, funciona um segmento denominado mercado paralelo, mercado negro, ou câmbio negro. Todos os negócios realizados no mercado paralelo são ilegais e sujeitam o cidadão ou a empresa às penas da lei.

  • Mercado de câmbio

    Mercado onde são realizadas as operações envolvendo moeda estrangeira.

  • Mercado de Capitais

    É o conjunto de instituições, tais como bolsas de valores e instituições financeiras (bancos, corretoras, bancos de investimento, seguradoras), ligadas à intermediação de ativos financeiros (ações, títulos de dívida em geral). A principal função do mercado de capitais é canalizar a poupança (recursos financeiros) da sociedade para o comércio, a indústria, outras atividades econômicas e para o próprio governo. Distingue-se do mercado monetário que movimenta recursos a curto prazo, embora tenham muitas instituições em comum.

  • Mercado de derivativos

    Mercado onde são realizadas as operações envolvendo os derivativos quer sejam padronizados ou não.

  • Mercado de Opções

    Mercado no qual são transacionadas opções, que podem ser definidas como direitos de compra, ou venda, de uma quantidade pré-determinada de ações ou títulos, com preços e prazos de exercício também pré-determinados. O comprador da opção paga um prêmio para obter esses direitos, podendo exercê-los até a data de vencimento ou revendê-los ao mercado.

  • Mercado de renda fixa privada

    Mercado onde são realizadas as operações envolvendo ativos cujas obrigações são de origem privada.

  • Mercado de renda fixa pública

    Mercado onde são realizadas operações envolvendo os títulos representativos da dívida pública.

  • Mercado de renda variável

    Mercado onde são realizadas as operações envolvendo ativos e derivativos cuja rentabilidade varia em função do seu preço.

  • Mercado Eficiente

    A teoria do mercado eficiente afirma que todos os agentes financeiros têm o mesmo conjunto de informações disponível ao mesmo tempo, ou seja, as informações e expectativas se refletem corretamente e imediatamente nos preços dos ativos.De acordo com esta teoria, não existiriam distorções nos preços de ativos, já que os preços refletem todas as variáveis disponíveis, e nenhum investidor seria capaz de obter rendimentos acima da média de mercado. Observações empíricas, no entanto, tendem a confirmar que o mercado não age de forma eficiente.

  • Mercado Financeiro

    É o mercado voltado para a transferência de recursos entre os agentes econômicos. No mercado financeiro, são efetuadas transações com títulos de prazos médio, longo e indeterminado, geralmente dirigidas ao financiamento dos capitais de giro e fixo.

  • Mercado Fracionário

    No mercado fracionário são negociadas partes fracionárias (ou frações) de um lote de ações. Difere do mercado integral, onde são negociados lotes inteiros ou integrais de ações. Embora as cotações no mercado fracionário sigam, de forma geral, as cotações do mercado integral, a diferença em termos de liquidez entre os dois mercados pode levar a cotações diferentes para uma mesma ação.

  • Mercado Futuro

    O mercado futuro é normalmente centrado em uma bolsa de valores ou de mercadorias, tendo como objetivo principal prover instrumentos financeiros que permitam a compradores e vendedores proteger-se de oscilações de preços. O mecanismo básico é a negociação de títulos ou mercadorias, a preços determinados, para uma data futura, exigindo-se garantias dos vendedores e compradores.

  • Mercado Primário

    A colocação de ações ou outros títulos (ou seja, novas emissões) ocorre dentro de um determinado intervalo de tempo, no qual os agentes de colocação (bancos, corretoras, etc.) vendem os títulos comprados junto ao emissor (empresas, bancos, governos) para investidores. Este mecanismo é denominado mercado primário e tem como principal objetivo levantar novos recursos para o emissor, recursos estes que podem ser utilizados para o financiamento de projetos de expansão, para abater dívidas existentes ou para reforçar a posição de caixa do emissor.

  • Mercado Secundário

    Após uma nova emissão ser colocada (ou vendida) para uma série de investidores, inicia-se o mercado secundário, no qual estes e outros investidores e instituições financeiras tem o direito de negociar os títulos emitidos. O mercado secundário continua sendo o canal de negociação até o vencimento do título (no caso de títulos de renda fixa, futuros e opções), ou durante todo o período no qual uma ação continua sendo negociada.

  • Mercado Spot

    O termo spot é usado nas bolsas de mercadorias para se referir a negócios realizados com pagamento à vista e pronta entrega da mercadoria, em oposição ao mercado a futuro ou a termo. A entrega, aqui, não significa entrega física, mas sim a entrega de determinado montante de dinheiro correspondente à quantidade de mercadoria negociada.

  • Mercadoria

    Produto não financeiro, de origem agrícola, mineral e ambiental, objeto de negociação na BM&FBOVESPA.

  • Merchandising

    Termo que vem do inglês e consiste em uma forma de anunciar o produto e/ou serviço através do uso de amostragem direta ao consumidor em estandes.

  • Mercosul

    Bloco econômico formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Dentre os objetivos do Mercosul destacam-se:<ul> <li>criação de um mercado comum para livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos; <li>adoção de uma política externa comum; <li>coordenação de políticas macroeconômicas e setoriais; <li>harmonização das legislações nacionais de forma a facilitar a integração.</ul>

  • MERCOSUL – Mercado do Cone Sul

    União aduaneira, criada em 26 de março de 1991, com a assinatura do Tratado de Assunção por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A Venezuela aderiu ao grupo em julho de 2006.

  • Merval Argentina

    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira teórica de ações negociadas na Bolsa de Comercio de Buenos Aires. Atualmente, o Merval é formado por uma carteira de 32 ações, escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez. A Bolsa de Buenos Aires divulga também o índice Merval Argentina, que reflete a rentabilidade apenas de empresas argentinas, permitindo que cada ação tenha no máximo uma participação de 20% do índice.

  • Michigan Sentiment Index

    A Universidade de Michigan divulga quinzenalmente pesquisa sobre a confiança do consumidor em relação à economia norte-americana. A pesquisa é realizada em duas etapas, avaliando a situação atual da economia e as perspectivas futuras para economia dos EUA.

  • Microempresa

    Segundo o Sebrae, inclui todas as organizações e empresas que têm entre 1 e 19 empregados e faturamento anual de até R$ 120 mil.

  • Middle Market

    Segmento de mercado associado a empresas consideradas médias. Não há uma padronização oficial para essa classificação. Por vezes, refere-se à faixa de mercado na qual se situam as empresas com faturamento anual entre US$ 30 milhões e US$ 150 milhões, mas o intervalo pode ser diferente, de R$ 8 milhões a R$ 300 milhões, por exemplo.

  • Mínimo

    É o valor mínimo negociado no dia da ação.

  • Minuta da reunião do FOMC

    O Federal Reserve divulga mensalmente minuta da reunião do Federal Open Market Comittee, ou FOMC, anterior à discussão do colegiado na semana em questão, ou seja, os membros do Fed divulgam o relatório da reunião anterior na mesma semana da reunião do mês em questão. Esta minuta descreve os motivos que levaram o colegiado a mudar ou não a taxa de juros básica da economia norte-americana, a Fed Funds rate.

  • Modelo de Gestão

    Termo usado para determinar as atividades executadas de forma regular e com o objetivo de administrar uma empresa, de acordo com os padrões de trabalho estabelecidos. Também podem ser usados os termos: processos, métodos ou metodologia de gestão.

  • Moeda estrangeira

    Moeda estrangeira que é objeto de operações de câmbio.

  • Momento (MOM)

    Indicador de análise técnica que é usado no estudo da tendência de ações no curto prazo. O momento é um indicador que mede a aceleração e a desaceleração dos preços de uma ação. O indicador é calculado como a diferença entre o fechamento da ação entre dois períodos determinados. Supõe-se que o momento antecipa o comportamento dos preços em fases de mudança de mercado. Quando o mercado atinge um pico, o momento sobe repentinamente e então cai. Similarmente, quando o mercado atinge um fundo, o momento cai repentinamente e então sobe.

  • Moratória

    De acordo com a definição do Direito Comercial, o termo pode ser usado para determinar a prorrogação de prazo solicitado pelo devedor, também podendo ser concedida pelo credor para pagamento de uma dívida. Difere da concordata pelo seu caráter não judicial.

  • Movimentação de ativos

    Depósito de ativos, retirada de ativos, transferência e entrega de ativos junto à central depositária.

  • MPE

    Sigla usada para denominar Micro e Pequenas Empresas.

  • MSCI

    O MSCI (Morgan Stanley Capital International) é o nome de um dos principais índices de ações acompanhados pelos investidores estrangeiros. Considera as principais ações de diversos países, e geralmente limita quais serão acompanhadas ou não internacionalmente. Mais de 6.000 papéis diferentes fazem parte do índice, revisado trimestralmente, com inclusões e exclusões capazes de impulsionar ou derrubar um ativo no curto prazo.

  • Multa

    Valor devido por participante à BM&FBOVESPA a título de penalidade pelo descumprimento de qualquer obrigação ou regra estabelecida pela BM&FBOVESPA.

  • Multa por atraso

    Prevista por lei, ela é cobrada sempre que uma fatura for paga com atraso não podendo, segundo estabelece o CDC (Código de Defesa do Consumidor), superar 2% do valor da fatura.

  • Mutualismo

    Princípio que constitui a base de toda operação de seguro e previdência, relativa à formação de uma massa econômica a partir de pequenas contribuições de um grupo de pessoas com interesses comuns, com o objetivo de atender às eventuais necessidades de alguns componentes desse mesmo grupo.

  • NAFTA

    Sigla em inglês para North Atlantic Free Trade Agreement. Designa o tratado de área de livre comércio entre os Estados Unidos, Canadá e México, e que prevê a eliminação de tarifas alfandegárias entre esses países por um período de 15 anos.

  • NASDAQ (National Association of Security Dealers Automated Quotation System)

    Principal instituição norte-americana operando no mercado de balcão. Neste tipo de mercado os títulos são negociados por meio de pregão eletrônico e não por meio do pregão ao vivo. Recentemente, a NASDAQ uniu-se à American Stock Exchange (AMEX), formando o Nasdaq-Amex Market Group. Muitas das principais empresas negociadas na NASDAQ são ligadas aos setores de alta tecnologia, tais como Microsoft, Intel, Dell Computer, Amazon.com e Yahoo!.

  • NASDAQ 100 Index

    Um dos índices utilizados nas negociações da NASDAQ. Lançado em 1985, este índice inclui 100 das maiores empresas não financeiras (baseado em valor de mercado), norte-americanas e estrangeiras listadas na NASDAQ. Assim como o índice NASDAQ Composite, este índice também utiliza uma média ponderada. O NASDAQ-100 começou com uma base de 250 no dia 31 de janeiro de 1985, mas foi alterado em 1 de janeiro de 1994 através da divisão por uma fator de 2 para 125.

  • NASDAQ Composite Index

    Principal índice utilizado nas negociações da NASDAQ, esse índice exprime a variação média diária das cotações de todas as empresas, incluindo empresas não norte-americanas, listadas no NASDAQ. Assim, o índice é construído usando a média ponderada (de acordo com a valor de mercado) das cotações de mais de 3.400 ações. O índice Nasdaq Composite tem como base igual a 100 o dia 5 de fevereiro de 1971.

  • Negócios

    Termo que determina a quantidade de negócios realizados com uma determinada ação em um dia de negociação.

  • New Home Sales

    O US Census Bureau do Departamento de Comércio dos EUA divulga pesquisa mensal contendo dados referentes ao número de casas novas, construídas pela iniciativa privada, vendidas ou postas à venda naquele período. Esse indicador é importante, pois retrata as condições do setor imobiliário na economia norte-americana.

  • New York Empire State

    O Federal Reserve Bank of New York divulga mensalmente índice referente ao nível de atividade manufatureira na região. As indústrias locais respondem um questionário com os principais índices econômicos e as perspectivas futuras para o cenário econômico dos EUA nos próximos seis meses.

  • Nikkei 225

    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira de ações negociadas na Bolsa de Tóquio. O índice Nikkei 225 é o índice mais usado pelo mercado para avaliar o desempenho das ações japonesas.

  • Nível 1 (N1) de Governança Corporativa

    Visando melhorar as práticas de governança corporativa do mercado e permitir uma maior diferenciação das empresas que seguem estas práticas, a Bovespa criou níveis diferenciados de governança corporativa. O nível mais básico desta classificação é o Nível 1, no qual as companhias se comprometem com melhorias na prestação de informações ao mercado e com a dispersão acionária. As práticas agrupadas no Nível 1 são: Manutenção em circulação de uma parcela mínima de ações, representando 25% do capital; Realização de ofertas públicas de colocação de ações por meio de mecanismos que favoreçam a dispersão do capital; Melhoria nas informações prestadas trimestralmente, entre as quais a exigência de consolidação e de revisão especial; Cumprimento de regras de disclosure em operações envolvendo ativos de emissão da companhia por parte de acionistas controladores ou administradores da empresa; Divulgação de acordos de acionistas e programas de stock options; Disponibilização de um calendário anual de eventos corporativos.

  • Nível 2 (N2) de Governança Corporativa

    Visando melhorar as práticas de governança corporativa do mercado e permitir uma maior diferenciação das empresas que seguem estas práticas, a Bovespa criou níveis diferenciados de governança corporativa. O nível intermediário desta classificação é o Nível 2, no qual as companhias se comprometem a aceitar as obrigações contidas no Nível 1, mais um conjunto maior de práticas de governança e de direitos adicionais para os minoritários. Os critérios de listagem são: Mandato unificado de 1 ano para todo o Conselho de Administração; Disponibilização de balanço anual seguindo as normas do US GAAP ou IAS; Extensão para todos os acionistas detentores de ações ordinárias das mesmas condições obtidas pelos controladores quando da venda do controle da companhia e de, no mínimo, 70% deste valor para os detentores de ações preferenciais; Direito de voto às ações preferenciais em algumas matérias, como transformação, incorporação, cisão e fusão da companhia e aprovação de contratos entre a companhia e empresas do mesmo grupo; Obrigatoriedade de realização de uma oferta de compra de todas as ações em circulação, pelo valor econômico, nas hipóteses de fechamento do capital ou cancelamento do registro de negociação neste Nível; Adesão à Câmara de Arbitragem para resolução de conflitos societários.

  • Nonfarm Payrolls

    O Departamento de Trabalho dos EUA divulga mensalmente o número de postos de trabalho criados na economia norte-americana no período analisado, com exceção dos setores de agricultura e pecuária. A instituição realiza uma ampla pesquisa, entrevistando cerca de 375 mil empresas por mês. Esse índice é bastante acompanhado no mercado, em geral até mesmo mais do que a própria taxa de desemprego, ou unemploymente rate, pois mostra de forma bastante dinâmica a situação do mercado de trabalho.

  • Nota de Corretagem

    Documento que a sociedade corretora apresenta ao seu cliente, registrando a operação realizada, com indicação da espécie, da quantidade de títulos, do preço, da data do pregão, do valor da negociação, da corretagem cobrada e dos emolumentos devidos.

  • Nota Fiscal

    Impresso em papel timbrado e com numeração tipográfica seqüencial que é exigido pelas leis fiscais. A nota fiscal deve relacionar o objeto da venda e seu preço, sendo obrigação do comerciante entrega-la ao comprador da mercadoria.

  • Nota Promissória

    Termo que denomina um título assinado por uma empresa (ou indivíduo) declarando ter emprestado de outra empresa (ou indivíduo) uma certa quantia. Bastante comum entre empresas, que muitas vezes antecipam o recebimento de recursos através da troca das promissórias por um empréstimo ao banco. Como as notas promissórias funcionam como garantia, podendo ser executadas pelo banco em caso de atraso no pagamento, a empresa paga juros mais baixos pela antecipação destes recursos.

  • Nota Técnica Atuarial

    Nome dado ao documento que descreve as atividades assim como todos os aspectos técnicos referentes a um determinado plano de previdência e que estão previstos no regulamento do plano. Trata-se de um demonstrativo do cálculo atuarial feito para controle da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

  • Notas Explicativas

    Comentário incluído nas demonstrações financeiras de uma empresa, que visa explicar mais detalhadamente as atividades operacionais e a situação contábil da empresa.

  • Novo Mercado

    O Novo Mercado é um segmento de listagem criado pela Bovespa que diferencia a negociação de ações emitidas por empresas que se comprometem com a adoção de práticas de governança corporativa e abertura de informações adicionais em relação ao que é exigido pela legislação. Para uma empresa entrar no Novo Mercado, ela precisa aderir a um conjunto de regras societárias, conhecidas como boas práticas de governança corporativa, que são muito mais rígidas do que as determinadas pela legislação brasileira. Este conjunto de regras amplia os direitos dos acionistas, melhora a qualidade das informações usualmente prestadas pelas companhias e, ao determinar a resolução dos conflitos por meio de uma Câmara de Arbitragem, oferece aos investidores a segurança de uma alternativa mais ágil e especializada. Para medir a performance das ações que participam deste segmento de listagem, a Bovespa criou o IGC – Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada, que inclui tanto as empresas que aderiram às regras do Novo Mercado, como também aquelas que fazem parte dos Níveis 1 e 2 de Governança Corporativa, que são intermediários entre os padrões que constam da legislação brasileira e aqueles do Novo Mercado.

  • NPV

    Sigla que vem do inglês e significa “Net Present Value”. Usado na análise de investimentos, o valor presente líquido (ou VPL) é calculado como sendo a diferença entre o valor inicial investido no projeto e o valor presente dos fluxos de caixa projetados deste mesmo projeto. É também conhecido como valor atual líquido. Um projeto cujo VPL é negativo, normalmente deve ser rejeitado.

  • NTN – Notas do Tesouro Nacional

    Trata-se de títulos de financiamento da dívida do Tesouro que são pós-fixados e possuem várias séries, cada qual com um índice de atualização próprio (IGP-M, dólar, TR, etc).

  • NTN-B – Notas do Tesouro Nacional Série B

    Títulos de renda-fixa emitidos pelo Tesouro Nacional, com rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos quando da emissão, em porcentagem ao ano, calculada sobre o valor nominal atualizado. Já o pagamento de juros é feito semestralmente, com ajuste do prazo no primeiro período de fluência, quando couber.

  • NTN-C – Notas do Tesouro Nacional Série C

    Títulos de renda-fixa emitidos pelo Tesouro Nacional, com rentabilidade vinculada à variação do IGP-M, acrescida de juros definidos quando da emissão, em porcentagem ao ano, calculada sobre o valor nominal atualizado. Já o pagamento de juros é feito semestralmente, com ajuste do prazo no primeiro período de fluência, quando couber.

  • NTN-D – Notas do Tesouro Nacional Série D

    Títulos de renda-fixa emitidos pelo Tesouro Nacional, com fator de remuneração pós-fixada resultante da variação da cotação de venda do dólar no mercado de câmbio de taxas livres. A taxa de juro é definida quando da emissão, em porcentagem ao ano, calculada sobre o valor nominal atualizado. Já o pagamento de juros é feito semestralmente, com ajuste do prazo no primeiro período de fluência, quando couber. O primeiro cupom de juros a ser pago contemplará a taxa integral definida para 6 meses, independentemente da data de emissão do título.

  • NTN-H – Notas do Tesouro Nacional Série H

    Títulos de renda-fixa emitidos pelo Tesouro Nacional com remuneração determinada pela variação da TR desde a emissão até o resgate.

  • Número do Cartão

    No Brasil os cartões de crédito têm 16 dígitos. Esse número é impresso no cartão e identifica a administradora a que pertence, assim como a conta onde as operações serão lançadas e a titularidade. Em todo o mundo, não existem dois cartões com números iguais.

  • Oferta de Direitos

    Oferta feita por uma empresa a seus acionistas, dando-lhes a oportunidade de comprar novas ações a um preço determinado, em geral abaixo do preço corrente do mercado, e dentro de um prazo relativamente curto.

  • Oferta Pública

    Termo que denomina emissões de títulos públicos realizadas pelo Tesouro Nacional e pelo Banco Central através de leilão eletrônico e que podem ser realizadas com títulos registrados na Selic e na Cetip.

  • Oferta Pública de Compra

    Proposta de compra, por um determinado preço, de um lote específico de ações. Grande parte destas operações é lançada pelas próprias empresas ou por seus acionistas, visando recomprar ações que estão no mercado para colocá-las em tesouraria ou cancelá-las posteriormente.

  • Oferta Pública de Venda

    Proposta de colocação de um determinado lote de ações de uma empresa. A empresa pode colocar um lote já existente (oferta secundária) ou um novo lote (oferta primária).

  • OMC – Organização Mundial de Comércio

    Com sede em Genebra, trata-se de um organismo cujo objetivo é ajudar no fomento do comércio internacional, através da assinatura de acordos comerciais entre os vários países participantes. As decisões são tomadas em conferências ministeriais, que são organizadas ao menos uma vez a cada dois anos.

  • On Balance Volume (OBV)

    O OBV é um indicador técnico, baseado nos volumes negociados que tenta capturar a pressões de compra e venda do mercado. Quando o OBV está se dirigindo na direção oposta do preço da ação isto indica uma mudança de tendência. A seguir mostramos como utilizá-lo para análise: OBV = SUM [(Preço – Preço a)/|Preço – Preço a|* V/100], onde: Preço = Preço período atual; Preço a = Preço período anterior;|Preço – Preço a| = valor absoluto; V = Volume período atual.

  • ONG- Organização não-governamental

    Também conhecidas como Terceiro Setor, as ONGs são instituições não governamentais, domésticas ou internacionais, constituídas por associação de voluntários e com objetivos variados.

  • Opção

    Direito de comprar ou vender um montante de um determinado ativo a um preço pré-estabelecido dentro de um determinando período de tempo. No lançamento da opção este direito é vendido por um prêmio, que é recebido pelo vendedor.

  • Opção de Compra

    Uma opção de compra dá o direito ao titular da opção de comprar uma quantia de um determinado ativo a um preço pré-estabelecido (o preço de exercício) dentro de um determinando período de tempo (o prazo de vigência da opção). Também denominado como call, termo que vem do inglês.

  • Opção de Swap

    O investidor que compra essa opção adquire o direito de fazer um swap numa data específica.

  • Opção de Venda

    Uma opção de venda dá o direito ao titular da opção de vender um montante de um determinado ativo a um preço pré-estabelecido (o preço de exercício) dentro de um determinando período de tempo (o prazo de vigência da opção).

  • Opção do tipo Americano

    Opção que pode ser exercida em qualquer data até a data de exercício (ou “expiration date”), contrastando com as opções do estilo europeu, que podem ser exercidas somente na data de exercício.

  • Opção do tipo Europeu

    Opção que somente pode ser exercida na data de exercício (ou “expiration date”), contrastando com as opções do tipo Americano, que podem ser exercidas em qualquer dia até a data de exercício.

  • Operação

    Todo e qualquer negócio envolvendo ativos, derivativos, moeda estrangeira e mercadorias realizado ou registrado na BM&FBOVESPA que implique em assunção de obrigações.

  • Operação compromissada

    Operação de compra ou de venda de um ativo, cumulada com compromisso de revenda ou de recompra do mesmo ativo.

  • Operação compromissada dirigida

    operação compromissada, que integra o serviço de empréstimo da BM&FBOVESPA, na qual é negociada quantidade definida de determinado ativo.

  • Operação de Câmbio

    Especifica a negociação de moeda estrangeira através da troca da moeda de um país pela do outro. O termo operação de Câmbio Flutuante significa que a conversão das moedas é feita com base nos valores estabelecidos no mercado flutuante. Por sua vez, o termo operação de Câmbio Paralelo significa que a conversão das moedas é feita com base nos valores estabelecidos no mercado paralelo.

  • Operação de câmbio

    Operação de compra e venda de moedas estrangeiras.

  • Operação de Financiamento

    Termo usado no mercado acionário que caracteriza uma operação envolvendo a compra de ação no mercado à vista, e venda imediata desses mesmos ativos em um dos mercados a prazo.

  • Operação definitiva

    Operação de compra e venda de um ativo, inclusive as compreendidas em uma operação compromissada.

  • Operações de Crédito

    Conta de ativo do balanço patrimonial de uma instituição financeira, que representa a soma de todas as operações de empréstimo realizadas pela instituição deduzidas da reserva para empréstimos duvidosos. As operações de arrendamento mercantil e de outros créditos são classificadas separadamente.

  • Ordem

    Instrução dada por um cliente a uma corretora de valores, para a execução de compra, ou venda, de valores mobiliários (ações, títulos de renda fixa, opções, etc.).

  • Ordem a Mercado

    Ordem na qual o cliente especifica somente qual a quantidade a ser negociada de um valor mobiliário. Dado que a ordem deve ser efetuada no momento de seu recebimento, o preço será determinado de acordo com o preço de mercado no momento da execução.

  • Ordem Casada

    Duas ou mais ordens que só podem ser efetivadas quando ambas (ou todas) puderem ser executadas. Usando duas ordens como exemplo, a ordem de compra de um ativo somente poderá ser executada a partir do memento em que a ordem de venda de um outro ativo seja completada.

  • Ordem de entrega por liquidação física

    Documento encaminhado pela câmara ao participante de negociação pleno responsável pelo comitente comprador e ao depositário do agronegócio onde a mercadoria encontra-se armazenada, que atesta a transferência da titularidade da mercadoria ao comitente comprador, momento em que este pode retirar a mercadoria no depositário do agronegócio indicado pelo comitente vendedor.

  • Ordem de Financiamento

    Caracteriza uma ordem de compra de um valor mobiliário em um mercado seguida da venda simultânea do mesmo valor mobiliário com prazo de vencimento distinto. Através do casamento das duas operações o investidor consegue financiar a compra de um título com a venda de outro.

  • Ordem Discricionária

    Ordem no qual o administrador de recursos (a pessoa física ou jurídica que administra uma carteira de ativos) estabelece as condições de execução da ordem, sem a necessidade de consultar o investidor.

  • Ordem do dia

    Refere-se ao período de uma sessão ordinária ou extraordinária da Câmara dos Deputados ou Senado que é dedicado à apreciação de proposições em pauta. Nas sextas-feiras, tem início às 11h00, enquanto nos demais dias começa às 16h00.

  • Ordem Limitada

    Termo usado no mercado financeiro que determina uma ordem de venda que somente pode ser executada a um preço igual, ou melhor, do que o especificado pelo investidor.

  • Ordem On-Stop

    Termo usado no mercado acionário que se refere a um tipo de ordem em que o investidor determina o preço mínimo pelo qual a ordem de compra ou venda deve ser executada.

  • Oscilação

    Termo usado para analisar o desempenho (variação positiva ou negativa) observada na cotação de um ativo em um determinado período de tempo.

  • OTAN

    Sigla para Organização do Tratado do Atlântico Norte. Composta pelos 19 países de maior força militar e econômica do mundo, a OTAN é responsável pela análise e discussão dos vários embates internacionais. Fazem parte da OTAN: Bélgica, Canadá, República Tcheca, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Holanda, Portugal, Espanha, Turquia, Inglaterra e Estados Unidos.

  • Otimização de Carteira (ou Portfólio)

    Descreve o processo pelo qual um investidor (ou administrador de recursos) altera uma carteira de investimento com o objetivo de reduzir os riscos para uma rentabilidade esperada. Por exemplo, para uma dada rentabilidade (ex. 30%) o administrador aloca os ativos na carteira de forma que a rentabilidade esperada seja atingida com o mínimo de risco.

  • Outsourcing

    Termo que vem do inglês e significa terceirização, que é a forma de transferir para outras empresas a realização de tarefas e/ou serviços, ou a fabricação de produtos dos quais uma empresa necessita

  • Overweight

    Recomendação positiva dos analistas de mercado para uma ação. Significa que, se uma ação está incluída no Ibovespa com peso de 1%, por exemplo, o investidor deveria comprar um percentual maior do que esse para incluir em sua carteira, já que o potencial de valorização seria atraente.

  • Pagamento

    Transferência de recursos financeiros com a finalidade de cumprir obrigações relativas às operações.

  • Parâmetros Técnicos

    Determina a taxa de juros, índice de atualização de valores e, dependendo do caso, a tábua biométrica.

  • Parcelado Emissor

    Forma de financiamento no qual o parcelamento é contratado entre administradora e portador do cartão, e o estabelecimento comercial recebe suas vendas à vista. Os encargos correrão por conta do titular do cartão e o parcelamento pode ser feito em até 12 vezes.

  • Parcelado Lojista

    Forma de parcelamento entre portador do cartão e o estabelecimento comercial, que recebe o valor da transação em parcelas mensais. De sua parte o portador não tem que arcar com encargos, ou juros. Vale notar que este parcelamento depende de acordo prévio entre o estabelecimento e a empresa-bandeira do cartão. Dependendo do acordo estabelecido, o parcelamento pode ser feito em até 12 vezes, sem juros.

  • Parcerias

    Por parcerias entendemos as empresas que atuam em outras áreas, mas que fazem acordos com os emissores de cartão para oferecer cartões com a sua marca, para tanto os parceiros precisam oferecer algum tipo de facilidade/diferencial, seja na forma de produto ou serviço. Dentre as empresas que em geral atuam como parceiros podemos citar: redes varejistas (ex. Pão de Açúcar), companhias aéreas e automobilísticas (ex. Fiat), entidades beneficentes (ex. Instituto Ayrton Senna), etc.

  • Participante

    Termo usado para se referir aos associados, segurados ou beneficiários de um plano de previdência.

  • Participante

    Pessoa física, pessoa jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo com autorização de acesso ou com cadastro, inclusive comitente, que segue regras de acesso ou de cadastro estabelecidas em regulamento específico da BM&FBOVESPA.

  • Participante autorizado

    Pessoa jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo com autorização de acesso outorgada pelo Conselho de Administração da BM&FBOVESPA, nos termos de seu estatuto social e da regulamentação em vigor, que segue regras de acesso estabelecidas pela BM&FBOVESPA em regulamento específico, sendo considerados como participantes autorizados: (i) participante de negociação pleno; (ii) participante de negociação; (iii) membro de compensação; (iv) participante de liquidação; (v) agente de custódia; e (vi) participante de registro.

  • Participante cadastrado

    Pessoa física, jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo, que segue procedimentos, fluxos e regras de cadastro, sendo considerados como participantes cadastrados: (i) emissor; (ii) escriturador; (iii) liquidante; (iv) despositário do agronegócio; (v) depositário de ouro; (vi) fundidor de ouro; (vii) participante Selic; (viii) banco correspondente. (ix) banco emissor de garantias; (x) supervisora de qualidade de produtos agrícolas; (xi) comitente; e (xii) outros estabelecidos no manual de acesso da BM&FBOVESAPA.

  • Participante de liquidação

    Participante detentor de autorização de acesso para atuar no processo de compensação e liquidação, sem acesso direto aos ambientes de negociação administrados pela BM&FBOVESPA, assumindo, via repasse, a responsabilidade pelas posições e liquidação de operações próprias ou de seus clientes.

  • Participante de negociação

    Participante detentor de autorização de acesso para a intermediação de operações de comitentes e para a realização de operações próprias, acessando o ambiente de negociação por meio de um participante de negociação pleno e liquidando suas obrigações por meio e sob a responsabilidade de um participante de negociação pleno e um membro de compensação.

  • Participante de negociação pleno

    Participante detentor de autorização de acesso para negociação, de acordo com as regras e procedimentos de acesso específicos da BM&FBOVESPA.

  • Participante de registro

    Participante detentor de autorização de acesso para registro de ativos e operações em ambiente de registro, de acordo com as regras e procedimentos de acesso específicos da BM&FBOVESPA.

  • Participante-destino

    Participante de negociação pleno ou participante de liquidação que recebe uma operação via repasse realizado pelo participante-origem.

  • Participante-origem

    (i) participante de negociação pleno que realiza a operação nos ambientes de negociação ou registra a operação em sistemas de registro administrados pela BM&FBOVESPA, por conta e ordem de comitente, de outro participante de negociação pleno ou de um participante de liquidação; ou (ii) participante de negociação pleno ou participante de liquidação que tenha recebido uma operação via repasse.

  • Passivo Oneroso

    Conceito utilizado somente para instituições financeiras e que engloba a soma de todos passivos que acarretam uma despesa financeira para a instituição. O custo financeiro total desses passivos reflete a despesa de intermediação financeira, e está incluído na receita bruta de intermediação financeira.

  • PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador

    O PAT tem por finalidade auxiliar na alimentação dos trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos. O empregador tem o direito de descontar até 20% do salário do empregado a título de alimentação.

  • Patrimônio especial

    Patrimônio destacado pela BM&FBOVESPA, nos termos da legislação em vigor, para garantir exclusivamente o cumprimento de obrigações decorrentes de operações aceitas pela câmara.

  • Patrimônio Líquido

    Um dos componentes do balanço patrimonial de uma empresa, o patrimônio líquido ou valor patrimonial reflete a soma do capital social realizado, reservas de capital, reservas de reavaliação, reservas de lucro e lucro ou prejuízo acumulados período. O total de ativos de uma empresa equivale à soma de todos os seus passivos mais seu patrimônio líquido.

  • PEA

    Sigla usada para determinar a população economicamente ativa do país, ou seja, a parcela da população que tem condições de trabalhar. No caso do Brasil, estima-se que a PEA seja de mais de 90 milhões de pessoas.

  • Penhora on-line

    Nome dado ao convênio firmado entre o Tribunal Superior do Trabalho e o Banco Central para que juizes de primeira instância que presidem processos de execução obtenham informações sobre existência de contas correntes e aplicações financeiras de executados pelas cortes trabalhistas. O objetivo da penhora on-line é possibilitar o bloqueio dos valores destas contas para garantir o pagamento dos valores devidos.

  • Pequena Empresa

    Segundo a definição do Sebrae esta denominação deve ser usada para definir as empresas/organizações que têm entre 20 e 99 empregados e faturamento anual entre R$ 120 mil e R$ 1,2 milhão.

  • Perfil de Risco

    Termo usado para determinar qual a disposição que um investidor tem em correr riscos na hora de investir seu dinheiro. Em geral são usados três perfis de risco para determinar um investidor: conservador, moderado e agressivo.

  • Performance, Taxa de

    Do inglês significa desempenho. Alguns fundos de investimento cobram uma taxa adicional no caso de a rentabilidade do fundo ser superior a algum objetivo pré-especificado.

  • Período de carência

    Nos casos de transferência de saldo de cartão refere-se ao período no qual o emissor oferece uma taxa mais atrativa ao portador do cartão para que este consiga quitar a sua dívida.

  • Período de Diferimento

    Ao contrário do que ocorre na maioria das aplicações financeiras, nos planos de previdência privada o investidor não paga o imposto de renda na fonte. Ao invés disso, o pagamento de imposto (que é calculado com base na tabela progressiva de IR) é diferido, ou seja, postergado até o momento de resgate dos benefícios. Portanto, o período de diferimento se refere ao tempo entre o início das contribuições ao plano e a data de resgate dos benefícios.

  • Período Médio de Cobrança

    Indicador usado em análise financeira, que reflete o tempo necessário para que uma empresa cobre uma conta que tem para receber. Este indicador ajuda a avaliar a política de crédito e cobrança de uma empresa. Por exemplo, se a empresa concede crédito de 30 dias a seus clientes, um período médio de 60 dias indica um departamento de cobrança mal gerido. Em geral empresas do mesmo setor devem apresentar uma política similar.

  • Período Médio de Pagamento

    Indicador usado em análise financeira, que reflete o tempo médio necessário para uma empresa quitar suas contas a pagar. Este indicador é usado na avaliação da capacidade da empresa honrar seus compromissos.

  • Personal Income

    O Bureau of Economic Analysis do Departamento do Comércio dos EUA divulga mensalmente pesquisa sobre a renda individual dos cidadãos norte-americanos, e leva em consideração os salários, rendas de aluguel, auxílio-governamental e renda financeira. Vale ressaltar que o valor do nível de renda pode ser utilizado como termômetro do poder de compra dos consumidores, e consequentemente, da situação da atividade econômica local.

  • Personal Spending

    O Bureau of Economic Analysis do Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente pesquisa sobre gastos dos consumidores norte-americanos num período pré-determinado. Esse índice é anunciado simultaneamente ao resultado do indicador Personal Income, e serve como importante indicativo do ritmo de atividade econômica nos EUA.

  • Pesquisa de Mercado

    Termo usado para definir o processo de coleta e análise de informações que uma empresa conduz com o objetivo de entender melhor um determinado mercado para o lançamento de novos produtos. A pesquisa de mercado pode incluir a análise de variáveis quantitativas e/ou qualitativas.

  • PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre

    Trata-se de um dos planos de previdência complementar existentes no país. O PGBL ao invés de garantir uma rentabilidade mínima como acontece nos planos tradicionais, oferece a você 100% dos ganhos que o fundo onde os recursos são alocados obtiver no período. Existem basicamente três tipos de PGBL de acordo com o risco e volume aplicado em ações. Todos os investimentos são dedutíveis da base de cálculo do IR até o limite de 12% da renda bruta e o tributo incide sobre total do valor acumulado. As taxas de carregamento variam entre 0% e 3,5%. Ao aplicar em um PGBL o participante estará adquirindo cotas do fundo atrelado ao plano, da mesma forma que ocorre quando aplica num fundo de investimento comum. Os valores das cotas são divulgados diariamente nos jornais de grande circulação

  • Philadelphia Fed Index

    O Federal Reserve da Philadelphia divulga mensalmente resultado da pesquisa sobre o nível de atividade industrial na sua região de atuação, que inclui o leste do estado da Pennsylvania, o sul de New Jersey e o estado de Delaware, compondo o terceiro distrito do Federal Reserve System dos Estados Unidos. Um índice Philadelphia Fed Index igual a zero pode sinalizar estagnação da economia local, enquanto um resultado positivo indica expansão da atividade industrial e vice-versa.

  • PIB

    Sigla que significa Produto Interno Bruto. Ver definição em Produto interno bruto.

  • PIS/PASEP – Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público

    O PIS/PASEP é uma contribuição devida pelas empresas, que tem como objetivo sustentar um fundo responsável pelo pagamento do seguro-desemprego e do abono anual. A base de cálculo do PIS/PASEP é o faturamento mensal ou folha de pagamento da empresa.

  • Planejamento Estratégico

    Um dos componentes do balanço patrimonial de uma empresa, o patrimônio líquido ou valor patrimonial reflete a soma do capital social realizado, reservas de capital, reservas de reavaliação, reservas de lucro e lucro ou prejuízo acumulados período. O total

  • Plano de Negócios

    Documento que contém detalhes dos produtos ou serviços, mercados, estratégia futura e currículos dos principais executivos da empresa. O documento deve ajudar tanto os investidores potenciais, quanto os credores da empresa, a entender, entre outros: o que a empresa faz e quais são os objetivos a serem alcançados, o diferencial da empresa frente aos competidores, prazo em que pretende alcançar os objetivos/metas estabelecidos, quais são as projeções financeiras do negócio, quais são os recursos necessários para viabilizar o negócio e muitas outras perguntas relevantes.

  • Política de Investimento

    Descreve um grupo de regras e metas sobre a forma como recursos (ou ativos de uma carteira de investimentos) devem ser administrados. Em geral, nos prospectos dos fundos é possível encontrar qual a política de investimento que o gestor do fundo adota ao administrar os recursos do fundo. Outra denominação possível é “estratégia de investimento”.

  • Política Fiscal

    Política de arrecadação e despesas do governo, que engloba a carga tributária tanto sobre pessoas físicas como empresas, assim como a definição dos gastos do governo com base no montante de tributos arrecadado. Em geral, a política fiscal adotada por um governo acaba repercutindo em sua política monetária, visto que se as despesas do governo superarem as receitas de arrecadação, então o governo se encontra em uma situação de déficit. Em geral este tipo de desequilíbrio leva os investidores a exigirem mais para comprar títulos públicos, o que acaba forçando o Banco Central a elevar a taxa básica de juros usada como referência para o retorno dos títulos públicos.

  • Política Monetária

    Termo que denomina um conjunto de medidas adotadas para controlar a oferta de moeda e crédito e, conseqüentemente, a taxa básica de juro de uma determinada economia. O Banco Central é o responsável pela execução da política monetária do país e, exatamente por isto, sua independência política é importante, pois garante que a política monetária do país não será afetada por interesses políticos. Dentre os instrumentos mais utilizados para a execução da política monetária do país estão os depósitos compulsórios sobre depósitos bancários. Assim sendo, quando o Banco Central quer diminuir o volume de moeda em circulação, em geral aumenta o depósito compulsório dos bancos.

  • Ponto de Equilíbrio

    Termo usado para determinar o nível de vendas necessário para que uma empresa consiga cobrir todos seus custos fixos e variáveis. Na análise de investimentos, reflete o momento exato em que os benefícios igualam os custos acumulados, gerando fluxo de caixa positivo em relação ao investimento efetuado.

  • POP

    O POP, produto lançado em 2007 pela Bovespa, proporciona uma determinada proteção ao capital investido em troca de uma participação nos eventuais ganhos do investimento na ação. Portanto, quando a ação se valoriza suficientemente, o ganho com o POP será inferior ao ganho que o investidor obteria se aplicasse exclusivamente na ação. A cada mês, a Bovespa disponibiliza POPs (de 6 meses e de 1 ano) de cada uma das sete ações mais negociadas do pregão. O POP, formado por uma ação no mercado à vista e suas correspondentes opções de compra e venda no mercado de opções, nasceu da necessidade de se criar um tipo de investimento no mercado de ações que reunisse segurança e a possibilidade de se conseguir um rendimento mais atrativo àquele da renda fixa.

  • Portabilidade

    1. A legislação atual limita a portabilidade aos casos onde o vínculo empregatício cessa, sendo que os recursos poderão ser transferidos para o fundo de outra empresa ou ainda para o segmento aberto. 2. Portabilidade em previdência privada é a transferência da reserva financeira constituída pelo participante em um plano para outro do mesmo tipo. O investidor pode migrar recursos entre dois planos do tipo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), mas não entre um plano PGBL e outro VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). Neste caso, seria preciso sacar todos os recursos e pagar impostos sobre o resgate. Além disso, com relação ao regime de tributação, também existem algumas regras. Por exemplo: uma pessoa pode passar de um PGBL progressivo para outro progressivo ou regressivo. Agora, quem tem um PGBL regressivo, só pode passar para outro regressivo.

  • Portfólio

    Do inglês significa Carteira. Trata-se de um termo utilizado para descrever um grupo de investimentos que o investidor possui, ou que compõe o fundo de investimento. A carteira pode ser composta de vários instrumentos financeiros (ex. ações, títulos de renda fixa etc.)

  • Pós-fixados

    Os títulos pós-fixados funcionam de forma diferente. Quando você investe em um pós-fixado você saberá o quanto irá receber somente no final da aplicação . Isso ocorre porque o rendimento é determinado pela variação de um certo índice mais uma taxa de juros determinada no início. Vamos assumir, por exemplo, um título que rende a variação da inflação pelo IGP-M mais uma taxa de juros pré-determinada (digamos 6%). Se a inflação for 7%, a taxa bruta (excluindo impostos) será de 13%, porém se a inflação for de 9%, a taxa bruta será 15%.

  • Posição

    Saldo em direitos e obrigações relativos aos ativos, derivativos, moeda estrangeira e recursos financeiros em moeda nacional de cada comitente.

  • Posição líquida financiada

    Direito de recebimento de recursos financeiros pelo participante, apurado como resultado da compensação de toda operação de compra e venda atinente a operações compromissadas com lastro genérico, cuja data de liquidação seja a mesma da operação de recompra e revenda.

  • Posição líquida financiadora

    Obrigação de pagamento do participante, apurado como resultado da compensação de toda operação de compra e venda atinente a operações compromissadas com lastro genérico, cuja data de liquidação seja a mesma da operação de recompra e revenda.

  • Poupança

    (1) Parcela da renda nacional ou individual que não é consumida.(2) Termo também é usado para denominar as aplicações em caderneta de poupança, favor ver definição em “caderneta de poupança”.

  • PPI

    O Departamento de Trabalho divulga mensalmente o índice de preços no atacado, medido pelo PPI, responsável pela mensuração dos preços cobrados aos produtores. Esse índice é importante, pois sinaliza a situação dos preços e, conseqüentemente, as condições do mercado de consumo nos EUA.

  • PPP Purchase Power Parity

    Teoria que estabelece que o poder de compra dos diferentes países se mantém constante, sendo que esse equilíbrio é garantido através de ajustes na taxa de câmbio das moedas destes respectivos países.

  • Prazo de Subscrição

    Prazo fixado por uma empresa para que o acionista exerça seu direito de preferência na subscrição de ações de uma emissão.

  • Prazo Médio de Venda (PMV)

    Terminologia usada no mercado imobiliário para designar o número médio de meses que as unidades efetivamente vendidas estiveram ofertadas no mercado. Assim, quando o PMV aumenta isso significa que está mais difícil para efetuar negócios no mercado, e vice-versa.

  • Pré-fixado

    São aqueles cuja remuneração é determinada no momento da aplicação. Assim quando o gerente do seu banco lhe oferece um CDB pré-fixado de 30 dias rendendo 18%, isto significa que você já sabe o quanto receberá dentro de um ano – o valor investido mais juros pelo período (30 dias) em que o dinheiro foi investido. A mais conhecida forma de investimento pré-fixada no Brasil é a caderneta de poupança

  • Preço (Cotação)

    Preço dos títulos, ações, moedas estrangeiras ou mercadorias. O termo é usado principalmente nas bolsas de valores ou de mercadorias.

  • Preço alvo

    Termo usado pelos analistas financeiros em análise de ações. O preço alvo de uma ação é calculado usando metodologia do fluxo de caixa descontado, e é usado para definir o potencial de valorização, ou desvalorização, da ação. Em outras palavras, serve para definir se uma ação está cara ou barata.

  • Preço de Exercício

    Preço no qual uma opção pode ser exercida, ou seja, que o titular poderá comprar ou vender os títulos que são objeto da opção. O preço de exercício é determinado quando a opção (ou uma série de opções) é lançada.

  • Preço de referência

    Valor estabelecido pela câmara para determinado ativo, considerado na administração de risco e na eventual liquidação financeira do dever de entrega do ativo pela câmara.

  • Preço do bem

    É o valor do bem sugerido pela administradora, que servirá de referência para o cálculo das mensalidades dos consorciados e para a fixação do valor do crédito a ser distribuído nas Assembléias de Contemplação. O preço do bem não inclui valores relativos às despesas de transporte, tributos, equipamentos operacionais e outras semelhantes.

  • Preço/FCDPA

    Sigla que denomina o Preço/Fluxo de Caixa Disponível por Ação. Trata-se de um indicador fundamentalista que expressa o valor de mercado da empresa em termos de seu fluxo de caixa disponível. É calculado como valor de mercado dividido pelo fluxo de caixa disponível por ação da empresa. O Fluxo de Caixa Disponível é calculado como sendo lucro líquido mais depreciação e amortização menos despesas de capital e variação do capital circulante.

  • Preço/FCPA

    Sigla que denomina Preço/Fluxo de Caixa por Ação. Trata-se de um indicador fundamentalista que expressa o valor de mercado da empresa em termos de seu fluxo de caixa. É calculado como valor de mercado dividido pelo fluxo de caixa por ação da empresa. O Fluxo de Caixa, por sua vez, é calculado como sendo lucro líquido mais depreciação e amortização.

  • Preço/LPA

    Sigla que denomina Preço/Lucro por Ação. Indicador fundamentalista que expressa o valor de mercado da empresa em termos de seu lucro líquido, que é calculado como valor de mercado dividido pelo lucro líquido por ação da empresa, onde lucro líquido é ajustado para quaisquer despesas ou receitas extraordinárias. O P/LPA também pode ser visto como o número de anos que se levaria para reaver (através da distribuição de lucros) o capital aplicado na compra de uma ação.

  • Preço/RBIF

    Sigla que denomina Preço/Receita Bruta de Intermediação Financeira. Indicador fundamentalista que expressa o valor de mercado de instituições financeiras em termos de sua receita de intermediação financeira. É calculado como valor de mercado dividido pelo receita de intermediação financeira por ação. A receita de intermediação financeira da instituição é definida como o total da receita obtida por uma instituição financeira com suas operações de crédito, arrendamento mercantil, títulos e valores mobiliários, câmbio e aplicações compulsórias.

  • Preço/Receita Bancária

    Indicador fundamentalista que expressa o valor de mercado de uma instituição financeiras em termos de sua receita bancária. É calculado como valor de mercado dividido pelo receita bancária por ação da empresa. A receita bancária equivale a soma de todas as receitas oriundas da atividade bancária da instituição, sendo calculada como a soma da receita bruta de intermediação financeira, receita de prestação de serviços, resultado da equivalência patrimonial e outras receitas operacionais.

  • Preço/ROPA

    Sigla que denomina Preço/Resultado Operacional por Ação. Indicador fundamentalista que expressa o valor de mercado da empresa em termos de seu resultado operacional. É calculado como valor de mercado dividido pelo resultado operacional por ação da empresa.

  • Preço/VPA

    Sigla que denomina Preço/Valor patrimonial por Ação. Indicador fundamentalista que expressa o valor de mercado da empresa em termos de seu patrimônio líquido. É calculado como valor de mercado dividido pelo valor patrimonial por ação da empresa.

  • Pregão

    Intervalo de tempo durante o qual papéis listados em uma bolsa de valores são negociados, diretamente na sala de negociações e/ou pelo sistema de negociação eletrônica.

  • Prêmio

    1. Em investimentos.Termo genérico que denomina o ágio pago acima do valor nominal de um determinado título. 2. Em ações. Na subscrição de ações denomina o ágio pago por ocasião do aumento de capital das empresas. Também usado para denominar o excedente pago aos controladores de uma empresa sobre o preço de suas ações ordinárias quando da aquisição da mesma. Por exemplo, se comprador oferece R$ 10,00 para ações que estão cotadas a R$ 8,00 o prêmio por ação é de R$ 2,00. 3. Em opções. Denomina o preço pelo qual a opção é negociada, sendo que o mesmo é determinado pelo preço corrente, volatilidade do ativo-objeto, preço de exercício, prazo de vencimento da opção e taxa de juro.

  • Prescrição

    Situação em que o a pessoa perde um direito devido ao não exercício do mesmo por um determinado período de tempo.

  • Prestador de Serviço da Franquia

    Pessoa física ou jurídica que mesmo sem ter vínculo empregatício com o franqueado presta serviços relacionados ao franchising como, por exemplo: advogados, arquitetos, engenheiros, consultores etc.

  • Primeira Linha

    Termo usado no mercado financeiro que é usado para descrever as ações mais negociadas da Bolsa de Valores, também conhecidas como blue-chips.

  • Private Equity

    Termo que vem do inglês e denomina uma forma de financiamento alternativa, utilizada por empresas, de médio ou grande porte, para garantir o desenvolvimento e a expansão de suas atividades. As empresas alvo deste investimento temporário, em geral, gozam de taxas significativas de crescimento e nível de risco médio ou baixo. O termo Private Equity pode também descrever os investidores que atuam na aquisição de participações em empresas existentes, de maior porte, e que não requeiram a colaboração direta do investidor na gestão do negócio.

  • Privatização

    Termo que determina o processo através do qual o controle acionário de uma empresa ou instituição financeira pertencente ao Governo é transferido para o setor privado, seja para indivíduos ou empresas. Na oferta pública de ações da Petrobras e Vale do Rio Doce, as ações destas empresas que estavam sob controle do governo foram vendidas para pessoas físicas, que podiam usar recursos próprios ou recursos do FGTS. Em outros casos, a privatização pode ser feita através de um leilão em que os interessados apresentam ofertas pela compra do controle acionário que está com o governo.

  • Processo de admissão

    Procedimento pelo qual se requer à BM&FBOVESPA a outorga de autorização de acesso de acordo com as regras e procedimentos de acesso específicos da BM&FBOVESPA.

  • Productivity and Cost

    O Departamento de Trabalho dos EUA divulga a cada três meses os dados sobre produtividade e custos de mão-de-obra da economia norte-americana em geral, com exceção dos números referentes aos setores de agricultura e pecuária. Esses dados são importantes, pois servem como termômetro de parte dos custos das empresas, que pode afetar a inflação dos EUA.

  • Produtividade

    Termo usado para determinar a eficiência de uma empresa ou organização na utilização de recursos. A produtividade de uma empresa pode ser calculada através da divisão da produção física obtida numa unidade de tempo por um dos fatores de produção (trabalho, bens, capital).

  • Produto Interno Bruto

    Termo que reflete o total de bens e serviços produzidos em um determinado período de tempo em uma determinada região. Em geral, o PIB é calculado trimestralmente ou anualmente. Assim sendo, é possível calcular o PIB de um país, estado ou cidade. A taxa de variação do PIB, por sua vez, indica o crescimento da economia em um determinado período.

  • Programa de Capacitação Tecnológica

    Conjunto de ações e projetos para a qualificação dos profissionais de uma empresa, com a finalidade de permitir a utilização de conhecimentos e informações técnicas que favoreçam o processo de inovação tecnológica da empresa.

  • Programação de entrega

    Documento enviado à câmara que contém a programação definida pelo comitente comprador ou vendedor para entrega e/ou recebimento de mercadoria em determinados contratos derivativos.

  • Projeção de Resultados

    Termo usado para definir as estimativas elaboradas pelo próprio empresário de quanto espera vender, gastar e, conseqüentemente, ganhar nos próximos meses ou anos.

  • Proposição Legislativa

    Refere-se a qualquer matéria sujeita à deliberação da Câmara dos Deputados ou do Senado. Pode ser um projeto de lei ordinária ou complementar, uma emenda, um requerimento etc.

  • Propriedade Intelectual

    Toda espécie de propriedade que provenha de concepção ou produto da inteligência para exprimir um conjunto de direitos que competem ao intelectual (escritor, artista ou inventor) como autor de obra imaginada, elaborada ou inventada.

  • Protecionismo

    Termo usado para denominar uma situação de mercado em que uma empresa não enfrenta competição, pois a entrada de concorrentes no setor em que atua está protegida. Usado para denominar situações em que uma ou poucas empresas dominam um determinado mercado e podem, com isto, determinar de forma desigual os preços, oferta de produtos etc.

  • Proventos

    Termo que denomina os benefícios (dividendos, bonificações, direitos de subscrição, juros sobre capital e outros) distribuídos por uma empresa a seus acionistas.

  • Put

    Termo do inglês usado no mercado de ações que significa opção de venda. Quando um investidor compra uma opção de venda, ele paga um prêmio para adquirir o direito de vender um determinado ativo financeiro por um preço previamente determinado durante o prazo de vigência ou na data de vencimento da opção.

  • PVI – Positive Volume Index

    Criado por Norman Fosback, é um indicador que leva em consideração os pregões em que o volume de um determinado ativo aumentou significativamente em relação ao pregão anterior. Basicamente, ele tenta capturar altas variações de volume que podem estar relacionadas à entrada de capital no ativo, o que pode significar uma possível movimentação de preços.

  • Quantidade

    Termo que define a quantidade, geralmente no lote de padrão (unitário ou mil), de ações negociada no dia.

  • Quantitative Easing (QE)

    Política de relaxamento monetário adotada pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. Consiste em recompra de títulos para injetar liquidez no mercado e em manutenção de taxas de juros em patamares historicamente muito baixos.

  • Quiet period

    Período em que uma empresa com ações em bolsa está impedida de divulgar informações ao mercado.

  • Quorum de Aprovação

    Refere-se ao número mínimo de votos exigidos para que uma determinada matéria seja aprovada na Câmara ou no Senado.

  • Quorum de Deliberação

    Corresponde ao número mínimo de parlamentares que devem estar presentes em uma sessão para que seja deliberada a Ordem do Dia.

  • Quorum de Presença

    Refere-se ao número mínimo de parlamentares exigidos para que uma sessão tenha início ou seja prosseguida.

  • Rating

    Classificação atribuída à qualidade de crédito do emissor. Há basicamente três agências internacionais de classificação de risco mais importantes, a saber: Fitch, Moody´s e Standard & Poor´s, que atribuem notas aos títulos emitidos por uma empresa ou um governo com o intuito de medir a probabilidade de inadimplência – essa nota é o rating.

  • Recall

    Trata-se de uma medida tomada por uma empresa quando é constatado que um produto ou equipamento, já lançado no mercado, pode causar danos ao consumidor. Algumas montadoras de automóveis foram obrigadas a fazer recall de alguns de seus modelos, pois foram detectadas falhas em alguns equipamentos. Nestes casos, a empresa convoca todos os consumidores que adquiriram um destes veículos e efetua a manutenção necessária para maior segurança do consumidor e, é claro, sem nenhum custo adicional.

  • Recebíveis

    Termo usado para denominar todos os ativos que uma empresa tem direito de receber como, por exemplo, notas promissórias.

  • Receita Bancária

    Indicador calculado para instituições financeiras, que representa a soma de todas as receitas oriundas da atividade bancária da instituição, sendo calculada como a soma da receita bruta de intermediação financeira e a receita de serviços.

  • Receita de Intermediação Financeira

    Indicador utilizado para instituições financeiras, que é calculado como sendo o total da receita obtida pela instituição com suas operações de crédito, arrendamento mercantil, títulos e valores mobiliário, câmbio e aplicações compulsórias.

  • Recibo de Subscrição

    Termo que pelo qual é conhecida a documentação, que confirma o direito de subscrição por parte de um investidor. Os recibos podem, inclusive, ser negociados nas Bolsas de Valores.

  • Recompra de Ações

    Programa anunciado por uma empresa que consiste em comprar de volta ações de sua própria emissão que estão em circulação no mercado. Normalmente, o anúncio de recompra de ações acaba sendo bem recebido pelo mercado, já que ele sinaliza que o principal acionista da empresaestá disposto a adquirir papéis no mercado à vista, garantindo uma maior força no lado comprador do ativo, sobretudo em momentos de grande volatilidade. Além disso, a diminuição de ações no mercado aumenta a participação proporcional dos acionistas nos lucros – e, consequentemente, nos dividendos -, embora isso tenha como revés uma diminuição na liquidez do papel.

  • Recursos Administrados

    Termo que denomina o montante de recursos cuja estratégia de investimento está centralizada na figura de um Administrador ou Instituição Financeira. Os recursos administrados podem ser próprios ou de terceiros.

  • Recursos de Terceiros

    1. Gestão de Recursos. Termo bastante usado pelos administradores de recursos para denominar os valores de propriedade de outros indivíduos ou outras instituições. As receitas com a administração de recursos de terceiros são uma parte importante das receitas de serviços dos bancos. 2. Balanço Patrimonial. No que refere ao balanço patrimonial de uma empresa o termo pode ser empregado para denominar as dívidas da empresa, ou seja, os recursos que foram levantados sem a ajuda dos acionistas.

  • Reforma Tributária

    Reestruturação da metodologia de tributação sobre as empresas, com base na racionalização do número de impostos e reorganização das competências e interferências dos impostos entre os Estados, especialmente.

  • Regimento Interno

    Conjunto de normas e regras que definem atribuições e o funcionamento de uma organização.

  • Registro

    Ato de formalização e inscrição de uma operação ou ativo em ambiente de negociação, ambiente de registro e na câmara, bem como de guarda e depósito do ativo em central depositária, no emissor e no escriturador por este contratado.

  • Registro em Bolsa

    Para que uma empresa de capital aberto possa ter suas ações negociadas em Bolsa é preciso que a mesma satisfaça as normas estabelecidas pela Bolsa de Valores em questão. A CVM está estudando a possibilidade de criar três tipos distintos de registro em bolsa, de forma que o grau de informação a ser divulgado deve variar de acordo com o nível do registro.

  • Registro Geral (RG)

    O famoso RG, ou registro geral, é o principal documento de identificação do cidadão e muito útil em todas as situações onde você precisar comprovar a sua identidade.

  • Renda Variável

    Termo usado de forma genérica para denominar todos os títulos cuja remuneração não é discriminada anteriormente, como acontece com os títulos de renda fixa. Sendo assim, a rentabilidade destas aplicações depende das condições de mercado. Dentre os exemplos de títulos desta natureza temos as ações, commodities e os fundos de investimento que aplicam recursos neste tipo de títulos, como os fundos de ações, fundos multimercados com renda variável, fundos setoriais etc.

  • Rentabilidade

    Termo usado para expressar a valorização (ou desvalorização) de um determinado investimento em termos percentuais. Alguns analistas usam o termo retorno ao invés de rentabilidade. Desta forma, um indivíduo tenha feito um investimento de R$ 10 que, após um mês vale R$ 11, registrou uma rentabilidade de 10%. A fórmula de cálculo da rentabilidade é a seguinte: Rentabilidade = ((Preço fim/Preço início)-1)*100, onde: Preço fim: é o preço do ativo financeiro no final do período de cálculo da rentabilidade; Preço início: é o preço do ativo financeiro no momento da aplicação.

  • Repasse

    Procedimento por meio do qual o participante-origem de uma operação e seu respectivo membro de compensação transferem a responsabilidade de sua liquidação, direitos e obrigações, administração de risco e posições derivados da operação para o participante-destino, mediante a confirmação de repasse.

  • Resgate

    Ato de retirar ou sacar integral ou parcialmente os recursos investidos em uma determinada aplicação. Em alguns casos as aplicações possuem o chamado prazo de carência, antes do qual não é possível resgatar os recursos investidos. Quando este resgate é previamente programado pela instituição financeira que administra a aplicação, sem que seja necessário o investidor pedir que os recursos sejam resgatados, ele é conhecido como resgate automático.

  • Resgate (plano de previdência)

    Nos planos de previdência o resgate é feito quando o beneficiário começa a receber parcial ou integralmente os benefícios a que tem direito, que são pagos com base nos recursos acumulados na reserva de benefícios a conceder. Em algumas aplicações como os planos de previdência, e os investimentos em ações e fundos de ações, somente na fase de resgate é que se paga imposto de renda sobre ganhos de capital.

  • Resistência

    Dado que as expectativas dos investidores mudam com o tempo, uma resistência pode ser rompida, estabelecendo-se, eventualmente, uma resistência mais acima. Desta forma, quando se diz que o Ibovespa está operando com resistência de 12 mil pontos, isto significa que o mercado não aposta que a cotação do Ibovespa ultrapassará este nível.

  • Resolução

    Norma legal ou reguladora do mercado financeiro que é emitida por agências federais como, por exemplo, o Banco Central ou a CVM.

  • Resultado Bruto

    Indicador que faz parte do demonstrativo de resultado de uma empresa, e que é determinado como sendo o lucro obtido pela empresa depois de se deduzir da receita líquida de vendas o custo de mercadorias vendidas. No caso dos bancos também pode se referir ao resultado bruto de intermediação financeira.

  • Resultado Operacional

    Indicador que faz parte do demonstrativo de resultado de uma empresa e que é determinado como sendo o lucro obtido pela empresa depois de se deduzir da receita líquida de vendas o custo de mercadoria vendida, as despesas de pessoal, as despesas administrativas, as despesas financeiras e outras despesas operacionais. Trata-se de um conceito mais utilizado para empresas não financeiras. Em alguns países o resultado operacional é calculado antes das despesas financeiras, mas no Brasil, como herança da época hiper-inflacionária, em que a maioria dos itens do demonstrativo de resultado era corrigida monetariamente, estas despesas são incluídas no resultado operacional.

  • Retail Sales

    O Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulga mensalmente relatório das vendas totais do mercado varejista, ou seja, as vendas diretas ao consumidor.Esse índice é bastante acompanhado pelo mercado, pois sinaliza a confiança do consumidor na economia, assim como a predisposição dos consumidores para as compras.

  • Retail Sales – exceto autos

    O Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulga mensalmente relatório das vendas totais do varejo, com exceção das vendas de automóveis, consideradas muito voláteis e que, muitas vezes, acabam distorcendo o resultado do índice. Esse índice é bastante acompanhado pelo mercado, pois sinaliza as condições do mercado de consumo dos EUA.

  • Retaliação

    Represálias por parte de um país ou grupo de países frente a práticas que ofendem as regras de comércio internacional, provoquem desequilíbrios nos prazos de pagamentos, ofereçam produtos a preços excessivamente baixos (dumping) ou juros subsidiados, etc.

  • Retirada de ativos

    Procedimento por meio do qual se realiza a retirada do ativo do serviço de depósito centralizado da central depositária e com o respectivo registro na conta de depósito do comitente.

  • Retirada geral de ativos

    Procedimento por meio do qual se realiza a retirada de todos os ativos emitidos por determinado emissor do serviço de depósito centralizado da central depositária da BM&FBOVESPA, com o respectivo registro nas contas de depósito dos comitentes.

  • Retorno de Dividendo

    Indicador que expressa a relação entre os proventos pagos em dinheiro por uma empresa e a cotação das ações desta empresa no mercado de ações. De maneira geral, as empresas em crescimento tendem a apresentar um índice mais baixo de retorno de dividendo do que as demais empresas. O retorno total da ação de uma empresa para os seus acionistas pode ser dividido em duas partes: valorização do preço da ação acrescida do retorno de dividendo, de forma que pode ser expresso como sendo: Retorno Total = (P1/Po)*(1+DY%), ondeP1 é o preço no final do período; Po é o preço no início do período; DY% é o retorno de dividendo (ou dividend yield) da ação no período.

  • Retorno sobre Ativo

    Indicador de análise financeira que mede o lucro gerado pelo uso dos ativos da empresa e que varia muito, dependendo da indústria em que a empresa atua. Este indicador pode ser calculado como sendo o quociente entre o lucro líquido obtido pela empresa e seus ativos totais.

  • Retorno sobre Capital Investido

    Indicador de análise financeira que mede o retorno sobre o capital total investido na empresa (pelos acionistas e por terceiros). O capital investido é definido como a soma do patrimônio líquido (acionistas) e da dívida de longo prazo (de terceiros) da empresa.

  • Retorno sobre Patrimônio

    Indicador de análise financeira que mede o retorno do capital investido pelos acionistas (patrimônio líquido). O indicador é calculado como sendo o quociente entre o lucro líquido da empresa e o seu patrimônio líquido.

  • Risco (de investimento)

    Termo usado para denominar a variabilidade de retornos relativos a um investimento. Alguns autores diferenciam risco de incerteza, afirmando que ao primeiro pode-se atribuir uma distribuição de probabilidades, o que não ocorreria com o segundo, mas geralmente os dois termos são usados como sinônimos. Assim quando se fala que um investimento é de alto risco isto significa que é muito difícil prever com precisão a rentabilidade que será alcançada. No mercado financeiro o termo “risco” é usado para determinar a probabilidade de ganhos ou perdas acima ou abaixo da média do mercado.

  • Risco (de seguros)

    No mercado segurador o termo risco denomina o evento incerto que é independente da vontade tanto do segurado quanto da seguradora. A presença de risco é que motiva o segurado a contratar uma apólice de seguro.

  • Risco de Crédito

    Um dos vários tipos de risco, que é usado para determinar a probabilidade de um determinado título emitido por uma empresa, instituição financeira ou governo, não ser honrado. Por exemplo, no caso da falência de uma empresa é possível que a mesma atrase ou simplesmente não efetue os pagamentos referentes a debêntures que tenha emitido. Este risco é denominado risco de crédito do título.

  • Risco Diversificável

    Parcela de risco de um investimento que é inerente ao próprio investimento. No caso de uma ação ou debênture de uma empresa, são os riscos inerentes a esta empresa, que não afetam o desempenho de outras empresas. Os investidores procuram eliminar ou reduzir tais riscos por meio da diversificação dos investimentos, daí a denominação risco diversificável.

  • Risco Não Diversificável

    Parcela de risco de um investimento que afeta todas as empresas, não sendo específico de uma empresa. Fatores como guerras, inflação e incidentes internacionais compõem o risco não diversificável, que não pode ser reduzido ou eliminado por meio da diversificação.

  • Risco País

    Medida criada pelo banco norte-americano JP Morgan, com o intuito de medir a percepção de risco dos investidores em relação a diversos países, tomando como base a cotação dos ativos da dívida externa destes países negociados no mercado internacional. A partir do spread, ou diferencial de juros que estes títulos pagam em relação aos títulos do tesouro norte-americano de prazo semelhante, o banco calcula a medida de risco ponderada. Assim, se o diferencial médio é de 10%, o risco país é de 1.000 pontos base, medida esta criada para capturar pequenas mudanças no spread. O risco é calculado também para uma cesta de papéis de vários países, através do índice Embi+ (Emerging Markets Bond Index Plus), ou Índice de Bonds de Países Emergentes. Diversos países fazem parte, incluindo Brasil, Argentina, México, Colômbia e Venezuela, Rússia, Bulgária, Polônia, Nigéria e outros.

  • Road Shows

    Termo que vem do inglês e denomina as apresentações formais dos planos de negócios de uma empresa para potenciais investidores nacionais ou internacionais com vistas a levantar os recursos necessários para o financiamento de suas atividades.

  • ROI – Retorno de Investimento

    Indicador usado na análise de projetos, que é calculado dividindo-se o ganho obtido com o projeto sobre o montante aplicado nele. Na área de marketing, refere-se ao retorno em termos de vendas sobre o investimento em propaganda, publicidade e anúncios.

  • Royalties

    Termo que vem do inglês e que reflete o valor pago a uma empresa pelo direito de exploração comercial de uma marca, patente, produto ou obra original pertencente exclusivamente a ela.

  • S&P 500

    Índice que exprime a variação média diária das negociações das 500 principais ações negociadas nas bolsas de valores norte-americanas (NYSE, NASDAQ e AMEX). O S&P500 é formado por uma carteira teórica de 500 ações, escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez. Ao contrário do Índice Dow Jones, que é calculado utilizando médias simples, o S&P 500, que é calculado pela empresa de classificação de risco e análise de mercado Standard & Poors, utiliza médias ponderadas pelo valor de mercado das empresas.

  • S&P Global 100

    O S&P Global 100 é um índice de ações que mede o desempenho dos papéis de 100 grandes empresas ao redor do mundo cuja natureza de suas atividades seja global, ou seja, com atuação em diversos países. Dentre as 100 empresas incluídas no índice, existe somente uma latino-americana, a operadora de telefonia celular mexicana América Móviles.

  • SAC

    Sigla que denomina o Serviço de Atendimento ao Cliente oferecido por uma empresa. Recentemente, os SACs passaram a ser vistos como uma iniciativa de marketing alternativo, visto que um bom atendimento nesse tipo de função resulta no estreitamento de laços com o consumidor, no enriquecimento da base de dados e, em última instância, na geração de oportunidades de negócios.

  • Saldo Credor

    Situação na qual o portador do cartão pode ter direito a um saldo a receber, que pode ser fruto de cobrança indevida ou do recebimento de prêmio em dinheiro. Se o valor não for integralmente utilizado na fatura seguinte, será abatido do total das despesas.

  • Saldo líquido bilateral

    Valor resultante da compensação bilateral das obrigações das contrapartes, devido por um participante à contraparte e vice-versa, em cada data de liquidação, em ativos, derivativos, moeda estrangeira e moeda nacional.

  • Saldo líquido multilateral

    Valor resultante da compensação multilateral das obrigações das contrapartes, obtido por meio da soma dos respectivos saldos líquidos bilaterais, e devido pelo participante à câmara ou por esta ao participante em cada data de liquidação, em ativos, derivativos, moeda estrangeira e moeda nacional.

  • Salvaguardas

    Princípios, regras, critérios e mecanismos adotados para assegurar, direta ou indiretamente, o processo de liquidação e a integridade dos mercados, ambientes e sistemas administrados pela BM&FBOVESPA.

  • Sazonalidade

    Flutuação no volume de vendas ou receitas que ocorre em uma determinada época do ano.

  • Sebrae

    Sigla que significa Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Desde 1972 o Sebrae trabalha no desenvolvimento sustentável das empresas de pequeno porte do país, através da oferta de cursos de capacitação, apoio na obtenção de crédito etc.

  • Securitização

    Termo derivado do inglês (securities), que define uma operação de financiamento onde o empréstimo (ou dívida) é convertido em títulos negociáveis. Assim sendo, quando uma empresa levanta um empréstimo e o divide em partes, tornando cada uma delas títulos que podem ser negociados no mercado, esta operação é chamada de securitização.

  • Securitização de Recebíveis

    Operação de securitização de um ativo recebível (como promissórias, por exemplo) que serve de lastro para um título negociável, podendo ser vendido a investidores. Este tipo de operação é feito para se reduzir o risco de uma carteira de recebíveis, pois os créditos acabam sendo divididos entre vários investidores.

  • Segmento de Mercado

    Conjunto de consumidores específicos de um determinado produto ou serviço.

  • Segmento de mercado

    Conjunto de atividades relacionadas às operações com ativos de características semelhantes.

  • Segunda Linha

    Jargão do mercado financeiro que define as ações que possuem uma liquidez inferior ao das blue chips nas Bolsas de Valores.

  • SELIC – Sistema Especial de Liquidação e Custódia

    Criado pelo Banco Central em 1979, o Sistema Especial de Liquidação e Custódia é responsável pela custódia e pelo processamento da transferência e liquidação financeira de títulos e depósitos interfinanceiros, através do uso de equipamento eletrônico ou tele-processamento em contas abertas em nome dos participantes do Sistema.

  • Selic, taxa

    Taxa referencial de juros da economia brasileira, determinada pelo COPOM (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que é considerada pelo mercado como o principal indicador de política monetária do governo.

  • Serasa

    A Serasa é uma empresa de análises e informações econômico-financeiras e cadastrais, com o objetivo de apoiar decisões de crédito. A empresa foi criada pelos bancos para centralizar informações, de forma a racionalizar custos administrativos e aumentar o grau de especialização na área de cessão de crédito. A Serasa participa ativamente no apoio à maioria das decisões de crédito e de negócios tomadas em todo o Brasil, fornecendo, on-line/real-time, milhões de consultas por dia para seus clientes diretos ou indiretos. Uma vez que você tenha sido cadastrado no CCF, a Serasa irá divulgar estes dados aos seus associados, como bancos e estabelecimentos comerciais. Ou seja, a Serasa apenas divulga estes novos cadastros, mas não interfere na retirada do nome e/ou quitação de dívidas. A exclusão do seu nome do CCF deverá ser feita pelo banco que fez a inclusão.

  • Série de Opções

    Termo que denomina um grupo de opções do mesmo tipo (compra ou venda) sobre um mesmo ativo, com o mesmo vencimento e diferentes preços de exercício.

  • Sessão Legislativa

    Corresponde às reuniões para deliberação realizadas durante o ano parlamentar, que dura do dia 15 de fevereiro ao dia 30 de junho e do dia 1º de agosto ao dia 15 de dezembro. Quando o Congresso é convocado fora deste período, tem-se a sessão legislativa extraordinária.

  • Setor

    Considerando que várias empresas operam em áreas de atuação semelhantes, podemos agrupá-las no que chamamos de setores. A InfoMoney agrupou as empresas analisadas em 19 setores distintos, que representam os diversos segmentos da economia de um país.

  • Short squeeze

    Movimento em que investidores que estão vendidos em uma ação correm para recomprá-la e devolvê-la ao locador. Costuma gerar um movimento de forte alta da ação apenas com a demanda dos investidores com pressa de fechar uma posição vendida.

  • Short straddle

    Estratégia com opções que envolve a venda de opções de compra (calls) e venda (puts) at-the-money, no mesmo valor de exercício, a fim de explorar a baixa volatilidade do mercado próxima dos preços de exercício dessas opções.

  • Short strangle

    Estratégia com opções que envolve a venda de opções de compra (calls) out the money e venda (puts) in-the-money, a fim de explorar a baixa volatilidade do mercado entre os preços de exercício dessas opções.

  • Sinistralidade (taxa de)

    O termo taxa de sinistralidade reflete o quanto a seguradora terá que pagar em indenização para cada R$ 1,00 de prêmio recebido. Portanto, uma taxa de sinistralidade de 70% significa que para cada R$ 1,00 recebido em prêmio a seguradora gasta R$ 0,70 no pagamento de indenizações.

  • Sistema de Logística

    Forma de gestão da cadeia de suprimentos de uma empresa. É através do seu sistema de logística que uma empresa planeja e controla o fluxo e armazenagem de bens, serviços e informações, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, de forma a atender às exigências dos clientes.

  • Sistema de negociação

    Ambiente administrado pela BM&FBOVESPA ou para o qual ela venha a prestar serviços, eletrônicos ou não, onde as operações são realizadas.

  • Sistema de registro

    Ambiente administrado pela BM&FBOVESPA ou para o qual ela venha a prestar serviços, eletrônico ou não, onde as operações não realizadas em ambiente de negociação são registradas.

  • Sistema de risco

    Pré-negociação sistema da BM&FBOVESPA que avalia o risco das operações antes deu seu registro em ambientes de negociação administrados pela BM&FBOVESPA.

  • Sistema de risco intradiário

    Sistema da BM&FBOVESPA que avalia o risco das operações no período compreendido entre o início e término da sessão de negociação.

  • Sistema Organizacional

    Conjunto de elementos que têm um objetivo em comum, e que se relacionam entre si, de forma dinâmica. O sistema organizacional se refere ao sistema aplicado por uma determinada empresa ou organização na execução de suas tarefas.

  • Site

    Conjunto de páginas, serviços e informações disponibilizadas na rede mundial de computadores (internet), que são armazenadas em um servidor de acesso público. O acesso é feito através de um endereço eletrônico do tipo http://www.XXXX.com.br.

  • Situação financeira

    Termo usado para definir a capacidade de uma empresa, que possui dívidas, de gerar recursos suficientes para arcar tranqüilamente com os pagamentos dos encargos relacionados a estas dívidas.

  • Small Cap

    Termo usado para fazer referência às ações de baixo valor de mercado e pouca liquidez na bolsa. Em geral, são ações de empresas pequenas.

  • Smart Card

    Termo usado para designar os cartões que possuem chip e podem ser utilizados para múltiplas funções, como cartão de acesso (utilizado para identificação do portador), porta moedas eletrônico (armazena valor, como um cartão de débito, para pequenas transações através de programação), etc. A inclusão do mecanismo dá maior segurança aos cartões, visto que qualquer compra que fuja dos hábitos de consumo do usuário podem levantar suspeitas de roubo ou fraude do cartão rapidamente.

  • SMI Zurich

    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira teórica de ações negociadas na bolsa da Suíça (SWX – Swiss Exchange). Atualmente, o SMI é formado por uma carteira de 27 ações, embora papéis de tradição como Novartis, Nestle, UBS Group e Roche possuam, juntas, mais que 80% de participação no índice.

  • SND – Sistema Nacional de Debêntures

    Responsável pela manutenção de registros e cadastros de todas as debêntures emitidas e negociadas no mercado, o sistema faz parte do Cetip.

  • Sociedade Anônima

    Empresa que tem o capital dividido em ações, diferenciando-se de uma sociedade limitada (onde não existe emissão de ações). Nas sociedades anônimas a responsabilidade dos acionistas fica limitada proporcionalmente ao valor de emissão das ações em seu poder.

  • Sociedade coligada

    Empresa que tem 10 por cento ou mais do seu capital controlado por outra empresa, sendo que esta última não controla a empresa.

  • Sociedade controlada

    Empresa cujo capital é controlado por outra empresa. Com maioria de votos nas deliberações dos cotistas, ou na assembleia geral, a empresa controladora pode, assim, eleger a maioria dos administradores da sociedade controlada.

  • Sociedade Corretora

    Instituição financeira que faz a intermediação entre investidores e as Bolsas de Valores. Em geral são administradores de recursos de terceiros na forma de carteira de ações, fundos mútuos e clubes de investimentos.

  • Sociedade de economia mista

    Formada por capital votante majoritário subscrito pelo Estado, e minoritário, pelo capital privado, trata-se de um tipo de sociedade cujas atividades estão relacionadas à prestação do serviço público ou exploração de atividades econômicas.

  • Sociedade de Garantia Solidária

    Sociedade formada com o objetivo de conceder garantia aos seus sócios participantes, sendo que, para isto, é firmado um contrato entre a sociedade e o participante. Este contrato estabelece as regras que devem ser cumpridas pelo associado, assim como a taxa de remuneração que deve ser paga pelo serviço prestado. Para que uma sociedade seja definida como sendo de garantia solidária, é preciso que tenha sido criada por iniciativa de agentes privados, possua administração profissional e seja financeiramente sustentável.

  • Sociedade Distribuidora

    Instituições financeiras que possuem maiores limitações que as corretoras para operar no mercado de capitais. Em geral suas atividades se concentram em intermediação da colocação de emissões de capital no mercado, e em alguns casos em operações de mercado aberto. Alguns investidores institucionais possuem restrições para negociar diretamente com essas instituições.

  • Sociedade limitada

    Sociedade em que a responsabilidade dos sócios é limitada ao montante de quotas subscrito por cada um, e solidária com os demais sócios.

  • SOMA

    Sigla para Sociedade Operadora para Mercado de Acesso, é o mercado que engloba empresas de menor liquidez. Deste modo, a SOMA, que é atualmente controlada pela Bovespa, administra o mercado de balcão organizado no Brasil, através de um sistema eletrônico de negociação dirigido por ofertas registradas por formadores de mercado e instituições financeiras associadas. A CVM está estudando usar o SOMA para negociar cotas de fundos imobiliários, como forma de aumentar a liquidez dos fundos e torná-los mais populares entre os investidores de menor porte.

  • SPC – Secretaria de Previdência Complementar

    Ente de governo responsável pela autorização para constituição, organização e funcionamento dos fundos de pensão bem como sua fiscalização.

  • Spin-off

    Termo que vem do inglês e indica a separação de uma área ou negócio de uma empresa já estabelecida no mercado. Muitas vezes é utilizada como uma técnica financeira para ajudar empresas na captação de recursos para áreas específicas de negócio que demandam grande volume de recursos para expansão.

  • Split

    Termo usado para denominar os casos em que ocorre desdobramento de uma ação, resultando em uma elevação do número de ações emitidas, com a correspondente redução de seu valor nominal. O split não envolve emissão de novas ações, mantendo o capital social da empresa inalterado.

  • Spread

    Diferença entre o custo de captação de um banco e a taxa de juros cobrada do cliente. Na prática, é o ganho bruto de uma instituição financeira com um empréstimo.

  • Stop and Reverse (SAR)

    O SAR (Stop and Reverse) é um indicador de análise técnica que deve ser interpretado como sendo o ponto de parada e possível reversão de tendência. Quando o valor de fechamento da ação no dia está abaixo do SAR, a ação está em tendência de queda; caso contrário, ou seja, quando o fechamento está acima do SAR, então a ação está em tendência de alta.

  • Stop-loss

    Termo em inglês que designa um tipo de ordem de Bolsa no qual o investidor estabelece o preço de venda de uma ação, sendo este abaixo do preço de mercado, com o objetivo de proteger lucros já realizados.

  • Straddle

    Termo que descreve uma operação na qual o investidor negocia um mesmo número de opções de compra (call) e de venda (put) de um mesmo ativo com preço de exercício e data de vencimento idênticos.

  • Sub-rogação

    Transferência dos direitos do credor para um terceiro que resgata uma obrigação.

  • Subscrição

    Termo usado no mercado financeiro para determinar o lançamento de ações por uma sociedade anônima, sendo que os recursos captados devem ser usados para investimento de acordo com as necessidades da empresa. O termo Direito de Subscrição denomina o direito que é concedido aos acionistas de uma empresa para comprar mais ações da empresa durante uma oferta de ações desta mesma empresa. Vale lembrar que este direito vale apenas durante um prazo e para um preço pré-determinado.

  • Subscritor

    Pessoa física ou jurídica que subscreve a compra do título comprometendo-se a pagar as mensalidades na forma prevista nas condições gerais.

  • Supervisora de qualidade de produtos agrícolas

    Entidade que presta serviços de caráter auxiliar em relação às atividades da câmara, quais sejam a análise das mercadorias e a sua certificação de conformidade às características especificadas nos derivativos.

  • Suporte

    Termo usado em análise técnica de ativos financeiros, que determina o nível de cotações de um ativo onde existe uma parcela substancial de investidores que está disposta a comprar estes mesmos ativos a este preço, de forma a evitar que os preços caiam ainda mais. Contudo, como as expectativas dos investidores mudam com o tempo, um suporte pode ser rompido, estabelecendo-se, eventualmente, um suporte mais abaixo. Por exemplo, dizer que o suporte do Ibovespa está em 7.000 pontos, equivale a dizer que quando o Ibovespa se aproxima deste nível está próximo do seu limite de queda.

  • SUSEP

    Sigla que denomina a Superintendência de Seguros Privados é o órgão do Ministério da Fazenda responsável pelo controle e fiscalização do mercado de seguro, previdência privada aberta e capitalização.

  • Swap

    Do inglês, significa troca. No mercado financeiro trata-se de um jargão que se refere a um contrato de troca envolvendo commodities, moedas ou ativos financeiros. A troca é feita para mudar datas de vencimento, indexador ou os títulos que estão na carteira do investidor. Há operações dessas na Bolsa, que tem regras e, em alguns casos, até garantias, e no mercado de balcão, ou seja, fora de bolsa. Os contratos de swap foram lançados pela BM&F em abril de 1993.

  • Swap cambial reverso

    Denominação dada a operações conduzidas pelo Banco Central que têm como objetivo enxugar o excesso de dólares no mercado futuro, em que o governo está trocando sua dívida em que paga juros em dólares por débitos atrelados à Selic. Através dos contratos de swap reverso, a autoridade monetária evita, ainda que temporariamente, a alta do Real e melhora o perfil da dívida pública, uma vez que reduz a parcela da dívida indexada ao dólar.

  • Tábua de Sobrevivência

    Funciona de maneira semelhante a tábua de mortalidade básica, mas com as margens de segurança (carregamento de segurança) empregadas em sentido oposto ao da tábua de seguros para os casos de morte. Assim sendo, a tábua de sobrevivência superestima a duração da vida dos expostos ao risco. Um exemplo de Tábua de Sobrevivência utilizada no Brasil (também para casos de morte) é a AT-49 (Annuity Table for 1949).

  • Tag along

    Direito dos outros acionistas de receber um percentual do valor pago pelas ações dos controladores em caso de venda do controle da empresa.

  • Taxa de Adesão

    É a taxa cobrada do consorciado quando do seu ingresso no grupo, quando for o caso, que corresponde ‘a antecipação de parte da taxa de administração devida à administradora.

  • Taxa de Administração

    Uma das formas de remuneração do gestor pela administração dos recursos do fundo de investimento, que também incide sobre os rendimentos dos planos de previdência complementar aberta, do tipo PGBL, VGBL etc. A taxa é cobrada sobre o valor aplicado, sendo apropriada diariamente e cobrada mensalmente. O valor da cota do fundo já vem descontado da taxa de administração e o percentual informado no regulamento é anual. Assim, se o regulamento informar um percentual de 2%, trata-se da taxa anual. O valor da taxa varia com o perfil do fundo de investimento. Termo também usado na indústria de cartões que é cobrada pelas administradoras por cada operação com o cartão.

  • Taxa de Carregamento

    Termo usado para determinar a taxa que é cobrada pelas entidades abertas de previdência privada sobre as contribuições feitas pelo investidor ao plano de previdência. Essas taxas variam de acordo com o tipo de plano e são determinadas pela própria empresa, com o intuito de repor despesas administrativas, de corretagem e de colocação do plano de seguro. No caso dos seguros de vida com opção de previdência a taxa de carregamento está limitada a 10%.

  • Taxa de Custódia

    Nome dado à taxa cobrada por um custodiante, em geral um banco ou corretora de valores mobiliários, pela manutenção das ações ou outros valores mobiliários de seus clientes. Quando o investidor compra uma ação ou outro ativo no mercado ele acaba não recebendo o título representativo, que fica sob a custódia do custodiante, que, por este serviço, cobra a taxa de custódia.

  • Taxa de Distribuição de Dividendos

    Indicador de análise financeira que denomina a porcentagem do lucro líquido da empresa paga aos acionistas na forma de dividendos. Em geral, empresas em crescimento tendem a reinvestir grande parte do seu lucro líquido e, portanto, apresentam um índice mais baixo que empresas já estabelecidas.

  • Taxa de juros de equilíbrio

    Termo usado em economia para definir a taxa de juros que equilibra o mercado de moeda. Uma vez descontada a inflação essa taxa mantém o nível de preços constante e a economia a pleno emprego.

  • Taxa de Performance

    Além da taxa de administração, alguns gestores também cobram um taxa pelo seu desempenho, ou performance, que é cobrada sobre a parcela da rentabilidade do fundo que excede a variação de um índice pré-determinado (benchmark). Os períodos de cálculo da taxa de perfomance variam de acordo com o tipo do fundo.

  • Taxa de Retenção

    Indicador de análise financeira que mede a capacidade que uma empresa tem de garantir o crescimento sustentado de suas atividades sem ter que levantar novos empréstimos. Em outras palavras, expressa a porcentagem do lucro líquido da empresa que não é paga aos acionistas na forma de proventos. Exatamente por isto a soma da taxa de retenção de lucro e taxa de distribuição de dividendos deve ser igual a 1, quando expressas em percentual. Em geral, empresas em fase de crescimento ou com baixo grau de capitalização tendem a ter uma taxa alta de retenção. Contudo, um número cada vez maior de empresas está aumentando a sua taxa de retenção de forma a manter uma estrutura de capital suficientemente flexível para aproveitar possíveis oportunidades de crescimento (aquisição, fusão etc) que venham a surgir. Também conhecida como taxa de retenção de lucro.

  • Taxa de Retenção de Lucro

    Indicador de análise financeira que mede a capacidade que uma empresa tem de garantir o crescimento sustentado de suas atividades sem ter que levantar novos empréstimos. A soma da taxa de retenção de lucro e taxa de distribuição de dividendos deve ser igual a 1, quando expressas em percentual.

  • Telemarketing

    Termo que vem do inglês e engloba um conjunto de estratégias de divulgação e vendas de produtos e serviços pelo telefone. O telemarketing pode ser ativo e receptivo, sendo que no telemarketing ativo, o vendedor do produto ou serviço entra em contato com o cliente para oferecer-lhe algo, enquanto no telemarketing receptivo limita-se ao recebimento de ligações e é feito normalmente por meio de números 0800.

  • Tendência

    Termo usado no mercado financeiro para se referir a um movimento consistente e ordenado do preço de um ativo, representando uma mudança nas expectativas dos investidores. Um dos princípios da análise técnica afirma que os preços movem-se em tendências, e as tendências persistem. Bastante usado também para identificar qual será o movimento de alguns indicadores econômicos, como por exemplo, os de inflação, ou simplesmente as taxas de juros, entre outros.

  • Terceirização

    Forma de transferir para outras empresas a realização de tarefas e/ou serviços, ou a fabricação de produtos dos quais uma empresa necessita.

  • Termo de qualidade e recebimento

    Declaração do comitente comprador à câmara, de que a mercadoria por ele recebida encontra-se em perfeito estado de conservação e em conformidade às especificações contratuais (TQR).

  • Títulos e Valores

    Conta de ativo do balanço patrimonial de uma empresa que engloba a soma de todos os seus investimentos em títulos e valores mobiliários, independente de se tratar de títulos para retorno próprio (carteira própria), vinculados ao Banco Central ou a compromissos de recompra. Em geral, o valor incluído no balanço patrimonial da empresa já inclui deduções das provisões para possíveis desvalorizações desses títulos.

  • Títulos Públicos

    Assim como as empresas e os bancos, os governos federal, estadual e municipal precisam de dinheiro para financiar suas obras e cobrir suas despesas. Os títulos emitidos por estas entidades são chamados de títulos de dívida pública e podem ser pré ou pós-fixados. No caso do Governo federal, os títulos também podem ser emitidos com intuito de sinalizar política monetária, como aconteceu nos últimos meses com o Governo, emitindo títulos cambiais para controlar a alta do dólar.

  • Tomador

    Participante de operação de empréstimo ou de troca que é titular, na data pactuada, do direito de receber e, na data de vencimento da operação, do dever de entregar determinado ativo.

  • Top Pick

    Dentro de um universo de ações, os papéis top pick são aqueles que apresentam melhor recomendação por parte dos analistas. Embora não exista padronização nos termos utilizados pelos diversos analistas, que trabalham com metodologias diferentes de recomendação ou montagem de carteiras recomendadas, aqueles que utilizam esta expressão classificam como top picks somente os papéis que recebem as melhores recomendações.

  • TR – Taxa Referencial de Juros

    Criada em fevereiro de 1991, a taxa referencial serve como uma referência para o juro praticado no mercado financeiro. A TR é uma taxa de juros básica calculada a partir do rendimento mensal médio dos CDBs e RDBs. Embora seja usada como indexador dos contratos, a TR é uma taxa de juro e não pode ser confundida com inflação. É divulgada diariamente, no final da tarde, mas com um dia de defasagem. É usada para a correção das aplicações da caderneta de poupança e das prestações dos empréstimos do Sistema Financeiro da Habitação. Neste último caso, passou a ser facultativa para as instituições financeiras em setembro de 2006.

  • Trade Balance

    O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente relatório contendo o resultado final da balança comercial, ou seja, valor das exportações menos importações dos EUA num período pré-determinado. Esse índice é importante, pois é bastante acompanhado pelo mercado, muitas vezes afetando a cotação do dólar frente às demais moedas internacionais.

  • Transações Correntes

    Termo usado em economia e que determina a soma do resultado da balança comercial (que inclui exportações e importações de bens) e a balança de serviços (que inclui as chamadas mercadorias invisíveis, como turismo, seguro, etc).O saldo em transações correntes é, desta forma, um importante indicador das relações comerciais de um país com o resto do mundo.

  • Transferência de ativos

    Procedimento por meio do qual se realiza a movimentação de ativos entre carteiras ou contas de depósito no serviço de depósito centralizado da central depositária e com o respectivo registro na(s) conta(s) de depósito do(s) comitente(s) envolvido(s).

  • Transferência de saldo

    Situação na qual o portador do cartão opta por transferir o saldo devedor de um emissor para outro. Na maioria dos casos isso acontece porque o segundo emissor oferece condições mais atrativas ao portador do cartão como uma taxa mais reduzida por um determinado período.

  • Trava de baixa

    Estratégia utilizada para minimizar perdas no mercado de opções através da qual o investidor combina a venda de uma opção de compra (call) com a compra de uma outra opção de compra (call).

  • Tributo

    Termo que se refere a uma receita instituída pela União, pelos Estados, Distrito Federal e Municípios, que inclui impostos, taxas e contribuições de melhoria, nos termos da Constituição e das leis vigentes em matéria financeira. A Constituição de 1988 colocou as contribuições sob o mesmo regime constitucional dos tributos em geral, sobre as quais são aplicadas as normas gerais de legislação tributária, assim como os princípios da legalidade, da irretroatividade e da anterioridade.

  • Troca

    Operação de mútuo de ativos distintos pelo mesmo prazo, cujos registros são efetuados simultaneamente e de forma vinculada.

  • Turnover

    Indicador fundamentalista que mede o grau de liquidez das ações de uma empresa no mercado. Expressa a relação entre a média de volume diário negociado no último mês e o free float da empresa, ambos medidos em números de ações. Free float é definido como a porcentagem do capital numa empresa que não se encontra em mãos de acionistas estratégicos (com participação superior a 5% do capital total da empresa). Assim a fórmula de cálculo do indicador é: Turnover =Volume Médio Diário (30 dias)/ Free float (em número de ações)

  • Underweight

    Recomendação negativa dos analistas de mercado para uma ação. Significa que, se uma ação está incluída no Ibovespa com peso de 1%, por exemplo, o investidor deveria comprar um percentual menor do que esse para incluir em sua carteira, já que o potencial de valorização não seria atraente.

  • Underwritting

    Do inglês significa subscrição. No mercado financeiro descreve as operações financeiras nas quais os bancos intermediam o lançamento e distribuição de ações ou títulos de renda fixa para negociação no mercado de capitais.

  • Unemployment Rate

    O Departamento de Trabalho dos EUA divulga mensalmente a estimativa da taxa de desemprego na economia norte-americana, através de uma pesquisa em 60 mil residências. Esse índice é bastante acompanhado pelo mercado, visto que a taxa de desemprego pode sinalizar as condições do mercado de trabalho, e consequentemente, a situação da economia local.

  • Unidades Vendidas em relação a Ofertas (%)

    Termo usado no mercado imobiliário que substituiu o antigo IVV (índice de velocidade de vendas). Ao invés de medir a velocidade com que as unidades são vendidas, esse índice mede o percentual do estoque de imóveis vendido em um determinado período de tempo.

  • Units

    Ativos compostos por mais de uma classe de valores mobiliários. Assim, quando você compra uma unit, na verdade está comprando um pacote de ativos, como ações ordinárias, preferenciais, bônus de subscrição etc. Cada empresa deixa pré-definida a proporção de ativos que vão compor a unit.

  • Upside

    Upside é uma expressão em inglês que significa a diferença, em termos percentuais, entre o preço alvo e a cotação atual das ações. Assim, uma ação com preço alvo de R$ 60,00 e cotação atual de R$ 40,00 apresenta um upside, ou potencial de valorização, de 50%.

  • Valor Adicionado

    Em macroeconomia denota a participação de uma empresa na formação do Produto Interno Bruto do país. O termo também pode ser usado em

  • Valor bruto

    Valor resultante do somatório das obrigações não compensadas de um participante com sua contraparte, em ativos, derivativos, moeda estrangeira e moeda nacional.

  • Valor de Empresa

    O valor da empresa é utilizado no cálculo de indicadores fundamentalistas e é calculado como a soma do valor do mercado da empresa mais a sua dívida líquida. Esse indicador expressa o valor da empresa pertencente não somente aos acionistas (valor de mercado), mas também o pertencente aos credores (dívida líquida).

  • Valor de Exercício da Opção

    Quantia resultante da multiplicação do número de ações que compõe o lote-padrão de uma opção (ou ativo-objeto) preço de exercício por ação (ou unidade do ativo-objeto) da opção.

  • Valor de Mercado

    De maneira genérica no mercado financeiro indica o valor que um investidor receberia por um determinado ativo caso o mesmo fosse vendido no mercado naquele mesmo dia. Bastante usado com referência ao mercado de ações, esse indicador expressa o valor de mercado do total das ações de uma empresa e é calculado como: ValMerc = Cotação*Quantidade total de Ações

  • Valor de Mercado Empresa

    Expressa o valor de mercado da empresa tendo como base suas diversas classes de ações, é calculado como: ValMercEmpresa = Cotação (Ação ON)* Qtde(AçõesON) + Cotação (Ação PN)*Qtde (Ações PN)

  • Valor Financeiro

    Termo usado em análise fundamentalista que determina o valor financeiro de uma empresa é calculado pela seguinte fórmula: ValFin = (PL + AC + ARLP – PC – PELP). Onde: PL = Patrimônio – Líquido; AC = Ativo Circulante; ARLP = Ativo Realizável a Longo Prazo; PC = Passivo Circulante; PELP = Passivo Exigível a Longo Prazo.

  • Valor Futuro

    Valor de um determinado fluxo em uma data futura, sendo que o valor futuro é obtido ajustando o valor deste fluxo pela taxa de juro estipulada. Assim, o processo de obtenção do valor futuro é o inverso daquele para se obter o valor presente de um determinado fluxo.

  • Valor Intrínseco da Opção

    Diferença entre o preço à vista de um ativo e o preço de exercício da opção deste mesmo ativo. Caso este valor seja positivo, este será o valor intrínseco de uma opção de compra, caso seja negativo, será o valor intrínseco de uma opção de venda.

  • Valor Mobiliário

    Termo genérico usado para denominar papéis e títulos com valores que oscilam, como por exemplo, títulos públicos, CDBs, ações, etc.

  • Valor Patrimonial por Ação (VPA)

    O VPA é o valor patrimonial de uma ação (ou lote de 1000 ações), calculado dividindo-se o patrimônio líquido pela quantidade total de ações (ou lote de 1.000 ações) da empresa. Também é chamado de valor nominal da ação.

  • Valores Mobiliários

    A definição de valores mobiliários é bastante genérica, incluindo a maioria dos títulos emitidos por sociedades anônimas, desde que registrados junto a um órgão de regulamentação do mercado, como, por exemplo, a CVM no Brasil. Desta forma, podem ser considerados como valores mobiliários, entre outros, as ações, debêntures, além dos cupons destes títulos, os bônus de subscrição e os certificados de depósitos de valores mobiliários.

  • Vantagem Competitiva

    Conjunto de fatores fundamentais que influem na diferenciação de produtos e serviços oferecidos por uma empresa, dentro de um ambiente de concorrência econômica.

  • Vantagem Tecnológica

    Capacidade da empresa de se manter na fronteira do conhecimento tecnológico e que favorece o processo de inovação.

  • Variação

    Indica a oscilação, para cima ou para baixo, na cotação de um determinado título durante um período específico.

  • Variação 12 meses

    Indica a variação acumulada do preço de um ativo em um período de 12 meses. Calculado como a variação entre o último preço do ativo no dia em questão e o fechamento do mesmo dia no ano imediatamente anterior.

  • Variação Ano

    Indica a variação acumulada do preço de um ativo durante o ano em questão. Calculado como a variação entre o fechamento do último pregão do ano anterior e o último preço do ativo no dia em questão. No caso de fundos utilizamos o valor da cota.

  • Variação Dia

    Indica a variação do preço de um ativo, como uma ação, cota de fundo, ou valor de qualquer título, durante o dia. Caso o pregão ainda não tenha encerrado, reflete a variação acumulada no dia até aquele momento e é calculada com relação ao fechamento no dia anterior.

  • Variação Mês

    Indica a variação acumulada da cotação de um determinado título ou valor mobiliário (ação, fundos, câmbio, etc) durante o mês em questão. Calculado como a variação entre o último preço da ação no dia em questão e o fechamento do último pregão do mês anterior.

  • Variação Semana

    Indica a variação acumulada do preço de um determinado título ou valor mobiliário (que pode ser uma ação, fundo, câmbio, commodity, etc) durante a semana em questão. Calculado como a variação entre o último preço do título no dia em questão e o fechamento do último pregão da semana anterior.

  • VE/EBITDA

    Indicador fundamentalista para avaliar o preço da ação de uma empresa, para comparação posterior com outras empresas no mesmo setor.Expressa a relação do valor da empresa como um múltiplo de seu EBITDA (geração operacional de caixa ou lucro antes de juros, imposto, depreciação e amortização) no ano anterior. O VE é definido como valor de mercado mais dívida líquida.

  • VE/Vendas

    Indicador fundamentalista para avaliar o preço da ação de uma empresa para posterior comparação com outras empresas no mesmo setor. Expressa a relação do valor da empresa como um múltiplo da sua receita líquida de vendas, onde valor da empresa é definido como valor de mercado mais dívida líquida.

  • Venda em Margem

    Descreve operação de venda à vista de ações obtidas pelo investidor através de empréstimo junto à sociedade corretora com que opera

  • Viés

    O viés é um instrumento que permite ao presidente do Banco Central alterar o valor da taxa Selic no período compreendido entre as reuniões mensais do Copom (Comitê de Política Monetária). Assim, por exemplo, um viés de baixa significa que o Copom poderia reduzir a taxa Selic antes da próxima reunião do Comitê, que em geral é marcada para terceira semana de cada mês.Analogamente, o viés de alta permite ao presidente do BC elevar a Selic antes da reunião, enquanto a adoção do viés neutro garante que a decisão do Copom não será modificada até a próxima reunião do Comitê.

  • Vínculo

    Forma de relacionamento entre contas, com a indicação de funcionalidades e características específicas.

  • Volatilidade

    Indica o grau médio de variação da cotação de um título ou determinado mercado de subir ou cair intensamente em um curto período de tempo. A relação da volatilidade de uma ação em relação à volatilidade do mercado acionário como um todo pode ser medida através do seu coeficiente beta. Quando se afirma que uma aplicação é extremamente volátil, entende-se que esta aplicação está sujeita a fortes oscilações, o que pode ser decorrência das perspectivas para a companhia, falta de liquidez (bastante comum entre algumas ações no Brasil), ou outras razões.

  • Volume

    Medida, em moeda corrente, dos negócios de um determinado título, também conhecido como giro financeiro. É uma importante medida de liquidez de um papel, já que mede qual o montante financeiro que um papel girou em um determinado período de tempo. Volumes crescentes podem indicar a permanência da tendência. Volumes decrescentes podem indicar uma possível reversão de tendência.

  • Volume Médio Diário

    Expressa a média durante os últimos 30 dias (ou 22 pregões) do volume diário negociado das ações de uma empresa.

  • WACC

    (custo de capital médio ponderado): reflete quanto uma empresa paga para levantar dinheiro com empréstimos ou a venda de ações. Em análise fundamentalista, é usado para trazer a valor presente os fluxos de caixa futuros de uma empresa

  • Warrant

    Warrant é um título que garante o direito, mas não a obrigação, de compra ou venda de ações de uma empresa a um preço fixo após um determinado período. As warrants funcionam da mesma forma que as opções de compra ou venda de ações, ainda que, em alguns casos, existam pequenas diferença de funcionamento entre esses dois papéis.

  • Web Call Center

    Termo que vem do inglês e denomina um tipo de ambiente que integra a rede mundial dos computadores (internet) à central telefônica de uma empresa, através de interfaces como chat (bate papo), e-mail etc.

  • Web Services

    Termo que vem do inglês e significa serviços em rede. Engloba conjuntos de protocolos e padrões que permitem que aplicações se comuniquem via uma rede (geralmente internet).

  • Wholesale Inventories

    O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente relatório contendo informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista, que serve como indicativo da atividade industrial local. Isso porque uma queda dos estoques, acompanhada de aumento das vendas, sugere uma possível retomada da atividade econômica local. Por outro lado, uma queda nos estoques, sem aumento de vendas, pode indicar apenas uma redução na taxa de reposição dos estoques por parte das empresas.

  • Zona do Euro

    Composta pelos doze países que adotaram o Euro como moeda comum: Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo e Portugal.


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